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Green Future-AutoMagazine

O novo portal que leva até si artigos de opinião, crónicas, novidades e estreias do mundo da mobilidade sustentável

Destaques

Suzuki e Vitara: O primeiro SUV 100% elétrico da marca japonesa

Podíamos iniciar e terminar o ensaio somente com esta frase: o eVitara incorpora simplicidade, ALLGRIP-e e a realidade de um compacto elétrico.

O Suzuki e Vitara surge como o primeiro modelo elétrico da marca, destinado aos mercados europeus; não se trata apenas de uma conversão do Vitara a combustão mas de uma nova plataforma dedicada Heartect-e  desenvolvida especificamente para veículos elétricos.

 Trata-se de um veículo produzido na Índia pela Maruti Suzuki com  dimensões superiores a 4m de comprimento e com duas capacidades da bateria LFP:

  • 49 kWh com autonomia de 344 km
  • 61 kWh com autonomia WLTP até cerca de 426 km

A versão topo de gama adiciona um segundo motor elétrico no eixo traseiro formando o sistema ALLGRIP-e de tração integral.

A Suzuki marca com este modelo uma rutura com o passado térmico do modelo tradicional, adotando uma estética que, em minha opinião, mistura a herança robusta de todo-o-terreno da marca com uma linguagem visual futurista; com linhas exteriores poligonais e musculadas que abandonam as formas suaves e a aposta em volumes vincados, superfícies esculpidas e uma estrutura de aspeto sólido que transmitem a robustez de um SUV.

A assinatura luminosa em formato de matriz de três pontos, unidas por uma linha horizontal contínua que converge para o logótipo da Suzuki é também uma novidade, que combina com proporções robustas, cavas das rodas proeminentes e proteções em plástico resistente e jantes de grandes dimensões com design aerodinâmico otimizado que reforçam a identidade 4×4 que a marca pretende

Interior e ambiente a bordo

O habitáculo combina o “espírito de aventura” da marca, mas com um toque digital mais marcado, onde cabe destacar o painel de instrumentos integrado que funde o ecrã de 10,25″ do condutor com o ecrã tátil central de 10,1″. 

Os materiais a bordo continuam a ser maioritariamente rígidos mas consistentes na qualidade de montagem e construção, onde surge a novidade da consola central flutuante e o comando rotativo (shift-by-wire) para a seleção da caixa de velocidades.

A nova plataforma dedicada para elétricos maximiza o espaço interior, contando com bancos traseiros que deslizam e reclinam para gerir o espaço de carga.

ALLGRIP-e: a herança off-road em formato elétrico

O sistema utiliza dois eixos elétricos independentes (eAxle dianteiro e traseiro) onde a eletrónica controla a distribuição de binário de forma contínua e quase instantânea; e os modos AUTO e TRAIL (com travagem seletiva nas rodas que patinam para simular um diferencial de deslizamento limitado), o que, segundo a  Suzuki permite que o comportamento se aproxime, em determinadas situações, do sistema mecânico do Jimny, graças à resposta imediata dos motores elétricos. 

Claramente,  este não é um veículo off-road, mas oferece capacidade superior à da maioria dos crossover elétricos compactos, especialmente em superfícies escorregadias, neve ou caminhos ligeiramente acidentados e sente-se que é um automóvel “maduro” e fácil de conduzir ou não fosse esta uma tradição da marca com uma resposta  suave e previsível e uma direção leve e precisa o suficiente para uso urbano e de estrada. 

O conforto de rolamento é competente para a classe, embora a suspensão (McPherson à frente, multi-link atrás) revele alguma firmeza em irregularidades curtas a baixa velocidade. Em autoestrada nota-se  que a estabilidade é boa e o nível de ruído de rolamento e aerodinâmico é o usual neste  segmento.

O Suzuki e Vitara surge assim como um SUV elétrico compacto honesto, construído sobre uma plataforma dedicada, com bateria LFP e a opção rara de tração integral elétrica com modos de terreno que oferece facilidade de condução, equipamento generoso de série, garantia, fiabilidde e a capacidade ALLGRIP-e que poucos rivais diretos igualam.

Uma proposta da Suzuki clássica traduzida para o mundo elétrico com um modelo funcional, sem excessos de marketing e focado na utilidade e usabilidade.

GAC leva o novo AION UT e o AION V ao Salão Automóvel Híbrido e Elétrico no Porto

A GAC marca presença na 10.a edição do Salão Automóvel Híbrido e Elétrico (SAHE), que decorre na Alfândega do Porto, de 16 a 18 de outubro, com os modelos AION UT e AION V, reforçando a aposta da marca no mercado nacional e, em particular, na região Norte.

Ao longo dos três dias do evento, os visitantes terão oportunidade de conhecer de perto a gama AION e experimentar os modelos em test-drive, numa experiência que permitirá explorar as suas principais características e propostas de mobilidade elétrica.

A presença da GAC no SAHE pretende também reforçar a proximidade da marca com o público, dando a conhecer a sua oferta 100% elétrica, com especial destaque para o AION UT, o novo modelo lançado este ano.

Convidamos os meios de comunicação social a visitar o stand da GAC e a conhecer o novo AION UT e o AION V, num momento especialmente dedicado à marca.

KGM estreia Torres HEV no SAHE – Salão Automóvel Híbrido e Elétrico

O KGM Torres HEV, variante full-hybrid do SUV da marca sul-coreana, estará em estreia nacional e constitui o grande destaque da participação da KGM (KG Mobility) no SAHE – Salão Automóvel Híbrido e Elétrico, que se realiza no Porto entre 16 e 18 de outubro. O novo modelo vem complementar uma gama já composta pelo Torres a gasolina e o 100% elétrico Torres EVX, aliando agora ao elevado nível de sofisticação e conforto que caracterizam este modelo um sistema de propulsão híbrida de última geração da KGM, designado Dual Tech Hybrid.

A tecnologia adotada no Torres HEV combina um motor turbo a gasolina de 1,5 litros com dois motores elétricos que debitam uma potência combinada de 204 cv (150 kW), associados a uma transmissão híbrida DHT (Dedicated Hybrid Transmission) para oferecer máxima eficiência e sensação de condução próxima de um veículo totalmente elétrico. Esta configuração permite também manter o consumo de combustível num nível especialmente baixo para esta categoria de veículos, de apenas 5,8l/100 km em ciclo combinado (WLTP).

O sistema reconhece uma ampla variedade de ambientes de condução e alterna automaticamente entre nove modos de operação, incluindo os modos EV, HEV e convencional a gasolina, para oferecer um desempenho suave, versátil e silencioso. Destaque também para o sistema de travagem regenerativa ajustável, com três níveis selecionáveis.

Em ambientes urbanos, o Torres HEV pode funcionar até 94% do tempo no modo EV, proporcionando, além de uma elevada eficiência energética, um ambiente calmo a bordo e quase totalmente isento de ruído, conjugado com a aceleração suave e linear proporcionada pelo binário instantâneo, típica dos veículos elétricos.

Com um design cativante, este modelo posicionado entre os segmentos C e D-SUV associa as vantagens da mobilidade eletrificada numa utilização diária a um estilo e características apropriadas para viagens em família.

Com 4705 mm de comprimento e uma distância entre eixos de 2680 mm, o novo Torres HEV destaca-se pelo seu carácter eminentemente SUV, ao mesmo tempo que proporciona um espaço amplo para os ocupantes, num ambiente a bordo de elevada sofisticação e tecnologia. Em evidência no habitáculo está o ecrã panorâmico integrado que inclui um painel de instrumentos digital de 12,3 polegadas e um sistema de infotainment de 12,3 polegadas, concebido para oferecer clareza e facilidade de utilização.

