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Green Future-AutoMagazine

O novo portal que leva até si artigos de opinião, crónicas, novidades e estreias do mundo da mobilidade sustentável

Notícias

Galp na Web Summit para debater a transição energética

A Galp vai desafiar start-ups e empresas tecnológicas a apresentarem soluções que permitam potenciar e desenvolver a produção descentralizada de energia, com particular foco no autoconsumo solar. O desafio tomará a forma de uma competição, lançada pela Galp através da sua nova empresa EI – Energia Independente, e decorrerá no âmbito da participação da Galp na edição de 2020 da Web Summit.

A energética nacional é main sponsor da edição deste ano, e pretende desta forma reforçar a ligação ao ecossistema Greentech procurando materializar o seu compromisso para a transição energética através de inovação de base tecnológica.

A presença da Galp na Web Summit conta com várias iniciativas, tendo como um dos pontos centrais a intervenção do CEO Carlos Gomes da Silva, no dia 3 de dezembro, para uma apresentação sobre os desafios da transição energética e sobre a importância que a tecnologia assume no acelerar da descarbonização na atividade humana. No mesmo dia haverá ainda um debate sobre o autoconsumo solar promovido pela EI.

No dia anterior, a 2 de dezembro, a energética estará também na agenda principal da Web Summit em três outros momentos. Sofia Tenreiro, administradora da Galp, participará num debate sobre Smart Cities com a CEO da SIBS. A administradora fará ainda parte de um painel de discussão sobre os desafios das empresas tradicionais na era digital. Finalmente, a CEO da empresa Flow, Jane Hoffer, dará a Masterclass ‘Flow: Changing the Way People Move’, com foco nos novos paradigmas de mobilidade.

Em paralelo, a Galp lançará o concurso que desafia start-ups e empresas tecnológicas a juntarem a sua energia à energia que a Galp está a colocar ao serviço da transição energética e do desenvolvimento de soluções tecnológicas e inovadoras, que promovam a descarbonização, a sustentabilidade e a eficiência.

Nesse contexto, o foco do concurso incide na tecnologia que a EI – Energia Independente disponibiliza no mercado de autoconsumo de energia solar. O objetivo passa por encontrar soluções que reforcem a articulação entre os painéis solares e equipamentos ou funcionalidades como baterias, mobilidade elétrica ou automação, entre outras, e com aplicação em universo doméstico ou empresarial. Nesse sentido, os campos tecnológicos prioritários neste concurso serão os relacionados com controlo eletrónico, conectividade, gestão e análise de dados, algoritmos, usabilidade e engagement.

Fonte: Galp

Os Melhores de 2020 - A Escolha do Público

Audi e-tron, Toyota Yaris e DS 7 Crossback são os Melhores de 2020

O Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico promoveu, pelo terceiro ano consecutivo, o troféu ‘“Os Melhores do Ano – A Escolha do Público’, que este ano premiou o Audi e-tron, o Toyota Yaris e o DS 7 Crossback e-tense 4×4. 

Tal como aconteceu nas duas edições transatas, o troféu ‘Os Melhores do Ano – A Escolha do Público’, é atribuído através da votação dos visitantes do Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico, que elegem o melhor automóvel elétrico, híbrido e híbrido plug-in entre os modelos presentes em cada edição do certame.

O Audi e-tron foi o melhor elétrico para os visitantes do SAHE 2020

A votação para os melhores automóveis da 4ª edição do SAHE, que decorreu na Alfândega do Porto entre 23 e 25 de outubro, teve lugar, exclusivamente e de forma inédita, através dos canais online. A distinção contou este ano, pela primeira vez, com o patrocínio do Green Future AutoMagazine.

Toyota Yaris, o melhor híbrido do ano.

Na edição deste ano, o Audi e-tron foi assim eleito como melhor automóvel elétrico; o Toyota Yaris, uma das grandes novidades apresentadas no Salão, arrecadou o troféu de melhor híbrido; e, por último, o DS 7 Crossback E-tense 4×4 foi a escolha do público na votação para o melhor híbrido plug-in.

O DS 7 Crossback e-tense é o melhor híbrido plug-in

Os Melhores do Ano 2019
Melhor Elétrico
: Peugeot e-208
Melhor Híbrido: Mazda CX-30
Melhor Híbrido Plug-in: BMW i8
Melhor Comercial: Renault Kangoo Z.E.

