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Green Future-AutoMagazine

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Novo Hyundai IONIQ 3 nomeado finalista no European Car of the Year 2027

O Hyundai IONIQ 3, o novo modelo 100% elétrico da HYUNDAI, foi nomeado um dos sete finalistas do prémio European Car of The Year 2027. Selecionado por um júri independente composto por jornalistas especializados do setor automóvel, de toda a Europa (incluindo Portugal), esta nomeação coloca o novo Hyundai IONIQ 3 entre os candidatos a um dos prémios automóveis mais conceituados da Europa. O vencedor será anunciado a 8 de janeiro de 2027 no Salão Automóvel de Bruxelas.

Concebido na Europa e produzido na fábrica da Hyundai Motor Türkiye, em İzmit, o novo Hyundai IONIQ 3 foi desenvolvido especificamente para os clientes europeus e tem como objetivo tornar a mobilidade elétrica acessível a um leque mais alargado de clientes. Este compacto totalmente elétrico combina a linguagem de design “Art of Steel” da HYUNDAI, um interior espaçoso e tecnologia intuitiva com uma autonomia de até 497 km (WLTP) na versão Long Range.

Em Portugal, o novo Hyundai IONIQ 3 já está disponível a partir de 279€/mês*, com oferta de contrato de manutenção e oferta de wallbox (detalhes da campanha aqui).

“Ser nomeado finalista do prémio European Car of The Year é um importante reconhecimento para o novo Hyundai IONIQ 3 e para o trabalho que foi dedicado ao seu desenvolvimento”, afirmou Christopher McKinnon, vice-presidente, responsável pela área de Produto e diretor do Gabinete de Produto para a Europa na Hyundai Motor Europe. “Propusemo-nos a criar um veículo elétrico concebido à medida das necessidades dos clientes europeus, combinando um design distinto com uma aerodinâmica líder na sua classe, uma autonomia elevada e um espaço interior excecional, a par de tecnologia avançada a um preço acessível. A resposta dos clientes tem sido muito encorajadora, com as encomendas a excederem já as nossas expectativas iniciais. Esta nomeação reflete a solidez desta proposta e a nossa ambição de tornar a mobilidade elétrica mais atrativa e prática para um público cada vez mais alargado.”

O que faz do Hyundai IONIQ 3 um candidato ao título de European Car of the Year 2027?

O novo Hyundai IONIQ 3 combina várias características líderes na sua classe que respondem aos principais requisitos dos clientes europeus. O seu design aerodinâmico contribui para a eficiência de condução, enquanto o seu interior espaçoso oferece a praticabilidade de um veículo de maiores dimensões, apesar das suas dimensões exteriores compactas. A tecnologia intuitiva facilita a utilização no dia a dia e o preço acessível torna a mobilidade elétrica disponível para um leque mais alargado de clientes.

O que é o European Car of the Year?

O prémio European Car of the Year é uma competição automóvel independente criada em 1964. O seu júri internacional é composto por 65 jornalistas especializados do setor automóvel de toda a Europa (incluindo dois representantes de Portugal), que avaliam os veículos novos elegíveis com base em critérios que incluem o design, a inovação, o desempenho, a relação qualidade-preço e o posicionamento no mercado.

São selecionados sete finalistas a partir da lista inicial de candidatos. Após uma fase adicional de avaliação e votação, o vencedor da edição de 2027 será anunciado a 8 de janeiro de 2027, no Salão Automóvel de Bruxelas.

      Elétricos dominam o Carro Frota 2026 e BMW iX1 é eleito Carro Frota do Ano

      O BMW iX1 eDrive20 foi eleito Carro Frota do Ano 2026 na 22.ª edição dos Prémios Carro Frota, promovidos pela Ayvens. A edição deste ano ficou marcada por um marco inédito: todos os segmentos a concurso foram conquistados por veículos 100% elétricos, refletindo a crescente maturidade da mobilidade elétrica e a sua relevância para as decisões de aquisição das empresas. O evento assinalou ainda a estreia do Prémio Revelação, atribuído ao BYD Sealion 7.

      A eletrificação assumiu o protagonismo na 22.ª edição dos Prémios Carro Frota, iniciativa que distingue os modelos que melhor respondem às necessidades das empresas e dos utilizadores profissionais. Entre os 12 modelos avaliados, o BMW iX1 eDrive20 destacou-se pelo equilíbrio entre experiência de condução, conforto, qualidade percebida e competitividade ao nível do Custo Total de Utilização (TCO), conquistando a distinção máxima de Carro Frota do Ano 2026.

      A edição deste ano reuniu 13 representantes de empresas nacionais e multinacionais que, em conjunto, gerem uma frota superior a 6.000 veículos e percorrem mais de 150 milhões de quilómetros por ano. O painel de jurados avaliou quatro segmentos de mercado em condições reais de utilização, procurando reproduzir os critérios que influenciam as decisões de aquisição e renovação de frotas.

      Na categoria Utilitário, o Peugeot E-208 conquistou o primeiro lugar, numa competição que incluiu também o Toyota Yaris e o Seat Ibiza. O modelo vencedor destacou-se pela qualidade dos materiais, pela facilidade e posição de condução e pela experiência proporcionada aos utilizadores.

      Na categoria Utilitário SUV, o Volvo EX30 foi o modelo distinguido, superando o Volkswagen Taigo e o Dacia Duster. O design exterior, a insonorização e a facilidade e posição de condução foram as características que mais agradaram ao júri. 

      Na categoria Pequeno Familiar, a vitória coube ao BMW iX1, que competiu com o Mercedes-Benz Classe A 250e e o Renault Symbioz. O modelo destacou-se pela qualidade dos materiais, pelo design exterior e pelo conforto dos bancos dianteiros e traseiros, características que contribuíram também para a sua eleição como Carro Frota do Ano 2026.

      Já no segmento Médio Familiar, o Tesla Model Y Long Range alcançou o primeiro lugar, superando o BMW i4 eDrive40 e o Cupra Terramar e-Hybrid Special. A visibilidade proporcionada ao condutor, a acessibilidade aos lugares e à bagageira e a intuitividade do sistema de infotainment e conectividade foram os aspetos mais valorizados pelos participantes.

      A edição de 2026 ficou ainda marcada pelo lançamento do Prémio Revelação, uma nova distinção destinada a reconhecer modelos que se diferenciam pela inovação, posicionamento e potencial relevância para o mercado empresarial. O vencedor da primeira edição foi o BYD Sealion 7, escolhido após uma experiência de condução realizada entre Lisboa e Montemor-o-Novo. Além do modelo vencedor, estiveram também a concurso o BMW iX3, Mercedes-Benz GLC, Toyota bZ4X 74, Zeekr 7GT, Jaecoo 7 PHEV e Volvo EX60. Com esta nova categoria, a Ayvens pretende destacar propostas diferenciadoras que poderão assumir relevância nas futuras decisões de renovação das frotas.

