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Green Future-AutoMagazine

O novo portal que leva até si artigos de opinião, crónicas, novidades e estreias do mundo da mobilidade sustentável

GFAM

Concebido em Milão, construído para a Europa: GAC apresenta o hatchback elétrico AION UT

A GAC lança hoje o seu segundo modelo da gama totalmente elétrica AION na capital europeia do design, Milão: o hatchback elétrico AION UT. O modelo foi desenvolvido pela GAC e co-concebido pelo Centro de Design Avançado da GAC em Milão. O AION UT será inicialmente comercializado na Finlândia, Grécia, Polónia e Portugal ainda neste trimestre. Outros mercados europeus seguir-se-ão no terceiro trimestre.

O AION UT combina um design contemporâneo com um interior espaçoso e tecnologia avançada de inteligência e segurança. Possui uma distância entre eixos de 2.750 mm e um espaço interior comparável ao de uma berlina de segmento médio. O sistema de infoentretenimento inclui dois ecrãs: um ecrã tátil de 14,6 polegadas e um painel de instrumentos digital de 8,88 polegadas. O AION UT cumpre os mais elevados padrões de segurança, estando equipado com estrutura reforçada de dupla proteção nas portas, airbags laterais tipo cortina em formato V e tecnologia ADAS de nível 2.

A autonomia pode atingir até 430 km (WLTP). O carregamento de 30% a 80% em corrente contínua demora 24 minutos. A aceleração dos 0 aos 100 km/h é realizada em 7,3 segundos. O AION UT está disponível em dois níveis de equipamento: Premium e Luxury.

Produzido na Áustria

Tal como o SUV AION V, introduzido na Europa no ano passado, o AION UT é montado na unidade da Magna em Graz. A localização da produção melhora a eficiência da cadeia de abastecimento e a capacidade de resposta ao mercado, marcando uma mudança estratégica para a GAC: de exportadora de veículos para uma presença mais enraizada e localizada na Europa. Guiada pelo compromisso “Na Europa, para a Europa”, a GAC pretende contribuir ativamente para o ecossistema europeu de mobilidade elétrica, através de produção local, parcerias regionais e investimento em mobilidade sustentável.

Concebido em Milão

O Centro Europeu de Design Avançado da GAC estabelece uma ponte entre a experiência automóvel oriental e a sensibilidade do design europeu, desenvolvendo veículos adaptados ao mercado europeu. Situado no distrito de design da Via Tortona, em Milão, o centro reúne uma equipa internacional de designers que trabalham em conceitos de mobilidade futura, incluindo tecnologias de eletrificação de nova geração. Modelos como o AION UT ilustram esta abordagem: combinando a tecnologia global da GAC com a estética refinada e o cuidado de execução que os clientes europeus exigem.

A GAC está a trabalhar para expandir ainda mais a sua presença na Europa através de novas parcerias e do desenvolvimento de redes de vendas e assistência.

Preço

Dependendo das condições de cada mercado, o preço na Europa começa nos 27.990 euros.

Quem mais beneficiará do mercado acelerado de veículos autónomos (AV)?

No artigo “Robotaxis Get a Boost from Ride-Hailing Platforms”, publicado em setembro passado, analisei como essas plataformas — em particular a Uber — estão a tornar-se peças centrais no ecossistema dos robotáxis. Desde então, o impulso tem continuado a crescer. A implementação de robotáxis — e, em menor escala, de shuttles autónomos — acelerou, especialmente nos EUA e na China. Mais anúncios foram feitos por fornecedores de sistemas de condução autónoma (ADS), operadores de ride-hailing, fabricantes de equipamentos originais (OEM), bem como gestores e orquestradores de frotas, relativamente a serviços futuros. A Europa tem sido uma área de foco importante para estes anúncios, embora o Médio Oriente e o Japão também estejam a acelerar.

Como irão estes intervenientes combinar a sua experiência para criar propostas de valor robustas? Irão desempenhar papéis intercambiáveis dentro do seu domínio específico? Será que um dos grupos (veículos, ADS, ride-hailing, etc.) irá capturar uma fatia desproporcionada das receitas e lucros? Estão certos participantes melhor posicionados para assumir um papel de liderança neste negócio em crescimento?

O estado da implementação de AV no mundo

Os veículos autónomos (AV) já foram implementados em alguma escala nos EUA e na China, e em muito menor grau nos EAU. Nos EUA, a Waymo continua a ser, de longe, a líder, operando comercialmente sem operadores de segurança. Até dezembro passado, a empresa da Alphabet tinha percorrido 170 milhões de milhas apenas com passageiros. A sua frota de mais de 3.000 robotáxis transporta agora passageiros em onze cidades, seis das quais foram adicionadas em 2026, e tem acesso a quatro aeroportos. Uma dúzia de cidades adicionais foi anunciada para futuras operações. A Waymo atingiu recentemente 500.000 viagens pagas por semana — o dobro desde abril de 2025 — e já opera em autoestradas a velocidades até 105 km/h. A empresa estabeleceu parcerias com a Jaguar, Zeekr e Hyundai para os veículos base, e com a Uber e a Lyft para parte da sua implementação.

A Zoox, subsidiária da Amazon, oferece viagens gratuitas com uma frota de algumas dezenas de veículos personalizados de quatro lugares, sem volante, pedais ou operadores de segurança. Em Las Vegas, já realizou mais de 350.000 viagens com pontos fixos de recolha e entrega. Em São Francisco, o serviço está disponível para um grupo selecionado de utilizadores, num domínio operacional ainda limitado mas em crescimento. Embora ainda ofereça viagens gratuitas, a empresa anunciou planos de expansão para várias cidades dos EUA. A Tesla permanece limitada a Austin e São Francisco, apesar das projeções extremamente ambiciosas feitas por Musk no ano passado. A sua frota de algumas centenas de Model Y opera comercialmente com operadores de segurança a bordo, exceto em alguns veículos em Austin. Tanto a Zoox como a Tesla desenvolveram os seus próprios ADS e veículos e operam o serviço.