Os Melhores do Ano 2018
Melhor Elétrico
: Hyundai Kauai Electric
Melhor Híbrido: Toyota C-HR
Melhor Híbrido Plug-in: Volvo XC60

Renault cria a primeira fábrica europeia dedicada à economia circular da mobilidade

Renault cria a primeira fábrica europeia para a economia circular da mobilidade

O Grupo Renault anunciou a transformação da sua fábrica de Flins, em França, criando a Re-Factory, que será a primeira fábrica europeia para a economia circular da mobilidade, com o objetivo de atingir um balanço negativo de CO2 em 2030. O Grupo Renault prevê empregar mais de 3 000 pessoas nesta unidade até ao final da década.

O projeto terá início no próximo ano e a nova fábrica estará em funcionamento pleno em 2024. Apoiar-se-á numa rede alargada de parceiros multisetoriais – start-ups, academia, coletividades locais, etc. –, e articular-se-á em torno de quatro pólos de atividade, acompanhando toda a vida dos automóveis e agindo sobre os principais componentes da economia circular: aprovisionamento, eco-conceção, economia da funcionalidade, manutenção, reutilização, durabilidade das baterias, re-manufacturing e reciclagem. 

“A Re-Factory é um novo fôlego para a Renault, para os seus trabalhadores e para a dinâmica do território onde esta unidade está instalada. Este projeto está assente no nosso compromisso pioneiro na economia circular, nos nossos valores, no nosso know-how e responde de forma exemplar à nossa ambição de transformar de forma positiva a nossa indústria”, declarou Jean-Dominique Senard, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Renault. 

De acordo com a marca francesa, os desafios ligados à transição ecológica, e as expectativas dos clientes levaram a definir a sua estratégia com grandes ambições no que diz respeito à qualidade e durabilidade dos produtos, bem como à redução das emissões de carbono. Para a Renault, a economia circular tem um potencial de crescimento muito elevado, e com a criação da Re-Factory, o grupo procura estabelecer-se numa posição de vanguarda.

Luca de Meo, CEO da Renault, afirmou: “Com a Re-Factory, Flins vai tornar-se uma referência europeia na economia circular. A Re-Factory vai permitir ao grupo responder aos desafios que se colocam já hoje, e mais ainda no futuro, aos atores da mobilidade e do automóvel. Esta fábrica, com um objetivo de um balanço de CO2 negativo em 2030, inscreve-se plenamente na estratégia global do grupo, que alia economia circular, a redução das emissões, o desenvolvimento de competência e a criação de novas atividades que geram valor”.

Quatro pólos de atividade

A Re-Factory de Flins integra quatro pólos de atividade orientados para a interação com o ecossistema – filiais, clientes, parceiros, etc. –, funcionando de forma interligada e complementar.

O pólo Re-Trofit agrupa o conjunto de atividades que permitirão, em coordenação com o polo Re-Cycle, prolongar a vida útil dos veículos. O pólo integrará uma Factory VO para o recondicionamento dos automóveis usados e uma atividade de retrofit para a conversão de veículos térmicos para outras fontes de energia com menores emissões de carbono. Em paralelo, o pólo contará também com um serviço de fabricação de peças raras recorrendo a tecnologia de impressão 3D, e também um centro de testes e protótipos para testar a durabilidade dos automóveis e dos componentes, de forma a obter dados úteis para a conceção de veículos futuros.  

O pólo Re-Energy destina-se a fazer passar o potencial de aplicações das baterias elétricas e das novas energias para uma escala industrial: otimização da primeira vida das baterias; desenvolvimento de aplicações para a segunda vida, tais como o armazenamento de energia; gestão do fim de vida das baterias; elaboração de soluções técnicas e de aprovisionamento para novas energias, como o hidrogénio. 

No pólo Re-Cycle, serão agrupadas todas as atividades do grupo Renault para uma gestão eficiente dos recursos e dos fluxos, com vista a melhorar o aprovisionamento de peças e materiais e integrar na produção, de forma progressiva, mais materiais reciclados ou reutilizados – instalação de uma linha de desmantelamento de veículos, extensão de atividades de re-industrialização, reutilização e de reciclagem de materiais. 