      “Há poucos anos discutíamos se os veículos elétricos seriam uma alternativa viável para as frotas empresariais. Hoje, os resultados do Carro Frota mostram uma realidade diferente: os modelos 100% elétricos lideram todos os segmentos avaliados pelos próprios utilizadores empresariais. Este resultado demonstra a evolução da tecnologia, da oferta disponível e da capacidade destas soluções responderem às necessidades concretas das empresas. A introdução do Prémio Revelação reforça também o nosso compromisso em acompanhar a inovação do setor e apoiar os clientes na transição para uma mobilidade cada vez mais eficiente e sustentável“, destaca António Oliveira Martins, Diretor-Geral da Ayvens Portugal.

      A avaliação dos veículos teve por base testes de condução em condições reais de utilização, complementados pelo questionário online onde os jurados classificaram diferentes características dos automóveis. A metodologia integrou uma componente qualitativa e uma componente quantitativa baseada no Custo Total de Utilização (TCO), responsável por 50% da classificação final.

      A pré-seleção dos modelos teve igualmente em consideração indicadores de mercado, incluindo o TCO, as encomendas Ayvens e os dados de vendas reportados pela ACAP, garantindo que os veículos a concurso refletiam tanto as preferências dos clientes empresariais como os fatores económicos determinantes para a gestão de frotas.

      A cerimónia de entrega dos prémios decorreu no Forte da Crismina, no Guincho, reunindo representantes da Ayvens, responsáveis das marcas automóveis participantes e membros do júri. Ao longo de 22 edições, o Prémio Carro Frota tem acompanhado a evolução do mercado automóvel português, afirmando-se como uma referência na identificação das soluções de mobilidade que melhor respondem às necessidades das empresas.

      KGM com duplo reforço: Nova geração Musso e Torres HEV

      A KGM (KG Mobility), marca representada em Portugal pela Astara, acaba de reforçar a gama com duas novidades nos seus dois modelos de maior sucesso – a nova geração da pick-up Musso e o SUV Torres HEV –, que vêm alargar a oferta da marca sul-coreana em segmentos de elevada procura e com soluções aptas a responder às necessidades de diferentes perfis de consumidores.

      As duas novas propostas surgem numa altura em que a KGM atravessa uma fase de forte crescimento e consolidação no mercado nacional, registando um aumento de 57% nas vendas face ao período homólogo do ano anterior.

      Nova geração Musso: mais robustez e sofisticação

      Nesta nova geração, a pick-up Musso surge mais robusta, refinada e com um design exterior arrojado que evidencia as suas capacidades todo-o-terreno, com destaque para a secção dianteira totalmente redesenhada. O habitáculo apresenta também agora um visual mais moderno e de inspiração SUV, oferecendo um nível superior de conforto, tecnologia e conetividade.

      A nova gama Musso inclui uma versão sobretudo destinada a atividades profissionais, a Grand K3, e outra orientada para o lazer, designada K5 Raider, ambas com quatro portas, cabina dupla e disponíveis nas variantes de 3 ou 5 lugares. O modelo vê, assim, alargada a sua gama de opções com propulsão convencional, que vêm juntar-se à variante 100% elétrica, a Musso EV.

      A Musso K5 Raider herda da anterior geração uma solução inédita no segmento – a caixa de carga curta de apenas 1,3 metros associada à cabina longa, que lhe confere um visual marcadamente desportivo e permite conjugar versatilidade de utilização com o transporte de objetos destinados a atividades de lazer. Exclusiva desta versão e desta classe de veículos é também a suspensão traseira multilink, que garante maior conforto e melhor comportamento em estrada.

      Quanto à Grand K3, mantém como um dos seus principais atributos a dimensão e capacidade da caixa de carga, a maior do segmento, oferecendo até 1085 kg de carga útil.

      Ambas as versões estão equipadas com o motor turbodiesel 2,2 litros DTR da KGM, com 202 cv de potência às 3800 rpm, que prima pela disponibilidade em qualquer regime, baixo ruído e suavidade. O binário é de 400 Nm nas versões com caixa de velocidades manual e de 440 Nm nas variantes com caixa automática.

      O sistema de tração integral, que atua apenas quando necessário, inclui diferencial de deslizamento limitado (LSD) para recuperar a tração na lama, neve ou outras superfícies escorregadias e, desta forma, ultrapassar situações de terreno mais exigentes. A transmissão inclui um modo 4×4 selecionável em função das condições do piso, permitindo alternar entre gama alta 2WD, gama alta 4WD e gama baixa 4WD.

      A maior distância ao solo e os ângulos de aproximação e de saída melhorados vieram também reforçar as aptidões todo-o-terreno da Musso. A Grand K3 oferece agora uma distância ao solo de 248 mm (mais 28 mm que a geração anterior), um ângulo de ataque de 30,6o (mais 11,1o) e um ângulo de saída de 24,5o (mais 4o). Também a Musso K5 Raider regista melhorias significativas neste capítulo, com uma distância ao solo de 248 mm (mais 33 mm), um ângulo de ataque de 30,9o (mais 10,9o) e um ângulo de saída de 27,8o (mais 5,3o). A assistência ao arranque em subida e o controlo de descida em declives, disponíveis de série em ambas as variantes, ajudam os condutores a enfrentar terrenos mais acidentados com maior confiança.

      A capacidade de reboque continua a ser outra das características distintivas do Musso, que atinge 3,5 toneladas, apoiada pelo controlo de oscilação do reboque.

      Ambas as variantes contam com um revestimento de caixa de carga de série, oito ganchos de amarração, uma porta traseira de ampla abertura, iluminação LED na caixa de carga e degraus nos cantos do pára-choques traseiro, facilitando o carregamento, a descarga e a fixação da carga em diferentes ambientes de trabalho.

      Ainda no exterior, a Grand K3 conta com jantes de liga leve 17” e luzes diurnas de LED, enquanto a K5 Raider surge equipada com jantes de 20”, barras de tejadilho e iluminação full LED.

      No habitáculo, a nova geração Musso oferece diversos avanços em matéria de conforto e tecnologia.

