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Green Future-AutoMagazine

O novo portal que leva até si artigos de opinião, crónicas, novidades e estreias do mundo da mobilidade sustentável

GFAM

Projeto CIRVE acelera eletrificação das autoestradas ibéricas

A Mobilize, empresa do Grupo Renault que oferece soluções de mobilidade flexível e promove uma transição para soluções energéticas sustentáveis, é parceira do projeto europeu CIRVE, que promove a e-mobilidade em toda a Península Ibérica, graças à instalação de 40 estações de carregamento rápido localizadas estrategicamente ao longo das principais vias rodoviárias.

O objetivo na base do CIRVE passa por ligar a Península Ibérica a outros países da União Europeia. O projeto reúne operadores de carregamento como a IBIL (líder do projeto e parceiro da Mobilize Power Solutions em Espanha), a EDP, a Endesa, a GIC e a Iberdrola, juntamente com a AEDIVE (a Associação Espanhola para o Desenvolvimento da Mobilidade Elétrica), o Centro Português para a Excelência e Inovação, o CEIIA, e o Grupo Renault, através da marca Mobilize. O projeto é cofinanciado pela Comissão Europeia.

Como demonstração da interoperabilidade – incluindo interoperabilidade transfronteiriça – e para inaugurar o projeto CIRVE, os parceiros conduziram um Renault ZOE E-Tech elétrico através da Península Ibérica, desde Lisboa até Irún (no País Basco, já perto da fronteira francesa).

Para Clotilde Delbos, CEO da Mobilize, esta iniciativa “prova que os automóveis elétricos não se destinam apenas às cidades, mas também podem ser utilizados em viagens mais longas através das fronteiras nacionais”.  

A Mobilize reconhece a importância deste projeto, bem como da instalação de infraestruturas de carregamento, ao longo das autoestradas e vias principais como parte essencial da implantação, em larga escala, da mobilidade elétrica e da consequente redução da pegada de carbono do sector automóvel. 

Volvo elimina couro de todos os seus automóveis

A Volvo anunciou que todos os seus novos modelos 100% elétricos não terão qualquer componente em couro, em linha com a sua política de sustentabilidade rumo à economia circular. 

Com efeito, o interior do novo C40 é constituído por têxteis provenientes de materiais reciclados (como por exemplo garrafas PET), por material biológico oriundo de florestas da Suécia e da Finlândia e por rolhas recicladas da indústria do vinho. 

A Volvo anunciou ainda o objetivo de ter 25% do material que compõe os seus novos modelos constituídos com uma base biológica ou reciclada, sendo que está empenhada em encontrar fontes sustentáveis e de qualidade que sejam alternativas a muitos dos materiais utilizados atualmente na indústria automóvel. Esta exigência será extensível aos seus fornecedores imediatos.

Stuart Templar, director de Global Sustainability da Volvo Cars, reconhece que não basta reduzir as emissões de CO2 para qualquer marca se afirmar como sustentável. Nas suas palavras, “o abastecimento responsável é uma parte muito importante desse trabalho onde se inclui o respeito pelo bem-estar animal. Deixar de usar couro nos nossos automóveis 100% elétricos é um passo importante para resolver esse problema”. 

O fabricante sueco continuará a oferecer opções de misturas de lãs, mas somente de fornecedores certificados, uma vez que a empresa irá rastrear a origem e o bem-estar animal associado a toda esta cadeia de fornecimento. Por outro lado, a marca está ainda a exigir a redução do uso de produtos residuais provenientes da produção de gado que muitas vezes se utilizam em plásticos, borrachas, lubrificantes ou adesivos, seja como parte do material ou como um produto químico do processo de produção ou de tratamento dos materiais. O objetivo: fazer o possível para ajudar a impedir os danos à vida animal, contribuindo para uma procura reduzida por todos os materiais que contenham produtos de origem animal.

Para Stuart Templar, “[t]er uma mentalidade verdadeiramente progressiva e sustentável significa que precisamos fazer perguntas difíceis e tentar encontrar respostas de uma forma ativa”, e é com este pensamento que a Volvo, até 2025, lutará para que 25% do material dos seus novos modelos seja constituído por uma base biológica ou reciclada. 

Audi apoia projeto de limpeza do rio Danúbio

A Audi juntou-se à Clear Rivers na recolha de lixo no rio Danúbio, através da instalação de uma estrutura construída em plástico reciclado que acumulará os resíduos descartados no rio.

A Audi Environmental Foundation já trabalha com a organização holandesa sem fins lucrativos Clear Rivers desde 2018. A colaboração entre as duas entidades concentra-se em criar soluções inovadoras para combater a poluição por plástico em águas abertas em todo o mundo e na consciencialização dos danos ambientais causados ​​por resíduos descartados sem cuidado. Desta vez, fruto da parceria, a Clear Rivers e a Audi criaram uma ‘armadilha’ para o lixo que flutua no Danúbio, em Budapeste, que também é capaz de filtrar resíduos de plástico da água.