Disponível exclusivamente num nível de equipamento, esta versão full-hybrid já pode ser encomendada num dos 28 pontos de venda da marca no continente e ilhas. A Astara, representante da KGM no mercado nacional, definiu um preço de lançamento de 33.990€, “chave na mão”.

Além do Torres HEV, será ainda possível ver de perto no espaço da KGM no SAHE outros modelos emblemáticos da marca, nomeadamente o SUV Actyon HEV e a pick-up Musso EV. Todos eles estarão disponíveis para test-drive.

    PEUGEOT E-T16 CONCEPT: UM ÍCONE REINVENTADO

    O PEUGEOT E-T16 CONCEPT celebra o 40.o aniversário da dupla vitória do 205 T16 nos Campeonatos do Mundo de Ralis de 1985 e 1986, um ícone da história automóvel francesa.

    O PEUGEOT E-T16 CONCEPT reinventa o mito para a era elétrica, transformando uma lenda numa experiência única e futurista que proporciona um prazer de condução excecional. Um objeto instantaneamente reconhecível, instintivamente desejável e concebido para suscitar fortes emoções.

    Extremamente avançado e desenvolvido em colaboração com a PEUGEOT SPORT, o PEUGEOT E-T16 CONCEPT combina uma postura feroz, uma elegância radical e vanguardista, uma performance excecional (816 cv, 0-300 km/h em 16 segundos) e tecnologias de vanguarda que estimulam os sentidos e despertam os instintos do condutor.

    O PEUGEOT E-T16 CONCEPT apresenta os códigos de design “PEUGEOT Feline Future”,oferecendo a visão mais avançada da próxima geração do PEUGEOT E-208 através da sua assinatura luminosa e da nova geração do i-Cockpit® Digital que integra o Hypersquare.

    O E-T16 CONCEPT cria o seu próprio segmento “Hyperhatch”, revelando o PEUGEOT mais potente da história, um automóvel que só tem como rival o protótipo 208 T16 Pikes Peak, que estabeleceu um recorde na famosa prova americana de hill climb em 2013.

    NÍVEIS MÁXIMOS DE DESEMPENHO E PRAZER DE CONDUÇÃO, COM A ASSINATURA DA PEUGEOT SPORT

    O E-T16 CONCEPT abre um novo capítulo na imensa tradição desportiva da PEUGEOT, levando a performance a níveis nunca antes alcançados e mantendo-se fiel ao mesmo objetivo: gerar a máxima emoção e proporcionar um prazer de condução excecional.

    • O mais potente PEUGEOT de sempre

    Os três motores elétricos do E-T16 CONCEPT — um montado na dianteira e dois na traseira — proporcionam uma potência combinada de 816 cv. Este valor estratosférico resulta numa relação peso/potência excecional — particularmente para um automóvel moderno e homologado para circulação em estrada — inferior a 2 kg/cv.

    • Tecnologia de ponta para realçar os sentidos

    A PEUGEOT Sport incorporou no E-T16 CONCEPT o melhor do seu know-how e da sua tecnologia. Em combinação com o sistema de vectorização de binário, o sistema de propulsão elétrico de três motores reparte o binário em tempo real, tanto entre as duas rodas traseiras como entre os eixos dianteiro e traseiro, de acordo com as condições de aderência. Estão disponíveis três modos de condução, que ajustam a entrega de potência, a distribuição de binário entre os dois eixos e as configurações da suspensão, incluindo um modo “Track” para uma condução extrema sem restrições. Um quarto modo pode ser totalmente personalizado pelo condutor.

    Quando levado ao limite, o E-T16 CONCEPT pode contar com os seus quatro travões de disco de 380 mm, o seu travão de mão hidráulico montado verticalmente — tal como nos carros de rali — e os seus pneus Michelin® de grandes dimensões (275 mm de largura à frente e 315 mm atrás).

    Inspirado no volante do PEUGEOT 9X8 que participa no Campeonato do Mundo FIA de Resistência, o sistema de direção Hypersquare do E-T16 CONCEPT demonstra a adaptabilidade desta nova tecnologia “steer-by-wire”, aqui desenvolvida numa configuração orientada para a performance. Pela primeira vez, o Hypersquare integra um ecrã central configurável que apresenta informações essenciais, tais como a velocidade e o tempo por volta, de acordo com as condições de condução. A excecional ergonomia do Hypersquare, que permite aceder a funções-chave com um simples movimento do dedo, revela-se particularmente valiosa em situações de condução desportiva. Combinado com o sistema “steer-by-wire” especificamente calibrado, o Hypersquare proporciona também uma precisão e agilidade excecionais.

    • Performance extraordinária

    Graças aos seus 816 cv, à excecional relação peso/potência e a um sistema de transmissão orientado para a performance, o E-T16 CONCEPT proporciona uma aceleração de cortar a respiração: passa dos 0 aos 100 km/h nuns impressionantes 2,5 segundos, enquanto a aceleração dos 0 aos 300 km/h requer apenas 16 segundos.

    Os engenheiros da PEUGEOT Sport fizeram questão de garantir que estas performances excecionais se mantêm sustentáveis. Foi dada especial atenção ao arrefecimento da bateria para evitar a redução da potência, diminuindo a potência de saída para evitar o sobreaquecimento. Com base na experiência adquirida no motorsport, a gestão térmica da bateria foi otimizada e foi introduzida a tecnologia “Side Cooling” — derivada da competição —, que arrefece as células da bateria através das suas paredes laterais, em vez de o fazer através da base, como acontece nos sistemas convencionais.

    O resultado é igualmente extraordinário: o E-T16 CONCEPT consegue completar três voltas ao circuito de Nürburgring Nordschleife — mais de 60 km — no modo Performance, sem qualquer limitação de potência.

    • Selvagem por natureza, civilizado para o dia-a-dia

    Apesar da sua aparência imponente e das especificações extremas, o E-T16 CONCEPT continua a ser fácil de utilizar no dia a dia. A sua arquitetura de 800 V, combinada com uma bateria de 85 kWh, garante um desempenho otimizado de um veículo elétrico, proporcionando uma autonomia de até 400 km no ciclo combinado WLTP e um carregamento de 10 % a 80 % em menos de 15 minutos.

    O TOQUE FRANCÊS DO DESIGN “PEUGEOT FELINE FUTURE”: UM ESTILO IMPRESSIONANTE, RADICAL E FUTURISTA

    Em termos de design, o PEUGEOT E-T16 CONCEPT abraça orgulhosamente a sua herança, com referências ousadas ao lendário 205 T16, ao mesmo tempo que antecipa o futuro através da linguagem de design “PEUGEOT Feline Future”, que será apresentada pela primeira vez no próximo PEUGEOT E-208.

    Matthias HOSSANN, Diretor de Design da PEUGEOT afirma;

    “O E-T16 CONCEPT reinterpreta as linhas do futuro PEUGEOT E-208, levando todas as proporções ao extremo. Um design radical que celebra a nossa herança e transforma a potência e o carácter desportivo numa verdadeira linguagem de design.”

    • Um design exterior radicalmente expressivo

    O PEUGEOT E-T16 CONCEPT apresenta a visão extremada do futuro E-208. A característica exterior mais marcante consiste numa interpretação totalmente nova da icónica assinatura luminosa de três garras da PEUGEOT, tanto à frente como atrás. Reinventadas com um estilo horizontal, as três garras apresentam três longas e finas barras iluminadas que enquadram um emblema PEUGEOT iluminado, reafirmando, com vigor, a identidade da PEUGEOT através da força, elegância e modernidade, ao mesmo tempo que realçam a postura firme do automóvel na estrada.

