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Green Future-AutoMagazine

O novo portal que leva até si artigos de opinião, crónicas, novidades e estreias do mundo da mobilidade sustentável

Destaques

Fish and Chips na Airfryer

Quando a Mini, em 2010, decidiu terminar a sua parceria com a PSA e começar a fazer os próprios motores (próprios, como quem diz, eram da BMW), também lançou o seu primeiro carro pensado para famílias. Este Mini foi o início da revolução, já que, até então, o line-up da marca inglesa era o hatch ou o cabrio. Se recuarmos até 2007, foi aí que apareceu a primeira shooting brake da marca: o Clubman.
Três anos depois, veio o primeiro SUV da Mini, o Countryman. Este britânico foi o primeiro Mini a ter a opção de 4 rodas motrizes, a ter 5 lugares reais e a ter 5 portas. Desde então, o Countryman já teve três gerações, partilhando, nas duas últimas gerações, a plataforma com o X1, não esquecendo que a primeira geração foi desenvolvida só para o Countryman. A segunda geração do modelo teve, pela primeira vez, uma versão plug-in, o que significava que, mais cedo ou mais tarde, íamos ter um Countryman eletrificado. Pois bem, essa espera acabou e, no texto deste mês, o convidado é ele: o Mini Countryman SE.

Este modelo, lançado em 2023, é o maior de sempre, com 4,44 m de comprimento. As motorizações podem ser totalmente elétricas ou a combustão, tendo ficado de fora a versão plug-in.
Uma decisão interessante, sobretudo tendo em conta que o seu ‘primo’ ainda mantém uma variante híbrida plug-in. Os modelos a combustão estão a cargo de motores diesel, que só estão disponíveis na versão Cooper D, e também a gasolina. A gama começa no One e vai até ao JCW. A caixa de velocidades é única, automática, algo inédito na história do modelo. Nas versões elétricas há duas opções: E e SE, sendo o E menos potente, mas com mais autonomia. Já a versão SE é a mais radical da gama e apresenta várias diferenças: tem dois motores eléctricos, um à frente e outro atrás, o que faz dele um 4×4. A sua bateria tem maior capacidade, 66 kWh, tem mais 110 cavalos que a versão “base” e um binário que acresce em 244 Nm.
Traduzindo, os valores tanto da potência como do binário são de 313 cavalos e 494 Nm.

Com o passar dos anos, o estilo do Countryman tem vindo a mudar, ficando cada vez mais sóbrio, menos arredondado. Se antes tinha um design “querido”, agora tem vindo a apostar na agressividade. As suas superfícies são mais “polidas” e passamos a ter uma grelha ortogonal. Com uma forma mais quadrada, este Mini quer afirmar-se e agregar outro tipo de clientes. Apesar desta mudança, ainda o identificamos como sendo um modelo da marca inglesa. Na traseira, o seu grupo ótico, pela primeira vez, deixou de contar com os típicos arredondados, apostando nuns faróis em formato C que são personalizáveis, ou seja, podemos mudar a animação do farol. Achamos um detalhe muito engraçado! A traseira é tipicamente SUV, grande e muito clean e importa salientar que ambas as versões contam com o mesmo design. Esta unidade vinha com o pack John Cooper Works, que lhe dá um aspeto de “machão”, com para-choques desportivos, difusor, spoiler, uma grelha diferenciada, jantes JCW e, muito importante, as pinças de travão a vermelho com o logo do “John”. A mala tem abertura elétrica, com capacidade para 460 litros. Comparando com o seu primo, são menos 20 litros.
O espaço é amplo e dá para pôr as “tralhas” que uma família precisa no dia a dia, havendo ainda um fundo falso para colocar os cabos. Agora, durante os dias que estive com este Mini, notei que o botão de fechar a mala é um pouco rebelde… muitas vezes carregava para fechar e, comportando-se como um adolescente, não fechava. A abertura pode ser feita via botão na porta do condutor ou com chave. Nos bancos de trás, encontramos saídas de ar e duas tomadas USB-C. O espaço é bom para quatro pessoas; cinco acredito que não fiquem mal, mas, com conforto, aconselho quatro passageiros. No meio do banco está o típico apoio de braço com um porta-copos embutido, e, como esta unidade oferecia um teto panorâmico, a amplitude interior é muito maior. Na porta da frente, encontramos os mesmos puxadores do X1, mas, no interior, o caso é diferente, pois o formato dos puxadores interiores deixa-me sempre intrigado: “qual será a maneira correta de usar isto?”. Sendo que está equipado com o pack JCW, os bancos diferenciados são estilo bucket, com ajustes elétricos.
Durante o ensaio, os ajustes dos bancos revelaram-se um pouco estranhos, pois todas as vezes que “iniciava a marcha”, o banco nunca estava na posição mais baixa, como eu o tinha deixado, mesmo estando a memória ativada… Continuando, os bancos são confortáveis, com bons apoios e regulações amplas. O volante não vai agradar a todos, pois tem uma espessura particularmente “gorda”. Apresenta três braços, embora o terceiro seja peculiar: o seu revestimento é em tecido. Gabo a audácia! Tudo neste interior é novo: tablier, que já não é em soft touch, mas sim em tecido, com LEDs; o painel de instrumentos desapareceu e voltamos a ter o quadrante no centro. A qualidade de imagem é particularmente boa, só podia ter uma resposta um pouco mais rápida. Só tem uma maneira de ser operado, via tátil. Sim, com isto quero dizer que perdemos a espécie de iDrive que o antecessor apresentava. É extremamente fácil de usar e possui umas animações interessantes, bastante parecidas com as dos BMW (como seria de esperar). Os comandos do A/C foram “parar” ao infoentretenimento, com uma utilização fácil.
O reverso da moeda surge na gestão da velocidade da ventilação e da direção do fluxo de ar. Quanto às saídas de ar, o acabamento podia ser melhor. Os comandos de acesso rápido estão abaixo da tela e também é lá que se encontra o manípulo da caixa. Os ajustes dos modos de condução, no caso da Mini, são chamados de experiences, um nome diferente. É caso para dizer: o meu carro não tem modos de condução, tem “experiências”. O último manípulo é o do volume do rádio e é sempre bom ter este comando físico. Já na consola central, encontramos um carregador sem fios; no piso de “baixo” há um compartimento de arrumação, bastante prático para colocar umas chaves. Descendo, dois porta-copos, até que, de repente, vemos uma caixa que abre de uma maneira peculiar: puxa-se uma “fita” que, aberta, revela um espaço de arrumação perfeito para esconder itens que o amigo do “alheio” gosta. Nas “costas” desta caixa, há ainda um espaço de arrumo, este sim, para colocar as chaves.

Levando o Countryman para o asfalto, ele surpreendeu pelo seu conforto. O isolamento acústico é bom, pois filtra bastante bem os barulhos vindos do exterior. Na estrada, notamos que o compacto se mostrou seguro, embora, em certos momentos, a sua carroçaria tenha abanado com o vento. O ACC tem um funcionamento surpreendentemente bom; na unidade testada até permitia ultrapassagens.

No que toca, aos consumos, foram interessantes: a andar normalmente, conseguimos 16/17 kWh/100km; já numa condução abusada “dispararam” para os 23.8 kWh/100km. No item autonomia, deixou-nos surpreendidos, uma vez que no “papel” proclamava um “range” de 430 km, não passou dos 380 km quando carregado a 100%. Para agravar a situação, tanto em misto como em AE não passamos dos 300 km… Percorremos perto de 1000 km e o gasto em carregamentos foi de 140€. Salientamos, também, que, conforme o modo condução escolhido, o carro ajusta a autonomia. Se utilizarmos o GPS, a autonomia também é ajustada; se ligamos o A/C, acontece o mesmo. Quanto aos modos de condução deste SUV, existem o Eco, que se chama Green, e, dentro do Eco, temos o Eco Max, que limita a velocidade a 90 km/h e o funcionamento do A/C; o Core e o Go-Kart (modo desportivo); há ainda o Personal e o Timeless, que permitem mudar o “mood” do carro. Em todos os modos de condução, a direção é elétrica, artificial e com um peso ligeiramente irrealista. O feedback é algo duvidoso e a direção peca por ser “demasiado” precisa, isto é, desde o momento em que decidimos introduzir o carro em curva até à saída, há necessidade de fazer algumas correções na trajetória. Apesar de rápida, revela-se pouco progressiva. Por fim, numa estrada de curvas, notamos que a traseira deste Mini é um pouquinho pesada e há uma tendência para o Countryman fugir de frente. De notar que a direção não gosta de ser esforçada; quando isso acontece, há a sensação de que o carro “patina”.