      A Grand K3 conta desde logo com painel de instrumentos digital 12,3” e sistema de navegação também de 12,3”, incluindo conetividade Apple Car Play e Android Auto sem fios, ar condicionado, volante multifunções, duas portas de carregamento USB-C, volante em pele sintética e retrovisores rebatíveis eletricamente. Da extensa lista de equipamentos de série fazem ainda parte os sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmara traseira, sensores de chuva e de luz e cruise control.

      A K5 Raider prima por oferecer um habitáculo de ainda maior sofisticação aos seus ocupantes, incluindo equipamentos como o ar condicionado automático bi-zona com novos comandos rotativos e saídas de ar traseiras, sistema de acesso e arranque sem chave, bancos em pele sintética, bancos dianteiros aquecidos, ventilados, com regulação elétrica e apoio lombar, volante aquecido e cruise control adaptativo (apenas na versão AT).

      No domínio da segurança, a nova Musso possui uma estrutura em aço de alta resistência, seis airbags e um vasto conjunto de sistemas de segurança inteligentes, incluindo Aviso de Mudança de Faixa (LDW), Assistente de Manutenção de Faixa de Rodagem (LKA), Reconhecimento de Sinais de Trânsito (TSR) e Aviso de Atenção do Condutor (DAW).

      Para a carroçaria, os clientes podem escolher entre uma ampla paleta de cores: Grand White, Space Black, Ultramarine Blue, Marble Grey, Standstone Beige, Smoke Taupe e Amazonia Green.

      O fator preço é outro dos aspetos em que a Musso se destaca, apresentando os valores mais competitivos entre toda a concorrência direta: a versão Grand K3 está disponível desde 31.300€+IVA para empresas, preço “chave na mão”, e desde 41.400€ para particulares (valores referentes à versão 6MT K3 Pro, de três lugares); já a K5 Raider, tem um preço desde 34.310€+IVA para empresas, “chave na mão”, e desde 42.200€ para particulares (valores referentes à versão 6MT K5 Raider Pro, de três lugares).

      Para assinalar esta fase de lançamento, a KGM lançou também a versão Rhino, baseada na K5 Raider, e que inclui de série roll-bar, side steps, tapetes de borracha e badges alusivos a esta edição. O preço é de 37.435€ + IVA para empresas, “chave na mão”, e de 44.600€ para particulares.

      A KGM Musso beneficia de uma garantia de 5 anos ou 100.000 km, consoante o que ocorrer primeiro.

      KGM Torres HEV: tecnologia híbrida de última geração

      O KGM Torres HEV é a nova variante full-hybrid deste SUV da marca, que vem complementar uma gama já composta pelo Torres a gasolina e o 100% elétrico Torres EVX. A nova versão vem aliar ao elevado nível de sofisticação e conforto que caracterizam este modelo um sistema de propulsão híbrida de última geração da KGM, designado Dual Tech Hybrid.

      A tecnologia adotada no Torres HEV combina um motor turbo a gasolina de 1,5 litros com dois motores elétricos que debitam uma potência combinada de 204 cv (150 kW), associados a uma transmissão híbrida DHT (Dedicated Hybrid Transmission) para oferecer máxima eficiência e sensação de condução próxima de um veículo totalmente elétrico.

      O sistema reconhece uma ampla variedade de ambientes de condução e alterna automaticamente entre nove modos de operação, incluindo os modos EV, HEV e convencional a gasolina, para oferecer um desempenho suave, versátil e silencioso.

      Em ambientes urbanos, o Torres HEV, equipado com uma bateria de 400V e 1,8 kWh de capacidade, pode funcionar até 94% do tempo no modo EV, proporcionando, além de uma elevada eficiência energética, um ambiente calmo a bordo e quase totalmente isento de ruído, conjugado com a aceleração suave e linear proporcionada pelo binário instantâneo, típica dos veículos elétricos. O sistema de travagem inclui três níveis de regeneração, recuperando energia de forma eficiente.

      Com um design cativante, este modelo posicionado entre os segmentos C e D-SUV associa as vantagens da mobilidade eletrificada numa utilização diária a um estilo e características apropriadas para viagens em família.

      Com 4705 mm de comprimento e uma distância entre eixos de 2680 mm, o novo Torres HEV destaca-se pelo seu carácter eminentemente SUV. A bagageira possui uma capacidade referencial de 703 litros, destacando-se ainda a capacidade de reboque de até 1,3 toneladas com Sistema de Assistência à Estabilidade do Reboque, que ajuda o condutor a manter o controlo quando a oscilação afeta a direção.

      A bordo, o Torres HEV proporciona um espaço amplo para os ocupantes e um ambiente de elevada sofisticação e tecnologia. Em evidência no habitáculo está o ecrã panorâmico integrado que inclui um painel de instrumentos digital de 12,3 polegadas e um sistema de infotainment de 12,3 polegadas, concebido para oferecer clareza e facilidade de utilização.

      Disponível exclusivamente num nível de equipamento, esta versão full-hybrid já pode ser encomendada num dos 28 pontos de venda da marca no continente e ilhas. A Astara, representante da KGM no mercado nacional, definiu um preço de lançamento para particulares de 33.990€, “chave na mão”.

      O KGM Torres beneficia de uma garantia de 5 anos ou 100.000 km, consoante o que ocorrer primeiro.

        Nissan lança Projeto de Investigação sobre Condução Autónoma para levar o serviço de mobilidade do futuro às ruas do Reino Unido

        A Nissan irá levar veículos com tecnologia de condução autónoma para Cambridge, proporcionando soluções de mobilidade para pessoas e comunidades em contexto real.Para além da tecnologia dos veículos, o projeto ADventure irá estudar como um serviço de mobilidade autónoma pode funcionar num ambiente real.

        Em colaboração com as autoridades locais, os utilizadores dos transportes públicos e os residentes, o projeto irá analisar como a futura tecnologia de condução autónoma pode criar valor social, melhorar a acessibilidade e dar resposta aos desafios locais em matéria de transportes. Um exemplo seria, potencialmente, levar uma pessoa que não conduz a uma consulta médica.

        Dando continuidade a mais de uma década de investigação e inovação, os engenheiros do Centro Técnico da Nissan na Europa (NTCE) irão liderar o projeto colaborativo, tendo a cidade de Cambridge sido escolhida como o primeiro local de testes em condições reais do projeto, onde os engenheiros poderão desenvolver um serviço que possa ser replicado em todo o Reino Unido.David Moss, vice-presidente sénior de Investigação e Desenvolvimento da Nissan África, Médio Oriente, Índia, Europa e Oceânia (AMIEO), afirmou: “Este projeto constitui um passo importante para a mobilidade autónoma no Reino Unido. Com o apoio do Governo britânico, levará a investigação sobre veículos autónomos para além do centro de Londres, estendendo-a a outra cidade, o que nos ajudará a compreender como estes serviços podem funcionar para diferentes comunidades e em percursos da vida real.