    Com ousadia e coragem, o PEUGEOT E-T16 CONCEPT ultrapassa os limites da performance e do design. Totalmente centrado na performance, este novo concept vai ainda mais longe, tirando partido dos conhecimentos e tecnologias atuais.

    O E-T16 CONCEPT afirma a sua presença única, atlética e musculosa: guarda-lamas pronunciados, um capô esculpido de forma agressiva com duas grandes saídas de ar, um para- choques dianteiro com três entradas de ar de grandes dimensões, extratores de ar atrás das rodas dianteiras e um extrator na parte inferior traseira da carroçaria que incorpora um difusor duplo com duas lâminas aerodinâmicas ajustáveis para gerar força descendente adicional, rematado por uma grande asa traseira em forma de “orelhas de gato” — uma assinatura distintiva da PEUGEOT.

    Os entusiastas vão apreciar várias referências mais sofisticadas ao lendário 205 T16: a cor da carroçaria “Winchester Matte Grey”, que se aproxima bastante do cinzento original; jantes prateadas com acabamento “microblasted” e inserções na cor da carroçaria; e a espetacular linha vermelha retroiluminada que circunda todo o carro, fazendo referência à faixa vermelha do 205 T16.

    Os designers da PEUGEOT mantiveram-se fiéis ao espírito original. A entrada de ar situada à frente da roda traseira no 205 T16, outrora utilizada para alimentar o motor de combustão, alberga agora a porta de carregamento e o mecanismo de abertura da respetiva portinhola. Acima desta, o conceito de pilar C “flutuante” foi mantido e otimizado, permitindo agora que o fluxo de ar aerodinâmico passe livremente em direção à traseira.

    O PEUGEOT E-T16 CONCEPT dá espetáculo: tal como o 205 T16, toda a secção traseira da carroçaria tem abertura por inclinação, revelando os componentes mecânicos subjacentes. Aqui, não há um motor de quatro cilindros turboalimentado, mas sim dois motores elétricos e componentes da suspensão orgulhosamente expostos, permitindo afinações rápidas (ver abaixo).

    • Um design interior ultradesportivo e digital
    O habitáculo do PEUGEOT E-T16 CONCEPT dá-nos uma ideia do futuro interior do E-208
    ,

    num ambiente ultradesportivo e exclusivo.

    O E-T16 CONCEPT apresenta a próxima geração do PEUGEOT i-Cockpit®, totalmente digital e que integra o Hypersquare, mantendo a mesma prioridade: proporcionar uma ergonomia excecional dedicada ao prazer de condução.

    O ecrã panorâmico HD de 21 polegadas, de grandes dimensões e ultrafino, suavemente curvado à semelhança dos encontrados nos modelos PEUGEOT 3008 e 5008, está posicionado de forma ideal na linha de visão do condutor. Combinando o painel de instrumentos head-up display e o touchscreen central, situa-se logo acima do Hypersquare, o elemento central do novo PEUGEOT i-Cockpit®, demonstrando a sua capacidade de se adaptar a um veículo ultradesportivo. O Hypersquare do E-T16 CONCEPT mantém-se fiel à versão que equipará o futuro E-208, com exceção do ecrã central, que aqui ocupa o espaço normalmente reservado ao airbag, tornado desnecessário pela adoção de cintos de segurança de quatro pontos.

    Fiel à filosofia de design interior da PEUGEOT — centrada no condutor, mas aberta do lado do passageiro —, o habitáculo foi concebido à medida do carácter ultradesportivo do E-T16 CONCEPT. Fibra de carbono, alumínio anodizado, malha técnica… dos pedais à consola superior, os materiais utilizados em todo o habitáculo demonstram a sofisticação técnica de ponta do E-T16 CONCEPT.

    Os espetaculares bancos do tipo baquet combinam design e conforto, proporcionando um apoio ideal mesmo nas condições de condução mais extremas. Moldados numa estrutura de fibra de carbono elegantemente relacionada com a consola central, mantêm as ancas dos ocupantes firmemente no lugar e apresentam um apoio lateral impressionante ao nível dos ombros.

    O acabamento dos bancos tipo baquet reflete o carácter ultra-exclusivo e vanguardista do E-T16 CONCEPT. São revestidos com tecido técnico e com o inovador couro reciclado PELINOVA® (ver abaixo).

    Os bancos tipo baquet são ainda realçados por uma faixa vermelha vertical que se estende do assento ao apoio de cabeça. Nas costas, a faixa assume a forma de um elemento em plexiglas, remetendo para a linha vermelha que circunda a carroçaria. Esta característica marcante não compromete de forma alguma o conforto, uma vez que o elemento em plexiglas não entra em contacto com o corpo do ocupante.

    Cor icónica dos modelos PEUGEOT GTi, o vermelho assume o protagonismo no E-T16 CONCEPT, o novo modelo desportivo de referência da marca. O forro do teto, confecionado em malha técnica vermelha com degradé para o preto, é uma referência aos tapetes vermelhos do novo E-208 GTi, criando um verdadeiro efeito “WOW” ao entrar no habitáculo.

    A cor vermelha está também presente na estrutura tubular de proteção, que é revelada de forma espetacular quando toda a secção traseira do E-T16 CONCEPT se inclina para abrir. Toda a sofisticação técnica do E-T16 CONCEPT é então exibida numa plataforma em fibra de carbono: componentes do chassis, amortecedores e os motores elétricos traseiros desenvolvidos pela PEUGEOT Sport… sem esquecer um compartimento de arrumação capaz de acomodar, por exemplo, dois capacetes.

    A PERFORMANCE SUSTENTÁVEL É O NOVO PADRÃO

    A PEUGEOT nunca deixará de procurar o supremo prazer de condução. O E-T16 CONCEPT demonstra que a eletrificação torna possível um hiper-desempenho responsável e sustentável. Um prazer de condução extremo e com emissões zero que define os padrões do futuro.

    • Soluções inovadoras e responsáveis

    As secções interiores dos bancos tipo baquet do E-T16 CONCEPT apresentam o inovador couro Pelinova®, fabricado a partir de retalhos reciclados da indústria de artigos de couro, isto é, couro animal não curtido que, de outra forma, normalmente não seria utilizado. Este novo material oferece toda a elegância, conforto e qualidades sensoriais — odor, tato e muito mais — do couro genuíno, com um reduzido impacto ambiental.

    As baterias de lítio-níquel-manganês utilizadas no E-T16 CONCEPT oferecem uma densidade energética muito elevada, permitindo-lhes armazenar a máxima energia num espaço compacto e com um peso controlado, contribuindo para otimizar a eficiência.

    Um elemento icónico do prazer de condução da PEUGEOT há quase 15 anos, o PEUGEOT i- Cockpit® continua a sua evolução com o passar do tempo. O E-T16 CONCEPT antecipa uma geração totalmente nova do PEUGEOT i-Cockpit®, elevando o prazer de condução a um nível ainda mais superior graças ao Hypersquare e à tecnologia “steer-by-wire”.

      PEUGEOT E-208 GTi – O NOVO DESPORTIVO ELÉTRICO COM AS MELHORES PERFORMANCES DA CATEGORIA CHEGA A PORTUGAL EM JANEIRO DE 2027

      A PEUGEOT irá lançar o E-208 GTi em Portugal no início de 2027. Este novo desportivo mantém-se extremamente fiel ao concept de 2025, dada a receção enérgica que este suscitou junto dos entusiastas e dos clientes da sigla GTi. Apoiando-se no sucesso comercial contínuo da gama PEUGEOT 208 – o terceiro automóvel mais vendido em Portugal este ano, a herdeira desta linhagem emblemática, o novo E-208 GTi dá continuidade à lenda GTi lançada há quatro décadas com o icónico 205 GTi.