Este Mini está maior, mais adulto, e melhor em quase tudo. O problema é que, pelo caminho, ficou mais perto de um X1 do que de um “puro” Countryman. Embora seja espaçoso, confortável, seguro e com umas performances interessantes, peca um pouco na direção. Todavia, a maioria das pessoas nem vai dar conta destes hiatos. A autonomia podia ser melhor, mas, se tem onde carregar, isso deixa de ser um problema. Sem dúvida que o Countryman é um ”fish” delicioso; quanto às “chips “, podiam ter mais sal…

Smart #5 Brabus

O SUV elétrico premium que veio para redefinir a  identidade da Smart

Conhecemos a Smart por ter introduzido uma estratégia do Oceano Azul, ou seja, entrar num mercado onde nunca ninguém entrou e esse Smart de há muitos anos trouxe um conceito revolucionário –  a redefinição  da mobilidade urbana onde ninguém estava à espera de encontrar um automóvel de dois lugares que fosse ao mesmo tempo, seguro, simples de utilizar,  tivesse espaço interior e coubesse em todo o lado

A Smart,  por intermédio da Mercedes e Swatch começaram por desenvolver o conceito!  Com a saída desta última a Mercedes continua o seu desenvolvimento , mas para o fazer tinha uma responsabilidade acrescida:  valores intransponíveis como a segurança e fiabilidade

Ao revolucionar completamente o mercado, a adesão foi total e curiosamente para públicos de todas as idades!

A marca sofreu as suas dores de crescimento à medida que o produto foi evoluindo ao longo dos anos mas essencialmente quase todos adoravam ter um smart,  a diesel ou a gasolina.

Mais tarde a marca aventura-se  no Smart de 4/5 lugares sem ter o sucesso do Fortwo, com parcerias com outras marcas e, mais tarde, com a Renault!

 Com a eletificação a marca reposiciona-se como marca  100% elétrica e esta redefinição altera a identidade da Smart pois  visa combinar potência, inteligência e maturidade industrial e os novos SUV elétricos da marca têm demonstrado isso mesmo

O #5 Brabus  não é apenas o maior, mais potente e mais tecnológico Smart alguma vez produzido, mas é sobretudo o primeiro que deixa definitivamente de ser interpretado à luz do passado – aqui não há nostalgia urbana mas  sim engenharia de um SUV elétrico Premium com um desempenho de referência e uma proposta de valor clara no segmento de D-Suv, um dos mais competitivos da Europa e  concorre diretamente com propostas como a Tesla,  Hyundai,  Kia ou a BMW!

Esta abordagem surpreendentemente distinta começa  no desenho exterior que assume uma arquitetura robusta, diria quase ortogonal com proporções claramente de um SUV, com mais de 4m de  comprimento, uma grande distância entre eixos e uma postura  larga

 Pelo  facto de ser Brabus não existem excessos decorativos, mas  jantes negras de 21″, pinças de travão vermelhas e alguns detalhes subtis como a presença vermelha da marca  Brabus. A assinatura luminosa técnica  não tem teatralidade,  num design diria mais adulto do que emocional e isso é deliberado no smart!

Assenta já numa plataforma elétrica dedicada de 800 volts com dois motores elétricos. o que lhe garante + ou – 646cv,  útil para o dia-a-dia; também  não tem caixa de velocidades de várias relações e portanto a entrega é contínua, silenciosa mas brutalmente eficiente.

Aa bateria tem 94kwh uteis e segundo a marca pode ir até aos 540km da autonomia WLTP ;  em autoestrada diria que atingimos os 300 km e os carregamentos conseguem ser muito eficientes, normalmente cerca de 18 a 20 minutos 

O #5 foi propositadamente testado na Europa e na Escandinávia nos testes de inverno; onde  a marca se preocupou com o comportamento real em estradas secundárias e cenários mistos; algo que se sente na condução e demonstra a validade do produto.

Extraordinariamente estável, surpreendentemente eficaz em curva, com um controlo rigoroso das massas, mesmo considerando o peso elevado e a sua altura –  a aceleração não domina a experiência, mas o que impressiona é a confiança estrutural,  o silêncio do rolamento,  bem isolado com vidros duplos e a forma como o chassis permanece previsível, mesmo com ritmos elevados.

Este não é um SUV emocional mas  competente, sólido e maduro; o interior aposta claramente no setor premium , materiais suaves ao toque, um design minimalista, muito tecnológico e digital com três ecrãs com grande legibilidade, montagem rigorosa, bancos adequados para suportar os 646cv e uma bagageira bastante interessante assim como o frunk dianteiro. 

Como todos os novos automóveis integra inteligência artificial funcional em que os sistemas ADAS avançados apostam no reconhecimento contextual do ambiente e na detecção de presença, seja de crianças ou animais e na navegação também segue uma gestão inteligente.  Não existe ainda AI generativa , só IA aplicada à segurança,  condução e eficiência

 Este não é um smart para os clientes antigos da marca de dois lugares; este aposta em famílias tecnológicas, utilizadores de elétricos premium e condutores que valorizam o carregamento rápido, espaço e performance real e onde  o preço se situa  nos 63000€

Em conclusão, o Smart #5 é o primeiro smart que não pede desculpas por ser grande, rápido  e ambicioso; é um produto tecnicamente sério, validado, testado e com uma maturidade industrial que muda a perceção da marca; não é um exercício de estilo mas sim uma declaração estratégica da marca

Stellantis anuncia projeto revolucionário para o E-Car: veículo elétrico, pequeno e acessível

A Stellantis anuncia o lançamento de um projeto para os seus E-Cars. veículos inovadores, pequenos e acessíveis. Os primeiros E-Cars devem sair da linha de produção em 2028.

A referência “E” na nomenclatura E-Car significa Europeu, Emoção, Elétrico e Ecológico. Este segmento de elevado potencial, destinado a ser produzido na Europa para os europeus, foi reconhecido pela Comissão Europeia pelo seu potencial para impulsionar o emprego nos setores do design e da produção na Europa, desempenhando, em simultâneo, um papel fundamental no apoio à adoção generalizada de veículos 100% elétricos para uma mobilidade urbana, quotidiana e prática.

O E-Car é um veículo elétrico, compacto, inovador e acessível que está a ser desenvolvido na verdadeira tradição europeia da “mobilidade para todos”. Permite dar resposta à contração, sem precedentes, do segmento dos automóveis pequenos e acessíveis nos últimos anos na Europa. É a expressão perfeita do objetivo da Stellantis para “oferecer soluções de mobilidade com as marcas e os produtos que os clientes adoram e nos quais confiam”.

Antonio Filosa, CEO da Stellantis, comentou: “O E-Car é um conceito que encontra a sua combinação natural no sucesso dos automóveis pequenos, algo que está profundamente enraizado no ADN Europeu da Stellantis. Os nossos clientes proclamam o regresso dos veículos pequenos e elegantes, orgulhosamente produzidos na Europa e que sejam, ao mesmo tempo, acessíveis e ecológicos. A Stellantis está a responder-lhes com um conjunto de novos modelos entusiasmantes para várias marcas, cuja produção começará em 2028 pela fábrica de Pomigliano, em Itália.”

Com a atribuição das primeiras viaturas E-Car à unidade de Pomigliano – e a perspetiva de um aumento significativo dos volumes de produção no futuro – a Stellantis está a aproveitar a longa história da fábrica na produção de alguns dos modelos europeus mais emblemáticos e acessíveis, incluindo o tão apreciado Fiat Panda.

Os diferentes E-Cars da Stellantis contarão com um design de vanguarda e serão equipados com tecnologias de Veículos Elétricos a Bateria (BEV) de classe mundial, desenvolvidas em colaboração com parceiros selecionados, tendo como objetivo tornar o produto mais acessível e acelerar o seu lançamento no mercado.