        “Ao desenvolver e aplicar os conhecimentos especializados da Nissan, combinados com o vasto conhecimento dos nossos parceiros, podemos aprofundar a forma como os veículos autónomos podem melhorar a conectividade, a acessibilidade e a qualidade de vida no dia a dia.”

        Apoiado pelo Departamento de Negócios, Inovação, Ciência e Comércio (BIST) do Governo do Reino Unido e coordenado pelo Advanced Propulsion Centre UK (APC), em parceria com a Innovate UK e com investimento estrangeiro, este projeto de consórcio no valor de 3 milhões de libras (cerca de 3,5 milhões de euros) faz parte da ambição do Reino Unido em impulsionar o desenvolvimento e a implementação de tecnologias de mobilidade conectadas e autónomas.

        Em colaboração com a WMG e a PAVE UK (Partners for Automated Vehicle Education UK), o projeto centrar-se-á em três áreas-chave:

        Testar a tecnologia em condições reais – validar o desempenho dos sistemas de condução autónoma em termos de segurança e eficácia nas vias públicas.O ministro da Reindustrialização do Departamento de Empresas, Inovação, Ciência e Comércio, Blair McDougall, afirmou: “O setor dos veículos autónomos do Reino Unido é de classe mundial, e a nossa Estratégia Industrial Moderna está a reunir o mundo empresarial e o mundo científico para apoiar os inovadores que estão a moldar o futuro dos transportes.“Ao apoiar tecnologias de ponta com o investimento necessário para expandir projetos-chave, estamos a apoiar empresas como a Nissan para impulsionar o crescimento e criar postos de trabalho em todo o Reino Unido – reforçando assim a liderança da Grã-Bretanha neste setor em rápido crescimento.”Depois de um rigoroso processo de avaliação, Cambridge foi selecionada pela sua experiência e reputação como um dos principais centros de inovação no setor dos transportes e investigação sobre mobilidade autónoma no Reino Unido. A cidade já acolheu várias iniciativas pioneiras no domínio dos veículos autónomos, o que a torna um ambiente ideal para explorar de que forma os futuros serviços autónomos poderão complementar as redes de transportes locais e dar resposta às necessidades da comunidade.

        Conceber serviços de mobilidade nas cidades e comunidades – compreender como a mobilidade autónoma pode complementar as redes de transportes existentes e dar resposta às necessidades locais.

        Reforçar a confiança dos passageiros – explorar o que as pessoas precisam para se sentirem informadas, à vontade e incluídas ao utilizarem futuros serviços de mobilidade autónoma.

        O vereador Brian Milnes, presidente da Greater Cambridge Partnership, afirmou: “É com grande prazer que apoiamos a Nissan no seu projeto de investigação e que a ajudamos na sua jornada no domínio da tecnologia autónoma.

        “Cambridge já se tornou um dos locais mais interessantes do Reino Unido para testar o transporte autónomo e está agora a ser reconhecida como um campo de ensaio para o projeto ADventure.

        “Estamos ansiosos por trabalhar com os parceiros do projeto e contribuir para o futuro dos veículos autónomos, explorando, em particular, os benefícios para as comunidades e o seu potencial para melhorar os sistemas de transporte locais.”

        O professor Siddartha Khastgir, responsável pela área de Condução Autónoma Segura no WMG, afirmou: “Estamos entusiasmados com esta parceria com a Nissan, agora que a empresa está a lançar os seus planos de serviços de mobilidade autónoma no Reino Unido.

        “Ao aplicar os nossos profundos conhecimentos em matéria de segurança e experiência do utilizador ao projeto ADventure, poderemos co-criar, em conjunto com o público, um serviço de mobilidade seguro, de forma a satisfazer tanto as suas necessidades como as prioridades da cidade em matéria de transportes.

        “Esta continua a ser uma missão comum a todos os parceiros e reflete o impacto real que a tecnologia de condução autónoma pode ter.”

        O projeto ADventure irá utilizar um veículo de testes já existente, um Nissan LEAF de 2022, utilizado anteriormente em projetos de investigação no Reino Unido. Equipado com tecnologia avançada de condução autónoma desenvolvida pela Nissan, irá avaliar as potenciais necessidades de mobilidade dos passageiros e recolher dados do mundo real. Ao longo do projeto, as comunidades locais desempenharão um papel central, ajudando os investigadores a compreender como os serviços autónomos podem melhorar a conectividade e ampliar o acesso a oportunidades para as pessoas reais.

        O projeto baseia-se na experiência da Nissan em condução autónoma, adquirida em projetos anteriores como o HumanDrive, o ServCity e o evolvAD. Estes projetos contribuíram para aprofundar a compreensão do desempenho da tecnologia de condução autónoma em diversas situações de condução.

        O projeto também ilustra o plano “Vision” mais abrangente da Nissan, demonstrando como a tecnologia automóvel avançada pode traduzir-se em serviços de mobilidade no mundo real, nos quais as pessoas podem confiar e utilizar no dia a dia.

        O projeto ADventure culminará com uma demonstração realizada nas ruas de Cambridge, mostrando como os serviços de mobilidade autónoma poderão, um dia, contribuir para sistemas de transportes mais interligados, acessíveis e sustentáveis para as comunidades de todo o país.

          Polestar no Salão de Braga 2026 – Polestar 3 e Polestar 4 Coupé em destaque

          A Polestar volta a marcar presença no Salão da Mobilidade em Braga, que decorre de 6 a 8 de novembro, no Forum Braga.

          Na edição deste ano, a marca sueca terá em exposição os modelos Polestar 3, o SUV elétrico de elevada performance e o Polestar 4 coupé, atualmente o modelo mais vendido da gama, que se destaca pelo seu design inovador, tecnologia avançada e elevada eficiência.

          Ambos os modelos estarão disponíveis também para test drives, permitindo aos visitantes conhecer de perto a experiência de condução característica da Polestar. As marcações poderão ser efetuadas através do website oficial da marca.

          A participação da Polestar no Salão de Mobilidade de Braga enquadra-se na estratégia de reforço da presença da marca em Portugal e na promoção de experiências que aproximem o público dos benefícios da mobilidade elétrica. Esta abordagem tem estado presente nas várias iniciativas da Polestar no mercado nacional.