      Prazer de condução único, desempenho de referência, design desportivo, mas elegante e versatilidade excecional. O PEUGEOT E-208 GTi reinterpreta o ADN GTi da PEUGEOT, injetando- lhe modernidade, prazer e tecnologia. O PEUGEOT E-208 GTi é o primeiro GTi 100% elétrico.

      Concebido e desenvolvido em França pela PEUGEOT Sport e pela PEUGEOT Design, o E-208 GTi demonstra que a PEUGEOT coloca o prazer de condução, mais do que nunca, no centro das suas prioridades, inaugurando uma nova era para o GTi.

      TODA A EXPERIÊNCIA DA PEUGEOT SPORT PARA UMA EXPERIÊNCIA DE CONDUÇÃO ÚNICA

      A PEUGEOT confiou o desenvolvimento técnico do E-208 GTi à PEUGEOT Sport, a sua divisão de competição sediada em Satory (perto de Paris), responsável, designadamente, pelo seu programa WEC com o PEUGEOT 9X8.

      Os engenheiros que desenvolvem os Hypercars PEUGEOT 9X8 foram encarregues de aproveitar o sucesso do E-208 para criar esta versão GTi orientada para o desempenho.

      Christophe Auriault, Chefe de Projeto do E-208 GTi na PEUGEOT Sport, afirma: “Desde o início do projeto, era evidente que a PEUGEOT SPORT tinha de estar envolvida. Dispomos de uma experiência e de um ‘savoir–faire’ únicos para conceber este tipo de veículo. Era igualmente claro que o objetivo era criar um GTi 100% elétrico. Queríamos demonstrar que todo o ADN GTi da PEUGEOT pode estar presente num carro elétrico. E conseguimos.”

      PERFORMANCES DE REFERÊNCIA

      Com base na sua experiência em competição, os engenheiros da PEUGEOT Sport não fizeram quaisquer concessões em termos de desportividade: o PEUGEOT E-208 GTi é o modelo mais potente e com melhor desempenho do segmento B.

      Um motor elétrico de 281 cv com software derivado da competição. O PEUGEOT E-208 GTi está equipado com o motor M4+, que desenvolve 281 cv e proporciona um binário impressionante de 345 Nm. É produzido em Trémery, no leste de França, unidade historicamente dedicada aos motores e agora especializada em motorizações elétricas no âmbito da joint venture E-Motors, que reúne a Stellantis e a Nidec LeroySomer.

      Os engenheiros da PEUGEOT Sport otimizaram amplamente este motor, em particular a sua gestão eletrónica: os componentes da placa eletrónica, bem como o software de controlo, provêm diretamente do automobilismo.

      Com a melhor relação peso/potência do segmento (5,5 kg/cv), o PEUGEOT E-208 GTi oferece acelerações notáveis. Cumpre dos 0 aos 100 km/h em apenas 5,5 segundos (ou seja, 0,2 segundos melhor do que a proposta inicial). Estas performances são confirmadas por um tempo de 25,8 s nos 1.000 m com arranque parado e uma aceleração de 80 a 120 km/h em 3,2 s. A velocidade máxima está limitada a 180 km/h.

      Christophe Auriault afirmou: “Este trabalho no controlo eletrónico do motor está no cerne da nossa especialização. Baseia-se diretamente no ‘savoir–faire’ adquirido no desporto motorizado e transpõe-no dos circuitos para a estrada. As competências utilizadas no desenvolvimento do E-208 GTi são as mesmas que as implementadas durante o trabalho no 9X8”.

      PERFORMANCES DURÁVEIS GRAÇAS A UM ARREFECIMENTO OTIMIZADO DA BATERIA

      O PEUGEOT E-208 GTi utiliza a mesma bateria com capacidade bruta de 54 kWh (51 kWh úteis) do modelo E-208, mas a sua gestão foi especificamente adaptada para responder às exigências excecionais do motor GTi.

      Os engenheiros da PEUGEOT Sport aplicaram os conhecimentos adquiridos no desporto motorizado à gestão térmica da bateria, concentrando-se designadamente na estratégia de circulação do líquido de arrefecimento: quando e em que quantidade este é fornecido em função da temperatura. Perfeitamente arrefecida, a bateria permite ao E-208 GTi proporcionar constantemente o máximo desempenho, sem qualquer limitação de potência, independentemente das condições de condução.

      Christophe Auriault afirma: “Uma das nossas prioridades era a sustentabilidade do desempenho. Não queríamos reduzir esta potência excecional para proteger a bateria em determinadas situações, o que se observa em alguns carros elétricos desportivos. Por exemplo, se um cliente fizer uma passagem de montanha, deve poder permanecer no ‘Modo Sport’ durante todo o percurso.

      É esse o espírito GTi: o desempenho deve ser constante. Inspirando-nos no automobilismo, concebemos um sistema de gestão do arrefecimento da bateria que evita qualquer limitação de potência em condições exigentes.”

      Dependendo da escolha de pneus de alto desempenho, o PEUGEOT E-208 GTi oferece uma autonomia WLTP combinada que pode alcançar:

      • 375 km com pneus Hankook Ventus S1 Evo3 (opção gratuita)
      • 352 km com pneus Michelin Pilot Sport 4S (de série)

      AGILIDADE E COMPORTAMENTO DINÂMICO EXCECIONAIS

      Fiel ao ADN GTi da PEUGEOT, os engenheiros da PEUGEOT Sport combinaram a potência e o desempenho únicos do E-208 GTi com um comportamento ágil e dinâmico, proporcionando um prazer de condução instintivo.

      Para o efeito, foram introduzidas inúmeras melhorias no já excelente chassis do E-208, designadamente ao nível da:

      Estabilidade:

      • Rebaixamento de 25 mm
      • Vias alargadas (+56 mm à frente / +28 mm atrás)
      • Jantes de 18 polegadas com pneus 215/40 R18

      Reatividade:

      • Adição de uma barra estabilizadora traseira de 31 mm, mantendo a barra dianteira original de 17 mm, para otimizar o equilíbrio e o comportamento nas curvas, apesar do centro de gravidade baixo criado pela bateria instalada sob o piso

      Tração:

      • Diferencial autoblocante mecânico integrado no redutor, garantindo uma transmissão ótima da potência, mesmo em condições de baixa aderência

      Conforto e comportamento em estrada:

      • Molas específicas e amortecedores exclusivos com batentes hidráulicos, uma tecnologia utilizada pela PEUGEOT Sport no WEC

      Segurança:

      • Discos de travão dianteiros de 355 mm com pinças fixas de 4 pistões, especialmente concebidos para garantir um arrefecimento ideal e um desempenho de travagem constante
      • Pinças vermelhas com a assinatura da PEUGEOT Sport, sinal de excelência
      • Travões traseiros idênticos aos do E-208: prioridade à eficácia

      Versatilidade:

      • No modo Sport, a travagem regenerativa é desativada para permitir que o condutor se concentre totalmente no desempenho
      • ESP configurado para uma segurança ideal no dia a dia, com um modo Sport que oferece maior liberdade ao condutor, nomeadamente em circuito

      Christophe Auriault afirma: “O elemento mais importante da transformação do chassis reside no equilíbrio entre a dianteira e a traseira, em particular graças à adição da barra estabilizadora traseira. Os nossos pilotos do PEUGEOT 9X8 testaram o E-208 GTi em circuito e o seu feedback foi: ‘Não alterem nada’.”