Finalmente, o Re-Start servirá para valorizar e desenvolver o know-how industrial e acelerar a pesquisa e a inovação no que diz respeito à economia circular. Este pólo integrará uma incubadora e um centro universitário e de formação. 

Fonte: Renault

Mercedes acelera carregamentos do EQC

A Mercedes-Benz anunciou o aperfeiçoamento da especificação tecnológica de série do EQC 400 4MATIC. Com efeito imediato, o modelo está agora equipado com um carregador de bordo de 11 kW, que permite reduzir significativamente o tempo do carregamento com corrente alternada (AC).

Com este novo carregador mais potente, o EQC pode ser carregado mais rapidamente, quer na residência do cliente através da Wallbox, como também nos postos de carregamento públicos, com corrente alternada. A bateria de 80 kWh pode agora ser carregada em 7 horas e 30 minutos desde um estado de carga de 10% até 100 % – anteriormente eram necessárias 11 horas com um carregador de 7.4 kW de potência.

O EQC foi o primeiro veículo totalmente elétrico a ser integrado na produção contínua na fábrica de Bremen da Mercedes-Benz, em maio de 2019. É produzido na mesma linha de produção utilizada no fabrico das variantes Classe C Limo e Station, bem como dos modelos GLC e GLC Coupé. As baterias equipadas no EQC nas instalações de Bremen são fabricadas pela Accumotive na fábrica de Kamenz (na proximidade de Dresden), uma subsidiária detida na totalidade pela Mercedes-Benz. Na China, no âmbito da parceria com a Beijing Benz Automotive Co. Ltd (BBAC), o EQC e os correspondentes sistemas de bateria também são produzidos em Pequim desde finais de 2019. As capacidades de produção nas fábricas foram aumentadas gradualmente desde o início da produção.

De acordo com a Mercedes-Benz, a crescente gama de modelos da marca com bateria carregável através de fonte externa (xEV) “está a ser muito bem recebida pelos clientes, como comprova o aumento contínuo da procura e das encomendas recebidas”. Entre julho e setembro, a Mercedes entregou mais de 10 000 veículos xEV entregues, sendo o primeiro trimestre com vendas unitárias acima desta marca. No total, foram entregues cerca de 45 000 veículos xEV em todo o mundo, no terceiro trimestre, incluindo cerca de 2 500 modelos EQC em setembro. O portfólio global de produtos da Mercedes-Benz engloba presentemente cinco modelos totalmente elétricos e mais de vinte variantes híbridas plug-in.

Fonte: Mercedes-Benz

Opel Corsa-e aça FIA de Ralis de Regularidade para automóveis elétricos

Opel Corsa-e conquista a Taça FIA de Ralis de Regularidade para elétricos

O Opel Corsa-e, que participou pela primeira vez em competições internacionais, sagrou-se campeão da Taça FIA de E-Ralis de Regularidade 2020 (ERRC), uma prova exclusivamente destinada aos automóveis elétricos.

Criada pela Federação Internacional do Automóvel (FIA), com o propósito de promover as energias alternativas no desporto automóvel, a Taça ERRC é um troféu estritamente reservado a carros de produção (veículos de série, sem modificações). A modalidade combina um rali de regularidade cronometrado ao décimo de segundo com uma classificação de eficiência (consumo de energia) onde são contabilizados os Watt/hora (Wh) consumidos.

Planeada, numa fase inicial, para ser disputada em oito etapas, a Taça FIA ERRC 2020 foi encurtada devido à pandemia de COVID-19, tendo arrancado apenas no verão. Apesar disso, a competição deste ano veio a revelar-se a mais competitiva da história da modalidade, com a participação de cinco campeões internacionais, bem como os campeões nacionais de França, Itália, Espanha e Portugal. Uma dezena de marcas automóveis participaram na edição deste ano.

O Opel Corsa-e tripulado por Artur Prusak assumiu a liderança na primeira ronda com uma vitória na Islândia, tendo a marca alemã conquistado o título com pódios nos outros dois eventos, que tiveram lugar em Portugal e Espanha.

Cronometrado ao longo de centenas de quilómetros, o Corsa-e estabeleceu, no decorrer do campeonato, um recorde de consumo médio de energia de 12,7 kWh por cada 100 quilómetros.