          Durante os três dias do evento, os visitantes poderão conhecer de perto a proposta da Polestar, explorar as mais recentes tecnologias da gama e esclarecer dúvidas relacionadas com a transição para a mobilidade elétrica, num momento em que o interesse dos portugueses por soluções de mobilidade sustentável em geral, e pela Polestar em particular continua a crescer. De referir que, nos primeiros nove meses do ano, a Polestar cresceu 19% em Portugal face ao período homólogo.

          De referir que a marca reforçou recentemente a sua oferta no País com a chegada do Polestar 5 e do novo Polestar 4 SUV, ampliando assim a sua capacidade de resposta a diferentes segmentos e diferentes necessidades do mercado.

          XPENG mantém liderança na satisfação dos condutores de automóveis elétricos na Europa

          A XPENG voltou a conquistar o primeiro lugar na classificação de satisfação e recomendação de automóveis elétricos na Europa Central, pelo segundo ano consecutivo, de acordo com o EV Satisfaction Study 2026, realizado pela USCALE.

          O estudo destaca o desempenho da marca em áreas como o carregamento, a gestão da carga e a autonomia, com resultados acima da média em quase todas as categorias avaliadas.

          A evolução da aplicação XPENG face ao ano anterior reforça também a posição da marca, numa altura em que o software e a conectividade assumem um papel cada vez mais relevante na experiência de condução dos veículos elétricos.

          O automóvel “Fun-to-Drive”: o novo Opel Corsa GSE vence “Carwow Car of the Year Award 2027”

          Um “hot hatch” que faz o coração bater mais depressa, ou, muito simplesmente: um automóvel que é verdadeiramente “divertido de conduzir”! É exatamente isso que o novo Opel Corsa GSE é. Agora também oficialmente – a equipa editorial independente
          da Carwow Germany distinguiu o novo veículo desportivo totalmente elétrico para o dia-a- dia com o “Carwow Car of the Year Award 2027” e nomeou-o automóvel “Fun-to-Drive”. Uma vez mais, o Corsa GSE provou que entusiasma tanto o público como os especialistas. Este potente automóvel elétrico celebrou recentemente a sua estreiano Salão Automóvel de Paris e gerou uma resposta esmagadora da comunicação social durante o seu evento de lançamento. Com o “Carwow Car of the Year Award
          2027″, atribuído pela plataforma online de grande alcance dedicada a automóveis novos e usados, o Corsa GSE — que já está disponível para encomenda — garantiu agora o seu primeiro grande prémio.

          “O novo Opel Corsa GSE leva a tradição da Opel de ‘hot hatches’ emocionantes para o futuro e mostra o quão divertido um automóvel totalmente elétrico pode ser. A versão mais desportiva do nosso automóvel pequeno mais vendido está a conquistar fãs, especialistas e clientes por igual. O “Carwow Car of the Year Award 2027” é uma prova impressionante disso. Estamos muito satisfeitos com este fantástico reconhecimento“, afirmou Patrick Dinger, diretor da Opel Alemanha.

          “Uma impressionante potência de 281 cv, travões de grandes dimensões com discos de 355 milímetros e bancos desportivos com bom apoio – o Opel Corsa GSE tem todos os ingredientes para ser um automóvel divertido de conduzir. E graças ao seu diferencial de deslizamento limitado mecânico no eixo dianteiro, que distribui inteligentemente a potência pelas rodas, as curvas a bordo do Corsa GSE são ainda mais divertidas“, é o veredicto do júri da Carwow Germany.

          De 0 a 100 km/h em 5,5 segundos: nenhum outro Opel de série atual acelera mais depressa

          O novo Corsa GSE é um “hot hatch” na sua forma mais pura e faz jus de forma impressionante à sua sigla, que significa “Grand Sport Electric” ou, em alternativa, “arrepios, velocidade e emoções”. Assim, a versão de alto desempenho
          do automóvel pequeno mais popular da Alemanha e do Reino Unido tem tudo o que se pode desejar: com um chassis rebaixado, diferencial de deslizamento limitado Torsen, 207 kW (281 cv) e 345 Nm de binário, o recém-chegado desportivo oferece tanta potência elétrica quanto o Mokka GSE. Mas o Corsa GSE mostra um pouco mais do seu potencial. Porque acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 5,5 segundos – mais rápido do que qualquer outro Opel de série atual! Os condutores podem assim acelerar até aos 180 km/h numa autoestrada alemã desimpedida. A performance é realçada por um som desportivo ativo, desenvolvido exclusivamente para o novo Corsa GSE, que acompanha a experiência de condução consoante a aceleração e a velocidade. Isto torna o desempenho audível para o condutor e para os passageiros.

          O novo Opel Corsa GSE transmite as suas credenciais de alto desempenho logo à primeira vista. O Corsa de série mais potente até à data ostenta uma série de detalhes GSE, que vão desde o para-choques dianteiro específico e os revestimentos pretos distintivos até ao spoiler traseiro e às jantes de liga leve desportivas de 18 polegadas no exterior, passando pelo interior com bancos desportivos com encostos de cabeça integrados e o logótipo GSE.

          Ao mesmo tempo, os engenheiros da Opel garantiram que, apesar da sua natureza desportiva, o Corsa GSE totalmente elétrico mantenha a sua adequação ao uso diário. Como tal, não só é adequado como um veículo divertido de conduzir, como também é um agradável companheiro de viagem, tal como demonstrado pela sua viagem de Saragoça a Paris. E, tal como todos os Corsa elétricos, este “hot hatch” oferece um volume de carga de 267 a 1.042 litros. Detalhes do equipamento de série, como os bancos e o volante aquecidos, bem como a câmara de marcha-atrás de 180 graus, o sistema de navegação, o controlo adaptativo da velocidade de cruzeiro e o sistema Keyless Entry & Start, aumentam o conforto e a segurança. E se os condutores do Corsa GSE quiserem alimentar dispositivos externos, a energia pode ser fornecida pela bateria do veículo graças ao carregador de bordo bidirecional (V2L)1. Desta forma, o novo Corsa GSE combina o melhor de dois mundos: é um automóvel emocionante e “divertido de conduzir” que também lida com o dia a dia com facilidade.

          Este ano marcou a quinta edição dos “Carwow Car of the Year Awards”. O júri de especialistas avaliou veículos em onze categorias. A avaliação teve em conta fatores como preço e desempenho, design, interior, sustentabilidade, eficiência, conforto e praticidade.

            Volvo recorre à inteligência artificial para treinar automóveis com acidentes que nunca aconteceram

            A Volvo Cars está a utilizar inteligência artificial e mundos virtuais para criar milhares de cenários de condução que nunca aconteceram, acelerando o desenvolvimento da próxima geração de tecnologias de segurança. 