      CARISMA FRANCÊS E DESEMPENHO DESPORTIVO ELEGANTE

      Para criar o E-208 GTi, os designers da PEUGEOT combinaram a elegância natural do E-208 com o desempenho desportivo controlado do ADN GTi.Michaël Trouvé, Chefe de Projeto do E-208 GTi na PEUGEOT Design, afirma: “Queríamos que o E-208 GTi fosse imediatamente reconhecível como um PEUGEOT GTi, com um design que falasse por si. Tinha de ser digno deste emblema icónico, mantendo-se ao mesmo tempo moderno. Um ponto-chave era a sua postura desportiva na estrada, e criámos códigos visuais fortes, poderosos sem serem ostensivos – tornando o E-208 GTi um objeto extraordinário, tão à vontade na cidade como no circuito.”

      TODA A ELEGÂNCIA DO PEUGEOT E–208Uma silhueta compacta e dinâmica

      O estilo simultaneamente requintado e dinâmico do PEUGEOT E-208 constituiu uma base ideal para o GTi, com os seus ombros musculados, as suas dimensões compactas e os seus volantes curtos.

      Assinatura luminosa icónica
      O E-208 GTi adota a espetacular assinatura luminosa com três garras. Na frente, as garras luminosas estão integradas no para-choques e prolongam-se nos faróis Full LED graças a três módulos óticos independentes. Na traseira, três garras LED horizontais reforçam a presença visual do veículo.

                Metade elétrico: 10 anos de SAHE

                Com os elétricos a valerem quase metade do mercado, o Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico celebra 10 anos na Alfândega do Porto. De 16 a 18 de Outubro, mais de seis dezenas expositores, sendo 50 marcas de automóveis e 150 modelos elétricos e híbridos.

                A 10.ª edição do Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico – Salão da Mobilidade Sustentável (SAHE) chega ao Centro de Congressos da Alfândega do Porto de 16 a 18 de Outubro num momento histórico para o sector. Segundo os dados mais recentes da ACAP – Associação Automóvel de Portugal, 47,7% dos automóveis ligeiros de passageiros vendidos em Portugal em Setembro passado foram 100% elétricos.

                Os números confirmam a tendência que o SAHE acompanha há uma década. Em Setembro, o mercado de ligeiros de passageiros cresceu 15,2% face ao mesmo mês de 2025, com 19 589 unidades vendidas. No acumulado de Janeiro a Setembro foram matriculados 188 912 ligeiros de passageiros, mais 10,1% do que no ano anterior. Desses, 29% eram elétricos, 26,2% híbridos e 15% híbridos plug-in. No total, as tecnologias de energia alternativa representam já 76,8% das vendas, contra apenas 19,7% a gasolina e 3,5% a gasóleo.

                O SAHE nasceu há dez anos, quando os elétricos eram ainda uma curiosidade. Hoje, quase um em cada dois carros novos vendidos em Portugal é elétrico. Esta edição especial reflete essa transformação: reúne meia centena marcas e mais de cem modelos, com 13 estreias e apresentações nacionais. 

                “Há dez anos trouxemos ao Porto um salão dedicado a uma mobilidade que muitos viam como o futuro. Os recentes números da ACAP mostram que esse futuro chegou: quase metade dos carros vendidos em Setembro são elétricos. Esta 10.ª edição, a mais completa de sempre, é o lugar para conhecer de perto as escolhas que os portugueses estão a fazer”, afirma José Oliveira, director do Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico, que acrescenta ainda que:

                “A subida dos preços dos combustíveis mostrou que a mobilidade eléctrica é também uma escolha económica. Os portugueses já perceberam isso: em Setembro, quase metade dos carros novos vendidos foram 100% eléctricos. Esta 10.ª edição é o lugar certo para quem quer fazer essa mudança.”

                Em 2025, o SAHE recebeu 22 290 visitantes, que fizeram mais de 2500 experiências de condução. Os test drives voltam a ser um dos pontos altos do salão, a par das palestras e debates sobre mobilidade sustentável.

                O SAHE é uma organização da Zest – Marketing e Eventos.

                Evento: Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico

                Local: Centro de Congressos da Alfândega do Porto

                Datas: 16, 17 e 18 de Outubro de 2026

                Horário: 10h00 às 20h00

                Bilhetes: €10,00, com preço reduzido de €9,00 até dia 15, disponíveis em: salaoautomovelelectrico.pt/bilhetes

                Polestar 5 apresentado no Polestar Space Porto

                Porto – 9 outubro 2026. A Polestar, marca sueca de automóveis elétricos de performance, apresentou ontem oficialmente o Polestar 5 no Polestar Space Porto

                Nascido do Polestar Precept, apresentado pela primeira vez em 2020 como uma declaração de intenções para o futuro da marca em termos de design, tecnologia e sustentabilidade, o Polestar 5 materializa agora essa visão num modelo de produção.

                Para André Esteves, Diretor da Triauto, a apresentação do novo modelo constitui um momento especial para o Polestar Space Porto: “É um orgulho recebermos no Polestar Space Porto um modelo tão importante para o futuro da Polestar. O Polestar 5 demonstra muito bem a capacidade da marca para combinar inovação, design e performance num automóvel verdadeiramente diferenciador. Esta apresentação permite-nos aproximar ainda mais a Polestar do público do Norte e reforçar o nosso compromisso com o crescimento da marca na região.”

                Miguel Pinto, Diretor-Geral da Polestar Portugal, destaca: “A apresentação do Polestar 5 no Polestar Space Porto representa mais um momento importante no crescimento da Polestar em Portugal. É um automóvel que materializa de forma muito clara aquilo que queremos que a Polestar represente: design progressivo, tecnologia, sustentabilidade e verdadeira performance. A sua chegada coincide com uma fase em que continuamos a alargar a nossa gama e a reforçar a presença da marca no país, criando mais oportunidades para os portugueses conhecerem e experimentarem os nossos automóveis.”

                Do Polestar Precept para a estrada

                Com cerca de cinco metros de comprimento, o Polestar 5 mantém-se extraordinariamente fiel ao design do protótipo Precept. As formas aerodinâmicas inspiradas na aviação, a frente baixa com SmartZone, os característicos faróis de lâmina dupla com tecnologia Pixel LED e uma traseira sem vidro convencional contribuem para uma silhueta marcadamente distinta.

                A utilização de um espelho retrovisor digital e de um vidro traseiro virtual permitiu também criar um perfil de teto elegante sem comprometer o espaço dos passageiros.

                No interior, a configuração 4+1 lugares procura conjugar uma posição de condução orientada para a performance com o conforto esperado de um Grand Tourer. Os bancos dianteiros foram desenvolvidos em colaboração com a Recaro e o habitáculo recorre a diferentes materiais reciclados e de base biológica.

                Tecnologia centrada no condutor

                No centro do habitáculo encontra-se um ecrã de 14,5 polegadas, com sistema operativo Android Automotive e Google integrado, complementado por um display de nove polegadas para o condutor e um head-up display de 9,5 polegadas.

                A experiência a bordo pode incluir um sistema de áudio Bowers & Wilkins de 21 altifalantes e 1.680 Watts, enquanto os sistemas avançados de assistência à condução recorrem a um conjunto de câmaras, radar e sensores ultrassónicos.

