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Nestlé com frota 100% elétrica até 2024

Nestlé com frota 100% elétrica até 2024

A Nestlé deu início ao projeto de transformação de toda a sua frota automóvel para veículos elétricos e híbridos, uma iniciativa pioneira que está inserida no compromisso de atingir a neutralidade carbónica até 2050.

Esta é a primeira etapa de um projeto que estará concluído até finais de 2024 com uma frota automóvel, comercial e não-comercial, elétrica/híbrida.  Desta forma, até dezembro de 2024, as viaturas que atualmente possuem com motor de combustão interna, serão progressivamente substituídas por veículos  elétricos ou híbridos  plug-in. 

Este projeto dará um relevante contributo para o objetivo global de redução do impacto ambiental das operações da companhia, com uma redução estimada de, aproximadamente, 1800 toneladas de CO2 por ano.

Mario Lopes Pereira. Linda-a-Velha, 20 de Abril de 2021. Entrega de Viaturas Eléctricas aos Colaboradores da Nestlé

De acordo com Alexis Pinheiro, Manager da Nestlé Portugal, “somos o exemplo de que é possível tirar partido da tecnologia já existente e colocá-la ao serviço da sustentabilidade das operações das empresas e, com isso, reduzir substancialmente os seus impactos ambientais”.

Nos últimos anos, a Nestlé tem reforçado o seu caminho para atingir a neutralidade carbónica em 2050 de várias formas, nomeadamente pela redução dos consumos de energia em 22%, de água em 69% e de emissões de CO2 em 39%. A empresa encontra-se também a operar uma transformação ao nível dos seus materiais de embalagens, com vista a torná-los totalmente recicláveis ou reutilizáveis até 2025. 

2ª vida para as baterias elétricas da Volvo

2ª vida para as baterias elétricas da Volvo

A Volvo Cars anunciou, recentemente, que pretende tornar-se uma economia circular até 2040. Nesse sentido, as peças serão desenvolvidas de modo a poderem ser reutilizadas, minimizando assim a necessidade de produzir novos materiais e de extrair recursos finitos com vista à eliminação do desperdício.

A novidade da empresa sueca passa agora pela intenção de dar uma 2ª vida às baterias dos automóveis elétricos, que ao serem usadas em aplicações de armazenamento de energia fora dos automóveis, acreditam ser possível obter novos fluxos de receita e economias de custos ao mesmo tempo que se estende o ciclo de vida das mesmas.

Para isso, a Volvo Cars aliou-se a parceiros, para investigar o potencial das aplicações de 2ª vida para as suas baterias de alta voltagem. 

Um destes exemplos é a colaboração com a BatteryLoop que, em conjunto com a Volvo usam baterias de automóveis elétricos Volvo para um sistema de armazenamento de energia movido a energia solar. Esse sistema irá alimentar, a partir deste mês, estações de carregamento para automóveis e bicicletas elétricas no centro de negócios da Essity, uma empresa do ramo da higiene e saúde.

Por outro lado, a Volvo Cars, a Comsys AB (empresa sueca de tecnologia limpa) e a Fortum (empresa europeia de energia) estão envolvidas num projeto, em que as baterias dos automóveis híbridos plug-in da Volvo servirão como uma unidade de armazenamento de energia estacionária, ajudando a fornecer os chamados serviços de “balanceamento rápido” para o sistema de energia.

Através destes e de outros projetos, a Volvo Cars está a investigar a forma como as baterias envelhecem quando reutilizadas em utilizações menos agressivas. Estes projetos permitem obter também mais conhecimento sobre o valor comercial das baterias após a sua utilização nos automóveis identificando possíveis fontes de receita futuras.

Todos Os Passos Contam: Galp desafia portugueses a andarem a pé ou de bicicleta para oferecer um milhão de refeições

Uma caminhada, uma corrida com amigos ou um passeio de bicicleta em família podem permitir a todos os portugueses ajudar uma família. É esse o objetivo do movimento ‘Todos Os Passos Contam’, lançado pela Galp com o apoio da TVI e da Rádio Comercial, e que pretende transformar os quilómetros percorridos pelos portugueses num gesto de solidariedade. A meta está situada na oferta de um milhão de refeições a famílias impactadas pela pandemia através da Rede de Emergência Alimentar.

A participação é simples: por cada quilómetro percorrido a andar a pé, a correr ou de bicicleta – tanto na rua, como em casa, com passadeira ou bicicleta estática –, a Galp, a TVI e a Rádio Comercial oferecem uma refeição; e para que cada passo conte, quem quiser aderir ao movimento só precisa de enviar um print screen do seu telemóvel com a distância percorrida para todosospassoscontam.galp.com.