Na China, robotáxis e shuttles já operam comercialmente sem operadores de segurança em cerca de uma dúzia de cidades, sendo operados principalmente pela Apollo Go (da Baidu), Pony.ai e WeRide. A frota da Apollo Go, com mais de 1.000 robotáxis, atingiu 300.000 viagens pagas numa semana no quarto trimestre de 2025. A Pony.ai está em rápida expansão, com o objetivo de aumentar a sua frota de 1.000 para 3.000 veículos em 2026. Com mais de 1.000 veículos, a WeRide é a única empresa que opera tanto robotáxis como shuttles autónomos, incluindo o “Robobus” desenvolvido com a Yutong. Por outro lado, todos os robotáxis são fornecidos por OEMs locais como a Geely ou por joint ventures estrangeiras.

Na Europa, as implementações têm sido até agora limitadas a projetos piloto, sobretudo com shuttles. Ainda assim, nos últimos dois anos — especialmente nos últimos 12 meses — houve muitos anúncios de novas parcerias. A Europa tornou-se claramente um novo campo de batalha, com fornecedores chineses de ADS na liderança até agora. O ride-hailing autónomo está a chegar: a Verne (da Rimac), a Pony.ai e a Uber anunciaram recentemente o lançamento de um serviço em Zagreb, Croácia, ainda com operadores de segurança.

O Reino Unido deverá ser o primeiro grande mercado europeu a receber robotáxis ainda este ano, com a regulamentação necessária em fase final. A Waymo prepara-se para lançar o serviço em Londres, enquanto a Apollo Go e a Wayve colaboram com a Uber e a Lyft. A futura aprovação do fórum da ONU (UNECE WP.29) deverá acelerar a implementação de AV na União Europeia, ao criar um processo de homologação unificado — ao contrário dos EUA, onde a regulamentação varia por estado.

Por fim, o Médio Oriente e o Japão também ganham tração. Serviços de ride-hailing autónomo já existem em Abu Dhabi e Dubai, apoiados por fornecedores chineses de ADS. No Japão, empresas como Waymo, Wayve e Nuro estão a avançar, enquanto a Nissan também apresentou o seu próprio sistema em testes recentes.

Qual o papel dos fabricantes automóveis?

Inicialmente, os OEM viam os AV como uma oportunidade para vender pequenas frotas. No entanto, o crescimento do setor levou-os a formar parcerias com fornecedores de ADS e a integrar melhor a tecnologia. Exemplos incluem VW-Mobileye, Zeekr-Waymo, Toyota-Waymo, Hyundai-Waymo, Stellantis-Pony.ai, Nissan-WeRide e Renault-WeRide. Curiosamente, nem a GM nem a Ford firmaram parcerias após o encerramento dos seus projetos anteriores.

Alguns fabricantes estão agora a desenvolver versões específicas de veículos adaptadas a AV, com requisitos como redundância de sistemas de segurança ou portas automáticas. Estes veículos poderão ser compatíveis com vários ADS, permitindo combinações intercambiáveis entre fabricantes e fornecedores de tecnologia.

Além disso, alguns OEM colaboram diretamente com plataformas como a Uber, permitindo diversificar a oferta — por exemplo, viagens premium com veículos da Lucid.

Quem beneficiará mais?

Dado o nível de intercambialidade, os OEM correm o risco de ver os seus produtos tornarem-se comoditizados, a menos que ofereçam valor único — como veículos especializados (Zeekr) ou posicionamento premium (Lucid).

Os principais fornecedores de ADS — como Waymo, Baidu, Pony.ai e WeRide — lideram atualmente em maturidade tecnológica e implementação. No entanto, enfrentarão concorrência de novos participantes com abordagens baseadas em machine learning de ponta a ponta, como a Waabi.

Por fim, as plataformas de ride-hailing — Uber, Bolt e Lyft — têm uma vantagem clara na escala, graças ao reconhecimento de marca e ao acesso a utilizadores. A Uber, por exemplo, realiza cerca de 500 vezes mais viagens semanais do que a Waymo. Ao construir amplos ecossistemas de parceiros, estas plataformas ganham poder de negociação com fabricantes e fornecedores de ADS.

Embora os fornecedores de ADS possam optar por operar serviços diretamente em alguns casos, a maioria das implementações dependerá também de empresas de gestão de frotas e especialistas em supervisão.

No final, as receitas geradas serão partilhadas entre plataformas de ride-hailing (orquestradoras), fornecedores de ADS (royalties), OEM (venda de veículos) e prestadores de serviços. Tudo indica que as plataformas de ride-hailing estarão melhor posicionadas para capturar a maior parte do valor.

Marc Amblard
Managing Director, Orsay Consulting

Estradas de Sangue: Reprimir X Educar 

Com 145 mortos em menos de quatro meses, Portugal precisa de muito mais do que radares e multas. Precisa de coragem política para mudar o sistema.

Cento e quarenta e cinco. É o número de pessoas que já não voltaram para casa em 2026, mortas nas estradas portuguesas até meados de abril. Cento e quarenta e cinco vidas extintas em menos de quatro meses, mais 42 do que no mesmo período do ano passado. Um aumento de 36% que deveria fazer soar todos os alarmes e não apenas os dos radares de velocidade.

A Páscoa de 2026 foi mais um capítulo desta tragédia cíclica. Entre os dias 2 e 6 de abril, a Operação Páscoa da GNR e da PSP terminou com 20 mortos, 53 feridos graves e 845 feridos ligeiros, num total de 2.602 acidentes. O Ministério da Administração Interna manifestou “profunda preocupação e consternação”. Declarou que “nenhuma morte na estrada é aceitável”. E anunciou medidas. Como sempre.