                Até 650 kW e arquitetura de 800 V

                A base tecnológica do modelo é a nova Polestar Performance Architecture (PPA), uma plataforma desenvolvida especificamente para o Polestar 5, concebida para proporcionar elevada rigidez estrutural e baixo peso.

                Com arquitetura elétrica de 800 V, o Polestar 5 permite carregamentos em corrente contínua até 350 kW permitindo, em condições adequadas, um carregamento de 10% a 80% em cerca de 22 minutos.

                Sustentabilidade integrada desde a conceção

                A sustentabilidade foi também um elemento central no desenvolvimento do Polestar 5. O modelo combina 13% de alumínio reciclado com 83% de alumínio proveniente de fundições que utilizam eletricidade renovável, contribuindo para reduzir a pegada de carbono da sua estrutura. No interior, a Polestar recorre a materiais reciclados e de base biológica, incluindo Econyl produzido a partir de redes de pesca e outros resíduos, PET reciclado e fibras naturais de linho, utilizadas como uma alternativa mais leve e com menor utilização de materiais de origem fóssil.

                O Polestar 5 está disponível em duas versões:

                Polestar 5 Dual Motor

                A partir de 122.600€
                Potência: 550 kW / 748 cv
                0-100 km/h em 3,9 segundos
                Binário: 812 Nm
                Autonomia até 678 km (WLTP)

                Polestar 5 Performance

                A partir de 146.400€
                Potência: 650 kW / 884 cv
                0-100 km/h em 3,2 segundos
                Binário: 1015 Nm
                Autonomia até 558 km (WLTP)

                Mais informações em www.polestar.com/pt.

                2035 já não é assim tão claro: o que muda para quem compra carro em Portugal

                Durante anos, 2035 foi uma data marcada a vermelho para a indústria automóvel europeia. A partir desse momento, os automóveis novos vendidos na União Europeia deveriam reduzir em 100% as suas emissões de CO₂ relativamente a 2021. Na prática, isso deixava de fora do mercado os novos modelos convencionais a gasolina e gasóleo. Agora, Bruxelas propõe alterar esse roteiro. O automóvel elétrico continuará a ser protagonista, mas o motor de combustão poderá ter mais futuro do que parecia. E em Portugal, onde mais de um em cada quatro automóveis novos já é elétrico, esta mudança assume uma importância especial.

                Faltam nove anos para 2035, mas essa data já condiciona as decisões que tomamos hoje.

                As marcas estão a investir milhares de milhões de euros em plataformas elétricas, baterias e fábricas. As redes de carregamento continuam a crescer. E quem entra agora num concessionário pode deparar-se com uma decisão que há poucos anos era bastante mais simples: gasolina, híbrido, híbrido plug-in ou elétrico.

                Em Portugal, esta transformação já é claramente visível nas matrículas.

                Entre janeiro e agosto de 2026 foram matriculados 45.388 automóveis ligeiros de passageiros 100% elétricos, mais 43,1% do que no mesmo período de 2025. Os elétricos puros atingiram assim uma quota de 26,8% do mercado português. Só em agosto chegaram aos 36,1%.

                Portugal encontra-se, portanto, acima da média da União Europeia, onde os elétricos representaram 21,7% das matrículas acumuladas até agosto.

                E precisamente quando o mercado avança para a eletrificação, a Europa volta a discutir como deverá ser o automóvel depois de 2035.

                De zero emissões para uma redução de 90%

                A legislação atualmente em vigor determina que, a partir de 2035, as emissões médias de CO₂ dos automóveis ligeiros de passageiros e comerciais novos deverão diminuir 100% relativamente aos objetivos definidos para 2021.

                Na prática, o objetivo passa para 0 g/km de CO₂.

                Foi daí que surgiu a expressão de que a Europa iria «proibir os automóveis com motor de combustão». Tecnicamente, a União Europeia não proibiu uma determinada tecnologia. Estabeleceu um nível de emissões que um veículo que queime gasolina ou gasóleo e liberte CO₂ pelo escape não consegue cumprir.

                Mas este enquadramento está agora a ser revisto.

                A 16 de dezembro de 2025, a Comissão Europeia apresentou uma proposta para alterar as regras no âmbito do novo pacote dedicado à indústria automóvel.

                A principal mudança diz respeito precisamente a 2035.

                A Comissão propõe passar de uma redução de 100% para uma redução de 90% das emissões de escape. Os restantes 10% teriam de ser compensados através de mecanismos associados à utilização de determinados combustíveis renováveis e de aço de baixas emissões produzido na União Europeia.

                Os créditos relacionados com combustíveis renováveis poderiam compensar até ao equivalente a 3% do objetivo de 2021, enquanto os correspondentes ao aço de baixas emissões poderiam cobrir até mais 7%.

                No papel são dez pontos percentuais. Para a indústria automóvel, representam bastante mais.

                Porque o sistema deixaria de avaliar exclusivamente as emissões produzidas pelo próprio veículo e permitiria compensar parte delas através de outros elementos da cadeia energética ou industrial.

                E isso abre novas possibilidades.

                Poderemos comprar um carro com motor de combustão depois de 2035?

                Se a proposta acabar por ser aprovada em termos semelhantes aos atuais, a resposta poderá ser sim, em determinados casos.

                A própria Comissão Europeia admite expressamente que, juntamente com os elétricos a bateria e os veículos a hidrogénio, possam continuar a ter algum papel depois de 2035 tecnologias como os híbridos plug-in (PHEV), os elétricos com extensor de autonomia, os mild hybrid e até determinados veículos com motor de combustão.

                Isto não significa que 10% dos automóveis vendidos possam passar automaticamente a ser a gasolina ou a gasóleo.

                Os objetivos europeus são calculados com base nas emissões médias da frota matriculada por cada fabricante. Entram nessa conta os veículos vendidos, as respetivas emissões e os mecanismos de compensação que a legislação venha finalmente a permitir.

                Uma redução de 90% continua a ser extremamente exigente. Para a cumprir será necessária uma proporção muito elevada de veículos com zero emissões.

                O que muda é a possibilidade de manter outras tecnologias no mercado.

                Portugal já está a fazer a sua própria transição

                A situação portuguesa é especialmente interessante porque o mercado está a evoluir mais rapidamente do que a média europeia.

                Entre janeiro e agosto de 2026, os veículos eletrificados — elétricos puros, híbridos plug-in e híbridos — representaram 68,9% dos automóveis ligeiros de passageiros novos matriculados em Portugal.

                O elétrico, portanto, deixou há muito de ser um produto residual.

                Mas também ainda não substituiu todas as restantes tecnologias.

                O comprador português continua a distribuir as suas escolhas entre diferentes soluções, precisamente o cenário que a nova proposta europeia parece reconhecer de forma mais clara.

                A isto junta-se a política nacional de incentivos. Durante a segunda fase do programa Mobilidade Verde 2025/2026, o Fundo Ambiental disponibilizou para particulares um incentivo de 4.000 euros para a compra de um automóvel ligeiro de passageiros 100% elétrico novo, condicionado, entre outros requisitos, ao abate de um veículo movido a combustíveis fósseis com mais de dez anos.

                O preço máximo do veículo elegível era de 38.500 euros, aumentando para 55.000 euros no caso de automóveis com mais de cinco lugares.

                Essa candidatura terminou a 27 de julho de 2026 e, a 1 de outubro, o Fundo Ambiental não mantinha aberto um novo formulário para este apoio.

                Por isso, quem estiver agora a calcular o preço de aquisição de um elétrico não deverá descontar automaticamente esses 4.000 euros como se o incentivo estivesse atualmente disponível.

                Porque está a Europa a alterar o seu posicionamento?