O movimento foi lançado inicialmente pela Galp como desafio aos seus colaboradores em março com o objetivo de atingir os dois mil quilómetros – e as duas mil refeições. Mas a adesão dos colaboradores da Galp, primeiro, e dos portugueses, depois, ultrapassou largamente este objetivo: antes das duas semanas previstas para a duração da iniciativa foram reunidos quilómetros suficientes para doar 10 mil refeições.

Tendo em conta o impacto inicial desta iniciativa, a Galp, a TVI e a Rádio Comercial decidiram agora recuperar o espírito de colaboração que em 2020 as uniu no projeto ‘Camião da Esperança‘ e elevar a fasquia deste novo desafio lançado aos portugueses: alcançar um milhão de quilómetros para um milhão de refeições.

“Os primeiros resultados da iniciativa ‘Todos os Passos Contam’ foram um espelho da alma dos portugueses: quando somos chamados a apoiar os que mais precisam, mobilizamo-nos de forma inexcedível”, diz Joana Garoupa, Diretora de Marketing e Comunicação da Galp, sublinhando que, face ao sucesso inicial do movimento, “o passo lógico seguinte para a Galp” foi “retomar a parceria de sucesso que tivemos com a TVI e a Comercial no Camião da Esperança para massificar este novo desafio”, concluiu a responsável da Galp.

“Faz parte do ADN da TVI e da Rádio Comercial associarem-se a ações solidárias que impactam de forma positiva todos os portugueses. Depois do sucesso da parceria que realizámos no ano passado com a Galp, estamos orgulhosos e satisfeitos por podermos, uma vez mais, contribuir para ajudar quem precisa” afirma Mafalda Costa Pereira, Diretora de Comunicação do Grupo Media Capital, sublinhando que “tanto a Rádio Comercial como a TVI são a companhia diária de milhares de portugueses e é com eles que pretendemos continuar, lado a lado, nesta caminhada”.

Recorde-se que além do já referido projeto Camião da Esperança que levou testes à Covid-19 ao interior do país, nos últimos meses a Galp desenvolveu um vasto conjunto de iniciativas de apoio aos portugueses mais impactados pela pandemia de Covid-19 e de apoio ao Serviço Nacional de Saúde e à comunidade médica, como por exemplo a doação de mais de 100 toneladas de bens alimentares ou a oferta de mais de 1.300 computadores para ensino à distância.

IVECO, Nikola e OGE aceleram implantação de soluções de abastecimento de hidrogénio

A IVECO, a Nikola Corporation e a OGE anunciam colaboração para aumentar a disponibilidade de veículos elétricos com tecnologia de célula de combustível, bem como a obrigatória infraestrutura necessária para suportar a utilização de camiões alimentados a hidrogénio.

A IVECO, marca que tem apostado na comercialização e produção de veículos alimentados a combustíveis alternativos, e a OGE, proprietária e operadora de uma rede de pipeline para distribuição de gás natural com 12.000 quilómetros, na Alemanha, irão juntar-se à Nikola, marca destacada no desenvolvimento e produção de veículos elétricos pesados alimentados a bateria, veículos elétricos com tecnologia de célula de combustível e outras soluções de infraestruturas energéticas, com vista a desenvolverem soluções de abastecimento de hidrogénio na Alemanha. De forma a suportar o sistema de transportes comerciais europeu, trabalharão com parceiros industriais na instalação de soluções de armazenamento e de abastecimento seguras, fiáveis e de custos contidos, para veículos elétricos com tecnologia de célula de combustível.

Espera-se que esta colaboração permita obter uma distribuição de hidrogénio com custos contidos desde a sua produção até ao seu armazenamento e locais de abastecimento na Alemanha, de forma a responder às necessidades da indústria.

Gerrit Marx, Presidente do Departamento Comercial e de Veículos Especializados na CNH Industrial, prevê uma transformação no “ecossistema de transportes (…) e os atuais modelos de negócio ao longo da cadeia de valor vão mudar com a introdução do hidrogénio e de camiões pesados alimentados a bateria” e, por essa razão, vê esta colaboração como “um enorme primeiro passo para desenvolver uma plataforma crescente de parcerias que tornará este processo numa realidade na Europa”. 

Esta iniciativa também terá um impacto ambiental positivo, pois tal como afirma Thomas Hüwener, Diretor Técnico da OGE, este é um passo dado no sentido de se “trabalhar para a descarbonização da economia”. 