            Durante mais de cinco décadas, a Volvo Cars desenvolveu os seus sistemas de segurança a partir da análise de acidentes reais. Hoje, essa abordagem entra numa nova dimensão: a marca está a recorrer à inteligência artificial e a mundos virtuais altamente realistas para antecipar situações de risco antes mesmo de acontecerem nas estradas. 

            Através de uma tecnologia conhecida como Gaussian Splatting, a Volvo consegue recriar digitalmente cenários reais de circulação com um nível de detalhe sem precedentes e gerar milhares de novas variações da mesma situação. Um peão que surge inesperadamente, um veículo que muda de faixa, uma bicicleta que aparece num cruzamento ou um obstáculo na estrada podem ser combinados de inúmeras formas para testar a reação dos sistemas de segurança da marca. 

            O objetivo é simples: preparar os automóveis para responderem a situações que são extremamente raras no mundo real, mas que podem ter consequências graves quando acontecem. 

            Segundo Alwin Bakkenes, Head of Global Software Engineering da Volvo Cars, “já utilizamos milhões de pontos de dados de situações que nunca chegaram a acontecer. Com esta tecnologia conseguimos partir de um cenário raro e criar milhares de novas variações para treinar e validar os nossos modelos. Isto permite desenvolver sistemas de segurança mais robustos e antecipar situações que, de outra forma, demorariam anos a surgir nas estradas.” 

            Até agora, validar este tipo de cenários dependia sobretudo da recolha de dados em estrada e de testes físicos. Com recurso à inteligência artificial, esse processo pode ser realizado em poucos dias, permitindo acelerar significativamente o desenvolvimento dos sistemas avançados de assistência à condução (ADAS) e de outras tecnologias de segurança ativa. 

            Esta abordagem representa a evolução natural da filosofia que acompanha a Volvo há mais de 55 anos. 

            Desde a criação do Volvo Accident Research Team, no início da década de 1970, a marca tem utilizado acidentes reais para compreender como proteger melhor as pessoas. Ao longo destas décadas, milhares de ocorrências analisadas pelos investigadores da Volvo deram origem a algumas das mais importantes inovações de segurança da indústria automóvel. 

            Hoje, a inteligência artificial permite dar um novo passo: complementar a aprendizagem obtida no mundo real com milhões de cenários virtuais gerados digitalmente. 

            Os automóveis mais recentes da Volvo, equipados com uma nova geração de sensores e elevada capacidade computacional, recolhem informação que ajuda a compreender melhor aquilo que acontece antes, durante e depois de um incidente. Esses dados são depois utilizados para criar modelos virtuais altamente realistas que permitem testar novas soluções em ambientes totalmente digitais. 

            O desenvolvimento desta tecnologia resulta da colaboração entre a Volvo Cars, a Zenseact, empresa de software e inteligência artificial fundada pela Volvo, e a NVIDIA, cuja plataforma de computação de elevado desempenho suporta o treino dos modelos de inteligência artificial da marca. O projeto integra ainda um programa de investigação desenvolvido em parceria com universidades suecas e apoiado pelo Wallenberg AI, Autonomous Systems and Software Program (WASP).

            Para a Volvo, esta nova abordagem não substitui os testes em estrada nem a investigação de acidentes reais. Pelo contrário, complementa-os, permitindo desenvolver software de segurança de forma mais rápida, mais 

            eficiente e com uma abrangência impossível de alcançar apenas através da condução em condições reais. 

            Num futuro cada vez mais definido por software, a segurança deixará de depender apenas daquilo que acontece na estrada. Dependerá também da capacidade dos automóveis aprenderem com milhões de situações, incluindo aquelas que nunca chegaram verdadeiramente a acontecer.

            Quantos pontos de carregamento precisa uma cidade para que o automóvel elétrico funcione de verdade?

            Portugal conta já com mais de 16.000 pontos de carregamento ligados à rede MOBI.E e o automóvel elétrico representa mais de um quarto das matrículas de ligeiros de passageiros novos. São números importantes, mas não chegam para saber se uma cidade está realmente preparada para uma mobilidade elétrica em larga escala. Tão importante como o número de carregadores é saber onde estão, que potência oferecem, quantos funcionam quando são necessários e que possibilidades têm os condutores de carregar em casa ou no trabalho.

            Comprar um automóvel elétrico é relativamente simples quando existe um lugar de garagem e um ponto de carregamento próprio. Chegamos a casa, ligamos o automóvel à corrente e, no dia seguinte, voltamos a encontrar a bateria preparada para continuar.

            A situação muda bastante para quem vive num apartamento em Lisboa, Porto, Braga ou noutra cidade portuguesa e estaciona habitualmente na rua. Nesse caso, os milhares de pontos existentes em Portugal são uma referência interessante, mas ao condutor interessam questões muito mais próximas: se tem um ponto perto de casa, se estará disponível quando chegar, quanto custa utilizá-lo e quanto tempo terá de deixar ali o automóvel.

            Por isso, calcular se uma cidade está preparada para o veículo elétrico é bastante mais complexo do que dividir o número de automóveis pelo número de tomadas.

            Portugal já ultrapassa os 16.000 pontos

            A rede portuguesa cresceu muito rapidamente nos últimos anos. A MOBI.E indica atualmente mais de 16.000 pontos de carregamento disponíveis em todo o país dentro da sua rede ligada, que chega a todos os municípios portugueses, incluindo Madeira e Açores.

            A evolução ao longo de 2026 permite perceber a velocidade deste crescimento. No final de abril existiam 14.747 pontos e uma potência instalada total de 539 MW. Nessa altura, essa capacidade situava-se cerca de 5% acima do objetivo correspondente a Portugal segundo o regulamento europeu AFIR.

            Também a utilização está a aumentar rapidamente. Só em julho foram realizadas, pela primeira vez, mais de um milhão de sessões de carregamento num único mês, mais 30% do que um ano antes, e mais de 258.000 utilizadores distintos recorreram à infraestrutura.

            Ao mesmo tempo, aumenta o número de automóveis que precisam dessa energia. Entre janeiro e agosto de 2026 foram matriculados em Portugal 45.388 automóveis ligeiros de passageiros 100% elétricos, mais 43,1% do que no mesmo período do ano anterior. Os elétricos a bateria, BEV, atingiram assim uma quota de 26,8% das matrículas de ligeiros de passageiros novos. Em agosto chegaram mesmo aos 36,1%.

            A infraestrutura aumenta, portanto, ao mesmo tempo que cresce a procura. A questão é saber se ambas conseguem continuar a evoluir de forma equilibrada.

