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Green Future-AutoMagazine

O novo portal que leva até si artigos de opinião, crónicas, novidades e estreias do mundo da mobilidade sustentável

Notícias

Maersk apoia a construção de uma grande instalação de combustível verde

Maersk apoia o maior centro de produção de amoníaco verde da Europa

Com a A.P. Moller-Maersk como um dos colaboradores, o Copenhagen Infrastructure Partners (CIP), o maior fundo de investimento em energias renováveis do mundo, anunciou recentemente planos para a construção da maior instalação de produção de amoníaco verde da Europa, em Esbjerg, na costa ocidental da Dinamarca, o centro de produção de energia eólica offshore do país.

As instalações Power-to-X converterão a energia das turbinas eólicas em amoníaco verde, que pode ser ser utilizado tanto na agricultura, como fertilizante, mas também como combustível na indústria naval.

A A.P. Moller-Maersk, procura alternativas sustentáveis para os combustíveis navais do futuro, sendo o amoníaco verde um dos três tipos de combustível preferidos.

O gigante dinamarquês do transporte marítimo assinou, juntamente com as empresas dinamarquesas Arla, Danish Crown, DLG e DFDS, um memorando de entendimento em que se compromete a trabalhar para o estabelecimento da instalação, bem como apoiar o transporte do amoníaco verde produzido, pronto a ser comercializado no mercado.

De acordo com Henriette Hallberg Thygesen, CEO de Fleet & Strategic Brands da Maersk, há “um sentido de urgência muito real na redução das emissões libertadas pelos navios, e temos de desenvolver combustíveis neutros em carbono escaláveis. Na A.P. Moller-Maersk anunciamos que teremos a nossa primeira embarcação neutra em carbono na água até 2023 – sete anos antes do previsto. Esta embarcação funcionará com metanol neutro em carbono. No entanto, consideramos o amoníaco verde como uma opção promissora para os combustíveis navais e está em desenvolvimento um motor que utilizará amoníaco como combustível. Estamos otimistas de que o amoníaco, juntamente com o metanol e misturas de álcool-lignina, alimentará os navios da Maersk no futuro”.

De acordo com a CIP, o projeto tem potencial para reduzir as emissões de CO2 em cerca de 1,5 milhões de toneladas – o equivalente a retirar permanentemente 730.000 carros das estradas. O início da produção de amoníaco verde está prevista para 2026.

Efacec apresenta novas soluções de carregamento

Efacec apresenta novas soluções de carregamento

A Efacec apresentou as suas novas soluções de mobilidade elétrica, com a criação de produtos mais sustentáveis e preparados para a digitalização e a indústria 4.0.

As novas soluções assentam no conceito de Modularidade (Modular Systems), patenteado pela Efacec. De acordo com a empresa, os novos produtos oferecem mais controlo, mais potência, maior versatilidade e flexibilidade (gestão dinâmica de potência), reduzindo o tempo despendido no carregamento e facilitando o processo de manutenção.

No segmento de carga em corrente alternada para os diferentes tipos de utilizador – público, privado ou frotas –, a Efacec criou a nova geração do ‘Public Charger’, com potências de 11 kVA e 22 kVA em regime contínuo, duas saídas (para carregamento simultâneo de dois veículos), um novo interface mais simples, possibilidade de integração de terminais de pagamento, funcionalidade Smartcharging e capacidade de atualização remota (over-the-air) do software.

A Efacec ampliou ainda a linha HV350, uma solução para o segmento de carregadores ultra-rápidos de alta potência, 350 kW/500 A contínuos, capazes de carregar todos os veículos elétricos. Entre as principais características, destacam-se a possibilidade de carga simultânea, a arquitetura de suporte aos requisitos ‘Eichrecht’/’Calibration Law’, as funcionalidades Smartcharging e Plug and Charge, funcionalidades de cibersegurança, suporte digital à manutenção remota, atualizações remotas de software e interface de utilização customizável. A nova geração de carregadores ultra-rápidos da gama HV, será lançada no primeiro semestre de 2022.