Presidência portuguesa do Conselho e Parlamento Europeu chegam a acordo para legislação climática

O Conselho Europeu, atualmente presidido por Portugal, e o Parlamento Europeu atingiram um acordo provisório para o enquadramento legislativo dos objetivos da União para alcançar a neutralidade climática em 2050. A redução coletiva das emissões de gases com efeitos de estufa também terá de diminuir em pelo menos 55%, até 2030. 

Tornando-se uma urgência cada vez maior, a luta contra a crise climática parece ter chegado a bom porto com este acordo, ainda que provisório. O ministro português do Ambiente e da Ação Climática referiu que estão “satisfeitos com o acordo (…) [e que] a Lei Europeia do Clima é a ‘lei das leis’”. 

Os objetivos estabelecidos pelos membros do Conselho Europeu e do Parlamento Europeu são ambiciosos, admite o João Pedro Matos Fernandes, mas necessários para que se consiga efetivamente a redução das emissões de carbono – uma prioridade até 2030.

Além disto, ficou igualmente acordado que a União Europeia deve aumentar o volume de sumidouros de carbono até 2030.  

O acordo provisório inclui ainda a formação de um Conselho Científico Consultivo Europeu para as Alterações Climáticas, composto por 15 especialistas científicos seniores de diferentes nacionalidades. O principal objetivo deste conselho independente é “fornecer aconselhamento científico e reportar as medidas da EU, as metas climáticas e os valores indicativos para os gases com efeito de estufa, bem como a sua consonância com a Lei Europeia do Clima e os compromissos internacionais da UE à luz do Acordo de Paris”, pode ler-se no comunicado.

Após 2050, a UE deve alcançar “o patamar das emissões negativas”, tornando-se esta outra medida ambiciosa estabelecida no acordo provisório, que aguarda a validação do Conselho e do Parlamento Europeu. 

Esta lei permite que a UE se apresente como um dos líderes durante a Cimeira do Clima, que está a ser organizada pelos Estados Unidos, a realizar-se no dia 22 de abril.

Volvo poupa milhões de euros e toneladas de emissões de carbono

A Volvo Cars pretende, através da aplicação dos princípios da economia circular, conseguir atingir uma poupança anual de cerca de 98 milhões de euros e uma redução de 2,5 milhões de toneladas nas emissões de carbono a partir de 2025.

Com um dos planos ambientais mais ambiciosos da indústria automóvel, Anders Kärrberg – Head of Global Sustainability – Volvo Cars, afirma que estão inteiramente focados na integração da sustentabilidade na forma como pensam e como trabalham enquanto empresa.

Para se tornar uma empresa circular até 2040, como pretendido, a Volvo Cars criará não só circuitos fechados para os materiais que emitem maiores emissões (como o aço e o alumínio, por exemplo), como também programas de reaproveitamento, reparação, reutilização e recondicionamento de peças. 

É neste sentido que cada peça será desenhada, desenvolvida e fabricada de modo a poder ser utilizada e posteriormente reutilizada, pela empresa ou pelos seus fornecedores.

Ao focar-se na eficiência de recursos, e tentando reter o valor criado em materiais e componentes pelo maior tempo possível durante o ciclo de vida, a Volvo Cars deseja otimizar o seu uso eliminando o desperdício no processo. Isso levará não só a poupanças significativas, mas também a novas fontes de receita, o que reduzirá significativamente o seu impacto ambiental.

  A empresa tem em vigor, há vários anos, um programa de reaproveitamento de peças, que permite obter importantes ganhos ambientais e financeiros, reutilizando materiais e reduzindo emissões – estima-se que uma peça reaproveitada necessite até menos 85% de matérias primas e consuma até menos 80% de energia, em comparação com uma peça nova.

Em 2020, cerca de 40.000 peças foram reaproveitadas o que permitiu uma redução na emissão de dióxido de carbono de cerca de 3.000 toneladas. Em 2025, a Volvo pretende duplicar a capacidade deste programa. Para assegurar a circulação do material, a empresa reciclou 95% do seu lixo de produção em 2020. Isso incluiu 176.000 toneladas de aço e uma redução de cerca de 640.000 toneladas de CO2.

A Volvo Cars tornou-se membro da Ellen MacArthur Foundation, a maior rede mundial para a economia circular, em 2020. “É com agrado que acolhemos o compromisso da Volvo Cars em desenhar, desenvolver e produzir os seus produtos para serem usados e reutilizados”, elogia Joe Murphy – Network Lead – Ellen MacArthur Foundation. Murphy acrescenta ainda que “a economia circular oferece às empresas uma ferramenta para avaliarem a viabilidade do seu crescimento a longo prazo que seja capaz de beneficiar também a sociedade e o meio ambiente.” 