                A eletrificação está a avançar, mas não ao mesmo ritmo em todos os países, segmentos e tipos de veículo.

                A indústria europeia tem de financiar simultaneamente novas plataformas, baterias, software, fábricas e cadeias de abastecimento, ao mesmo tempo que compete com fabricantes de outras regiões com estruturas de custos diferentes.

                Existem também segmentos especialmente difíceis de eletrificar. Os veículos comerciais ligeiros são um bom exemplo, devido às suas necessidades de autonomia, carga útil e utilização profissional.

                Por isso, a Comissão fala agora numa maior flexibilidade e neutralidade tecnológica, mantendo, no entanto, o objetivo europeu de neutralidade climática para 2050.

                A Europa não abandona o destino. Está a rever as condições para lá chegar.

                O mercado europeu também ainda não é exclusivamente elétrico

                Os números mostram as duas faces da transição.

                Entre janeiro e agosto de 2026, os elétricos puros atingiram 21,7% do mercado europeu de automóveis ligeiros de passageiros novos, contra 15,8% no mesmo período de 2025.

                Os híbridos convencionais representaram 36,6% e os híbridos plug-in outros 10%. Gasolina e gasóleo reduziram, em conjunto, a sua participação para cerca de 29%.

                A eletrificação ganha terreno rapidamente.

                Mas, a nove anos de 2035, quase oito em cada dez automóveis novos vendidos na União Europeia ainda não são 100% elétricos.

                Portugal está mais avançado, com uma quota acumulada de 26,8% para os elétricos, mas também ainda não vive num mercado exclusivamente elétrico.

                O carregamento também está a mudar em Portugal

                A decisão de comprar um elétrico não depende apenas do automóvel.

                Importa saber onde se pode carregar, quanto custa e até que ponto o processo é simples.

                Portugal encontra-se também em plena transformação do seu próprio sistema de mobilidade elétrica. O Decreto-Lei n.º 93/2025 alterou o modelo anterior e estabeleceu um período transitório que termina a 31 de dezembro de 2026.

                O novo sistema reduz a dependência de uma gestão centralizada e permite uma relação mais direta entre operadores e utilizadores.

                É mais uma peça importante da mesma transição: não basta existirem mais carros elétricos. A forma de os utilizar também tem de evoluir.

                Então, vale a pena esperar para comprar carro em Portugal?

                A revisão de 2035, por si só, não parece ser razão suficiente para adiar uma compra necessária.

                Um português que compre hoje um carro a gasolina, gasóleo, híbrido ou híbrido plug-in não terá de deixar automaticamente de o utilizar quando chegar 1 de janeiro de 2035.

                A legislação europeia que estamos a analisar regula essencialmente as emissões médias dos veículos novos matriculados pelos fabricantes. Não determina a retirada de circulação dos automóveis que já estejam nas mãos dos seus proprietários.

                Outra questão diferente são os impostos, as restrições locais à circulação ou as políticas nacionais que possam existir daqui a nove anos. Essas decisões dependem de outras normas e não podem hoje ser dadas como adquiridas.

                Para quem está a pensar comprar um elétrico em Portugal também não existe qualquer sinal de mudança de rumo. Pelo contrário: as matrículas estão a crescer fortemente e a União Europeia continua a colocar esta tecnologia no centro da sua estratégia.

                A decisão deverá depender muito mais da utilização real do automóvel.

                Quem puder carregar habitualmente em casa ou no trabalho, fizer quilometragem suficiente e encontrar um elétrico adequado em preço, autonomia e necessidades estará numa situação muito diferente de quem vive sem acesso fácil ao carregamento, faz regularmente viagens longas ou necessita de um tipo de veículo para o qual ainda não encontra uma alternativa elétrica adequada.

                2035 é importante.

                Mas o automóvel que compramos hoje tem, acima de tudo, de servir para a nossa vida de hoje.

                E ainda não existe uma decisão definitiva

                Há uma última questão fundamental: a lei ainda não mudou.

                Neste momento continua em vigor o objetivo de redução de 100% das emissões de CO₂ para os automóveis ligeiros de passageiros e comerciais novos a partir de 2035.

                A proposta da Comissão tem ainda de passar pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho no âmbito do processo legislativo ordinário.

                A 1 de outubro de 2026, o processo continua pendente de decisão na comissão competente do Parlamento Europeu e a data provisória para a primeira leitura em plenário é 23 de novembro de 2026.

                Até lá, ainda pode mudar.

                Por isso, não é correto afirmar hoje que a Europa tenha salvado definitivamente o motor de combustão. Mas também já não estamos exatamente no mesmo ponto em que nos encontrávamos quando foi definido o objetivo original.

                O automóvel elétrico continua a ser a principal peça da transformação do setor e Portugal está a adotá-lo a um ritmo ainda superior ao conjunto da União Europeia.

                A diferença é que Bruxelas começa agora a admitir um cenário um pouco mais aberto para depois de 2035.

                A data continua a ser a mesma.

                O que estamos a começar a descobrir é que os automóveis com que chegaremos até lá poderão ser mais variados do que pensávamos.

                ZEEKR leva o novo 9X ao Monaco Yacht Show 2026

                Todos os anos, em setembro, Port Hercule transforma-se num ponto de encontro privilegiado do universo náutico, com o Monaco Yacht Show a reunir a excelência de construção e a inovação que estão a moldar o futuro da vida no mar.

                Tendo como cenário o emblemático porto do Mónaco, a ZEEKR associou-se este ano ao evento como patrocinadora do Upper Deck Lounge e da Closing Party, com o ZEEKR 9X a assumir um papel central naquela que foi a primeira apresentação da visão da marca para a mobilidade de luxo contemporânea num dos mais prestigiados eventos mundiais.

                O novo ZEEKR 9X Ultra AWD de seis lugares já está disponível em Portugal por encomenda, propondo uma nova abordagem ao segmento dos SUV de luxo. O seu exclusivo sistema de propulsão Super Hybrid, recorre a uma bateria de 55,1 kWh de capacidade e possui 897 cv de potência, combinando prestações ao nível de um superdesportivo com a emoção da condução elétrica.

                Para uma marca que está a redefinir o conceito de luxo moderno, o Mónaco constitui um cenário particularmente adequado. O Monaco Yacht Show distingue-se há muito por celebrar aqueles que desafiam as convenções, num ambiente onde inovação e prestígio coexistem naturalmente e cada detalhe é pensado com um propósito. Uma filosofia que reflete de perto a própria abordagem da ZEEKR à mobilidade.

                No centro da presença da ZEEKR em Port Hercule brilhou o novo ZEEKR 9X, que foi revelado pela primeira vez ao público europeu tendo como cenário algumas das mais extraordinárias criações náuticas do mundo. Um encontro entre diferentes expressões de luxo, em terra e no mar.

                Tal como acontece com alguns dos iates mais exclusivos do mundo, o ZEEKR 9X foi desenvolvido em torno da ideia de que o futuro do luxo passa, acima de tudo, pela experiência. O ZEEKR 9X apresenta a presença confiante e serena de um iate de luxo. A conceção do modelo foi liderada pela reconhecida equipa de designers da ZEEKR, sediada em Gotemburgo, na Suécia, que imaginou uma experiência de viagem inteiramente nova, assente numa abordagem inovadora ao espaço, à luz, à tecnologia e aos detalhes mais requintados. O objetivo foi ultrapassar os conceitos convencionais de luxo e desafiar as expectativas estabelecidas no design automóvel deste segmento. O pilar D em cromado acetinado estabelece a ligação entre a carroçaria e o tejadilho, evocando visualmente as linhas dos iates a motor europeus.