            Nem todos os pontos de carregamento valem o mesmo

            A própria União Europeia decidiu não avaliar esta questão apenas através da contagem de carregadores.

            O Regulamento europeu relativo à infraestrutura para combustíveis alternativos, AFIR (Alternative Fuels Infrastructure Regulation), exige aos Estados-Membros, desde 2024, uma potência pública mínima associada ao número de veículos eletrificados matriculados: 1,3 kW por cada elétrico a bateria e 0,8 kW por cada híbrido plug-in.

            Trata-se de um objetivo nacional, e não de uma fórmula que determine quantos carregadores Lisboa, Porto ou qualquer outro município deve instalar. Mas introduz uma ideia importante: a capacidade de uma rede não depende apenas do número de pontos.

            Dez carregadores de 7,4 kW e dez de 150 kW podem surgir numa estatística como dez pontos de carregamento, mas evidentemente não conseguem fornecer a mesma quantidade de energia no mesmo período de tempo.

            Nem precisam de o fazer.

            Um automóvel que passa oito horas estacionado durante a noite pode recuperar uma parte significativa da bateria com uma potência relativamente reduzida. Numa autoestrada ou durante uma viagem longa, pelo contrário, o condutor precisa de recuperar muitos quilómetros de autonomia em vinte ou trinta minutos.

            Uma cidade preparada para o automóvel elétrico precisa de combinar estas duas necessidades, em vez de tentar resolvê-las com o mesmo tipo de carregador.

            O carregamento deve estar onde o automóvel permanece estacionado

            Esta é provavelmente uma das principais diferenças em relação ao automóvel de combustão.

            Com gasolina ou gasóleo, esperamos até o depósito estar perto de vazio, vamos a um posto de abastecimento, reabastecemos durante alguns minutos e seguimos viagem.

            O elétrico permite uma lógica diferente. Pode recuperar energia durante as horas em que o automóvel estaria parado de qualquer forma: enquanto dormimos, trabalhamos, fazemos compras ou deixamos o veículo num parque de estacionamento.

            Por isso, um carregador situado junto a uma zona residencial sem garagens pode ser mais útil para um morador do que outro ultrarrápido instalado a vários quilómetros. Já um táxi, um veículo TVDE, uma carrinha de distribuição ou alguém que percorra muitos quilómetros diariamente pode precisar exatamente do contrário: muita potência e tempos de espera reduzidos.

            Supermercados, parques públicos, hotéis, locais de trabalho ou centros comerciais podem também desempenhar um papel importante. Se o automóvel permanece ali durante uma ou várias horas, parte desse tempo pode ser aproveitada para recuperar a energia utilizada.

            Quanto mais carregamentos puderem ser realizados durante períodos naturais de estacionamento, menor será a necessidade de reproduzir com eletricidade o modelo tradicional dos postos de combustível.

            O grande desafio para quem estaciona na rua

            A disponibilidade de garagem pode tornar-se, assim, numa das grandes diferenças entre condutores.

            Quem pode instalar um carregador em casa dispõe normalmente de muitas horas durante a noite para recuperar energia. Quem depende exclusivamente da rua precisa de uma infraestrutura pública ou partilhada suficientemente próxima e disponível.

            Portugal está também a adaptar a regulamentação dos edifícios para facilitar este crescimento futuro. As novas operações urbanísticas com estacionamento devem incorporar infraestrutura elétrica que permita instalar posteriormente pontos de carregamento. Nos edifícios residenciais multifamiliares não é obrigatório instalar imediatamente um carregador em cada lugar, mas é necessário preparar uma parte deles e dispor de um sistema de controlo de carregamento capaz de gerir a potência disponível.

            A diferença é importante. Preparar hoje canalizações, quadros e alimentação elétrica é normalmente muito mais simples do que ter de refazer toda uma instalação quando, dentro de alguns anos, dezenas de moradores quiserem carregar os seus automóveis ao mesmo tempo.

            A solução para a mobilidade elétrica urbana, portanto, não estará exclusivamente nos passeios. Uma parte terá de ser encontrada dentro dos próprios edifícios.

            Ter um carregador não serve de muito se estiver avariado ou ocupado

            Existe ainda outro fator que as estatísticas sobre infraestrutura nem sempre refletem bem.

            Para quem chega com pouca bateria, um carregador que aparece no mapa mas está fora de serviço simplesmente não existe. E outro ocupado durante várias horas pode produzir praticamente o mesmo efeito.

            Por isso, à medida que a rede cresce, ganham importância o manutenção, a disponibilidade, a informação em tempo real e a transparência nos preços.

            Portugal atravessa precisamente uma transformação do seu modelo de mobilidade elétrica após a aprovação do Decreto-Lei n.º 93/2025. A abertura a diferentes operadores e formas de prestação do serviço torna ainda mais importante que o condutor consiga saber onde está o ponto, qual é a potência, se está operacional, se está livre e quanto lhe vai custar utilizá-lo.

            Numa primeira fase da eletrificação, o desafio podia resumir-se a instalar pontos. Quando o parque começa realmente a crescer, a qualidade do serviço torna-se quase tão importante como a quantidade.

            Então, quantos carregadores precisa uma cidade?

            Não existe um número válido para todas.

            Duas cidades com o mesmo número de habitantes podem precisar de redes muito diferentes se, numa delas, predominarem habitações com garagem e, noutra, uma parte significativa dos automóveis dormir na rua. O mesmo acontece se uma cidade receber diariamente dezenas de milhares de veículos vindos de fora, concentrar muita atividade profissional ou tiver uma forte presença turística.

            Por isso, é necessário saber quantos elétricos circulam, quantos podem carregar em casa, onde permanecem estacionados durante mais tempo, quantos quilómetros percorrem os seus utilizadores e em que locais e horários se concentra a procura.

            A partir daí pode decidir-se que combinação de carregamento lento, semirrápido, rápido e ultrarrápido faz mais sentido.

            Instalar simplesmente muitos carregadores pode gerar uma boa estatística. Colocá-los onde realmente são necessários cria uma boa rede.

            Portugal parte, além disso, de uma situação interessante. A infraestrutura ligada à MOBI.E já ultrapassa os 16.000 pontos, chega a todos os municípios e o elétrico representa 26,8% dos ligeiros de passageiros novos matriculados nos primeiros oito meses de 2026.

            Isso significa que a mobilidade elétrica portuguesa começa a entrar numa fase diferente. Já não se trata apenas de provar que existem carregadores ou de aumentar o número de pontos no mapa.