Essas medidas, como quase sempre, apontam para o mesmo horizonte: mais fiscalização, mais radares, mais coimas, recuperação da Brigada de Trânsito. Repressão. Não é que a fiscalização seja inútil, longe disso. Mas quando os números sobem 36% num único ano, há que perguntar se reprimir é suficiente. Ou se é apenas o caminho mais fácil, mais rápido e, não por acaso, o mais rentável para os cofres do Estado.

Vamos por partes:

Preparados para o exame, não para a estrada

Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Clube de Portugal, disse no Parlamento o que muitos sabem mas poucos assumem: o ensino da condução em Portugal é, nas suas palavras, “uma vergonha”. Muitas escolas de condução não cumprem sequer as 30 aulas mínimas obrigatórias, enviando alunos para exame com meia dúzia de lições, embora cobrem o pacote completo.  Além disso, os percursos de exame estão pré-definidos e são conhecidos de antemão. O resultado? Condutores que passam no exame e chegam à estrada real como se aterrassem num planeta desconhecido.

O mesmo Carlos Barbosa defende há anos que é urgente implementar exames práticos mais exigentes e transparentes, que preparem os condutores para a vida real, para a chuva, para o nevoeiro, para a autoestrada, para o caos urbano e não apenas para os cinco percursos que podem sair no teste. 

Em vez disso, o Governo aprovou em janeiro de 2026 um regime que permite aprender a conduzir com um tutor em vez de um instrutor profissional. O ACP respondeu de imediato que o Governo estava a “demitir-se da sua função reguladora”. 

Com os números de sinistralidade à vista, é difícil discordar.

As estradas que matam e que todos conhecem

Portugal tem pontos negros nas estradas que são conhecidos há décadas. Troços onde os acidentes se repetem, onde as vítimas se acumulam, onde a geometria da via, a sinalização deficiente ou a ausência de separadores físicos criam as condições perfeitas para a tragédia. A Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária, que prevê reduzir em 50% os mortos e feridos graves até 2030, foi anunciada em 2021 com cerca de 40 medidas. Em 2026, ainda não foi implementada. Nem sequer chegou a consulta pública. Resolver pontos negros custa dinheiro. Reprimir gera receita. 

A equação é simples e é esta que tem governado a política rodoviária portuguesa.

Um ecossistema sem regras comuns

As vias de circulação são hoje ecossistemas complexos onde coexistem, no mesmo espaço e ao mesmo tempo, automóveis, motociclos, velocípedes, trotinetas elétricas, veículos de entrega, autocarros, peões e uma constelação crescente de novos modos de mobilidade. Esta coexistência é em si mesma desafiante. Torna-se perigosa quando parte dos seus utilizadores ignora sistematicamente as regras que a tornam possível.

Quem circula nas cidades portuguesas assiste diariamente a um espetáculo de anarquia sobre rodas, ou sobre duas rodas. Utilizadores de trotinetas eléctricas que atravessam cruzamentos com o semáforo vermelho sem reduzir a velocidade. Ciclistas que circulam em contramão, sobem passeios, ignoram sinais de stop e transitam entre vias de trânsito com a descontração de quem passeia num jardim. Não são todos, é verdade. Mas são muitos. E a lei, que neste domínio ainda tem lacunas evidentes, raramente os alcança. 

O Código da Estrada não acompanhou a revolução da micromobilidade. É urgente que o faça com deveres claros: fiscalização efectiva e consequências reais para quem os ignora.

Supersportivos de série e ecrãs que hipnotizam

Há uma outra dimensão deste problema que raramente é discutida com frontalidade: os automóveis modernos são, ao mesmo tempo, mais poderosos e mais distrativos do que nunca. Potências que há uma geração apenas estavam disponíveis em superdesportivos de competição são hoje acessíveis em berlinas de família, SUVs do quotidiano e até em veículos eléctricos de gama média. Qualquer condutor medianamente equipado pode hoje, sem esforço, atingir velocidades e acelerações para as quais o seu treino e a sua experiência não o prepararam.

Em simultâneo, o interior dos automóveis transformou-se numa extensão do smartphone. Os grandes ecrãs tácteis que dominam os tabliers modernos, para os quais as marcas migraram funções tão simples como regular o ar condicionado ou ajustar o volume do rádio, exigem que o condutor desvie o olhar da estrada por vários segundos. Estudos consistentes demonstram que o tempo de reacção a uma ameaça com os olhos fora da via, mesmo por dois ou três segundos, equivale a circular às cegas durante dezenas de metros. A 50Km/h, três segundos equivalem a cerca de 15 metros percorridos. A distracção ao volante já é, em muitos países, a principal causa de acidentes. Em Portugal, continua a ser tratada como infracção menor e apenas se fala e, muti bem, penaliza o uso do telemóvel. O resto é equipamento de serie.

Um Código da Estrada do século XX para o século XXI

A revisão do Código da Estrada é uma necessidade há muito reconhecida e sistematicamente adiada. Um código pensado para uma realidade de há décadas não pode regular com eficácia um ecossistema viário que inclui veículos eléctricos de alta performance, trotinetas de 25 km/h, bicicletas de carga, veículos autónomos em fase de testes e modalidades partilhadas que se multiplicam a cada estação. A lei precisa de acompanhar a realidade. Precisa de definir com clareza os direitos e deveres de cada modo de mobilidade, de estabelecer hierarquias de responsabilidade nos sinistros que envolvam diferentes tipos de veículos e de criar um quadro sancionatório que seja simultaneamente justo, proporcional e dissuasor.

Mas não se iludam. A lógica que tem governado a segurança rodoviária em Portugal é uma lógica financeira, não humanista. Radares, coimas, taxas de juro sobre contraordenações: tudo isto gera receita. Rever o ensino da condução, resolver pontos negros, modernizar a legislação, investir em educação rodoviária desde a escola primária: tudo isto custa dinheiro. E, pior ainda, os resultados demoram anos a ser visíveis nas estatísticas.