“A Taça FIA ERRC exige uma condução o mais suave possível de forma a manter as velocidades médias especificadas pelos regulamentos, e sem desperdiçar energia”, explica Artur Prusak, que celebra agora o seu terceiro campeonato, depois das vitórias de 2015 e 2016. “É este equilíbrio que torna o campeonato tão interessante, e a razão pela qual está a atrair cada vez mais concorrentes. Graças ao Opel Corsa-e, conseguimos colocar-nos numa posição vantajosa e fomos consolidando a liderança em cada rali”, concluiu o piloto franco-polaco.

“O Corsa-e provou ser o carro mais competitivo em qualquer tipo de percurso ou piso”, complementa Thierry Benchetrit, o primeiro navegador com quatro títulos no EERC. “Em montanha, nas planícies ou em cidade, estivemos sempre na liderança em termos de eficiência e regularidade”.

Durante o campeonato, Prusak e Benchetrit tiveram o apoio logístico da Opel em França, e nos três países onde se realizaram os ralis – Islândia, Portugal e Espanha.

Em 2021, a Opel e o ADAC (Allgemeiner Deutscher Automobil-Club, ou Automóvel Clube da Alemanha) lançarão a Taça ADAC Opel e-Rally, a primeira competição de ralis monomarca do mundo para automóveis elétricos.

Fonte: Opel

BYD anuncia o motor híbrido plug-in mais eficiente do mundo

A BYD anunciou oficialmente a versão de alta eficiência do seu motor 1.5L Xiaoyun, dedicada aos veículos híbridos plug-in, a par de uma nova tecnologia híbrida – DM-i.

O novo motor híbrido plug-in de 1.5 litros é construído especificamente para a tecnologia híbrida DM-i. Com uma eficiência térmica de 43%, este é motor a gasolina com a maior eficiência térmica atualmentente em produção. A alta eficiência de combustível respeita os novos padrões de emissões nacionais da China, com uma experiência de condução nitidamente suave e silenciosa, de acordo com a marca líder global na venda de veículos elétricos.

No mais recente Plano de Desenvolvimento da Indústria de Veículos de Nova Energia do governo chinês para o período 2021-2035, espera-se que os NEV representem 20% do total de vendas de veículos novos na China até 2025, com os híbridos plug-in referenciados como tendo grande potencial.

Com uma estratégia de dupla plataforma, a BYD disponibiliza agora dois tipos de tecnologias híbridas – DM-p e DM-i –, que reforçam a competitividade dos veículos híbridos plug-in relativamente aos veículos de combustão interna.

A plataforma DM-p, focada no desempenho, proporciona maior potência, atraindo o interesse de consumidores que procuram estilos de vida sustentáveis, ao mesmo tempo que mantêm elevadas expectativas em relação à experiência de condução. 

Por sua vez, os modelos que integram a nova tecnologia híbrida DM-i integrarão melhorias na redução do consumo de combustível, maior rapidez na aceleração, uma condução mais suave e silenciosa.

Eric Li, diretor-adjunto da BYD Auto Sales, afirma: “A BYD sempre insistiu na auto-suficiência para construir a sua tecnologia de base. Com as nossas vantagens nas novas tecnologias energéticas, conseguimos grandes avanços em várias áreas-chave. O híbrido DM-i irá acelerar a substituição dos carros de combustível tradicionais por veículos de nova energia”.

O motor 1.5L Xiaoyun

De acordo com a marca chinesa, o novo motor Xiaoyun potencia ao máximo os modelos híbridos plug-in, eletrificando acessórios e removendo o tradicional sistema de acionamento do motor dianteiro, reduzindo o desgaste e melhorando a eficiência.

O Xiaoyun apresenta um rácio de compressão (CR) de 15,5, um rácio B/S aumentado, melhor eficiência de combustão através do ciclo Atkinson, um sistema de Re-Circulação de Gás de Escape (EGR), uma série de medidas de redução de fricção e um sistema de controlo do motor otimizado para uma elevada eficiência térmica.

A BYD implementou também, pela primeira vez, a sua nova tecnologia de arrefecimento: através de medições de temperatura on-demand da cabeça do cilindro e do bloco, o arrefecimento é eftuado de forma precisa para que o motor Xiaoyun atinja as temperaturas ideias de funcionamento. Ao mitigar as perdas de calor, o tempo de aquecimento do motor após um arranque a frio é reduzido em 15% a 20%, diminuindo o consumo de combustível e as emissões de carbono durante o processo.