Marca Premium Zeekr estreia gama 100 por cento elétrica em Portugal

A Zeekr chega a Portugal com modelos Zeekr 001, Zeekr X, Zeekr 7X e 7GT, quatro propostas 100% elétricas desenvolvidas para responder às exigências de uma nova geração de condutores que procura tecnologia avançada, design sofisticado, elevada performance e segurança de referência. A estreia dos modelos Zeekr 001, X e 7X irá ocorrer no Ecar Show, de 15 a 17 de maio, na FIL, em Lisboa, com a chegada do Zeekr 7GT prevista para o verão.

Combinando engenharia de ponta, arquitetura elétrica dedicada e uma forte identidade europeia desenvolvida no Centro Global de Design da Zeekr, em Gotemburgo, na Suécia, a marca posiciona-se no segmento elétrico premium com veículos concebidos para proporcionar uma experiência de utilização intuitiva, confortável e altamente tecnológica.

Construídos sobre a plataforma SEA (Sustainable Experience Architecture), os modelos Zeekr alcançaram a classificação máxima de cinco estrelas nos exigentes testes de segurança Euro NCAP e integram soluções avançadas de conectividade, atualizações remotas Over-The-Air, sistemas inteligentes de assistência à condução e carregamento ultrarrápido, reforçando a visão da marca para a mobilidade elétrica do futuro.

Novo Zeekr 001: performance elétrica sem compromissos

O Zeekr 001 afirma-se como uma shooting brake elétrica premium que combina performance exuberante, elevada autonomia e um forte foco em conforto e tecnologia.

Disponível com até 544 cv de potência na versão AWD de dois motores elétricos, o Zeekr 001 acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,8 segundos e alcança uma autonomia até 620 km (WLTP). A arquitetura elétrica permite carregamentos rápidos DC até 200 kW, possibilitando carregar a bateria dos 10 aos 80% em aproximadamente 30 minutos.

Desenvolvido na Suécia, o Zeekr 001 apresenta um design exterior marcante e aerodinâmico, complementado por um habitáculo sofisticado, concebido com materiais premium, bancos com funções de aquecimento, ventilação e massagem, além de soluções digitais intuitivas.

No capítulo da segurança, o modelo integra 11 câmaras de alta resolução, sistemas avançados de assistência à condução e uma estrutura desenvolvida sobre a plataforma SEA, garantindo elevados níveis de proteção e estabilidade. O Zeekr 001 conquistou ainda a classificação máxima de cinco estrelas nos testes Euro NCAP.

Novo Zeekr 7X: o SUV premium da próxima geração

O novo Zeekr 7X representa a visão da marca para os SUV elétricos premium do futuro, combinando espaço, conforto, tecnologia avançada e elevadas prestações.

Construído sobre uma arquitetura elétrica de 800V, o Zeekr 7X permite carregar dos 10%-80% em apenas 16 minutos. Com até 646 cv de potência e aceleração dos 0 aos 100 km/h em 3,8 segundos, alia performance desportiva a uma autonomia até 615 km (WLTP).

Concebido no Centro Global de Design da Zeekr, em Gotemburgo, o Zeekr 7X distingue-se pelo design moderno de inspiração europeia, superfícies fluidas e soluções inovadoras orientadas para a experiência do utilizador. O interior oferece um ambiente premium e espaçoso, com materiais de elevada qualidade, bancos com funções de aquecimento, ventilação e massagem, além de um sistema de som premium e múltiplas soluções inteligentes de arrumação.

O modelo inclui ainda suspensão pneumática ativa, sistemas avançados ADAS, portas elétricas automáticas e um conjunto tecnológico focado em conforto, segurança e facilidade de utilização.

O Zeekr 7X recebeu igualmente a classificação máxima de cinco estrelas da Euro NCAP, destacando-se pelos elevados resultados obtidos na proteção de adultos e crianças.

Novo Zeekr X: mobilidade urbana premium e inteligente

O Zeekr X foi desenvolvido para responder às necessidades da mobilidade urbana atual, combinando dimensões compactas com um posicionamento premium, tecnologia avançada e uma experiência de condução dinâmica.

Com até 496 cv de potência na versão AWD de dois motores elétricos, o Zeekr X acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,7 segundos e oferece uma autonomia até 415 km (WLTP). O sistema de carregamento rápido permite carregar a bateria dos 10 aos 80% em aproximadamente 18 minutos.

Visualmente, o Zeekr X destaca-se pelas linhas modernas, assinatura luminosa LED distintiva e um design exterior elegante pensado para o ambiente urbano. No interior, aposta em acabamentos premium, soluções de conforto inteligentes e um forte foco na conectividade e facilidade de utilização.

O modelo integra tecnologias como ecrã inteligente no pilar B, assistente de voz Zeekr, conectividade 5G, atualizações remotas Over-The-Air e sistemas avançados de assistência à condução, reforçando o posicionamento tecnológico da marca. O Zeekr X também recebeu a classificação máxima de cinco estrelas nos testes Euro NCAP.

Zeekr 7GT: já pode reservar o GT elétrico mais dinâmico da Marca

O novo Zeekr 7GT chegará a Portugal no início do verão, reforçando a presença da marca no segmento premium elétrico com uma proposta que combina performance, design arrojado e tecnologia topo de gama. Desenvolvido para o mercado europeu, o novo GT elétrico destaca-se pela sua experiência de condução dinâmica e elevada autonomia.

Com até 646 cv de potência na versão AWD de dois motores elétricos, o Zeekr 7GT acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,3 segundos e oferece uma autonomia até 655 km (WLTP). Assente numa arquitetura elétrica de 800V, o modelo permite carregamentos ultrarrápidos, recuperando a bateria dos 10 aos 80% em cerca de 16 minutos em condições ideais.

Visualmente, o Zeekr 7GT combina uma silhueta desportiva com linhas fluidas e uma assinatura luminosa distinta, conciliando estética premium com versatilidade para o dia a dia. No interior, aposta em materiais premium, elevado conforto e um ambiente tecnológico centrado no condutor.

O modelo integra funcionalidades avançadas como head-up display de realidade aumentada, sistema de infotainment com ecrã OLED de 15 polegadas, assistente de voz inteligente, atualizações remotas Over-The- Air e um conjunto abrangente de sistemas de assistência à condução, reforçando o posicionamento tecnológico da Zeekr.

O novo Zeekr 7GT já pode ser reservado durante o Ecar Show.

Zeekr aposta em tecnologia, design e inovação de referência

Combinando o poder de um gigante automóvel com uma alma europeia, a Zeekr apresenta uma proposta de valor diferenciadora no segmento elétrico premium.

A marca aposta em tecnologia de vanguarda, através da plataforma SEA (Sustainable Experience Architecture), que permite carregamento ultrarrápido, conectividade 5G e uma experiência digital intuitiva e avançada no habitáculo.

Os modelos Zeekr destacam-se igualmente pela elevada performance, combinando potência, aceleração impressionante e dinâmica de condução precisa, proporcionando uma experiência de condução sofisticada e envolvente.

O design assume também um papel central na identidade da marca. Todos os modelos são desenvolvidos no Centro Global de Design da Zeekr, em Gotemburgo, na Suécia, combinando tecnologia de ponta, qualidade de construção premium e uma linguagem estética contemporânea orientada para o mercado europeu.

Para mais informações poderão aceder ao site oficial em www.zeekr.pt e realizar uma configuração de modelo em https://configurador.zeekr.pt .

    Opel apresenta no ECAR SHOW a nova geração do Astra e reforça a sua ofensiva elétrica em Portugal

    A Opel marca presença no ECAR SHOW 2026 com uma ofensiva de produto centrada na eletrificação, na inovação tecnológica e no prazer de condução. O grande destaque vai para a estreia nacional do novo Opel Astra, um dos pilares estratégicos da marca no segmento C, acompanhado por propostas que evidenciam diferentes expressões da mobilidade elétrica Opel, como o Grandland AWD e o Mokka GSE.

    Novo Opel Astra: mais incisivo, mais tecnológico, multienergia

    Desenvolvido, desenhado e produzido em Rüsselsheim, na Alemanha, o novo Opel Astra apresenta‐se mais incisivo, mais técnico e mais eficiente. Disponível em carroçaria 5 portas e Sports Tourer, distingue‐se por uma gama multienergia única no segmento, integrando versões 100% elétrica, híbrida plug‐in, híbrida e diesel, todas produzidas na mesma linha de montagem.