Novo Mercedes-Benz EQB

Enquanto os primeiros modelos EQA e EQS chegam aos concessionários Europeus, o novo EQB, específico para o mercado chinês, é apresentado em Xangai, onde será lançado como um modelo topo de gama, totalmente equipado com Linha AMG e uma potência de 215 kW.

Na Europa, logo desde o lançamento, os clientes poderão escolher entre várias versões com tração dianteira, tração integral e vários níveis de potência, alguns superiores a 200 kW.

A capacidade de armazenamento de energia útil das baterias do EQB para a Europa é de 66,5 kWh. A bateria está instalada numa estrutura construída através de um processo de extrusão e possui uma proteção que evita a perfuração da sua unidade de armazenamento por objetos estranhos.  

O novo EQB partilha a avançada tecnologia de propulsão com o EQA e herda a longa distância entre eixos (2.829 milímetros), o interior espaçoso e variável e a terceira fila de bancos do SUV compacto GLB.

Relativamente ao design, o EQB caracteriza-se pela contínua faixa de luz nas secções dianteira e traseira, já familiar nos modelos elétricos Mercedes.

No interior, o condutor tem à sua disposição um Cockpit Panorâmico, com controlo e indicação através do MBUX (Mercedes-Benz User Experience). Destacam-se também elementos tubulares com visual em alumínio, aplicados nos manípulos das portas, na consola central e no tablier no lado do passageiro dianteiro.

Em função do estado de carga e da temperatura da bateria de alta tensão, o EQB pode ser carregado num posto de carregamento com uma potência máxima de até 100 kW. A um nível de carga de 10%, o tempo de carregamento da bateria é ligeiramente superior a 30 minutos para atingir os 80%.

Para realizar carregamentos com corrente alternada ou corrente contínua, o EQB está equipado de série para a Europa e para os EUA com uma ficha CCS (Combined Charging Systems – Sistemas de Carregamento Combinados) no painel lateral direito. Na China é utilizada uma solução de carregamento com tomadas nos painéis laterais direito e esquerdo, e os tempos de carregamento poderão ser diferentes quando comparados com os da versão Europeia.

O EQB está ainda equipado com sistemas inteligentes de assistência à condução. Dispõe do Assistente Ativo de Faixa de Rodagem e do Assistente Ativo de Travagem. Este último tem a capacidade de prevenir uma colisão ou reduzir a sua severidade com uma travagem autónoma. Graças ao aperfeiçoamento das funções  do Pack Driving Assistance, o modelo EQB inclui também a função de manobra de desvio, a função de aviso de saída que alerta o condutor sobre ciclistas ou veículos em aproximação e ainda um aviso quando são detetados pedestres na proximidade de passadeiras.

O SUV compacto EQB será o primeiro modelo totalmente elétrico produzido em série na fábrica da Hungria, construída para operar, desde o início, como instalação neutra em emissões de CO₂.

O lançamento deste SUV compacto no mercado na China está previsto para este ano, seguindo-se a Europa e os EUA.

Pagamentos facilitados no carregamento de veículos elétricos

Pagamentos facilitados no carregamento de veículos elétricos

A empresa portuguesa Miio continua a inovar na mobilidade elétrica, ao ser a primeira empresa a aproximar o método de pagamento de carregamento de um veículo elétrico (VE) ao de um veículo a combustão.

Depois de ter introduzido a opção de carregamento de um VE na rede nacional de forma completamente digital, a Miio apresenta o miio Pay – funcionalidade que permite pagamentos ocasionais para carregamento de VE, sem contrato, na rede pública.

Não são necessários cartões físicos, contratos ou adesões a um serviço de um CEME (Comercializador de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica); o utilizador necessita apenas de aceder à aplicação miio, indicar qual o valor que pretende carregar, efetuar o pagamento e iniciar a sua sessão de carregamento.

Esta novidade da empresa portuguesa proporciona mais comodidade e facilidade de utilização aos condutores de VE, que passam a conseguir carregar a sua viatura de forma imediata, mesmo que tenham instalado a app no momento, sem qualquer contrato ou compromisso.

A funcionalidade miio pay está já disponível para utilizadores beta e passará a estar disponível para o público em geral no dia 30 de abril de 2021.