Para melhorar o desempenho em termos de ruído, vibração e dureza (NVH – Noise, Vibration, Harshness), o motor integra componentes otimizados, como a cambota, rolamentos, bloco de cilindros, coletor, cabeças dos cilindros, além de outros componentes do sistema híbrido plug-in. 

Fonte: BYD

Galp reforça posição como empresa mais sustentável da Europa e terceira melhor do mundo

A Galp voltou a obter a classificação de empresa mais sustentável da Europa no seu setor durante o ano de 2020, e a terceira melhor a nível mundial, de acordo com os critérios do Dow Jones Sustainability Indices (DJSI).

Além de manter a pontuação global que tinha alcançado na edição anterior deste ranking – a melhor de sempre nos nove anos de presença da empresa nestes índices – a Galp conseguiu ainda aumentar o percentil obtido, atingindo 97 pontos.

No DJSI Europe, a Galp classificou-se no primeiro lugar, entre as suas pares do setor ‘Oil & Gas Upstream & Integrated’ que foram avaliadas. No DJSI World, a energética portuguesa foi a terceira melhor entre as 59 companhias analisadas.

“Esta distinção evidencia o forte compromisso da Galp com as melhores práticas que são a base da criação de valor sustentável para os nossos stakeholders. O reconhecimento pelo DJSI reforça a importância crítica destas práticas nas nossas atividades”, disse o CEO da Galp, Carlos Gomes da Silva.

De acordo com os resultados de 2020 do índice DJSI, a Galp lidera nas categorias de ‘Materialidade’, ‘Reporte Ambiental’, ‘Ecoeficiência Operacional’, ‘Estratégia Climática’, ‘Riscos Relacionados com Água’, ‘Reporte Social’ e ‘Desenvolvimento de Capital Humano’.

Além da liderança no DJSI, a Galp confirmou em 2020 a sua classificação triple-A (AAA) no MSCI e manteve a sua posição no top 5 entre as 50 empresas integradas de Oil & Gas avaliadas pelo Sustainalytics, duas das entidades de referência mais prestigiadas mundialmente na avaliação das práticas de sustentabilidade corporativa.

O índice DJSI foi criado pela S&P, Dow Jones e SAM em 1999, como o primeiro indicador da performance financeira das empresas líderes em sustentabilidade a nível global. Os membros deste índice são classificados como as empresas mais capazes de criar valor para os acionistas a longo prazo, através de uma gestão eficaz dos riscos associados a fatores económicos, ambientais e sociais.

Fonte: Galp

Mobi.E quer entrar em 2021 com 1400 postos de carregamento

Cinco anos depois de ter sido criada com o objetivo de repor em funcionamento a rede piloto de postos de carregamento e atuar como Entidade Gestora da Mobilidade Elétrica, a Mobi.E apresentou recentemente um novo posicionamento e uma imagem renovada.

Desde o início da fase plena de mercado da mobilidade elétrica, a 1 de julho de 2020, a Mobi.E tem vindo a transferir gradualmente as competências para os agentes de mercado, numa altura em que a rede conta com postos de carregamento em 268 municípios. A empresa tem como objetivo alargar a cobertura geográfica à totalidade dos municípios nacionais até ao final deste ano, assim como atingir a marca de 1 400 postos de carregamento.

“Queremos ser o motor que dá vida ao Ciclo da Mobilidade e, com a nossa experiência e know-how, pretendemos dar vida a uma nova mobilidade, mais inovadora e contagiante. Queremos reforçar o nosso papel enquanto instrumento público do Estado para o desenvolvimento de uma mobilidade sustentável e atuar no mercado regulado enquanto Entidade Gestora da Rede de Mobilidade Elétrica”, referiu Luís Barroso, Presidente da Mobi.E.

De acordo com a empresa, com estes pressupostos, a Mobi.E procura contribuir para que se alcancem os objetivos definidos para a descarbonização no setor da mobilidade e transportes: o Roteiro para a Neutralidade Carbónica que define que o setor seja neutro em termos de emissões em 2050; e o Plano Nacional Energia e Clima 2030 que projeta como meta para o setor a redução de gases de efeito de estufa de 40% até 2030.