Esta ‘armadilha’ de lixo tem a forma de uma bacia móvel de plástico e foi instalada em frente à Universidade de Tecnologia e Economia de Budapeste. A instalação encontra-se fixada a um pontão flutuante já existente, a partir do qual pode ser facilmente operada. Em contraste com as redes convencionais e os sistemas de vácuo, esta estrutura para recolher o lixo distingue-se pelo facto de não interferir no habitat natural do rio. Quer isto dizer que o sistema não captura peixes e outra fauna fluvial e permite até que possam nadar e mergulhar por baixo dela.  

A Clear Rivers não só faz campanha para a recolha de resíduos descartados descuidadamente nos cursos de água, mas também tem como objetivo estabelecer um ciclo fechado de triagem e reciclagem do plástico e dar-lhe uma nova vida. Os resíduos recolhidos já foram transformados em bancos para veículos Audi. 

Além da instalação desta ‘armadilha’ de captura de resíduos, a marca germânica faz também campanhas para promover a limpeza de cursos de água, bem como para evitar o uso de plástico. Juntamente com a Universidade Técnica de Berlim, está a ser instalado um filtro conectado de drenagem das ruas, para evitar que partículas de plástico entrem no sistema de esgoto e nas águas subterrâneas da capital alemã.

Volkswagen ID.4 destaca-se no teste de segurança mais exigente

O Volkswagen ID.4 de 2021 ganhou o prémio Top Safety Pick +, do Insurance Institute for Highway Safety, a mais alta classificação de segurança concedida pelo IIHS e considerado o teste de segurança mais rigoroso da indústria.

O IIHS – organização sem fins lucrativos financiada por seguradoras norte-americanas do ramo automóvel – confirmou que a classificação é válida para toda a linha ID.4 de 2021, incluindo as versões de tração integral ID.4 Pro e Pro S.

Para se qualificar para a distinção Top Safety Pick +, um veículo deve atingir a classificação máxima de ‘Bom’ em seis testes de colisão, incluindo todos os testes de colisão frontal e lateral, além de testes de resistência do teto e encosto de cabeça. Devem também oferecer travagem de emergência automática – com classificação mínima de ‘Avançado’ ou ‘Superior’ para evitar veículos e pedestres – e faróis padrão que alcancem pelo menos uma classificação de ‘Aceitável’ ou ‘Bom’.

Nos diferentes testes, apenas os faróis não obtiveram a melhor das classificações: os faróis LED adaptáveis às curvas, opcionais do ID.4, ganham a classificação ‘Bom’, enquanto os faróis refletores LED recebem uma classificação ‘Aceitável’.

O SUV Audi e-tron foi o primeiro modelo totalmente elétrico a ganhar o status de Top Safety Pick +, em 2019, e foi seguido apenas algumas semanas depois pelos resultados do Tesla Model 3, também ganhando o status de Top Safety Pick +. Ambos os modelos mantiveram esse lugar, e os resultados da Audi são transportados para o estilo de carroçaria e-tron Sportback.

Desde então, o Volvo XC40 Recharge também ganhou um lugar na lista Top Safety Pick +. E como o e-Tton e o XC40 Recharge são construídos em plataformas adaptadas de modelos de combustão interna, o Model 3 e o ID.4 são os primeiros dois modelos de veículos elétricos com plataforma totalmente dedicada a ganhar o primeiro lugar.

Maior empresa de táxis de Londres totalmente elétrica até 2023

A maior empresa de veículos de aluguer do Reino Unido, a Addison Lee, anunciou a total eletrificação de toda a sua frota até 2023.

O investimento de 160 milhões de libras (cerca de 186 milhões de euros) permitirá à empresa sediada em Londres tornar-se 100% elétrica antes de todas as restantes operadoras de aluguer de veículos. Para este fim, a Addison Lee está a fazer parceria com a Volkswagen para a compra do modelo ID.4. A partir de novembro, a empresa de táxis colocará 200 Volkswagen ID.4 por mês, nas estradas londrinas.

Os veículos Addison Lee são quase omnipresentes em Londres, com a empresa a efetuar mais de 10 milhões de viagens por ano, pelo que a adoção destas viaturas elétricas terá um grande impacto nas emissões da capital britânica.

Segundo a empresa, serão “20.000 viagens de emissões zero todos os dias em Londres”.

Shell avança com produção de combustível sustentável para a aviação

A Shell anunciou a sua ambição de produzir, por anos e até 2025, cerca de 2 milhões de toneladas de combustível sustentável para a aviação (SAF). Além disto, pretende, ainda, que pelo menos 10% das suas vendas globais para a aviação sejam de combustível sustentável até 2030.

