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XPENG AEROHT faz primeiro voo tripulado público no Médio Oriente e regista número recorde de encomendas na região

A XPENG AEROHT, a maior empresa de carros voadores da Ásia, que pertence à XPENG Motors, assinala um importante marco na sua expansão internacional com o histórico voo tripulado público do Land Aircraft Carrier no Dubai, no Médio Oriente, e encomendas recorde de 600 carros voadores em toda a região, elevando o total de encomendas globais para mais de 7.000 unidades.

Como parte desta conquista, a XPENG AEROHT celebrou contratos de compra com o Ali & Sons Group, com sede nos Emirados Árabes Unidos, o Almana Group, do Catar, o ALSAYER Group, do Kuwait, e o Conselho Empresarial Chinês nos Emirados Árabes Unidos, estabelecendo um recorde para a maior encomenda em série no setor de carros voadores. A região servirá como o primeiro mercado internacional da empresa, com vendas ao público previstas para 2027. O evento marcante foi testemunhado pelos Xeique Al Mur bin Maktoum Al Maktoum, Xeique Humaid Abdulla Rashed Ahmed Almualla, Ou Boqian, Cônsul-Geral da China no Dubai, membros da comunidade chinesa local e mais de 100 meios de comunicação.

Nos últimos 12 anos, a XPENG AEROHT destacou-se como líder na economia de baixa altitude da Ásia, transformando continuamente a utopia dos carros voadores em realidade com tecnologias inovadoras e produtos notáveis. Depois de ter feito o primeiro voo do X2 no Médio Oriente, em 2022, e de ter feito uma apresentação impressionante do seu carro voador eVTOL no CES 2024, agora a empresa avança para a produção em série do Land Aircraft Carrier, tendo já garantido o maior número de encomendas no exterior. Além disso, fez progressos substanciais ao longo do último ano, incluindo o rápido avanço na certificação e a conclusão do seu primeiro voo no Médio Oriente, marcando o início da sua jornada global.

A empresa está a fazer progressos rápidos na certificação: em março de 2024, o pedido de Certificado de Tipo (TC) para a estrutura de voo (codename: X3-F) do Land Aircraft Carrier foi aceite pela Administração da Aviação Civil da China (CAAC). Em maio de 2025, a CAAC também aceitou o pedido de Certificação de Produção (PC) para a estrutura da aeronave, marcando o início da revisão regulatória para o sistema de produção em série dos produtos de carros voadores da XPENG AEROHT.

O Land Aircraft Carrier, o primeiro carro voador modular do mundo agora em produção em série, já tem entregas a clientes previstas para começar em 2026. Este marco é apoiado pela conclusão da primeira fábrica inteligente para carros voadores produzidos em série em Guangzhou, China. Esta unidade, capaz de produzir até 10.000 unidades por ano, combina padrões de aviação com eficiência em escala automotiva, permitindo à XPENG AEROHT expandir a produção para atender à procura global.

O voo que se realizou no Dubai foi tripulado e permitiu demonstrar a fiabilidade do Land Aircraft Carrier em condições reais. Este voo ocorreu depois de uma conquista histórica alcançada a 10 de setembro, em Ras Al Khaimah, quando a XPENG AEROHT se tornou a primeira empresa chinesa de carros voadores a obter uma Licença Especial de Voo tripulado no exterior da Autoridade Geral de Aviação Civil dos Emirados Árabes Unidos (GCAA), juntamente com um acordo de cooperação com a Autoridade de Transportes de Ras Al Khaimah.

“O Médio Oriente é um mercado estratégico e um parceiro valioso”, afirmou Michael Du, diretor financeiro e vice-presidente da XPENG AEROHT. “Com o seu papel crescente na inovação global e políticas voltadas para o futuro, a região é a plataforma de lançamento ideal para a nossa jornada de globalização.”

A XPENG AEROHT formou uma equipa de 1200 especialistas em I&D e investiu mais de 600 milhões de dólares, sendo pioneira em avanços na aviação pessoal, tendo desenvolvido com sucesso sete gerações de produtos. Até 2025, a XPENG AEROHT registou 965 patentes globalmente, incluindo 675 patentes de invenção.

Aproveitando este impulso, a XPENG AEROHT revelou que mudou a sua marca para ARIDGE. Derivado de “Air” (ar) e “Bridge” (ponte), o novo nome incorpora o objetivo fundador da empresa de conectar o céu e a terra, proporcionando um futuro onde voar é tão fácil quanto conduzir um automóvel.