“A época que vivemos convida a refletir e a Mobi.E também tem de acompanhar este clima de mudança. Nasce um novo posicionamento pensado para ajudar o desígnio de querermos um mundo melhor, um futuro mais sustentável, dando um contributo sólido para ajudar a alcançar os objetivos definidos para a descarbonização”, reforça Luís Barroso.

Enquanto instrumento público para o desenvolvimento da mobilidade sustentável, a MObi.E vai atuar em quatro domínios: promoção da mobilidade elétrica como solução de futuro; concretização das políticas públicas definidas pelo Governo para o desenvolvimento da mobilidade elétrica e a sua integração com outros modos; contribuição ativa para acelerar o processo de transição para a mobilidade elétrica; e monitorização do desenvolvimento da rede Mobi.E, propondo ajustamentos que se entendam necessários para melhorar a sua eficiência e contribuindo para a sua implementação.

“Para o próximo ano temos objetivos muito ambiciosos, além de concretizarmos investimento, vamos combater a desinformação e credibilizar o nosso modelo. Estamos a trabalhar num plano para dar a conhecer a Mobi.E e a rede Mobi.E, daí estarmos a apresentar este novo posicionamento e nova assinatura sob o mote Damos Vida ao Futuro. Estamos também a trabalhar nas redes sociais da Mobi.E e no desenvolvimento de um novo site, assim como num conjunto de ações que permite dar a conhecer a mobilidade elétrica e o funcionamento da rede Mobi.E”, refere Luís Barroso.

A rede Mobi.E conta com mais de 1 000 postos de carregamento, em mais de 85% dos municípios portugueses, incluindo as Regiões Autónomas. Registou cerca 80 mil carregamentos nos primeiros dez meses de 2020, tendo efetuado investimentos na ordem dos 3 milhões de euros. A rede disponibiliza eletricidade de 18 Comercializadores de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica (CEME).

Fonte: Mobi.E

Sistemas Nvidia equipam Hyundai e Kia a partir de 2022

O Hyundai Motor Group e a Nvidia anunciaram hoje a implementação da plataforma connected car Nvidia Drive em todos os novos modelos das marcas Hyundai, Kia e Genesis, a partir de 2022. 

A cooperação técnica com a Nvidia “permitirá ao Hyundai Motor Group desenvolver sistemas computacionais connected car de alto desempenho para os seus automóveis de última geração”, de acordo com o grupo coreano.

Desde o nível básico ao nível premium, todos os futuros modelos do grupo serão fornecidos de origem com sistemas de infotainment no veículo (IVI) desenvolvidos pela Nvidia Drive, nomeadamente hardware e software, permitindo aos sistemas de IVI do Hyundai Motor Group combinar áudio, vídeo, navegação, conectividade e serviços connected car baseados em sistemas inteligência artificial (IA).

Com esta plataforma de alto desempenho e eficiente do ponto de vista energético, os modelos futuros das três marcas do grupo Hyundai “proporcionarão aos seus clientes experiências em IA no veículo totalmente integradas e em aperfeiçoamento contínuo”, atualizáveis perpetuamente.

O Hyundai Motor Group colabora com a Nvidia desde 2015, e a plataforma NVidia Drive suporta já os sistemas IVI que dos modelos Genesis GV80 e G80. As duas empresas têm estado também a colaborar no desenvolvimento de um cockpit digital avançado, com lançamento previsto para final de 2021.

“Há mais de dez anos que a Nvidia trouxe a eletrónica do consumidor, acompanhada por uma interface do utilizador graficamente enriquecida, para os sistemas de infotainment“, explica Ali Kani, vice-presidente para os Veículos Autónomos da Nvidia, acrescentando: “Agora estamos novamente a transformar estes sistemas recorrendo ao poder da IA, ajudando assim o Hyundai Motor Group a aumentar a segurança e o valor, para além de melhorar a satisfação do cliente ao longo da vida útil do veículo”.

Paul Choo, vice-Presidente sénior para a Electronics Tech Unit (Unidade de Tecnologia de Eletrónica) do Hyundai Motor Group, afirma: “No Hyundai Motor Group estamos empenhados em fornecer mais valor, segurança, funcionalidade e prazer durante a vida útil dos nossos automóveis. (…) A plataforma Nvidia Drive está testada e comprovada, caracterizando-se por ser expansível e energeticamente eficiente, vantagens a que se junta um desempenho capaz de suportar a nossa próxima geração de veículos definidos por software“.