            O próximo desafio é fazer com que a infraestrutura cresça ao mesmo ritmo que os automóveis, que a potência esteja bem distribuída e que carregar seja cada vez mais simples para quem não dispõe de uma tomada própria.

            Porque uma cidade estará realmente preparada para o automóvel elétrico quando encontrar onde carregar deixar de ser uma das primeiras perguntas que alguém faz antes de decidir comprar um.

            Geely E2 é o primeiro modelo da Geely a conquistar 5 estrelas NCAP e ANCAP

            O novo Geely Geely E2, o automóvel elétrico compacto mais vendido do mundo em 2025, conquistou a classificação máxima de cinco estrelas de segurança de acordo com os novos protocolos de avaliação de 2026 do Euro NCAP e do ANCAP.

            Este resultado torna o novo Geely E2 num dos primeiros modelos dos segmentos A/B a alcançar a classificação máxima nos dois programas independentes de avaliação de segurança automóvel mais exigentes do mundo e no primeiro modelo da Geely a consegui-lo. Já disponível em mais de 30 países (incluindo Portugal) e com vendas globais superiores a 800.000 unidades, este reconhecimento reforça o forte ADN de segurança da Geely Auto e o compromisso da marca em disponibilizar elevados padrões de segurança nos seus veículos de nova energia a clientes de todo o mundo.

            O Euro NCAP e o ANCAP introduziram novos protocolos de avaliação de segurança para 2026, numa das mais abrangentes revisões dos seus sistemas de testes e classificação dos últimos anos. O novo enquadramento adota uma abordagem integrada à segurança automóvel, abrangendo todo o ciclo de segurança — desde a Condução Segura e a Prevenção de Colisões, à Proteção em Caso de Colisão e à Segurança Pós-Colisão. Para além dos tradicionais testes de colisão, os novos protocolos atribuem maior importância a situações reais de condução e estabelecem requisitos significativamente mais exigentes, elevando a fasquia no desempenho de segurança dos veículos.O novo Geely E2 apresenta um desempenho sólido nas quatro áreas de avaliação dos protocolos Euro NCAP e ANCAP de 2026, com resultados particularmente fortes nas áreas de Condução Segura e Segurança Pós- Colisão. O desempenho em matéria de Condução Segura é suportado por um conjunto integrado de tecnologias que inclui Sistema de Monitorização dos Ocupantes, Sistema de Monitorização do Condutor e tecnologias inteligentes de assistência à condução, concebidas para ajudar a prevenir acidentes e proteger os ocupantes.

            De acordo com os novos protocolos Euro NCAP e ANCAP de 2026, o novo Geely E2 dispõe de um sistema de alerta capaz de detetar uma utilização incorreta dos cintos de segurança, enquanto o Sistema de Monitorização do Condutor identifica situações de distração, fadiga, sonolência ou incapacidade do condutor.

            O sistema de Deteção de Presença de Criança alerta o condutor no veículo e através do seu smartphone caso uma criança seja inadvertidamente deixada no interior do automóvel.

            O novo Geely E2 demonstrou igualmente um desempenho sólido em diferentes cenários de condução assistida. O sistema ACC (Controlo de Velocidade Adaptativo) apresentou um desempenho consistente numa ampla variedade de situações de condução, incluindo cenários exigentes de entrada e saída de outros veículos da faixa de rodagem, que requerem respostas rápidas às alterações das condições de trânsito. O sistema ICC de manutenção na faixa de rodagem alcançou a pontuação máxima nesta avaliação, contribuindo para manter o veículo centrado na sua faixa, incluindo a velocidades elevadas e em curvas apertadas.

            Na área da Segurança Pós-Colisão, o Geely E2 combina avançadas capacidades de resposta a emergências com uma proteção reforçada do sistema de alta tensão. O sistema Advanced eCall inicia automaticamente uma chamada de emergência na sequência de uma colisão, transmitindo aos serviços de emergência informações relevantes sobre o veículo e os ocupantes, contribuindo para uma resposta mais rápida e informada. O Geely E2 dispõe igualmente de um sistema de isolamento elétrico da bateria de alta tensão após uma colisão, ajudando a minimizar potenciais riscos associados ao sistema de alta tensão.

            O Geely E2 foi desenvolvido segundo uma abordagem abrangente à segurança, com soluções de proteção que abrangem a bateria, a estrutura do veículo e os ocupantes. Equipado com baterias com refrigeração líquida, o Geely E2 foi concebido para melhorar a estabilidade e a gestão térmica da bateria em condições exigentes.

            Em caso de colisão, a estrutura Cage Body ajuda a distribuir e direcionar as forças do impacto por toda a estrutura do veículo, reduzindo as cargas concentradas e limitando a deformação do habitáculo. Esta proteção estrutural é complementada por sete airbags, incluindo um airbag de cortina lateral integrado com um volume de 33,7 litros e uma área de cobertura líder no seu segmento, aumentando em 30% a cobertura de proteção dos passageiros traseiros. Os cintos de segurança com pré-tensores e limitadores de esforço funcionam em conjunto com o sistema de airbags para adaptar a proteção dos ocupantes a diferentes dimensões corporais e posições de condução.

            O sistema de sensores 5 radares + 5 câmaras (5R5V), apoiado por uma calibração avançada de software, proporciona uma deteção e uma capacidade de resposta robustas em situações exigentes, tanto de dia como à noite, incluindo cenários Car-to-Pedestrian Nearside Child Obstructed (CPNCO). Com 36 funcionalidades inteligentes de segurança — o maior número do seu segmento —, o Geely E2 disponibiliza uma abrangente camada de apoio à segurança ativa, ajudando os condutores a identificar potenciais perigos, responder às alterações das condições da estrada e reduzir o risco de colisões na condução diária.

            Geely E2 já disponível com preços a partir de 17.800 euros (acresce IVA)*

            Desenvolvido para responder às necessidades da mobilidade quotidiana, o Geely E2 combina dimensões exteriores compactas com um habitáculo espaçoso, cinco lugares e soluções tecnológicas habitualmente associadas a segmentos superiores.

            Com 4,135 metros de comprimento, tração traseira e suspensão traseira independente multibraço, o Geely E2 está disponível com duas capacidades de bateria, de 35 kWh e 47 kWh, que permitem autonomias de até 252 km e 345 km, respetivamente, em ciclo combinado WLTP. A versatilidade é reforçada por uma bagageira de 375 litros, expansível até 1.320 litros, e por um compartimento de arrumação dianteiro com 70 litros de capacidade.

            O novo Geely E2 estará disponível na versão PRO, a partir de 17.800 euros (acresce IVA)*.