“A liberdade de voar sempre foi a nossa missão”, afirmou Zhao Deli, fundador da ARIDGE (então XPENG AEROHT). “Esta mudança de representa o nosso salto da visão para a realidade. Com a nova identidade, estamos a criar uma nova categoria, a construir um ecossistema de aviação de baixa altitude e a redefinir os limites da mobilidade.”

A ARIDGE também está a desenvolver o A868, um carro voador de alta velocidade e longo alcance que integra tecnologia tiltrotor completa e um sistema de transmissão elétrico híbrido. Com um alcance de mais de 500 km, velocidade máxima superior a 360 km/h e habitáculo com seis lugares, o A868 expande as capacidades da ARIDGE para viagens de negócios e serviços de mobilidade.

Como parte do ecossistema da XPENG Motors, a ARIDGE continua a crescer em estreita sinergia com o poderoso sistema da XPENG, avançando com a sua nova marca e nova categoria.

Land Aircraft Carrier quer que voar seja tão fácil como conduzir um automóvel

O Land Aircraft Carrier redefine a mobilidade com o seu design modular pioneiro, superando os desafios tradicionais do eVTOL, como mobilidade, recarga e armazenamento. O seu módulo aéreo, armazenado na bagageira de um veículo terrestre “nave-mãe”, destaca-se e volta a acoplar-se autonomamente com um único comando, permitindo transições perfeitas entre conduzir e voar.

Desenvolvido para garantir que voar é tão fácil quanto conduzir um automóvel, o Land Aircraft Carrier tem um ecrã inteligente intuitivo em vez de painéis complexos e oferece dois modos de voo: automático e manual. No modo automático, os pilotos podem planear rotas, descolar e aterrar com um único toque, com o apoio de visão 3D, alertas e assistência à aterragem. No modo manual, o inovador sistema de controlo de manípulo único da ARIDGE, o primeiro para um veículo voador, combina seis operações num único joystick para uma pilotagem fácil com uma só mão.

A segurança é um ponto central e o avançado sistema de controlo de voo da ARIDGE permite aos pilotos anular as funções autónomas, mantendo um voo estável dentro de parâmetros seguros. O módulo aéreo inclui sistemas redundantes para propulsão, energia, comunicações e controlo de voo, com resposta automática a falhas do rotor em milésimos de segundo.

“Com a nossa nova marca, um voo histórico no Dubai e o Land Aircraft Carrier a entrar em produção em série, estamos a trazer o extraordinário para a vida quotidiana”, acrescentou Michael Chao Du. “Estamos a liderar a revolução da mobilidade a baixa altitude e convidamos parceiros globais a trabalhar connosco para construir o ecossistema e abrir novos mercados, tornando o sonho dos carros voadores uma realidade para as pessoas em todo o mundo.”

Atualmente, a XPENG comercializa em Portugal três EV: o SUV Coupé G6 – o modelo mais vendido da marca em Portugal-, o SUV familiar XPENG G9, e o desportivo sedan P7 – cada um dos quais reconhecido com a prestigiada classificação de segurança de 5 estrelas do Euro NCAP.

    Experiência gourmet

    Imagine o leitor que tem a “triste felicidade” de poder gastar mais de 80 mil euros num automóvel com a condição de ser elétrico. Começa por espreitar a brigada chinesa, mas, como está de “pé atrás” com os modelos vindos da China, decide olhar para os asiáticos e depara-se com o IONIQ 5, IONIQ 6 ou, talvez, um BZ4X. Contudo, no final, o que quer mesmo é um alemão. Belisca o Audi A6, cogita o Mercedes EQE… até que chega ao nosso convidado: o i5, nome dado pela BMW aos seus modelos 100% elétricos.

    Após oito gerações, o Série 5 vê, mais uma vez, uma nova motorização a chegar. Se na geração passada assistimos à introdução das mecânicas híbridas plug-in, agora temos, pela primeira vez, uma versão totalmente elétrica: o i5. Este Sedan de segmento D traz consigo duas mecânicas eléctricas: eDrive 40 e um M60. Esta última é a verdadeira “Ultimate Driving Machine” dos elétricos, pois tem 601 cavalos e 795NM. Já a versão de teste, a eDrive 40, é a versão mais racional, tem 340 cavalos e 400NM.

    No que toca a carroçarias, temos duas opções: carrinha e carro – uma ideia brilhante por parte da BMW, já que esta foi uma das primeiras carrinhas do segmento com versão elétrica (se tirarmos da equação o ID.7, foi mesmo a primeira). Atualmente, as únicas carrinhas elétricas deste segmento são: i5, A6 Avant e ID.7. É precisamente aqui que o i5 ganha alguma vantagem face aos rivais Tesla Model S ou Mercedes EQE, que ainda não têm carrinhas na sua gama.