Parceria com a Nvidia permite a criação de novos ccOS

A parceria com a Nvidia permitirá ao Hyundai Motor Group aplicar o seu novo ‘sistema operativo connected car‘ (ccOS) em modelos futuros. Desenvolvido internamente pelo Hyundai Motor Group, este sistema agrupará a grande quantidade de dados gerada pelo veículo e pela respetiva rede de sensores, assim como por centros de dados connected car externos, fornecendo uma experiência mais agradável e cómoda para o condutor e passageiros.

O ccOS incorpora também uma arquitetura integrada para uma nova ‘plataforma de serviço connected car‘ (ccSP), uma estrutura aberta que permite que um vasto número de parceiros forneça serviços relevantes aos clientes.

Utilizando as estruturas de software da NVIDIA, o ccOS implementará quatro competências fundamentais. A nível de Computação de Alto Desempenho, as GPU da Nvidia serão utilizadas para processar grandes quantidades de dados no interior e no exterior dos veículos e otimizar o desempenho do sistema.

Em segundo lugar, sistemas de Computação Contínua fornecem um serviço ininterrupto, independentemente do estado do veículo – online ou offlline. O veículo liga-se à infraestrutura circundante e a dispositivos inteligentes para transportar a experiência de utilizador de dispositivos externos para o ambiente do automóvel.

Sistemas de Computação Inteligente proporcionam serviços personalizados, identificando adequadamente as intenções e as condições do condutor.

Finalmente, a Computação Segura protege o sistema através da monitorização segura das redes interiores e exteriores do veículo e isola os dados de segurança.

Os recentes avanços no campo da IA e da computação acelerada abriram a porta a que os veículos de última geração beneficiem de novas funcionalidades e capacidades, assim como de melhores funções de segurança, que podem ser acrescentadas após a aquisição do veículo. Graças à sua arquitetura computacional centralizada e definida por software, os novos modelos poderão ser atualizados ao longo de todo o seu tempo de vida útil, de modo a apresentarem os mais recentes avanços da tecnologia de cockpit digital ou outras funcionalidades. 

Fonte: Kia

Energia Independente vai produzir energia solar no Taguspark

O Taguspark vai passar a ter uma central de energia solar com capacidade para produzir anualmente mais de 1 GWh de energia elétrica. O projeto no maior Parque de Ciência e Tecnologia de Portugal, localizado em Oeiras, está a ser desenvolvido em parceria com a nova empresa da Galp para o autoconsumo solar – EI – Energia Independente – e tem por base a instalação de 1.566 painéis solares da empresa tecnológica LG em sete edifícios do Centro Empresarial de Inovação e Tecnologia do Taguspark, com uma potência total de instalação superior a 700 kWp.

O projeto prevê que 97% da energia produzida se destine ao autoconsumo nas instalações do Taguspark, o que permitirá a este pólo empresarial reduzir a sua dependência da rede elétrica em 23% e evitar a emissão de 251 toneladas de CO2 por ano.

“O projeto do Taguspark revelou ser um grande desafio, essencialmente pela sua complexidade, e um teste à tecnologia que a EI tem vindo a desenvolver, a que chamamos Eitech2perform, e que nos permite atingir um elevado grau de otimização e competitividade. É a confirmação que estamos a conseguir responder aos requisitos dos clientes mais exigentes”, diz Ignacio Madrid, CEO da Energia Independente.

“Este projeto é mais um passo importante do Taguspark rumo à sustentabilidade do edificado. Um caminho que está perfeitamente definido e que iremos prosseguir sem hesitações, do qual fazem parte as milhares de pessoas que diariamente trabalham e frequentam os espaços públicos e privados do Taguspark. O nosso Parque tem como objetivo constituir-se como referência cívica a nível Europeu. Para o concretizarmos foram traçados quatro pilares de atuação, entre eles, naturalmente, a independência energética. O contributo para a descarbonização é uma obrigação que assumimos de forma a entregarmos às gerações vindouras um planeta mais equilibrado, limpo e ambientalmente sustentável. Os nossos níveis de exigência são tão mais altos quanto maiores são os desafios que abraçamos. Queremos ser o Parque mais Cívico da Europa”, refere Eduardo Baptista Correia, CEO do Taguspark.