O anúncio ocorreu no momento em que são publicados dois relatórios que analisam a forma como o setor da aviação pode acelerar o seu progresso em direção à descarbonização.

No relatório ‘Decarbonising Aviation: Cleared for Take-off’ da Deloitte, os especialistas do setor da aviação dão conta de que as atuais metas globais da indústria não são ambiciosas o suficiente e que o setor deve ter como objetivo atingir emissões líquidas de zero até 2050. O relatório descreve 15 maneiras de reduzir as emissões até 2030 que ajudarão a aviação a atingir tal meta.

O relatório complementar da Shell +Decarbonising Aviation: Shell’s Flight Path’ descreve como a marca, um das maiores fornecedores mundiais de combustível e lubrificantes para a aviação, pode ajudar os seus clientes a descarbonizar. No mesmo documento está ainda anunciada a ambição da Shell de produzir cerca de 2 milhões de toneladas de SAF por ano até 2025. Atualmente, a Shell fornece SAF fabricado por terceiros, mas pretende tornar-se um produtor líder global de SAF, ao mesmo tempo que trabalha para alcançar o seu propósito de se tornar um negócio neutro em carbono até 2050.

Este objetivo da Shell foi anunciado depois da empresa petrolífera divulgar a construção de uma instalação de biocombustíveis no Shell Energy and Chemicals Park, na Holanda, com capacidade para produzir 820.000 toneladas de combustíveis de baixo carbono por ano, incluindo SAF.

Comparado com o combustível de aviação convencional derivado de combustíveis fósseis, quando usado puro, o SAF tem o potencial de reduzir as emissões do ciclo de vida da aviação em até 80%. Pode ser usado imediatamente como combustível drop-in, misturado ao combustível convencional para aviação, sem a necessidade de uma mudança fundamental na infraestrutura ou no projeto da aeronave.

Para acelerar a descarbonização da aviação, a Shell acredita que é necessário um regime que incentive a procura consistente dos clientes e forneça apoio fiscal para impulsionar o desenvolvimento de infraestrutura, novas tecnologias e fábrica para produção de SAF. Para esse fim e para estimular a procura, a Shell tem pedido e apoia totalmente a introdução de mandatos de combinação SAF ambiciosos e viáveis.

Ainda no relatório ‘Decarbonising Aviation: Cleared for Take-off’ pode destacar-se a exigência de maior ambição ao setor da aviação no que toca a prazos para descarbonização, aponta o SAF como principal meio de descarbonização, já que evita a necessidade de construir novas aeronaves e, por esta razão, devem ser feitos mais esforços de investimento para que o SAF seja adotado em escala dentro de 15 anos. Paralelamente, o estudo menciona a necessidade de investir em tecnologias de propulsão menos maduras, como aeronaves elétricas e movidas a hidrogénio, para que estas desempenhem um papel em voos de curta distância antes de 2050.

O combustível sustentável para a aviação (SAF) pode ser feito de material vegetal ou animal. A pesquisa e o desenvolvimento também estão em andamento para encontrar maneiras de produzir quantidades industriais sinteticamente, usando hidrogénio obtido de fontes de baixa emissão e dióxido de carbono capturado de outros processos industriais ou do ar. A Shell investiu no produtor da SAF LanzaJet e no fabricante de aeronaves movidas a hidrogénio ZeroAvia.

Nova plataforma online para aconselhamento sobre autoconsumo de energia

A ei – energia independente, empresa do Grupo Galp, lançou a primeira plataforma de aconselhamento e tutorial de todo o processamento de subsídios de autoconsumo para indivíduos, com o objetivo de maximizar o sucesso na obtenção de ajudas disponíveis. 

Estes subsídios fazem parte do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis (PAEMS), oferecido pelo Estado e destinado a promover o autoconsumo e armazenamento solar. Através da plataforma, qualquer pessoa pode contactar uma equipa de peritos da ei energia independente, especializados na gestão de subsídios públicos de energia, que serão responsáveis pelo aconselhamento personalizado aos consumidores durante todo o processo de candidatura e processamento dos subsídios PAEMS.

Para além de orientar e ajudar todos os consumidores a candidatarem-se aos subsídios PAEMS, a ei energia independente exemplifica o valor real da instalação de painéis solares com o subsídio aplicado, que tem uma cobertura de até 85% do custo total da instalação. 

A ei energia independente fará o acompanhamento ao longo de todo o processo, a fim de facilitar a recolha e preparação da documentação relevante e simplificar o processo de candidatura, que deve então ser realizado diretamente por cada consumidor. Finalmente, será o Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis (PAEMS) que determinará a atribuição final do subsídio.

As candidaturas para o programa PAEMS permanecerão abertas até 30 de novembro de 2021.