    A nova geração do Astra introduz uma identidade visual mais marcante, com o Opel Blitz e o Opel Compass permanentemente iluminados, integrados no Opel Vizor. Pela primeira vez no segmento, o modelo passa a contar com os avançados faróis Intelli‐Lux HD, com mais de 50.000 píxeis LED, capazes de adaptar o feixe de luz em tempo real e iluminar a estrada de forma precisa, sem encandear os restantes condutores.

    No interior, o novo Astra oferece uma experiência claramente evoluída, com novos materiais e acabamentos e os bancos Intelli‐Seat com certificação AGR, de série, concebidos para proporcionar elevado conforto e reduzir a fadiga em viagens longas. A digitalização é assegurada por dois ecrãs de 10’’, perfeitamente integrados numa estrutura leve de magnésio, refletindo a precisão e a atenção ao detalhe da engenharia alemã.

    Na vertente eletrificada, o Astra Electric passa a dispor de uma bateria de 58 kWh, permitindo uma autonomia até 454 km (WLTP), com consumos a partir de 14,8 kWh/100 km e carregamento rápido até 80% em cerca de 32 minutos, beneficiando ainda de uma função de pré‐condicionamento da bateria para otimizar o carregamento rápido. Já o Astra Híbrido Plug‐in de nova geração combina um novo motor 1.6 de ciclo Miller com uma transmissão DCT de 7 velocidades e motor elétrico integrado, alcançando 195 cv de potência combinada, uma autonomia elétrica até 84 km WLTP — superior a 100 km em ciclo urbano — e uma autonomia total até 825 km.

    A gama do novo Opel Astra apresenta‐se com uma oferta simplificada, disponível nas carroçarias 5 portas e Sports Tourer e nos níveis de equipamento Edition e GS, mantendo uma forte competitividade no segmento. Os preços de tabela, com IVA e antes de descontos, têm início nos 33.490 € para a versão Hybrid 145 cv, e nos 39.990 € para asversões Híbrida Plug‐in de 195 cv e 100% Elétrica.

    Segundo Pedro Antunes, Diretor de Marketing da Opel Portugal, o ECAR SHOW é “o palco ideal para mostrarmos como a Opel está a tornar a eletrificação acessível, sem abdicar do prazer de condução e da engenharia alemã que nos define. O novo Astra, com uma gama multienergia única e preços altamente competitivos, assume um papel central nesta estratégia.

    Grandland AWD e Mokka GSE: eletrificação com caráter

    A presença da Opel no ECAR SHOW é reforçada pelo Grandland AWD, a primeira proposta 100% elétrica da marca com tração integral, que combina 325 cv de potência, comportamento dinâmico afinado “à prova de Autobahn” e um elevado nível de conforto, tecnologia e espaço interior.
    Em exposição está igualmente o Opel Mokka GSE, modelo que assinala o regresso da histórica sigla GSE – Grand Sport Electric. Inspirado diretamente no mundo dos ralis, o Mokka GSE é o Opel elétrico de produção mais rápido de sempre, com 281 cv, aceleração dos 0 aos 100 km/h em 5,9 segundos e uma configuração técnica claramente orientada para o prazer de condução.

      NOVO MAZDA CX-6e ESTREIA-SE EM PORTUGAL NO ECAR SHOW 2026 COM MÚLTIPLAS OFERTAS

      A Mazda Motor de Portugal tem mais uma novidade preparada para chegar ao mercado nacional, o novo Mazda CX-6e3, SUV desportivo de média dimensão que surge sob o lema “A Condução Eléctrica na Sua Forma Mais Artística”, segundo modelo a integrar o processo de expansão de modelos 100% elétricos da marca de Hiroshima para o continente europeu.

      Dotado de um estilo arrojado, o novo Mazda CX-6e incorpora uma reinterpretação da linguagem de design Kodo – Alma do Movimento da marca, alcançando o equilíbrio ideal entre versatilidade, dinamismo e conceção artesanal. Resultado da combinação da filosofia japonesa com a tecnologia do seu parceiro chinês Changan Automobile, com um design cuidado da autoria do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Mazda em Oberursel, na Alemanha, o novo Mazda CX-6e destaca-se por uma ligação envolvente e dinâmica como o seu condutor, representando uma expressão pessoal de estilo distinto, engenharia inteligente e precisão estética japonesa, associadas a um vasto conjunto de tecnologias de ponta.

      A estreia em Portugal do novo Mazda CX-6e acontece no âmbito do ECAR SHOW – Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico de 2026, certame que estará patente na FIL – Feira Internacional de Lisboa a partir desta sexta-feira (dia 15 de maio), prolongando-se até domingo (17 de maio). Os visitantes poderão vê-lo de perto – na sua versão topo de gama Takumi Pllus – exposto no stand da Mazda, num espaço que, para além desta nova proposta exibirá o igualmente atrativo e também 100% elétrico Mazda6e, uma berlina multipremiada, nomeadamente pelos troféus de ‘Elétrico do Ano 2026’, em Portugal, e de ’World Car Design of The Year 2026’, a nível global.

      O novo Mazda CX-6e em resumo

      Com uma silhueta elegante e proporções atléticas, direcionadas aos condutores que buscam individualidade e distinção, num segmento frequentemente marcado pelo convencional, o novo Mazda CX-6e apresenta-se, desde já, aos clientes portugueses com um conjunto de fortes argumentos.

        Arrepios, velocidade e emoções: a Opel no XS CARNIGHT Wörthersee 2026

        A partir de hoje, toda a região austríaca de Klagenfurt e seus arredores volta a vibrar com automóveis elétricos e show cars que irão certamente entusiasmar os fãs. Isto porque o XS CARNIGHT Wörthersee Edition aqui decorre até sábado, dia 16 de maio. Com uma combinação de exposições de veículos e outros eventos abertos ao público, o festival promete, mais uma vez, cativar toda a comunidade. Tal como nos anos anteriores, a Opel está no centro da ação, apresentando modelos e veículos únicos, excecionais e potentes em todos os aspetos. Com o novo modelo elétrico a betaria Mokka GSE, o protótipo do futuro Corsa GSE e o concept-car de alta performance Corsa GSE Vision Gran Turismo, a Opel demonstra o significado de GSE: arrepios, velocidade e emoções elétricas.

        Os organizadores do XS CARNIGHT Wörthersee esperam receber cerca de 25.000 visitantes nos próximos dias, acorrendo aos diversos eventos. Tudo começa hoje nos Droneberger Studios. A entrada é gratuita, tal como na exposição de amanhã na praça do mercado de Klagenfurt. Poucos minutos após a abertura das bilheteiras, o XS CARNIGHT Classic, que se realiza na sexta-feira no Castelo de Mageregg, estava esgotado. O ponto alto, com todos os veículos Opel GSE no local, aguarda os fãs no sábado no Centro de Exposições de Klagenfurt.

        Opel GSE: automóveis desportivos elétricos e um protótipo de alta performance com um fator surpresa

        O novo Opel Mokka GSE é um modelo desportivo para utilização em estrada no dia a dia. Com 207 kW (281 cv), é tão potente quanto o seu homólogo Mokka GSE Rally. Com um binário instantâneo de 345 Nm, acelera com a mesma determinação, cumprindo a aceleração dos 0 aos 100 km/h em apenas 5,9 segundos e com uma velocidade máxima de 200 km/h, é o Opel 100% elétrico de produção em série mais rápido de sempre. A sofisticada tecnologia, também inspirada nos carros de rali, e o design deslumbrante reforçam ainda mais a emocionante experiência GSE.

        Quem procura uma experiência de condução elétrica ainda mais emocionante e de alto desempenho, não terá de esperar muito mais tempo. O novo Opel Corsa GSE, que deverá integrar a gama GSE ainda este ano, oferece uma antevisão do que está para vir. Com 207 kW (281 cv) e 345 Nm, o novo modelo irá oferecer a mesma potência elétrica que o Mokka GSE. Ao mesmo tempo, porém, o Corsa GSE será ainda mais dinâmico. Com uma aceleração de apenas 5,5 segundos dos 0 aos 100 km/h1, o Corsa de elevado desempenho empurra o condutor contra o banco desportivo GSE com mais vigor do que qualquer outro modelo de produção atual da Opel. No XS CARNIGHT Wörthersee, este hot hatch estará em exposição com a sua pintura camuflada de design extravagante.