No segmento dos carregamentos rápidos, a Efacec apresentou a plataforma QC, que inclui os modelos QC60, QC90 e QC120. O design modular permite upgrade progressivo da potência, de 60 a 120 kW, e tensões até 920 Vdc. Disponibiliza carga simultânea, sendo possível carregar três veículos em paralelo, em corrente contínua e/ou alternada, com saídas configuráveis e gestã dinâmica do carregamento. Além das principais características partilhadas com a linha HV350, a plataforma QC permite reduzir o espaço de implementação (compact footprint) e disponibiliza controlo dinâmico de ruído. A extensão da plataforma QC com soluções até 180 kW terá lugar ainda no primeiro semestre de 2021.

Todos as novas soluções de carregamento permitem a integração com o Load Management System (LMS) da Efacec, uma ferramenta que permite gerir dinamicamente a utilização de potências das estações no local da instalação, a gestão dinâmica com smart meters, bem como a integração com CPMS/OCPP e HMI web based.

Por último, a Efacec também divulgou a sua nova ferramenta digital de gestão de carregadores e de redes de carregamento, EV Core – Charging Point Management System, uma solução que facilita a configuração e personalização por parte dos utilizadores, assim como a integração com a aplicação móvel da marca. Esta ferramenta receberá novas funcionalidades em 2021, passando a incorporar acessos para manutenção e gestão de ativos.

Fonte: Efacec

Plataforma online Nau lança cursos focados na sustentabilidade

Plataforma online NAU lança cursos focados na sustentabilidade

A NAU – plataforma para o ensino e formação online dirigido a grandes audiências –, um serviço da Unidade FCCN da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), está a promover dois cursos na área da sustentabilidade.

O curso ‘O Futuro das Cidades, os Cidadãos e a UE’ é ministrado pelo INA – Direção-Geral da Qualificação dos Trabalhadores em Funções Públicas, em parceria com a FEFAL – Fundação para os Estudos e Formação nas Autarquias Locais e com o IN+ Center for Innovation, Technology and Polcy Research/Instituto Superior Técnico.

Para a conclusão do curso estima-se uma duração de 3 horas e cada participante gere o seu tempo de forma autónoma e flexível, uma vez que o curso está disponível online em permanência. Os formandos que concluirem o curso receberão um certificado digital de participação.

Este curso, que decorrerá em formato 100% online, é gratuito. As inscrições estão abertas até ao próximo dia 30 de junho.

Para Pedro Barbosa Cabral, gestor do projeto NAU, “As smart cities são uma realidade cada vez mais próxima, e na Europa já estão a ser dados passos neste sentido. Com o curso que promovemos em parceria com a INA, os cidadãos portugueses, e nomeadamente o poder local, poderão preparar-se para o processo de integração europeia, não esquecendo o clima, uma vez que este também é o foco!”.

A formação irá focar os desafios existentes numa cidadania ativa, tanto local como europeia, e como contribuir para a consolidação da construção de cidades inteligentes e verdes, tendo em conta que uma das missões do Horizonte Europa, o próximo programa-quadro da UE para a investigação e a inovação, e das linhas do Pacto Ecológico Europeu é a aposta em cidades inteligentes e com impacto neutro no clima. Este curso de formação online oferece a possibilidade de conhecer o conceito de cidade inteligente, a estratégia europeia nesta matéria e o papel que a Administração Local pode desempenhar, no contexto da integração europeia, para o aprofundamento da cidadania e para a construção de um futuro de cidades inteligentes e verdes.

Em parceria com a Universidade Aberta, a NAU promove também um outro curso, denominado “Educação para a Sustentabilidade”. Vocacionado para docentes do ensino pré-escolar, básico/secundário e público generalista, esta formação tem como principal finalidade ensinar a desenvolver planos de implementação de projetos de Educação para a Sustentabilidade, permitindo colocar em prática ações para alterar comportamentos, no sentido da adoção de práticas pró-ambientais e sustentáveis.

O curso ‘Educação para a Sustentabilidade’ tem a duração de 39h, num modelo por módulos, com conteúdos que irão sendo divulgados ao longo do tempo, geralmente de semana a semana. No final do curso os participantes poderão ser reconhecidos com um certificado de conclusão do curso – que será atribuído após conclusão com sucesso de pelo menos 2 das 3 e-atividades disponibilizadas ao longo dos tópicos, avaliadas pelos pares de acordo com orientações específicas; ou através da creditação formal do curso (1,5 créditos ECTS) – que envolve um trabalho adicional e o pagamento de uma taxa (80 euros).