Fuso eCanter: veículo 100% elétrico produzido em Portugal

A MBP Automóveis Portugal, importador e distribuidor da marca Fuso em Portugal, vai entregar uma unidade Fuso eCanter à Novadis, um dos maiores distribuidores nacionais de bebidas. 

A Fuso eCanter é o primeiro veículo comercial pesado de mercadorias produzido em Portugal. É 100% elétrico, com um peso bruto de 7,5 toneladas e uma autonomia real de 100 km.

O lançamento e produção em série desta viatura foi feito por meio de um projeto-piloto, levado a cabo por 100 viaturas distribuídas por 6 cidades: Amesterdão, Berlim, Londres, Nova Iorque, Tóquio e Lisboa – onde, em 2018, 10 unidades foram atribuídas para utilização no apoio à higiene urbana.

Suportada pela experiência adquirida no projeto de lançamento, hoje a eCanter alarga o seu leque de utilização em Portugal e volta a dar um passo pioneiro, ao tornar-se no primeiro veículo da sua classe destinado à distribuição de bebidas. Esta unidade irá operar na zona de Lisboa.

Uber investe em novo hub em Lisboa

A Uber inaugurou a sua nova sede nacional, em Lisboa, um novo hub que representa um investimento de mais de 90 milhões de euros e já gerou mais de 400 empregos diretos, com perspetivas de recrutar 200 colaboradores adicionais até ao final de 2021.

De acordo com a Uber, o novo hub gera inovação, conhecimento e apoio ao cliente complexo – como é o caso, por exemplo, do apoio prestado pelas equipas de fraude ou de resposta a incidentes e de segurança da Uber – e onde é feito o desenvolvimento de processos e produtos para a região, direcionado para a melhoria da experiência de utilizadores, motoristas, parceiros de entrega, restaurantes, retalhistas e outros parceiros de negócio.

O hub irá oferecer suporte para 9 países europeus: França, Espanha, Portugal, Itália, Grécia, Israel, Turquia, Alemanha e Croácia. A empresa de tecnologia afirma um compromisso de longo prazo na promoção e criação de empregos e inovação em Portugal. 

Para Anabel Diaz, Diretora Geral Regional de Rides EMEA, “o mercado português tem sido um polo de inovação e crescimento onde pudemos criar e testar produtos como o Uber Green ou a expansão do serviço a 100% do território, entre tantos outros projetos e iniciativas inovadoras”. 

Já Régis Haslé, Diretor Sénior de Operações de Cliente EMEA, mostrou o interesse da empresa em continuar a investir em Portugal: “Já fizemos um investimento de 60 milhões de euros e pretendemos investir mais 30 milhões nos próximos quatro anos. Portugal tem profissionais de excelência e também capacidade para atrair os melhores talentos para trabalhar na Uber e viver em Lisboa”.

A sede em Portugal reúne talento proveniente de 28 países em mais de 10 áreas de especialização como Qualidade, Formação & Desenvolvimento, Analytics, Gestão de Projeto, Operações, Marketing e Comunicação, entre outras.

Estações de carregamento automático para os táxis austríacos

A partir de 2025, na Áustria, só será permitida a circulação de táxis elétricos, pelo que cada vez mais taxistas estão a adquirir veículos livres de emissões. De forma a apoiar esta transição, será implementada uma tecnologia de carregamento wireless, de forma a tornar este processo mais eficiente. 

Nos próximos dois anos, cerca de 10 praças de táxis e 66 veículos serão adaptados com a tecnologia Matrix Charging, desenvolvida pela Easelink, que permitirá automatizar os carregamentos.

Com esta tecnologia, não será necessário ligar o veículo a um cabo num ponto de carregamento. Os veículos serão equipados com um conector na parte inferir da carroçaria que depois se ligará a uma placa no ponto de carregamento, clicando num botão. Os táxis serão carregados automaticamente, sem que o condutor precise de sair do veículo. 

Os dois tipos de veículos usados ​​no projeto suportam carregamentos AC de 11 kW, que é o que está a ser implementado como parte do projeto eTaxi Austria. A tecnologia Matrix Charging irá, subsequentemente, suportar carregamentos até 22 kW AC e 100 kW DC a 800 volts.

A tecnologia Matrix Charging oferece grandes vantagens, principalmente em zonas de elevada densidade urbanística, pois não necessita de cabos nem estações e, por essa razão, não implica a construção de infraestrutura adequada. 

O projeto eTaxi Austria está a ser apoiado por várias entidades, nomeadamente o munícipio de Viena, a administração regional da Estíria e até pela Hyundai. É financiado pelo Fundo de Clima e Energia, como parte do programa ‘Implementação de Mobilidade de Emissões Zero’. Tem duração até meados de 2024 e espera-se que sirva de base para futuras transformações de grande alcance na área da mobilidade.