Cento e quarenta e cinco mortos em menos de quatro meses. Para a próxima Páscoa, o Governo prepara certamente outra operação de fiscalização intensiva, outro comunicado de “profunda preocupação”, outro anúncio de medidas. E nós, tal como todos os anos, ficaremos à espera dos números do fim-de-semana.

Reprimir dá dinheiro. Educar custa dinheiro. Enquanto esta aritmética se mantiver, as estradas portuguesas continuarão a cobrar o seu tributo semanal, pontualmente, religiosamente, de Páscoa em Páscoa.

Fontes: ANSR – Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária; GNR; PSP; ACP – Automóvel Clube de Portugal; Ministério da Administração Interna.

NOVO HYUNDAI IONIQ 9

A Hyundai Motor Company acaba de lançar em Portugal o novo Hyundai IONIQ 9, um SUV 100% elétrico de três filas de bancos que reforça a aposta da marca coreana na mobilidade sustentável. O modelo destaca-se pelo amplo espaço interior, design inovador e tecnologias de última geração, posicionando-se como uma das propostas mais avançadas do segmento.

Integrando a família elétrica ao lado dos já premiados Hyundai IONIQ 5 e Hyundai IONIQ 6, o IONIQ 9 assume um papel central na estratégia da Hyundai de lançar 23 veículos sem emissões até 2030, oferecendo uma gama diversificada para diferentes perfis de consumidores.

No exterior, o modelo apresenta linhas elegantes e fluidas que conjugam eficiência aerodinâmica com um estilo futurista. Já no interior, a experiência aproxima-se de uma sala de estar, com piso totalmente plano, configurações versáteis de bancos e a consola deslizante Universal Island 2.0, garantindo conforto e flexibilidade para todos os ocupantes.

O refinamento é outro dos pontos fortes, com destaque para o sistema Active Noise Cancelling-Road (ANC-R), vidros acústicos e pneus de baixo ruído, que criam um ambiente silencioso e relaxante. Em termos de desempenho, o SUV está equipado com uma bateria de 110,3 kWh, capaz de oferecer até 600 km de autonomia (estimativa WLTP).

Baseado na arquitetura E-GMP de 800 V, o IONIQ 9 permite carregamentos ultrarrápidos e elevada eficiência energética. A tecnologia também assume protagonismo com a introdução do primeiro assistente de inteligência artificial da marca, que possibilita controlo por voz contínuo e uma interação mais intuitiva com o veículo.

Além disso, o modelo inclui funcionalidades digitais avançadas que permitem aos utilizadores personalizar o sistema de infoentretenimento, iluminação e até adicionar novas funções de condução através de atualizações remotas.

O novo Hyundai IONIQ 9 já se encontra disponível no mercado português, com preços a partir de 62.500 euros (acresce IVA).

Honda reforça proposta para empresas: CR-V Plug-in Hybrid com Tributação Autónoma de 7,5%

A Honda Portugal Automóveis reforça a sua proposta para o segmento empresarial com o CR-V Plug-in Hybrid Advance, disponível por 44.990 (acresce IVA). Este SUV eletrificado combina eficiência, tecnologia de ponta e vantagens fiscais concretas, garantindo o posicionamento no escalão de 7,5% de Tributação Autónoma (mais informação em Contas Feitas Empresas).

No atual contexto corporativo, onde a otimização de custos e a sustentabilidade são fatores críticos na tomada de decisão, o Honda CR-V Plug-in Hybrid destaca-se como uma solução estratégica.

Equipado com o reconhecido sistema híbrido plug-in da Marca, o Honda CR-V oferece uma condução suave, silenciosa e altamente responsiva, suportada por um motor elétrico de 184 CV. A versatilidade do modelo é reforçada por um interior espaçoso e funcional, apresentando uma capacidade de bagageira que atinge os 1.710 litros com os bancos rebatidos. Adicionalmente, a capacidade de reboque até 1.500 kg responde às necessidades mais exigentes do quotidiano empresarial.

O conforto e a tecnologia estão igualmente no centro da experiência. O modelo inclui de série o sistema de som premium Bose, bancos dianteiros aquecidos e ventilados, e o conjunto completo de sistemas avançados de segurança e assistência à condução Honda Sensing 360o, que eleva os padrões de proteção ativa e passiva.

Inserido na campanha “Contas feitas empresas”, o Honda CR-V Plug-in Hybrid integra uma gama SUV eletrificada pensada para apoiar a transição energética das frotas. Modelos como o ZR-V Hybrid e o HR-V Hybrid complementam a oferta, disponibilizando diferentes soluções de mobilidade eficiente, com consumos otimizados e elevada autonomia, adaptadas a diversos perfis de utilização.

O Honda HR-V Hybrid Elegance, acessível por 34.500 euros (IVA incluído), posiciona- se como a escolha ideal para empresas que privilegiam máxima eficiência e funcionalidade no dia a dia urbano e periurbano. Com consumos a partir de 5,4 l/100 km (WLTP), três modos de condução adaptáveis e um interior inteligente com bancos rebatíveis, oferece elevada flexibilidade para diferentes necessidades de transporte. O ecrã tátil de 9’’ com navegação e o conjunto de tecnologias Honda Sensing asseguram conectividade, segurança e facilidade de utilização, tornando-o numa solução prática e económica para frotas empresariais.

Já o Honda ZR-V Hybrid Sport, disponível por 42.950 euros (IVA incluído), afirma-se como uma proposta equilibrada entre desempenho e eficiência, ideal para empresas que valorizam dinamismo sem comprometer os custos operacionais. Equipado com um motor elétrico de 184 CV, oferece uma condução envolvente e uma autonomia combinada até 1.000 km (WLTP), reduzindo a necessidade de paragens frequentes. A sua versatilidade é reforçada por uma capacidade de bagageira até 1.312 litros (com bancos rebatidos) e pela integração dos sistemas de segurança ativa Honda Sensing, garantindo elevados padrões de proteção e conforto em utilização profissional intensiva.