        O espetacular Opel Corsa GSE Vision Gran Turismo, exposto em Klagenfurt, oferece um vislumbre do futuro da marca de alta performance GSE. Com uma potência total de 588 kW (800 cv), 800 Nm de binário, aceleração dos 0 aos 100 km/h em 2,0 segundos e uma velocidade máxima de 320 km/h, este concept único é sinónimo de puro desempenho elétrico. Está em exposição pela primeira vez com o seu novo design em preto e cinzento, o que lhe confere um aspeto ainda mais imponente. Ao mesmo tempo, o Corsa GSE Vision Gran Turismo é o primeiro concept-car “phygital” da marca, combinando os mundos digital e real. Os visitantes também podem experimentar isto por si próprios, sentando-se ao volante do carro de competição elétrico no simulador de corridas Gran Turismo 7.

        Os interessados em marcar presença no XS CARNIGHT Wörthersee neste sábado, no Klagenfurt Exhibition Centre e testemunhar os pontos altos da Opel, apresentados ao vivo, podem reservar os seus bilhetes aqui.

          A mobilidade como serviço: o automóvel elétrico vai acabar com o carro em propriedade?

          O automóvel elétrico não muda apenas a forma como nos deslocamos. Também reabre uma pergunta mais profunda: continuaremos a precisar de ter um carro próprio ou bastará aceder a um quando for necessário? A resposta não é simples. O elétrico pode acelerar a mobilidade por utilização, mas não parece suficiente para acabar com a propriedade privada do automóvel. Pelo menos, não para todos.

          Durante anos repetiu-se uma ideia muito apelativa: o carro do futuro não será comprado, será utilizado. Em vez de ter um veículo estacionado debaixo de casa, o utilizador pagará para se deslocar quando precisar, combinando transporte público, bicicleta, trotinete, táxi, carro partilhado, aluguer ao minuto ou subscrição mensal. É a chamada mobilidade como serviço, ou MaaS, na sigla inglesa de Mobility as a Service.

          O conceito faz sentido no papel. A mobilidade como serviço consiste em integrar diferentes modos de transporte numa única oferta digital, com o transporte público e a mobilidade ativa como base do sistema. Não se trata apenas de alugar um automóvel através de uma aplicação, mas de poder planear, reservar e pagar várias formas de deslocação de maneira simples.

          Porque é que o automóvel elétrico encaixa tão bem neste modelo

          O automóvel elétrico tem várias características que favorecem esta mudança. A primeira é económica. Um elétrico costuma ter um preço de compra mais elevado do que um modelo equivalente de combustão, mas também pode oferecer custos de utilização mais baixos quando percorre muitos quilómetros, é carregado de forma eficiente e é gerido dentro de uma frota profissional. Para uma empresa de carsharing, renting flexível ou subscrição, um automóvel elétrico que trabalha muitas horas por dia pode amortizar melhor o seu custo do que um veículo privado que passa a maior parte do tempo parado.

          Esse dado não é menor. Um estudo da RAC Foundation, no Reino Unido, calculou que o automóvel ou furgão médio é conduzido apenas cerca de 4 % do tempo e permanece estacionado no restante: 73 % do tempo em casa e 23 % noutros locais. Embora o dado corresponda ao mercado britânico, ilustra bem uma realidade comum ao automóvel privado: compramos uma máquina cara para a usar muito poucas horas.

          O automóvel elétrico acrescenta ainda uma segunda vantagem: é mais fácil de digitalizar. A abertura remota, a reserva por aplicação, a gestão do carregamento, o diagnóstico à distância, as atualizações de software e a telemetria encaixam muito bem em modelos de utilização partilhada. O carro deixa de ser apenas um produto industrial e aproxima-se de uma plataforma conectada.

          Há também um terceiro elemento: a regulação urbana. Em muitas cidades europeias, as zonas de baixas emissões, as restrições de acesso e as políticas de estacionamento favorecem os veículos de emissões zero. A Comissão Europeia mantém como objetivo reduzir em 90 % as emissões de gases com efeito de estufa do transporte até 2050, dentro da sua estratégia de mobilidade sustentável e inteligente.

          Neste contexto, uma frota elétrica partilhada pode ter mais facilidade para operar em centros urbanos do que uma frota térmica. E é aí que surge uma ideia poderosa: se o automóvel elétrico partilhado estiver disponível, limpo, bem mantido e perto do utilizador, muita gente pode começar a perguntar-se se precisa realmente de ter um carro próprio.

          Portugal mostra o avanço do elétrico, mas também a força da propriedade

          Portugal é um bom laboratório para observar esta transição. O país avançou de forma notável na eletrificação. Segundo a ACAP, em 2025 os veículos 100 % elétricos representaram 23,2 % dos automóveis ligeiros de passageiros novos matriculados em Portugal, enquanto 69,7 % dos ligeiros de passageiros novos corresponderam a veículos elétricos, híbridos ou híbridos plug-in.

          A infraestrutura também melhorou. A MOBI.E, rede pública portuguesa de carregamento, registou em 2025 mais de 8,8 milhões de carregamentos, um aumento de 45 % face ao ano anterior. Além disso, superou os 474.000 utilizadores distintos e fechou o ano com cerca de 23.000 tomadas em utilização, integradas em mais de 11.000 postos de carregamento.

          Estes dados ajudam a explicar por que razão o automóvel elétrico já não é uma raridade em Portugal. Mas não demonstram que a propriedade vá desaparecer. Na verdade, o mesmo país que avança na eletrificação mantém uma relação muito forte com o veículo privado. A Pordata situava em 710,3 os veículos motorizados por cada 1.000 habitantes em Portugal em 2024, face a 584,7 em 2010. Ou seja: a motorização não caiu, aumentou.

          A fotografia europeia vai no mesmo sentido. A ACEA contabiliza 248,8 milhões de automóveis ligeiros de passageiros em circulação na União Europeia em 2023 e situa a idade média do parque nos 12,5 anos. Também aponta para uma taxa de motorização de 646 veículos por cada 1.000 habitantes. São números que mostram uma realidade muito resistente: o carro privado continua a ser uma peça central da mobilidade europeia.

          O grande argumento a favor: pagar pela utilização pode ser mais racional

          O principal argumento a favor da mobilidade como serviço é muito claro: para muitos utilizadores urbanos, pagar pela utilização pode fazer mais sentido do que pagar pela propriedade.

          Um carro próprio implica compra, financiamento, seguro, manutenção, pneus, impostos, inspeção, depreciação, estacionamento e risco tecnológico. No caso do elétrico, o comprador assume ainda dúvidas sobre a evolução das baterias, o valor residual, a velocidade de carregamento, as novas químicas e a obsolescência do software.

          Num modelo de subscrição, renting flexível ou carro partilhado, parte desse risco passa para o operador. O utilizador paga pela disponibilidade, não por imobilizar capital. Isto pode ser atrativo para quem vive numa cidade com bom transporte público, trabalha perto de casa, percorre poucos quilómetros por semana e só precisa de carro de forma ocasional: uma escapadinha, uma compra maior, uma visita familiar ou um trajeto que não encaixa bem no comboio, metro ou autocarro.

          A Agência Internacional de Energia prevê que as vendas mundiais de automóveis elétricos superem os 20 milhões de unidades em 2025 e representem mais de um quarto do mercado global. Esse crescimento fará com que haja mais oferta, mais frotas elétricas, mais dados de utilização e mais modelos comerciais em torno do veículo elétrico.

          Também a regulamentação europeia empurra nessa direção. O Regulamento relativo à Infraestrutura para Combustíveis Alternativos, conhecido como AFIR, exige o desenvolvimento de estações de carregamento rápido para automóveis e veículos comerciais ligeiros a cada 60 quilómetros na rede transeuropeia de transportes, com pontos de pelo menos 150 kW e uma potência mínima por estação que aumenta progressivamente.

          Quanto mais carregamento público existir e quanto mais interoperáveis forem os serviços, mais fácil será operar frotas elétricas partilhadas. Nesse ponto, Portugal parte com uma vantagem interessante: a MOBI.E apresenta-se como uma rede interoperável que permite carregar de norte a sul do país, incluindo Açores e Madeira, através de um sistema comum de acesso à infraestrutura.

          O grande argumento contra: a mobilidade não é igual para todos

          A mobilidade como serviço funciona melhor onde há densidade, alternativas e frequência. Ou seja, nas grandes áreas urbanas. Fora daí, o carro próprio mantém uma vantagem difícil de bater: disponibilidade imediata.