As inscrições estão disponíveis no site da NAU, para professores do ensino pré-escolar, básico e secundário (todos os grupos disciplinares), assim como para todos os interessados na temática que pretendam implementar projetos de educação para a sustentabilidade em qualquer contexto educativo.

Após a conclusão do curso, os participantes estarão capacitados para identificar e debater a relevância dos principais conceitos associados e das metodologias de educação para o desenvolvimento sustentável, seguindo as recomendações, políticas e estratégias internacionais e nacionais da área; caracterizar os principais eixos de atuação em educação para a sustentabilidade em qualquer contexto formal e não formal bem como a nível de educação/ formação; e, por fim, desenvolver uma proposta para um projeto de educação para a sustentabilidade.

Para Pedro Cabral, este curso “é uma verdadeira mais-valia, dada a atualidade e importância da temática. A sustentabilidade do planeta é um problema real e mundial e cabe a todos zelar pela mesma. Com as recomendações e estratégias internacionais e nacionais da área abordadas durante o curso, existirão mais trunfos para combater a inatividade ou desconhecimento sobre o tema”.

Fonte: NAU

Equipa do Green Future AutoMagazine cresce

Equipa do Green Future AutoMagazine cresce

A nossa equipa cresceu.

Pedro Gil de Vasconcelos passou a integrar a equipa do Green Future AutoMagazine, assumindo o cargo Diretor Executivo.

Licenciado em Cinema e Audiovisuais, pela ESAP – Escola Superior Artística do Porto, foi jornalista da RTP entre Junho de 1991 e Novembro de 2004, onde participou e liderou projectos como ‘Rotações’, ‘Sem Limites’, ‘Máquinas’ e ‘Velocidades’, entre outros.

A partir de 2004 passou a desenvolver e liderar projetos como o departamento de Relações Externas do El Corte Inglés Gaia-Porto, o programa diário RTP ‘Bolsa de Emprego’, o magazine ‘Quatro Tempos’, dedicado ao mundo dos motores, ou o magazine da RTP, ‘Romaria do Meu Coração’.

Atualmente, desenvolve inúmeras ações de comunicação, nomeadamente na área de mobilidade sustentável. Integrou o painel de colunistas regulares da Green Future AutoMagazine e na sequência do trabalho desenvolvido, aceitou integrar a equipa de forma mais permanente.

Hyundai apresenta o aguardado Ioniq 5

A Hyundai apresentou o aguardado Ioniq 5, um CUV (crossover utility vehicle) que é primeiro modelo da série baseado na plataforma E-GMP da marca.

O Ioniq 5 estará disponível em duas versões, uma equipada com bateria de 72,6 kWh, que permite uma autonomia de até 500 quilómetros; e a segunda, mais modesta, com 58 kWh, que disponibilizará energia para cerca de 400 quilómetros. Os valores oficiais WLTP ainda não estão disponíveis, uma vez que o veículo ainda não concluiu o processo de homologação.

Em relação ao desempenho, as duas versões disponibilizarão motorizações que vão dos 170 cavalos no modelo de base, até uns generosos 306 cavalos no topo de gama, que recorre a um segundo motor no eixo dianteiro.

Este último irá conseguir acelerar dos 0 aos 100 km/h em 5,2 segundos, enquanto que o modelo mais descontraído cumpre o sprint em 8,5 segundos. A velocidade máxima de todas as versões é de 185 km/h.

Relativamente ao armazenamento de energia, a Hyundai apresentou uma nova solução que usa baterias de polímero de lítio, com um eletrólito quase sólido. A Hyundai não avançou mais detalhes, mas supõe-se que o eletrólito seja parecido com um gel, já que as folhas de eletrólito sólido normalmente só alcançam condutividade iónica suficiente a partir de uma temperatura operacional de cerca de 60°C, impraticáveis num automóvel.

Uma das vantagens desta arquitetura é que as células podem ser mais planas e uma caixa sólida para armazenamento das células é agora dispensável. Isto permite que a densidade de energia por pack possa ser aumentada no futuro sem custos adicionais consideráveis.