A proposta da Honda distingue-se não apenas pela tecnologia híbrida avançada, mas também por um pacote de valor integral para o cliente profissional. A marca assegura 5 anos de garantia sem limite de quilómetros, 5 anos de assistência em viagem, total transparência de custos através do conceito “preço chave na mão” – que inclui despesas de legalização, transporte, pintura metalizada e ecovalor – e o apoio de uma rede especializada, preparada para esclarecer todas as questões fiscais e operacionais.

Contas feitas, a escolha de um Honda híbrido ou híbrido plug-in permite reduzir a carga fiscal e potenciar os resultados do negócio, gerando benefícios claros tanto para a empresa como para o ambiente.

A Honda tem estado sempre na vanguarda da tecnologia híbrida e tem impulsionado o mercado de viaturas híbridos por forma a aumentar a eficiência dos veículos para benefício da sociedade e para inovação técnica, proporcionando, simultaneamente, o “prazer de condução” aos seus clientes. Com um serviço pós-venda dedicado a veículos eletrificados e um acompanhamento personalizado, a Honda posiciona-se como um parceiro estratégico para as empresas que procuram aliar eficiência e fiabilidade à inovação.

    Novo Seltos: modelo de sucesso global é reforço da Kia para o segmento SUV

    O novo Kia Seltos, segunda geração deste bem-sucedido SUV compacto, prepara-se para chegar à Europa já no terceiro trimestre deste ano, incluindo o mercado nacional. Integrado no cada vez mais expressivo segmento C-SUV, o Seltos vem assumir um papel central no reforço da gama SUV da Kia e, ao mesmo tempo, sublinhar o compromisso da marca com a transição para a mobilidade eletrificada.

    O Seltos espelha a liderança da Kia em matéria de design e o objetivo de oferecer pragmatismo, facilidade de utilização e tecnologia avançada, num SUV autêntico, versátil e com uma presença marcante que reúne argumentos para se tornar numa nova referência do seu segmento.

    “Globalmente, o Kia Seltos sempre representou o expoente máximo da atenção da Kia ao valor, tendo evoluído para se tornar no segundo modelo mais vendido da marca a nível mundial. Ao introduzirmos esta segunda geração na Europa, estamos não apenas a reforçar a nossa presença num dos formatos SUV de mais rápido crescimento, mas também a fortalecer a posição do Seltos na gama global da Kia”, referiu o diretor de Operações da Kia Europe, Sjoerd Knipping. “O Seltos permite-nos oferecer aos clientes um SUV versátil e tecnologicamente avançado e manter um forte ritmo num momento em que a eletrificação avança a diferentes velocidades nos mercados europeus”.

    Prático, elegante e confiante

    O Seltos materializa a visão da Kia em oferecer um modelo com carácter SUV, que combina design arrojado, soluções inteligentes e conectividade de última geração. Posicionado para preencher uma lacuna na oferta de baixa eletrificação do segmento C-SUV, o Seltos reflete o espírito progressivo da Kia, com uma proposta funcional, confortável e preparada para qualquer estilo de vida. O habitáculo espaçoso, a ampla capacidade de carga e o foco na conveniência de utilização tornam-no apto tanto para uma utilização diária em ambiente urbano como para viagens em família.

    Design arrojado inspirado no mundo EV

    Desenvolvido de acordo com a filosofia de design “Opposites United” da Kia, o Seltos combina uma configuração típica dos SUV convencionais com uma sofisticação futurista inspirada na linguagem de design EV da Kia. A postura ousada e robusta e as superfícies limpas e precisas diferenciam o Seltos e permitem-lhe apresentar um dos mais singulares estilos SUV do mercado.

    Destaques exteriores:

    • Dimensões: 4430 mm (C) × 1830 mm (L) × 1600 mm (A); ampla distância entre eixos, de 2690 mm, assegura versatilidade referencial;
    • Secção dianteira: assinatura luminosa Star Map da Kia, com um padrão que se prolonga pela grelha superior, transpõe design de inspiração EV para o segmento tradicional;
    • Perfil: pilar D prolongado melhora o espaço na segunda fila; linha de ombros musculada e tejadilho flutuante criam silhueta dinâmica;
    • Secção traseira: gráfico da assinatura luminosa Star Map expande visualmente o design, reforçando uma postura sólida e robusta; spoiler com forma descendente melhora a aerodinâmica, tal como a escova oculta do óculo traseiro;

    A paleta de cores do Seltos integra até dez opções, entre as quais três recém- desenvolvidas e exclusivas para o mercado europeu: Tan Beige, Denim Blue e Pale Ripple Grey.

    No habitáculo, que se destaca pelo amplo espaço disponível para todos os ocupantes, o Seltos revela também um design inspirado na gama EV, proporcionando um ambiente sofisticado, luminoso e moderno, ao gosto dos clientes europeus. As formas horizontais contribuem para a sensação de amplitude, reforçada por uma consola central que exprime modernidade e alta tecnologia. No seu conjunto, os materiais premium e a disposição arrumada combinam conforto com clareza visual.Entre os elementos de conforto e conveniência destacam-se:

    • Ecrã panorâmico integrado: painel de instrumentos de 12,3 polegadas, ecrã do sistema de climatização com 5,3 polegadas, ecrã multimédia de 12,3 polegadas;
    • AI Assistant com tecnologia de inteligência artificial generativa para uma interação natural e conversacional;
    • Luz ambiente que envolve todo o interior com iluminação proveniente de várias fontes, incluindo possibilidade de personalização com 64 cores;
    • Bancos da segunda fila reclináveis, com regulação de 24 graus (12 graus para a frente ou para trás);
    • Sistema de áudio Harman/Kardon premium para um som envolvente;
    • Kia Connect Store oferece personalização digital e opções de entretenimento,incluindo colaboração com a Disney.
    1. O Seltos dispõe de uma das mais elevadas capacidades de bagagem da categoria, com 536 litros (VDA), incluindo configurações de arrumação flexíveis, entre as quais uma plataforma de carga rebatível de dois níveis. A facilidade de utilização deste espaço pode

    ainda ser incrementada com o AddGear, sistema de acessórios da Kia, que inclui soluções modulares para arrumação de objetos.