          Uma família que vive numa zona periurbana, um trabalhador com horários variáveis, uma pessoa que transporta ferramentas, alguém com crianças pequenas, um utilizador que visita frequentemente familiares idosos ou um casal que faz viagens longas ao fim de semana pode continuar a ver o carro próprio como uma ferramenta de liberdade e segurança. Não por romantismo, mas por utilidade.

          O transporte público não cobre todas as necessidades, nem chega com a mesma frequência a todos os territórios. O carsharing nem sempre está disponível perto de casa. As tarifas ao minuto podem tornar-se caras se a utilização se prolongar. E as subscrições mensais só são competitivas se o utilizador encontrar um equilíbrio real entre preço, flexibilidade e disponibilidade.

          O International Transport Forum reconhece o potencial da mobilidade como serviço para reduzir a utilização do carro privado, mas também sublinha que esta deve integrar-se com o transporte público e responder a objetivos públicos claros. Ou seja, uma aplicação não resolve, por si só, um sistema de mobilidade mal desenhado.

          Aqui convém ser prudente. A mobilidade como serviço não substitui o carro privado apenas porque existe uma aplicação apelativa. Precisa de massa crítica, veículos suficientes, regulação, dados abertos, facilidade de pagamento, integração tarifária, qualidade do transporte público e uma distribuição territorial razoável. Sem tudo isso, pode ficar limitada a uma solução interessante para determinados bairros e determinados utilizadores.

          A realidade empresarial também arrefece o entusiasmo

          Além disso, o negócio nem sempre é fácil. O caso da MaaS Global, criadora da aplicação Whim e considerada uma das pioneiras do conceito moderno de mobilidade como serviço, é significativo: a empresa declarou insolvência em 2024 depois de ter sido, durante anos, uma referência do setor.

          Mais recentemente, a Renault decidiu reorganizar a sua divisão Mobilize e abandonar serviços de carsharing como o Zity em cidades como Madrid e Milão, no âmbito de uma estratégia mais centrada na rentabilidade e menos em negócios de mobilidade com retorno incerto.

          Estes movimentos não significam que a mobilidade partilhada tenha fracassado. Significam algo mais concreto: transformar a mobilidade num serviço rentável, escalável e fiável é mais difícil do que parecia há uma década. O carro partilhado exige capilaridade, manutenção, limpeza, redistribuição de veículos, apoio ao cliente, seguros, energia, estacionamento e uma utilização muito elevada de cada unidade. Se não houver volume suficiente, as contas não fecham.

          Então, o elétrico vai acabar com o carro em propriedade?

          Provavelmente não. Pelo menos, não de forma generalizada. O automóvel elétrico não vai acabar com o carro em propriedade, mas pode mudar a forma como uma parte da população entende a propriedade.

          A transição mais realista não é passar de “toda a gente tem carro” para “ninguém tem carro”. O cenário mais provável é misto. Nas cidades, uma parte dos utilizadores pode abdicar do segundo carro do agregado familiar, adiar a compra de um veículo novo ou combinar transporte público com carro elétrico partilhado. Nas empresas e administrações públicas, podem crescer as frotas elétricas partilhadas, o renting flexível e os veículos de utilização coletiva. Nas zonas rurais, periurbanas ou com menor oferta de transporte, a propriedade continuará a ser muito mais resistente.

          Também pode mudar o tipo de propriedade. Haverá mais renting, mais subscrição, mais pagamento mensal com serviços incluídos e menos compra tradicional em alguns perfis de utilizador. Mas isso não equivale ao desaparecimento do carro próprio. Equivale a uma propriedade mais flexível, mais financeira e mais dependente da utilização real.

          A verdadeira pergunta, portanto, não é se o automóvel elétrico vai acabar com o carro em propriedade. A pergunta certa é outra: em que casos continuará a fazer sentido comprar um carro e em que casos será mais inteligente pagar apenas para o utilizar?

          Aí está a chave. O elétrico não mata a propriedade. O que faz é obrigar-nos a calculá-la melhor. E, para muitos condutores, esse cálculo será cada vez menos emocional e cada vez mais prático: quantos quilómetros faço, onde carrego, quanto pago para estacionar, que alternativas tenho perto de casa e quanto me custa realmente ter um carro parado 23 horas por dia.

          O que importa acompanhar agora

          A evolução da mobilidade como serviço dependerá de quatro fatores: a melhoria do carregamento público, o preço real dos automóveis elétricos, a rentabilidade das frotas partilhadas e a qualidade do transporte público. Se estes quatro elementos avançarem em conjunto, o carro em propriedade perderá peso em algumas cidades. Se avançarem separadamente, o carro privado continuará a ser, para milhões de europeus, a solução mais cómoda, mais flexível e, em muitos casos, a única verdadeiramente viável.

          Marcas da Stellantis levam uma Estreia Mundial e quatro Estreias Nacionais ao ECAR SHOW de 2026

          As marcas da Stellantis – Grupo líder do mercado Total e 100% elétrico em Portugal – assumem um papel central no ECAR SHOW – Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico, certame que estará patente de 15 a 17 de maio na FIL – Feira Internacional de Lisboa. A edição deste ano será marcada por uma Estreia Mundial e quatro Estreias Nacionais, integradas na mais ampla oferta de mobilidade eletrificada do mercado português.

          Novo Jeep Avenger em Estreia Mundial

          A Jeep® Portugal apresenta, no ECAR SHOW 2026, em Estreia Mundial, o novo Jeep® Avenger1, assinalando um momento-chave na expansão da estratégia eletrificada da marca. Portugal torna-se, assim, o primeiro país europeu a revelar publicamente a nova geração de um dos modelos mais bem‐sucedidos da Jeep®, coincidindo com a abertura das encomendas no mercado nacional.

          No domínio das Estreias Nacionais, quem se deslocar aos pavilhões da FIL poderá ficar a conhecer o novo DS No7, o Opel Mokka GSE, o novo Opel Astra e o novo Peugeot 408, propostas que reforçam a estratégia do Grupo de disponibilizar soluções cativantes de mobilidade limpa, eficiente e tecnologicamente avançada.

          As oito Marcas da Stellantis no ECAR SHOW 2026

          Jeep®

          A Jeep® assume o papel de maior destaque desta edição do certame nacional dedicado à eletrificação, fruto da Estreia Mundial do novo

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          Avenger . Sublinhando a ambição da marca no reforço da sua gama

          eletrificada, esta nova geração destaca-se, no seu exterior, pela adoção de uma nova grelha com as tradicionais sete aberturas, mas agora iluminadas por LED, para-choques redesenhados e um visual mais robusto. Faróis traseiros em “X”, jantes diamantadas de 18’’ e pintura bi- tom completam o pacote exterior. O interior conta com acabamentos mais refinados, um sistema de infoentretenimento com integração nativa de ChatGPT e um alargado pacote ADAS, entre outras soluções de conforto e conveniência.

          Ainda no espaço da marca americana, o público poderá conhecer o novo Jeep Compass, modelo que complementa a oferta eletrificada da marca, e que estará disponível, na respetiva versão BEV, para test drive em redor do recinto, permitindo aos visitantes sentir a evolução da marca no domínio da mobilidade elétrica.

          Inspirada no fenómeno global Jeep Ducking, a marca convida os visitantes a descobrir como podem participar em diversas ativações no stand Jeep®, numa experiência que celebra o espírito de comunidade e oferece a oportunidade de ganhar prémios exclusivos da marca.

          DS Automobiles

          A DS Automobiles apresenta em estreia nacional o novo DS No7, o SUV de “Primeira Classe” que reforça o posicionamento premium eletrificado da marca. Substituindo o best-seller DS7, o modelo eleva a categoria dos SUV compactos premium a um novo patamar. A descobrir pela primeira vez pelos portugueses, o DS No7, concentra as tecnologias mais avançadas da marca, uma silhueta distinta e uma experiência a bordo excecional. Com versões elétricas e híbridas que se distinguem pela sua eficiência, destaca-se a E-TENSE FWD LONG RANGE 100% elétrica, com até 740 km de autonomia WLTP, e a HYBRID 145, com emissões a partir de 121 g/km de CO2, dois valores de referência no segmento.