A Hyundai promete uma potência máxima de carga DC, para a maior bateria, de 220 kW. Ambas as variantes serão capazes de carregar a bateria de 10% a 80% em 18 minutos, o que, na bateria de maior volume corresponde a um conteúdo de energia de 51,1 kWh e, portanto, uma potência de carga média a 170 kW. Com a bateria de menor capacidade, 40,6 kWh são carregados em 18 minutos, o que corresponde a uma potência média de carga de 135 kW.

Além de um tejadilho clássico de metal, o IONIQ 5 estará disponível com duas opções: um tejadilho de vidro panorâmico e um tejadilho solar, em que as células fotovoltaicas integradas podem carregar a bateria diretamente. Em testes no sul da Europa, conseguiram gerar eletricidade para cinco a seis quilómetros por dia, razão pela qual a Hyundai afirma que só o teto solar permitirá cumprir até 2.000 quilómetros por ano.

Bancos de “gravidade zero”

De acordo com a marca, o interior foi projetado como uma sala de estar. A plataforma E-GMP oferece um piso interior totalmente plano, o que permite dispensar a consola central entre a área dos pés do condutor e do passageiro.

Os bancos dianteiros serão capazes de fornecer conforto durante as pausas para carregamento e são referidos pela Hyundai como bancos de “gravidade zero”.

Os encostos mais finos dos assentos dianteiros possibilitam o aumento do espaço para as pernas dos passageiros no assento traseiro. O próprio banco traseiro pode ser movido até 20 centímetros, dependendo da necessidade de espaço para as pernas ou de bagagem.

Com uma distância entre eixos de exatamente três metros, o Ioniq 5 deverá oferecer muito espaço interior, no mesmo nível similar a alguns sedans de luxo. O comprimento total do veículo é de 4,63 metros.

O Ioniq 5 terá um cockpit totalmente digital. Dois ecrãs de 12,25 polegadas, um como display de instrumentos para o condutor, e um segundo como centro de infoentretenimento, à direita. Algumas das funções, como o ar condicionado,  continuam a ser controladas através de botões analógicos localizados sob o touchscreen. Receberá a versão mais avançada do ‘Highway Driving Assist’, que permite mudanças seguras de faixa na autoestrada.

Com a produção prevista para arrancar no primeiro trimestre, os primeiros veículos do novo modelo são aguardados no mercado no início do verão. Os preços para o mercado português ainda não está definidos, mas deverão situar-se entre os 35 e os 62 mil euros.

Stena Line apresentará embarcações de zero emissões até 2030

Stena Line apresentará embarcações de zero emissões até 2030

Com o objetivo de reduzir em 70% as emissões do porto de Gotemburgo, na Suécia, a companhia de ferries Stena Line apresentará duas embarcações de emissões zero até 2030, que cobrirão a rota Gotemburgo-Frederikshavn (Dinamarca).

Este projeto de descarbonização é uma colaboração entre a Stena Line, a Volvo Group, a Scania e o Porto de Gotemburgo, fazendo parte da Iniciativa Tranzero que planeia reduzir significativamente as emissões portuárias até ao final da década. A Iniciativa foca-se nos milhares de transportes e nas 55.000 toneladas de emissões de carbono geradas anualmente pelos transportes rodoviários de e para o Porto de Gotemburgo.

Segundo Elvir Dzanic, diretor-executivo da Autoridade Portuária de Gotemburgo, “Nenhuma organização ou pessoa detém a chave para enfrentar os desafios com que nos deparamos. A colaboração é crucial e temos o prazer de trazer a bordo dois dos maiores fabricantes mundiais de camiões e a maior empresa de ferries do mundo. Com a nossa experiência colectiva, amplitude e presença no mercado, podemos fazer uma verdadeira diferença”.

Durante a conferência de apresentação da iniciativa, o CEO da Stena Line e membro da Comissão de Eletrificação do Governo Sueco, Niclas Mårtensson, abordou os planos da empresa: “Passamos agora da visão para a embarcação Stena Elektra, movida a bateria. Dentro de um ano, apresentaremos as especificações gerais e, o mais tardar até 2025, planeamos encomendar a primeira embarcação. Este será um enorme passo em direção a uma navegação sem a utilização de combustíveis fósseis”.