    “O Seltos conjuga as qualidades que os clientes europeus esperam de um SUV moderno: um design ousado e robusto com uma forte presença na estrada, interior espaçoso e versátil e tecnologias avançadas associadas aos EV”, referiu o vice-presidente de Produto, Marca e Experiência do Cliente na Kia Europe, Pablo Martínez Masip. “Uma capacidade de carga notável, e-AWD, V2L e Stay Mode demonstram como o Seltos transfere a inovação EV para um produto prático e orientado para utilização diária”.

    Desempenho de condução e motorização

    Construído com base na mais recente plataforma da Kia, o Seltos oferece um comportamento em estrada confiante, refinado e versátil. A elevada rigidez da carroçaria, o isolamento acústico melhorado e a afinação equilibrada do chassis garantem estabilidade e conforto nas mais variadas condições de condução.

    No mercado europeu, o Seltos disponibiliza tração integral associada às motorizações ICE e HEV, democratizando o recurso a esta tecnologia avançada dentro deste segmento. Na variante híbrida, é o primeiro modelo da Kia a poder incorporar o opcional sistema e-AWD do Grupo, que permite uma distribuição precisa do binário, melhor tração e maior estabilidade. A seleção do Modo de Condução – com as opções Eco, Normal e Sport – assegura a adequação do desempenho a diferentes situações de condução, enquanto a função Stay Mode melhora o conforto do habitáculo para os passageiros quando o Seltos está parado.

    A versão com propulsão convencional a gasolina está equipada com um motor T-GDI de 1.6 litros turbo, que debita 180 cv de potência e 265 Nm de binário, disponíveis com uma transmissão manual de 6 velocidades ou de dupla embraiagem e 7 velocidades. A versão híbrida com tração dianteira oferece 154 cv e a versão e-AWD atinge 178 cv.

    O Seltos é também o primeiro modelo híbrido do Grupo a dispor da tecnologia opcional Vehicle-to-Load (V2L), normalmente associada aos EV, permitindo que dispositivos externos sejam alimentados e carregados diretamente a partir do veículo.

    Tecnologia, segurança e comodidade em harmonia

    O foco prioritário na segurança resultou na aplicação de uma engenharia estrutural avançada e de um conjunto completo de Sistemas Avançados de Assistência à Condução (ADAS) de Nível 2, concebidos para aumentar a confiança do condutor em diferentes condições de utilização.

    Deste conjunto, destacam-se:

    • Highway Driving Assist 2 (HDA 2)
    • Smart Cruise Control 2.0 (SCC 2.0)
    • Lane Following Assist 2 (LFA 2)
    • Safe Exit Warning (SEW)
    • Surround View Monitor (SVM)
    • Forward Collision-Avoidance Assist 2 (FCA 2)
    • Parking Collision-Avoidance Assist-Reverse (PCA-R)
    • Parking Distance Warning-Front/Side/Reverse (PDW-F/S/R)

    O novo Seltos está equipado com um sistema de atualizações de software Over-the-Air (OTA) e com a funcionalidade Kia Upgrades, que mantêm o veículo preparado para o futuro ao longo do seu ciclo de vida.

    A produção da variante a gasolina será iniciada no segundo trimestre de 2026, a que se seguirá a versão híbrida numa data posterior. A Astara, representante da Kia em Portugal, prevê iniciar as vendas do novo modelo em julho deste ano.

        Nissan revela o novo JUKE 100% elétrico e reforça estratégia de eletrificação na Europa

        A Nissan revelou o novo JUKE 100% elétrico durante o evento Vision, realizado na sede global da empresa no Japão, assinalando um passo significativo na sua estratégia de eletrificação na Europa. Num contexto em que o mercado europeu de veículos elétricos (EV) continua a crescer, a Nissan capitaliza mais de 15 anos de experiência neste segmento para responder às diversas necessidades dos clientes, num ambiente de mercado cada vez mais competitivo e complexo.

        Ágil, compacto e inequivocamente Nissan, o primeiro JUKE totalmente elétrico transporta a personalidade e emoção do modelo para a era da mobilidade elétrica, reinterpretando um dos crossovers compactos mais distintivos da Europa. Este modelo integra a estratégia mais ampla da Nissan de disponibilizar soluções eletrificadas adaptadas a todos os perfis de clientes.

        Desde o seu lançamento original em 2010, o JUKE conquistou cerca de 1,5 milhões de clientes na Europa, redefinindo o segmento dos crossovers compactos com o seu design ousado e diferenciador. O novo JUKE mantém esse ADN, agora com um sistema de propulsão totalmente elétrico, contribuindo para o percurso da Nissan rumo à mobilidade de zero emissões.

        Um caminho flexível para a eletrificação total

        O novo JUKE 100% elétrico junta-se a uma gama europeia de veículos elétricos em crescimento, que inclui o novo MICRA, recentemente lançado em Portugal, o LEAF de terceira geração (que chega ainda este ano ao mercado nacional), o crossover Ariya e o Townstar na versão comercial ligeira, bem como um futuro modelo elétrico do segmento A. Tal como o novo Nissan LEAF, o JUKE elétrico contará com tecnologia Vehicle-to-Grid (V2G), permitindo a integração dos veículos elétricos no sistema energético.

        Paralelamente à expansão da oferta 100% elétrica, a Nissan continua a apostar na tecnologia híbrida e-POWER, que proporciona uma experiência de condução semelhante à de um elétrico, sem necessidade de carregamento externo. Modelos como o Nissan Qashqai e-POWER e o Nissan JUKE HEV continuarão a desempenhar um papel relevante na gama, garantindo soluções ajustadas às necessidades atuais dos clientes.