    Este I5 surpreende em todos os aspetos: design, qualidade de construção e conforto. Começando pelo design: notamos que estamos perante uma nova geração do modelo da marca germânica, com linhas que rompem com o passado mas que não perdem a identidade de um série 5, algo crucial para uma marca que, se quer ter sucesso Nos eléctricos, deve fazê-los à imagem da marca… situação essa que a marca Estugarda não entendeu.

    Na frente, encontramos um grupo óptico estreado no IX. No capô existem vincos tanto na parte central como nas extremidades laterais, que lhe conferem um ar agressivo e musculado. No para-choques, as entradas de ar nas extremidades contribuem para a melhoria da aerodinâmica. E claro, temos o famoso “duplo rim” característico nos BMW, mas, neste caso, com dimensões nunca antes vistas num 5. A BMW batizou esta grelha de Iconic Glow, podendo ser iluminada (extra). Na traseira, temos os faróis com formato em L, mais finos que a geração anterior, que lhe ficam muito bem!

    O segundo item citado foi a qualidade de construção, que é surreal! Tudo o que tocamos no interior é soft-touch, até as partes inferiores dos painéis das portas são revestidas com materiais emborrachados. A consola central está perfeitamente fixa, sem qualquer folga, não mexe nem um milímetro. O único ponto negativo encontrado: os botões em black piano que deixam facilmente dedadas e pó.

    O interior deste Série 5 é, sem dúvida, uma experiência gourmet. A iluminação ambiente com LED ‘s por todo o habitáculo pode ser ajustada conforme o nosso estado de espírito. Tudo neste i5 é digital até os comandos de acesso rápido na consola central (apelidados de Interaction Bar pela marca germânica) são táteis e o seu funcionamento é muito bom, pois reconhecem sempre que os pressionamos. O painel de instrumentos tem 12.3 polegadas e o seu sistema está a anos luz dos anteriores, temos uma resolução de imagem isenta de críticas e é bastante personalizável no que toca aos temas de visualização.

    Já a tela do GPS tem 14.9 polegadas, a sua qualidade de imagem é soberba e o seu funcionamento é rápido e fluído, respondendo bem ao toque. O Apple car play está otimizado para ocupar o ecrã todo – um detalhe que gostámos!

    Os comandos do ar condicionado são operados via tela, com zonas táteis nas extremidades para aumentar ou diminuir a temperatura – uma solução eficaz e bem pensada. O “berbicacho” está em ajustar a direção e intensidade do ar, isso sim uma tarefa mais complexa e menos intuitiva…

    A mala conta com 490 litros de puro espaço. Mala elétrica? Não tem! É uma pena… os espaço para as pernas e cabeça está no nível da sua classe.

    A BMW, para este série 5, decidiu lançar três estilos de equipamento: Base, Pack Desportivo M e Pack M Pro. O “nosso” ilustre tinha o Pack desportivo M, cuja diferença face ao modelo base ronda os 2 mil euros.

    No que toca ao modo de condução, temos dois: Eco e Sport. Dentro do modo Eco, existe ainda um modo “camuflado” que é o Eco Pro, e é neste que conseguimos alcançar os 630 km de autonomia que o carro promete; claro está que algumas funções estão limitadas, como o ar condicionado e a velocidade máxima (limitada a 90 km/h). Os modos de condução têm uma particularidade: mudam a sua autonomia consoante o modo selecionado. Este “cidadão de Munique” apresenta ainda modos que não afetam o desempenho, mas sim o ambiente a bordo: Relax, Person, Sound Dynamic and Expressive e Silence. Estes alteram as cores ambiente dos LED ‘s, sons e até abrem/ fecham a cortina do tejadilho panorâmico. O destaque vai para o modo Sound Dynamic: até hoje nada superou ouvir uma voz feminina a falar inglês com sotaque alemão. O sistema de som do i5 é o Harman Kardon, e é fantástico, com uma qualidade de som invejável.

    Quanto à regeneração, há três níveis, ajustáveis via iDrive, uma operação bastante fácil e intuitiva. No seletor da caixa, há ainda a posição “B”, que nos permite conduzir com um só pé. Outro ponto em que este I5 surpreendeu foi na sua insonorização: é, de facto, muito boa e os ruídos vindos do exterior são quase imperceptíveis.

    A posição de condução é perfeita, como a BMW nos tem habituado: os ajustes do volante estão à margem de qualquer crítica. O banco também tem bons ajustes, embora ache que o assento poderia descer um pouco mais, mas trata-se de uma opinião pessoal.