Concebido em aço de alta resistência, com o intuito de reduzir o peso e aumentar a eficiência, o Elektra medirá, aproximadamente, 200 metros de comprimento e terá capacidade para transportar mil pessoas. Este navio, com 3.000 metros cúbicos de capacidade de carga, cobrirá as 50 milhas que separam os portos de Gotemburgo e Frederikshavn usando exclusivamente a energia fornecida pelas baterias.

A empresa sueca encontra-se, igualmente, a combinar a eletrificação com combustíveis alternativos, não fósseis, nomeadamente células de combustível, hidrogénio e bioetanol, de forma a aumentar o raio de alcance dos navios.

Novas etiquetas energéticas chegam às lojas a 1 de março

A partir de 1 de março, frigoríficos, congeladores, aparelhos de armazenagem de vinho, máquinas de lavar louça, máquinas de lavar roupa, máquinas combinadas de lavar e secar roupa,  televisores e ecrãs digitais passam a apresentar, tanto nas lojas físicas como nas lojas online, a nova etiqueta energética. No caso das lâmpadas, a mudança para a nova etiqueta energética entra em vigor a 1 de setembro de 2021.

A principal novidade da nova etiqueta energética é a escala de classes de eficiência energética que regressa à sua forma original, de A (mais eficiente) a G (menos eficiente). Nesta mudança, os procedimentos de ensaio e de cálculo da eficiência energética de alguns produtos foram revistos, as classes energéticas da antiga etiqueta foram reescalonadas e a etiqueta tem um novo grafismo. Outra inovação é a existência de um código QR na etiqueta, que direciona o consumidor para a Base de Dados de Produtos Europeia e pictogramas, novos ou revistos, com mais informações sobre o desempenho e as características específicas dos produtos.

Os dois projetos que apoiaram a implementação da nova etiqueta energética, o BELT (Boost Energy Label Take Up) e o LABEL2020, são financiados pela União Europeia ao abrigo do programa ‘Horizonte 2020’. Estes projetos visam ainda a adoção de produtos mais eficientes ao nível europeu. Em Portugal, a DECO Proteste, em colaboração com a Worten, é responsável pela implementação do Projeto BELT, enquanto a ADENE, em estreita coordenação com a Direção-Geral de Energia e Geologia, é a entidade responsável pela implementação do projeto LABEL2020.

As informações sobre as alterações da etiqueta de cada grupo de produto, assim como sobre o impacte energético e ambiental de cada escolha, estão reunidas na ferramenta do Projeto BELT. O Projeto LABEL2020 reuniu também toda a informação sobre o tema num website, onde brevemente disponibilizará ainda uma ferramenta que apoiará o consumidor na utilização da nova etiqueta. 

A 4 de março, às 18h30, a ADENE organiza um webinar, com a participação da DECO Proteste, sobre as mudanças e vantagens da etiqueta energética, transmitido em direto no Facebook da ADENE, havendo também espaço para perguntas e respostas.

Fonte: DECO Proteste

Kia anuncia preços e inicia pré-encomendas do novo Sorento HEV

O novo Kia Sorento, SUV de topo de gama e um dos modelos mais emblemáticos da marca coreana, já está disponível para pré-reserva em Portugal.

O novo Kia Sorento está disponível para pré-encomenda na primeira versão a chegar a Portugal, o HEV (híbrido), com preço a partir de 47.950 euros (campanha de financiamento Santander Consumer Finance). As pré-reservas são limitadas a 25 unidades, com oferta de Manutenção Programada de sete anos ou 105.000 quilómetros.

De acordo com a Kia, fruto da tradição de mercado e do leque de ‘fiéis’ de que dispõe em Portugal, o novo Sorento tem registado manifestações de interesse desde que, em dezembro, foi colocado para apresentações online, em tempo real, no Kia Vibe, a plataforma de e-commerce lançada em 2020 pela Kia Portugal. 

O Kia Sorento HEV combina um motor a gasolina 1.6 T-GDi (turbo com injeção direta de gasolina) com um motor elétrico de 44,2 kW e uma caixa automática de seis velocidades, debitando 230 cavalos e oferecendo um binário de 350 Nm.