        “A Europa é central para a estratégia de eletrificação da Nissan e mantemos um compromisso sólido com um futuro totalmente elétrico”, afirmou Massimiliano Messina, Chairman da Nissan AMIEO. “Com uma gama de veículos elétricos em rápida expansão, estamos a trazer mais escolha e inovação a todos os segmentos, apoiados pela nossa forte presença em design, engenharia e produção na região. Esta nova geração de modelos irá acelerar a nossa transição para a mobilidade de zero emissões.”

        Eletrificação impulsionada a partir da Europa

        O novo Nissan JUKE 100% elétrico será produzido na fábrica da Nissan em Sunderland, no Reino Unido, reforçando o papel central desta unidade na estratégia global de eletrificação da marca. Já responsável pela produção do Nissan LEAF, a fábrica prepara-se para iniciar em breve a fase piloto de produção do Nissan JUKE, mantendo-se como um pilar da presença industrial eletrificada da Nissan na Europa.

        Este compromisso é sustentado pela rede regional da Nissan nas áreas de design, engenharia e desenvolvimento, distribuída pelo Reino Unido, Espanha e Alemanha. No seu conjunto, estas operações evidenciam o investimento de longo prazo da marca na Europa como centro de produção e inovação — desenvolvendo e fabricando veículos na Europa, para clientes europeus.

        “O Nissan JUKE sempre se destacou pelo seu design arrojado e pela capacidade de desafiar convenções. Com esta terceira geração, transportamos esse espírito para a era elétrica”, afirmou Clíodhna Lyons, Vice-Presidente Regional de Produto, Marca e Estratégia de Marketing da Nissan AMIEO. “Enquanto primeiro Nissan JUKE totalmente elétrico, permitirá conquistar novos clientes e reforçar a oferta da nossa gama eletrificada.”

        Apresentação no Nissan Vision Event

        O Nissan JUKE de terceira geração fez a sua estreia mundial no Nissan Vision Event, no Japão, onde a marca apresentou a sua visão estratégica de longo prazo, o roadmap de produto e as mais recentes inovações tecnológicas a meios de comunicação, parceiros e colaboradores. O lançamento do novo Nissan JUKE está previsto para a primavera de 2027.

          Ecar Show: o maior de sempre

          A oitava edição do Ecar Show – Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico vai-se realizar de 15 a 17 de maio, na FIL – Feira Internacional de Lisboa, Parque das Nações, com o maior número de marcas presentes de sempre e chega com uma mensagem clara: a transição para a mobilidade elétrica é hoje uma necessidade económica e ambiental. Este ano, o evento integra também o Ecar Com – Salão de Viaturas Comerciais Híbridas e Elétricas, o primeiro espaço em Portugal inteiramente dedicado à eletrificação do transporte comercial.

          Num contexto de preços de combustíveis persistentemente elevados e grande volatilidade nos mercados energéticos, o Ecar Show afirma‑se como o principal palco nacional para conhecer soluções de mobilidade mais eficientes, sustentáveis e financeiramente vantajosas, pelo que a mobilidade elétrica é cada vez a resposta à crise dos combustíveis.

          Para José Oliveira, diretor do Ecar Show e do Ecar Com, o momento atual tornou a mudança inevitável. “A crise dos combustíveis tornou evidente que a dependência do petróleo é insustentável. A mobilidade elétrica não é apenas uma escolha ecológica é, cada vez mais, a opção economicamente racional para particulares e empresas. A edição de 2026 foi pensada para dar respostas concretas: no Ecar Show e no Ecar Com, o público pode experimentar, comparar e perceber que a mudança para o elétrico não é futuro, é presente.”

          Ecar Com é a grande novidade

          Ao longo dos três dias, na FIL, os visitantes vão encontrar praticamente o pleno das marcas que disponibilizam automóveis elétricos e híbridos plug‑in, no mercado nacional, com 45 marcas confirmadas no Ecar Show. O Ecar Com, reúne onze marcas e, aqui sim, vão estar patentes todas as marcas que têm oferta no nosso mercado, na área dos comerciais. Segundo o diretor do certame, “estes números são um exemplo claro da forma como o mercado dos comerciais, para transporte de pessoas e mercadorias, híbridos e, sobretudo, elétricos está crescer.”

          José Oliveira acrescenta ainda que “as empresas estão entre as mais penalizadas pela volatilidade dos combustíveis. A eletrificação das frotas permite reduzir custos operacionais, estabilizar despesas e reforçar a competitividade. O Ecar Com nasce precisamente para apoiar essa transição.”  

          Como sempre, além automóveis vão estar igualmente patentes outra soluções de mobilidade, com bicicletas e motociclos, soluções de carregamento doméstico e empresarial, tecnologias e serviços ligados à energia e mobilidade, apresentações e debates sobre transição energética, custos e incentivos e as já habituais experiências de condução em circuito dedicado. O objetivo é aproximar consumidores e empresas das soluções que já estão a transformar o setor automóvel em Portugal.

          Um evento para acelerar a mudança

          Com a integração do Ecar Com, o Ecar Show reforça o seu papel como o maior evento nacional dedicado à mobilidade sustentável, num momento em que a pressão dos preços dos combustíveis torna a mobilidade elétrica uma escolha cada vez mais lógica.

          Organização

          O Ecar Show e o Ecar Com são organizados pela Zest – Marketing e Eventos, que desde 2017 se dedica à organização, entre outros, de eventos que promovem a descarbonização dos transportes e a mobilidade sustentável.

          Comprar bilhete: ecarshow.pt/bilhetes

          KGM Musso EV vence prémio Red Dot Design

          A KGM Musso EV, pick-up 100% elétrica zero emissões, foi distinguida com o prémio Red Dot Design 2026, vendo reconhecida a excelência do seu design num dos mais importantes concursos do mundo dedicados a esta área. A iniciativa, criada em 1955, conta atualmente com um júri composto por cerca de 40 especialistas internacionais, que avalia candidaturas de uma vasta gama de setores, incluindo da indústria automóvel.