          No stand estarão também duas propostas E-Tense. O DS No4 E-Tense, primeiro BEV da marca no segmento compacto, oferece 450 km de autonomia e 213 cv, além de versões HYBRID (145 cv) e PLUG-IN HYBRID (225 cv), esta última com até 81 km em modo elétrico. Já o SUV Coupé 100% elétrico DS No8 E-Tense inaugura uma nova era elétrica, combinando design aerodinâmico, habitáculo tecnológico e até 750 km de autonomia na versão LONG RANGE.

          No espaço DS, os visitantes são convidados a “viajar em 1.a classe” numa experiência imersiva centrada no DS No7. Com um Passaporte, percorrem quatro estações que revelam o seu perfil de condução, permitem conhecer melhor os modelos No7 e No8 e agendar test drives. Entre os prémios, destaca-se um test drive de fim de semana com jantar num restaurante com estrela Michelin.

          Opel

          Na Opel há vários destaques, desde logo a Estreia Nacional do novo Opel Astra. Recentemente desvendado com uma gama eletrificada mais ampla, alinhada com a estratégia de mobilidade sustentável, surge mais elegante, arrojado e moderno. Estreia o novo Opel Vizor e o emblema Blitz iluminado, bem como a mais recente tecnologia de iluminação Intelli – Lux HD. No interior destacam-se os novos bancos Intelli-Seats com funcionalidade ergonómica, de série em todas as variantes, complementando o upgrade geral implementado nesta mais recente geração.

          Destaque-se, também, a Estreia Nacional do Mokka GSE, o modelo de produção 100% elétrico mais rápido da Opel, variante de estrada da viatura de ralis usada na ímpar iniciativa ADAC Opel GSE Rally Cup. Sob a assinatura OMG! GSE, espelha potência e performance, derivada de um motor elétrico de 207 kW (281 cv) e 345 Nm de binário, para uma velocidade máxima de 200 km/h e uma reprise do 0 aos 100 km/h em 5,9 segundos. Proposta de design atraente, conta com uma suspensão especial e jantes de 20 polegadas.

          Em exposição, estará ainda, o Grandland AWD Ultimate Electric, reforçando a diversidade da oferta eletrificada da marca de Rüsselsheim. Aos visitantes serão propostos test drives aos modelos Grandland Electric, Astra Sports Tourer Electric e Frontera Electric. Destaque para a ativação especial via simulador Gran Turismo, inspirado no concept Opel Corsa GSE Vision, com ranking de tempos e prémios, o maior dos quais um test drive num fim de semana.

          Peugeot

          A Peugeot fará a Estreia Nacional do novo 408. Sendo uma das afirmações mais fortes do design da Peugeot, ao adotar uma silhueta fastback, o 408 apresentou ao mercado um novo conceito de carroçaria, que combina dinamismo, prazer de condução e conforto. O novo 408 capitaliza todos os aspetos que o tornam uma proposta única no mercado e foi concebido para impressionar com uma evolução surpreendente e uma elegância única, expressiva e de grande dinamismo. O modelo é proposto com três motorizações eletrificadas para satisfazer todas as necessidades: 100% elétrica, plug-in hybrid e mild hybrid.

          O ECAR SHOW 2026 enquadra-se no dispositivo de lançamento deste novo “leão”, pelo que os seus visitantes podem beneficiar dos preços exclusivos do novo 408 no período de lançamento em Portugal.

          Em termos de exposição, e além do novo 408, o stand da marca de Sochaux apostará nas variantes GT dos modelos E-2008 – o automóvel mais vendido este ano em Portugal -, o E-308 SW e o E-5008, sublinhando a mais recente geração de propostas elétricas da Peugeot.

          Para test drive estarão disponíveis o E-408 GT, o E-3008 Dual Motor de 325 cv e o novo E-308 GT. Destaque-se, ainda, a presença no stand da PRIO do Peugeot E-3008 GT decorado como Viatura do Campeonato de Portugal de Novas Energias.

          Apostando nas condições preferenciais para os visitantes do Salão, a Peugeot oferecerá um plano de revisões Service Care Plus (24 meses ou 40.000 km) aos clientes particulares visitantes do salão, que encomendem até 30 de junho um dos seguintes modelos 100% elétricos: E-208, E-2008, E-308, E-408, E-3008, E-5008, E-Rifter e E-Traveller.

          Alfa Romeo

          A Alfa Romeo marca presença no ECAR SHOW 2026 com duas propostas que traduzem a evolução natural da marca na era da eletrificação, mantendo intactos os seus valores fundadores de desportividade, emoção ao volante e design italiano distintivo. Em destaque está o Tonale, o primeiro SUV eletrificado da Alfa Romeo na estratégia de transição, agora renovado. Apresentado na versão de topo Q4 Ibrida Plug‐In de 280 cv, com tração integral eletrificada, caixa automática de 6 velocidades e uma afinação orientada para o desempenho, reforça o equilíbrio entre performance, eficiência tecnológica e prazer de condução.

          Em exposição e disponível para test drive estará o primeiro modelo 100% elétrico da marca, o compacto desportivo Junior Elettrica, com design italiano arrojado e tecnologia avançada. Dinâmico e eficiente, traduz a visão da Alfa Romeo para a mobilidade urbana do futuro, mantendo uma condução envolvente e emocional.

          A presença da Alfa Romeo é ainda complementada por uma ativação com simulador, onde os participantes poderão competir por prémios atribuídos aos melhores tempos.

          Citroën

          A Citroën destaca o novo e premiado ë-C5 Aircross, vencedor do troféu de “Familiar do Ano” nos prémios “Carro do Ano 2026” em Portugal. Mais carismático, mais tecnológico e mais eficiente, o novo porta-estandarte da Citroën afirma-se através de um design simultaneamente musculado e fluido, otimizado para a aerodinâmica. A bordo, como é apanágio da marca, oferece uma verdadeira experiência de viagem em classe conforto: habitabilidade generosa, espaço excecional na segunda fila, volume da bagageira preservado independentemente da motorização, e um habitáculo de alta tecnologia.

          Em exposição estarão também o ë-C3, best-seller em Portugal, sendo, à data, o terceiro automóvel preferido dos portugueses em 2026, o ë-C3 Aircross – também ele vencedor do prestigiado título de “BEST USERS’ CAR 2026”, atribuído no troféu internacional AUTOBEST Conquest. – e, por fim, a berlina ë-C4.

          Os visitantes poderão realizar test drives ao ë-C3 Aircross e ao ë-C5 Aircross, conhecendo de perto a abordagem da Citroën à mobilidade confortável e eficiente e as razões por detrás da atribuição dos troféus acima indicados.

          FIAT

          Por seu turno, a FIAT convida os visitantes do salão a viver a dolce vita italiana no seu stand, através de uma gama elétrica diversificada que combina estilo, funcionalidade e acessibilidade. Em exposição estarão o Topolino Vilebrequin, solução de micromobilidade urbana, e ainda os modelos Grande Panda – distinguido como “Citadino do Ano 2026 em Portugal” -, 500e Cabrio e 600e, propostas com características distintas e orientadas para diferentes perfis de clientes. Esta presença traduz a forte aposta da marca na acessibilidade, materializada num reposicionamento estratégico da sua gama, que visa reforçar a competitividade e democratizar o acesso à mobilidade eletrificada, com uma das ofertas mais acessíveis do mercado, sem abdicar do design, da inovação e do prazer de condução que definem a identidade FIAT.

          Na estrada, os visitantes poderão experimentar o irreverente Topolino e o novo Grande Panda, beneficiando de incentivos adicionais associados à participação nestas dinâmicas. A marca contará ainda com uma ativação de roleta de brindes, reforçando a componente lúdica, próxima e tipicamente italiana da sua presença no salão.

          Leapmotor

          A Leapmotor apresenta no ECAR SHOW a sua gama que traduz o compromisso da marca com a mobilidade elétrica acessível e de elevada qualidade. A marca chinesa irá expor o B10 100% elétrico, o primeiro SUV Compacto verdadeiramente mainstream do mercado a oferecer tecnologia de vanguarda e prazer de condução a um preço acessível. Construído com base na arquitetura LEAP 3.5, o B10 estabelece um novo padrão para SUV elétricos inteligentes, oferecendo conectividade avançada, design espaçoso e preço imbatível, tornando-o um dos SUV elétricos mais competitivos do mercado.