A tecnologia híbrida desta nova motorização do Sorento permite custos de utilização substancialmente mais baixos do que a tecnologia diesel da anterior geração do modelo, fruto da eficiência de consumo alcançada, com um registo de 6,7 l/100km (consumo combinado WLTP).

O modelo continua a oferecer um espaço generoso para sete passageiros, bem como uma das maiores capacidades de carga da sua classe – até 821 litros. Com a configuração de sete lugares, o espaço da bagageira é 32% maior do que o dos seus antecessores, situando-se agora nos 179 litros. 

Naquela que é a quarta geração do Sorento, este SUV de referência da Kia assume uma posição de topo no alinhamento de veículos da marca. O leque de sistemas de assistência à condução inclui, entre outras, a Assistência à Prevenção de Colisões pelo Ângulo Morto, equipada com Monitor do Ângulo Morto. Este sistema realiza intervenções no volante e na travagem e oferece ao condutor uma visualização em tempo real através de câmaras laterais e de imagens no painel de instrumentos, agora totalmente digital.

Adicionalmente, o novo modelo inclui Assistência à Circulação em Autoestrada com Assistente de Fila de Trânsito, Cruise Control Inteligente Baseado na Navegação, Assistência à Prevenção de Colisões Frontais com Função de Viragem em Cruzamentos, Câmara de Visão 360º e Head Up Display, além de um sistema de navegação de 10,25 polegadas. 

O novo Kia Sorento HEV chega aos Concessionários Kia na segunda quinzena de março de 2021. As pré-reservas podem ser efectuadas no site da Kia Portugal.

Fonte: Kia

Peugeot e-Rifter chega no segundo semestre

A Peugeot avança na eletrificação total da sua gama de veículos de passageiros, apresentando agora a versão elétrica do Rifter.

Assente na plataforma modular EMP2 (Efficient Modular Platform), o Peugeot e-Rifter integra uma motorização 100% elétrica com uma potência máxima de 100 kW (136 cavalos) e um binário máximo de 260 Nm, no modo ‘Power’ – além deste, existem também os modos ‘Eco’ (60 kW; 190 Nm) e ‘Normal’ (80 kW; 210 Nm). A velocidade máxima é de 130 km/h, e o sprint clássico 0-100 km/h é cumprido em 11,2 segundos. Recupera dos 80 aos 120 km/h em 8,9 segundos. Já a capacidade máxima de reboque é de 750 quilogramas.

A cadeia de tração elétrica – motor elétrico, inversor e carregador-conversor CC/AC – é semelhante à do novo Peugeot e-Partner, com uma adaptação no redutor da transmissão para responder aos constrangimentos de carregamento inerentes à utilização dos veículos utilitários. 

O Peugeot e-Rifter está disponível em duas versões, de cinco e sete lugares, em cada um dos dois comprimentos: Standard, com 4,40 metros, e Longo, com 4,75 metros e maior distância entre eixos. A altura inferior a 1,9 metros garante o acesso à maior parte dos parques de estacionamento.

As duas versões estão disponíveis com uma bateria de iões de lítio (18 módulos) com uma capacidade de 50 kWh, permitindo uma autonomia máxima de 280 quilómetros, de acordo com o protocolo WLTP (valor ainda em processo de homologação).

O Peugeot e-Rifter disponibiliza dois tipos de carregadores embarcados: monofásico de 7,4 kW, de série (carga completa em 7h30 a partir de Wall Box); e carregador trifásico de 11 kW, opcional (carga completa a partir de Wall Box em 5 horas). O carregamento completo em tomada comum de 8A demora 31 horas, e 15 horas a partir de tomada reforçada de 16A. O e-Rifter está ainda preparado para carregamentos rápidos de 100 kW, permitindo atingir 80% da capacidade em 30 minutos.

A nível de equipamento, o Peugeot e-Rifter pode receber, opcionalmente, um painel de instrumentos 100% digital, estreia absoluta no segmento, com um painel de alta definição de 10 polegadas a ocupar o lugar da instrumentação convencional. Entre a restante oferta, destacam-se o Advanced Grip Control com cinco níveis de aderência, câmara de marcha-atrás, alerta de transposição involuntária de faixa e de risco de colisão, reconhecimento alargado de sinais de trânsito, alerta de atenção do condutor, sistema de vigilância do ângulo morto e sistema de controlo de estabilidade do reboque.