          Baseada na nova arquitetura KGM desenvolvida especificamente para veículos elétricos e com 5,16 m de comprimento, a Musso EV destaca-se pelo seu carácter desportivo e robusto, bem como pela versatilidade que oferece para uma utilização de lazer ou profissional.

          No habitáculo, a cabina dupla para até cinco ocupantes prima pela sofisticação, tecnologia avançada e ambiente a bordo de elevado nível, normalmente apenas encontrado em modernos SUV.

          Para transporte de mercadorias, a KGM Musso EV dispõe de uma plataforma de carga com 1,35 de largura e 1,52 metros de comprimento que perfaz uma capacidade de 1049 litros, suficiente para albergar uma europalete.

          O grupo propulsor da Musso EV é constituído por um motor elétrico de 152 kW (207 cv), que desenvolve 339 Nm de binário instantâneo, associado a um sistema de tração 4×2 ou 4×4. Nesta última variante, conta com um segundo motor elétrico no eixo traseiro, que permite usufruir de uma potência total combinada de 175 kW (238 cv) e 629 Nm de binário, garantindo uma tração e um desempenho ótimos em todas as circunstâncias, bem como uma capacidade de reboque de até 1800 kg. Independentemente da motorização, a KGM Musso EV possui uma bateria de fosfato de ferro-lítio de 80,6 kWh, que assegura uma autonomia de até 420 quilómetros (WLTP combinado) com uma única carga. Em estações de carregamento rápido até 300 kW, a bateria pode ser carregada de 10 a 80 por cento em 36 minutos.

          Este modelo da KGM, marca representada em Portugal pela Astara, está disponível no mercado nacional com preços chave na mão a partir de 30 800€+IVA para empresas ou de 37 888€ para clientes particulares.

            Kia inicia produção do EV2 e acelera eletrificação na Europa

            A Kia iniciou a produção do EV2, cumprindo mais uma importante etapa da sua estratégia de eletrificação no continente europeu. Depois do EV4, o novo SUV do segmento B é o segundo veículo totalmente elétrico da marca a ser fabricado na Europa e, concretamente, no complexo fabril da Kia em Žilina, na Eslováquia, unidade que concluiu em 2025 um programa de modernização das suas linhas de produção.

            «O arranque de produção do EV2 é mais uma prova das nossas capacidades técnicas e flexibilidade na Europa», afirmou o presidente e diretor executivo da Kia Europe, Soohang Chang. «Quando o EV4 começou a ser fabricado, em agosto passado, demonstrámos a nossa aptidão para produzir em paralelo modelos totalmente elétricos, com motorizações híbridas e de combustão interna. Com a integração do EV2, a fábrica na Eslováquia reforça o seu apoio à estratégia de eletrificação da Kia na Europa».

            «Quando nos preparámos para o início de produção do EV4 já havíamos estabelecido os processos para o fabrico local de veículos elétricos», lembra o porta-voz da Kia Eslováquia, Tomáš Potoček. «Agora, com a nossa mão de obra qualificada e centenas de robôs apoiados por tecnologias de fabrico avançadas, o EV2 começa a sair da linha de montagem.»

            Em Portugal, a Astara, representante da Kia no mercado nacional, irá iniciar as vendas do novo modelo no próximo mês de junho.

            O melhor da Kia num novo B-SUV

            Ao trazer a experiência da Kia em veículos elétricos para o segmento B-SUV, o EV2 torna a mobilidade elétrica mais acessível e ajuda os clientes a realizar uma transição com confiança. Com duas opções de bateria, de 42,2 kWh e 61,0 kWh*, que oferecem autonomias estimadas de até 317 e 453 quilómetros (WLTP pendente)**, e opções de carregamento flexíveis, incluindo carregamento rápido de 400V CC, de 11 kW CA ou de 22 kW CA, o novo Kia está apto tanto para deslocações urbanas como para deslocações mais longas. Já o amplo leque de serviços conectados, tais como o planeamento de percursos para veículos elétricos, a funcionalidade Plug & Charge e o carregamento bidirecional, simplificam a experiência de utilização.

            Focado na versatilidade para um uso quotidiano, o EV2 oferece o melhor da Kia para os estilos de vida europeus e foi concebido para poder servir como o automóvel principal de uma família. Apesar das dimensões compactas, dispõe de um amplo espaço para as pernas, bancos traseiros deslizantes e reclináveis e até 403 litros de capacidade de carga. As opções de ecrã triplo da Kia, as atualizações Over-the-Air (OTA) e um conjunto abrangente de Sistemas Avançados de Assistência ao Condutor (ADAS) superam as expectativas dentro do segmento.

            Produção de veículos elétricos da Kia na Europa

            Fundada em 2004 em Žilina, a fábrica da Kia na Eslováquia foi criada para servir melhor os principais mercados europeus. Com quase dois quilómetros quadrados, esta unidade emprega cerca de 3700 pessoas e opera com mais de 600 robôs avançados em cinco áreas principais de produção: prensagem, carroçaria, pintura, motor e montagem.

            No ano passado, foi alvo de investimentos de mais de 200 milhões de euros em modernização, incluindo robótica de última geração, melhorias nas linhas de produção e um ambiente de trabalho otimizado. A fábrica produziu aproximadamente 300 mil veículos e cerca de 470 mil motores em 2025, incluindo o XCeed, o Sportage e o EV4, que foram exportados para 73 países, assegurando 9,3% da produção global de veículos da Kia.

            Paralelamente, a Kia tem vindo a integrar medidas de sustentabilidade nas operações da fábrica. Atualmente, a unidade industrial funciona inteiramente com eletricidade de fontes renováveis e prevê cobrir, a partir do segundo trimestre de 2026, cerca de 1,5% das suas necessidades energéticas com uma nova central fotovoltaica.