A aplicação miio disponibiliza aos utilizadores de veículos elétricos informações essenciais para que estes possam viajar em tranquilidade: indica os locais onde se encontram os postos de carregamento, qual a sua potência, se estão disponíveis e funcionais, qual o preço, entre muitas outras informações. Além disto, o utilizador pode ser notificado sobre quando se encontra disponível o posto que pretende utilizar, comparar preços, saber o estado atual e futuro da rede nacional e planear rotas. A app inova não apenas no preço simples e agregado, mas também no controlo de custos que proporciona aos utilizadores, tudo pensado para “proporcionar maior conveniência aos utilizadores de veículos elétricos”, refere Daniela Simões, CEO da Miio.

Toyota revela SUV elétrico bZ4X Concept

Toyota revela SUV elétrico bZ4X Concept

Depois da Toyota ter anunciado o lançamento de três veículos elétricos nos Estados Unidos até ao final de 2021, foi revelado um dos novos modelos totalmente elétrico: o Bz4X Concept.

O Bz4X Concept foi desenvolvido em parceria com a Subaru e é baseado na nova plataforma da Toyota e-TNGA, dedicada aos veículos elétricos a bateria. Assim, combina a qualidade lendária e durabilidade a longo prazo da Toyota com o modo de condução confortável e envolvente da Subaru.

Com um design moderno, apresenta uma frente fechada, uma longa distância entre os eixos com saliências curtas, aumentando, dessa forma, o espaço da cabine.

Frente do novo SUV bZ4X Concept

Quanto ao seu interior, o mesmo é igualmente elegante com linhas de tendência moderna: dispõe de um grande ecrã tátil na zona central e os acabamentos são em preto piano.

Interior do Toyota bZ4X Concept

A marca japonesa não revelou mais detalhes, no entanto promete que o bZ4X terá uma autonomia bastante competitiva e ainda apoio de um sistema de carregador solar integrado – que aumenta o seu valor de autonomia. A letra “X” indica que o veículo terá tração integral, garantida pelos dois motores elétricos, um por eixo.
As vendas do Bz4X Concept começarão em meados do próximo ano.

A marca pretende tornar-se neutra em carbono até 2050 e ambiciona vender cerca de 70 automóveis elétricos diferentes globalmente, até ao final de 2025 – incluindo 15 novos modelos totalmente livres de emissões.

€20 mil em painéis solares para escolas sustentáveis

€20 mil em painéis solares para escolas sustentáveis

A Fundação Galp e a EI – Energia Independente oferece à escola mais sustentável do país uma instalação de painéis solares até 20 mil euros.

Desde 2010 que a Fundação Galp distingue anualmente projetos escolares no âmbito da energia, que promovam consumos energéticos mais eficientes junto da comunidade educativa.
O objetivo é premiar e dar visibilidade a soluções sustentáveis e inovadoras, que sejam um exemplo para toda a sociedade em matéria de sensibilização ambiental e que sublinhem a importância de uma utilização responsável dos recursos energéticos do nosso planeta.

Num ano letivo fortemente marcado pela pandemia de Covid-19, o Prémio Escola Energy Up ganha importância acrescida, assumindo-se como um estímulo adicional para que a comunidade educativa continue a investir na sua sustentabilidade energética e, para que continue a desafiar os alunos a serem parte ativa desta missão, assumindo-se como protagonistas na construção de um futuro melhor.

Nesse sentido, a escola que apresentar, este ano, o projeto mais sustentável na área da energia será reconhecida com um Grande Prémio: a instalação de painéis solares até um valor de 20 mil euros. A divulgação do vencedor será feita no Dia Nacional da Energia, que se assinala a 29 de maio.

Todas as escolas do ensino básico e secundário em Portugal continental e insular podem participar neste desafio. Para o efeito, precisam de apresentar projetos ou trabalhos no âmbito da energia, que estejam implementados ou em curso.

Além do Grande Prémio, o Prémio Escola Energy Up atribuirá ainda um valor até 2.000€ para apoio a projetos escolares na área da transição energética/inovação, ao segundo classificado; e um valor até 1.000€ para o mesmo efeito ao terceiro classificado.

Todas as escolas, que integrem o top 5 dos projetos com maior pontuação receberão ainda uma sessão de sensibilização ambiental para a comunidade escolar, com o intuito de promover hábitos mais sustentáveis. A sessão será apresentada por Carmen Lima – autora do livro “Não há Planeta B – Dicas e Truques para um Ambiente Sustentável”.

Os projetos submetidos serão avaliados por um júri de sete elementos, composto por parceiros do Future Up (Quercus, ADENE, APA, DGE-Direção Geral de Educação e DGEG – Direção Geral de Energia e Geologia), por um representante da Global Media (o media partner do prémio), e por um representante da empresa EI – Energia Independente.

As candidaturas devem ser entregues até dia 7 de maio, mediante o preenchimento do formulário disponibilizado no site da Fundação Galp.