A bagageira do Peugeot e-Rifter dispõe de um volume de carga que varia entre os 775 litros, medidos abaixo da chapeleira da versão Standard de cinco lugares, e os 4.000 litros, medidos até ao tejadilho com os bancos rebatidos, na versão Longa. As baterias, alojadas sob o piso, não têm qualquer impacto na habitabilidade.

Único no seu segmento, o portão traseiro integra opcionalmente a abertura da janela, permitindo o acesso à bagageira sem necessidade de abertura da porta abrir na totalidade. Está também disponível o popular teto Zénith, com um vidro único no tejadilho, que pode ser coberto por uma cortina de acionamento elétrico.

Produzido na fábrica de Vigo, na Galiza, o novo Peugeot e-Rifter será comercializado a partir do segundo semestre de 2021, com uma gama que integra quatro níveis graduais de equipamento.

Fonte: Peugeot

Projeto integrado de energia renovável e mobilidade elétrica no Alegro Montijo

O Centro Comercial Alegro Montijo inaugurou recentemente uma solução integrada de energia renovável e mobilidade elétrica, planeada e implementada pela Nhood Portugal, responsável pela gestão operacional do centro, em parceira com a Mota-Engil Renewing.

O projeto consiste no desenvolvimento de um modelo integrado de Local Smart Energy, com a produção de energia renovável em dois locais distintos – cobertura do hipermercado e estrutura do parque de estacionamento –, associado a um Energy Storage, que alimentará uma estrutura de carregamento elétrico que servirá o parque automóvel do centro comercial – Smart Charging –, com uma potência total de 540 kW. São disponibilizados oito lugares de estacionamento com postos de carregamento para veículos híbridos e elétricos: três postos rápidos e dois postos semirrápidos.

O desenvolvimento de um modelo integrado de energia e mobilidade com estas características permite maximizar a gestão conjunta dos fluxos energéticos gerados, de modo a garantir que são autoconsumidos, na mobilidade elétrica e nas instalações, minimizando a necessidade de recorrer à energia da rede pública. É um passo no caminho da redução da pegada de carbono gerada localmente, contribuindo desta forma para as metas de neutralidade carbónica.

João Remondes, Líder de Transformação e Impacto Positivo da Nhood Portugal, saliente que “com a implementação deste projeto para o cliente Ceetrus, a Nhood Portugal atua em prol da transformação das cidades através de uma política de Triplo Impacto Positivo, ou seja, cria espaços que geram comunidades ativas, cidades sustentáveis, um planeta melhor para todos e, a longo prazo, acrescenta valor ao próprio ativo. Pretendemos criar projetos inclusivos e diversificados, com um foco em três eixos, Pessoas, Planeta e Proveitos, em prol da prosperidade dos locais onde atuamos. A instalação deste projeto no Centro Comercial Alegro Montijo é um claro exemplo deste compromisso da Nhood com o futuro, uma vez que representa diversos benefícios ambientais, na medida em que pretende impulsionar a transição para a mobilidade elétrica no retalho, com impactos ambientais muito positivos na redução das emissões de gases com efeito de estufa, na melhoria da qualidade do ar e na redução do ruído do parque automóvel. A curto prazo, prevemos replicar a implementação deste projeto de energia e mobilidade elétrica nos restantes ativos propriedade da Ceetrus”.

De acordo com o comunicado, a Nhood foi criada recentemente a nível global e implementada em Portugal, a par de outros nove países, com o propósito de “criar, revitalizar e transformar ativos imobiliários de uso misto, bairros e cidades, contribuindo para uma nova visão urbana e para a evolução dos novos modos de vida”. Em Portugal, a Nhood gere mais de 700 milhões de euros de valor de ativos. Na sua estratégia a cinco anos para Portugal, a Nhood tem previstos projetos em mais de quinze municípios, com um plano de gestão de investimento dos clientes de mais de 500 milhões de euros, que prevêem a criação de mais de 1.700 novas habitações e mais de 3.000 postos de trabalho, assegurando que 100% dos projetos utilizam fontes de energias renováveis.

Fonte: Nhood