                Representando, até à data, a expressão mais completa do ADN da ZEEKR, o ZEEKR 9X reúne num único modelo topo de gama níveis superiores de performance, qualidade de construção e tecnologia. O espaçoso habitáculo de seis lugares foi concebido como um espaço onde os ocupantes podem relaxar, transformando a segunda fila numa verdadeira lounge de primeira classe, sem comprometer o conforto dos passageiros da terceira fila. A bordo, os ocupantes podem desfrutar do sistema Naim® Premium Audiophile Sound, com 32 altifalantes, acompanhar conteúdos no ecrã traseiro OLED de 17 polegadas, deslizante e rebatível, ou manter bebidas e alimentos à temperatura ideal graças ao frigorífico inteligente integrado. Em conjunto com materiais cuidadosamente selecionados, tecnologia inteligente e uma elevada atenção ao detalhe em todo o habitáculo, estes elementos criam um ambiente pensado em torno do bem-estar dos passageiros, tornando cada viagem mais confortável e descontraída.

                Lothar Schupet, CEO da ZEEKR Europe, afirmou: “O Monaco Yacht Show celebra muitos dos valores que hoje definem a ZEEKR – inovação, excelência de construção e a convicção de que o luxo pode ir além das convenções. Estamos muito satisfeitos por nos associarmos a um evento que reúne alguns dos públicos mais exigentes do mundo e por apresentarmos o ZEEKR 9X num ambiente onde o design e a engenharia de exceção são verdadeiramente valorizados. À medida que os códigos do luxo continuam a evoluir, acreditamos que o 9X reflete na perfeição aquilo que deverá ser a próxima geração da mobilidade.”

                Ao longo do evento, a ZEEKR esteve presente neste emblemático local, convidando os visitantes a conhecerem pela primeira vez o ZEEKR 9X. Através de um espaço dedicado, a marca proporcionou ainda aos participantes a oportunidade de conhecerem melhor esta nova expressão de mobilidade de luxo e a abordagem diferenciadora da ZEEKR a este segmento.

                Toby Moore, CEO da Informa Prestige, comentou: “O Monaco Yacht Show reúne marcas e personalidades que estão a moldar o futuro do luxo através do design, da inovação e da excelência de construção. A visão da ZEEKR para a mobilidade de luxo contemporânea está naturalmente alinhada com estes valores, fazendo do Monaco Yacht Show o cenário ideal para a estreia europeia do 9X. Estamos muito satisfeitos por receber a ZEEKR como parceira, trazendo ao nosso público internacional uma nova perspetiva sobre a mobilidade premium.”

                À medida que prossegue a sua expansão europeia, a presença da ZEEKR no Monaco Yacht Show representa mais um marco na apresentação da marca a novos públicos. Ao associar-se a um dos mais prestigiados eventos de luxo do mundo, a ZEEKR reforça a sua ambição de redefinir o significado do luxo moderno – na estrada e para além dela.

                  Geely apresenta tecnologia de carregamento ultrarrápido com IA

                  A Geely apresenta o Geely Smart Charging, uma tecnologia de carregamento de nova geração apoiada por Inteligência Artificial, que integra a IA na gestão de energia para proporcionar carregamentos mais rápidos, reduzindo simultaneamente a geração de calor, aumentando a segurança e contribuindo para preservar a bateria a longo prazo.

                  No centro do Geely Smart Charging encontra-se o Xingrui PowerMind, um modelo inteligente de gestão de energia baseado em Inteligência Artificial, desenvolvido conjuntamente pelo Geely Auto Group e pela StepFun. Ao coordenar o veículo, a bateria, a estação de carregamento, a cloud, a rede elétrica e o sistema de armazenamento de energia, o PowerMind permite levar o carregamento além do fornecimento convencional de energia.

                  A tecnologia é apresentada em conjunto com a quinta geração da Geely Smart Charging Station, que disponibiliza uma potência máxima de carregamento de até 2.250 kW, e com a Bateria Ultra Short Blade de nova geração.

                  Inteligência Artificial gere a temperatura antes de esta se tornar um problema

                  A nova tecnologia de carregamento da Geely apoiada por Inteligência Artificial utiliza algoritmos capazes de prever a temperatura da bateria com até 30 segundos de antecedência e ajustar dinamicamente a potência de carregamento, em vez de atuar apenas depois de a temperatura aumentar.

                  O sistema foi desenvolvido para manter a temperatura média da bateria durante o carregamento abaixo dos 55 °C, limitando simultaneamente a temperatura máxima a menos de 65 °C.

                  A tecnologia é complementada por um sistema integral de arrefecimento líquido de cinco pontos, que assegura a gestão térmica ao longo de toda a cadeia de carregamento – desde a bateria de armazenamento de energia da estação, passando pelo posto de carregamento, cabo e porta de carregamento, até à própria bateria do veículo.

                  Do carregamento rápido à gestão inteligente da bateria

                  A Geely está também a aplicar a Inteligência Artificial a uma das principais preocupações dos consumidores relativamente ao carregamento ultrarrápido: o seu impacto na longevidade da bateria.

                  Através do Xingrui PowerMind, o Geely Smart Charging consegue definir uma estratégia de carregamento adaptada a cada veículo e bateria, ajustando em tempo real a corrente máxima, a intensidade do arrefecimento e a duração do carregamento.

                  A Geely desenvolveu ainda uma tecnologia de regeneração por impulsos de iões de lítio, que utiliza microimpulsos de corrente para reativar os iões de lítio acumulados nos elétrodos negativos durante sucessivos carregamentos rápidos.

                  Ao combinar a gestão do carregamento através de Inteligência Artificial com esta tecnologia de regeneração da bateria, a Geely consegue aumentar em até 20% a vida útil da bateria em ciclos de carga.

                  Para o carregamento doméstico, a Geely desenvolveu igualmente uma estratégia de carregamento a baixa potência, concebida para recuperar gradualmente parte da degradação provocada pela utilização repetida de carregamentos rápidos e proteger as células ao longo da vida útil da bateria.

                  Carregamento ultrarrápido para além da potência

                  A abordagem da Geely combina hardware de carregamento de elevada potência com uma gestão energética baseada em Inteligência Artificial, capaz de se adaptar continuamente ao veículo e à bateria.

                  A Geely Smart Charging Station de quinta geração suporta uma potência máxima de carregamento de 2.250 kW e introduz uma função de carregamento rápido com Inteligência Artificial que adapta a potência de carregamento ao estado da bateria em tempo real.

                  A Shendun Golden Battery, desenvolvida para carregamento ultrarrápido e elevadas prestações, suporta uma taxa máxima de carregamento de 12C.

                  Em testes realizados em condições reais, com uma bateria NMC de 100 kWh de capacidade, foi possível obter carregamentos dos 10% aos 70% em apenas 4 minutos e 30 segundos, e dos 10% aos 97% em 8 minutos e 40 segundos – o melhor desempenho de carregamento alcançado até à data pela Geely com uma tecnologia preparada para produção.

                  A Geely apresentou igualmente a Bateria Ultra Short Blade de nova geração, desenvolvida com especial atenção à longevidade e segurança, ao mesmo tempo que melhora o desempenho de carregamento. A bateria utiliza uma tecnologia de soldadura a laser desenvolvida pela Geely para as ligações e coberturas das células, permitindo reduzir em 10% o calor gerado durante o carregamento. A taxa máxima de carregamento aumenta para 6C (suporta velocidade de carregamento ultrarrápido em apenas 10 minutos).