          A Leapmotor irá também expor o citadino T03, uma das raras ofertas no segmento A 100% elétrico, e o SUV topo de gama C10 REEV Hybrid, um 100% elétrico que proporciona a tranquilidade adicional oferecida pelo extensor de autonomia, graças à avançada Tecnologia Range Extender, inerente aos sistemas de propulsão elétrica e de propulsão a gasolina de 1.5 L. Esta inovadora tecnologia Leapmotor sublinha o lema da autonomia ao alcance de todos e permite viagens sem carregamentos ou abastecimentos adicionais numa extensão superior a 970 km. As qualidades evidenciadas pelo C10 REEV Hybrid valeram-lhe a eleição como “Híbrido Plug-in do Ano 2026” em Portugal.

          Os visitantes terão a possibilidade de realizar test drives aos modelos B10 e T03 da marca que está a cumprir um ano de comercialização em Portugal.

          Stellantis Pro One

          A Stellantis Pro One apresenta-se pela primeira vez num salão automóvel em Portugal, expondo a sua gama de Veículos Comerciais Ligeiros 100% elétricos, sublinhando a importância crescente deste segmento no atual contexto energético e na transição das empresas e dos profissionais para as zero emissões.

          A unidade de negócios da Stellantis, líder de mercado nos Veículos Comerciais em Portugal, apresentará a amplitude e o potencial da sua gama que abrange quatro marcas icónicas: Citroën, FIAT Professional, Opel e Peugeot. O destaque vai para os furgões elétricos produzidos e personalizados com o selo “Made in Portugal”, fabricados na unidade da Stellantis Mangualde, um ativo único na indústria e na economia nacionais, que se tornou também no primeiro centro industrial português a produzir veículos 100% elétricos de grande série. Estes produtos portugueses estarão representados por um Peugeot E-Partner e um Citroën ë-Berlingo.

          Estarão lado a lado com dois outros modelos dos segmentos superiores – o Opel Vivaro Life Electric e o FIAT e-Ducato – em representação de uma gama VCL ampla e flexível, que há muito tempo ocupa os primeiros lugares nas vendas nacionais e europeias. Espelho da vertente de micromobilidade, também necessária no universo operacional, estará o Citroën Ami Cargo.

          À semelhança do disponibilizado aos clientes particulares, também os profissionais e ENI terão o seu leque de test drives, disponibilizando-se, para o efeito, o Peugeot E-Partner XL Electric, o Citroën ë-Berlingo Van e o Fiat e-Doblò Maxi, que permitem conhecer de perto a eficiência e versatilidade da gama.

            Um novo automóvel de competição, um calendário apelativo e uma equipa júnior competitiva: a Opel apresenta uma proposta emocionante para os ralis internacionais

            A Opel e a ADAC estão a abrir um novo capítulo nos ralis de elétricos com a ADAC Opel GSE Rally Cup. Na sexta temporada da primeira taça de ralis monomarca com elétricos do mundo, o novo Opel Mokka GSE Rally substituirá o Corsa Rally Electric como modelo de competição. Com uma potência de até 207 kW (281 cv) e um binário de 345 Nm, o novo carro de ralis para clientes dispõe de mais do dobro da potência do seu antecessor e estará ao nível de um veículo Rally4 em termos de performance.

            No entanto, o veículo de competição não é a única novidade. A infraestrutura de carregamento na ADAC Opel GSE Rally Cup também estabelece novos padrões. Em vez de recorrer à eletricidade “verde” da rede pública, nesta temporada estão a ser utilizados sistemas de armazenamento de baterias, com camiões elétricos a colocá-los exatamente onde são necessários. Isto permite carregar em diferentes locais entre as etapas especiais e garante, assim, ainda mais quilómetros de competição para os participantes.

            O calendário da ADAC Opel GSE Rally Cup 2026 não deixa nada a desejar em termos de atratividade e variedade. Estão programadas sete provas em seis países europeus (Alemanha, Áustria, Países Baixos, Bélgica, França e Itália). Um dos pontos altos do exigente calendário é, sem dúvida, a participação do Mokka GSE Rally no tradicional Rally de Sanremo, em outubro.

            O grupo de participantes da ADAC Opel GSE Rally Cup está mais internacional do que nunca. Pilotos e equipas de nove países, incluindo Itália e Grã-Bretanha pela primeira vez, disputarão pontos quando a temporada tiver início no ELE Rally, nos arredores de Eindhoven, nos Países Baixos, nos dias 29 e 30 de maio.

            Algo que todos os participantes têm em comum é o grande objetivo de se qualificarem para a promoção à ADAC Opel Rally Junior Team com desempenhos de topo na competição 100% elétrica. No Campeonato Europeu de Ralis Júnior (JERC), os melhores talentos poderão então competir com os melhores jovens pilotos do continente no Opel Corsa Rally4 de fábrica, inscrito pela Stohl Racing, parceira da Opel Motorsport.

            Este programa de apoio da ADAC e da Opel, em vigor desde a temporada de 2014, é único no mundo dos ralis. Seis títulos do Campeonato Europeu Júnior (de 2015 a 2018, bem como em 2022 e 2025) comprovam o sucesso do programa de desenvolvimento de talentos da Opel Motorsport.

            Trio forte de língua alemã no Opel Corsa Rally4

            A consistência da promoção de talentos da Opel é evidente na formação da ADAC Opel Rally Junior Team para o JERC 2026, que tem início a 22 de maio na Suécia. Com Tom Heindrichs, Timo Schulz e Claire Schönborn, três talentos que se destacaram na ADAC Opel Electric Rally Cup estarão ao volante do Corsa Rally4 de fábrica.

            Tom Heindrichs (22) nasceu e cresceu na região de língua alemã da Bélgica. Em outubro passado, o irmão do Campeão do Mundo de Ralis Thierry Neuville garantiu o título da ADAC Opel Electric Rally Cup numa final de temporada dramática no Central European Rally. Como recompensa pelo forte desempenho, Heindrichs tentará seguir os passos

            do atual Campeão Europeu Júnior de Ralis, Calle Carlberg. O sueco conquistou o título na ADAC Opel Electric Rally Cup em 2023 e impôs-se à elite júnior europeia na equipa de fábrica da Opel no ano passado.

            O seu antecessor como campeão nos veículos elétricos, Timo Schulz (26), entra este ano na sua terceira temporada na ADAC Opel Rally Junior Team. Na temporada de 2023, demonstrou o seu enorme potencial no Corsa Rally4 com vitórias à classe no Barum Czech Rally Zlìn, que faz parte do JERC, bem como no Rally da Europa Central.

            Claire Schönborn (26) iniciou a sua carreira como piloto de competição nas provas de montanha. Como primeira mulher e participante mais jovem de sempre, a alemã conquistou o título da KW Berg-Cup em 2024. No mesmo ano, participou como convidada na ADAC Opel Electric Rally Cup, no ADAC Rallye Stemweder Berg. Esta estreia convincente marcou o início de uma ascensão meteórica. Perante uma forte concorrência internacional, Schönborn venceu o programa “Beyond Rally” e garantiu assim uma temporada completa no Campeonato Mundial Júnior. Nesta temporada, dará os próximos passos no seu desenvolvimento como piloto na equipa ADAC Opel Rally Junior, com o apoio de Manfred Stohl e da sua experiente equipa.

            Tal como Timo Schulz, Claire Schönborn irá também competir na ADAC Opel GSE Rally Cup em paralelo às suas participações no JERC. A gestão da sobreposição entre a Taça e o JERC em agosto (ADAC Saarland-Palatinate Rally e Barum Czech Rally Zlín) será determinada pelo desenrolar da temporada.

            Estamos perante uma temporada de ralis que tem de tudo em muitos aspetos“, afirmou o Diretor da Opel Motorsport, Jörg Schrott. “A ADAC Opel GSE Rally Cup irá estabelecer novos padrões nos ralis de elétricos com o Mokka GSE Rally, uma nova infraestrutura de carregamento revolucionária e um calendário atrativo. E com o nosso forte trio de pilotos do JERC, a ADAC Opel Rally Junior Team irá, sem dúvida, desempenhar novamente um papel de liderança no Campeonato Europeu de Juniores nesta temporada, no qual a Opel tem dominado com seis títulos de pilotos desde 2015. Estamos todos ansiosos por uma temporada emocionante.