    O volante apresenta três raios, uma vez que a nossa unidade tem o pack M (caso contrário teria apenas dois braços). Nele encontramos uma patilha a dizer booster, que permite aceder, durante 10 segundos, à potência e binário máximos que este BMW nos pode oferecer, ideal para fazer uma ultrapassagem.

    Temos uma bateria de 84,4 kWh brutos, dos quais 81,2 kWh são “líquidos” (sendo este último valor o valor usável). Os carregamentos podem ser feitos em AC (lento) e DC (rápido) – em AC, a velocidade é de 11 kW ou 22 kW (opcional); em DC, é de 205 kW. Em termos de tempo de carga, em 11 kW, é de cerca de 8 horas; em 22 kW, este tempo reduz para quatro horas e, por último, em DC (dos 10 aos 80%) são feitos em cerca de 30 minutos.

    Alemão na estrada

    Se recuarmos no tempo, os Série 5 sempre foram uma referência de fazer inveja a nível de dinâmica, mas, em termos de conforto, os seus compatriotas faziam melhor, sobretudo a Classe E. Ao longo das gerações, a marca germânica tem vindo a evoluir nesse campo, mas muito ao de leve. Com esta oitava geração, a BMW deu um salto claro neste capítulo, surpreendendo, e muito, a nível de conforto, até mesmo com este pack M.

    Este “espada” revelou-se extremamente confortável em todo o tipo de piso. Este i5 conta com quatro rodas direcionais, o que é uma mais-valia e se revelou indispensável na altura de fazer manobras e de estacionar. A direção deste alemão é um hino às direções: direta, precisa, comunicativa e com o peso certo. Responde a cada input dado sempre da mesma maneira, com precisão: para onde apontamos o carro, ele vai. Tem um comportamento dinâmico exemplar, de levar aos céus. Em curva, o carro mantém-se “plantado”, não mexendo um milímetro, ainda que se note algumas transferências de peso. Durante o nosso ensaio, notámos que o controlo de estabilidade “pica muito o ponto”, embora muitas vezes, mesmo “picando o ponto”, continuasse a ser necessária a intervenção humana…

    Os consumos oscilaram desde os 18.5 kWh/100 aos 21.1 kWh/100. Em auto estrada, obtivemos 19.1 kWh/100km, um valor que, francamente, foi uma surpresa. No capítulo da autonomia, em autoestrada conseguimos percorrer 362 km sem qualquer preocupação; já em circuito misto, alcançámos os 400 km com a mesma tranquilidade. Posto isto, acreditamos ser perfeitamente possível atingir entre 500 e 520 km com este “espada” alemão!

    Assim, se o leitor tem a “triste felicidade” de poder gastar mais de 80 mil euros num carro elétrico, o BMW i5 é, sem dúvida, uma excelente opção. É confortável, tem uma dinâmica apurada e, para quem aprecia, está recheado de tecnologia e LED ‘s para todos os gostos. Se pudéssemos pedir mais alguma coisa à BMW, seria apenas uma versão eDrive35 tal como já existe no i4…

    BYD U9 Hypercar: A Revolução Elétrica Chinesa com Quase 3.000 cv

    A BYD, gigante chinesa da mobilidade elétrica, surpreende o mundo automóvel com o U9 Hypercar, um supercarro 100% elétrico desenvolvido pela divisão de luxo Yangwang. O modelo representa não apenas uma conquista tecnológica sem precedentes, mas também uma afirmação de poder industrial e visão futurista. Com quase 3.000 cavalos de potência, o U9 Hyper é uma das propostas mais radicais da nova era dos hipercarros elétricos.

    Potência Extraordinária e Engenharia de Ponta

    O BYD U9 Hypercar destaca-se pelo seu impressionante sistema de propulsão composto por quatro motores elétricos independentes, cada um com cerca de 555 kW (755 cv), totalizando uma potência combinada de 2.978 cv. Esta configuração permite uma aceleração que rivaliza com qualquer hipercarro do mercado atual: estima-se que vá de 0 a 100 km/h em menos de 2 segundos, com uma velocidade máxima superior a 375 km/h.

    A engenharia do U9 aposta num sistema tecnológico avançado nas quatro rodas, o que garante não só performance brutal em linha reta, mas também uma agilidade surpreendente em curva. O modelo também inclui um sistema de suspensão inteligente capaz de saltar verticalmente, demonstrando a flexibilidade e o domínio técnico da marca.

    Design Futurista com Identidade Própria

    Visualmente, o U9 é audacioso. A sua carroçaria foi desenhada para refletir velocidade, agressividade e sofisticação. Com linhas afiadas, entradas de ar funcionais e um perfil aerodinâmico, o BYD U9 não se limita a seguir tendências — define o seu próprio estilo, combinando elementos orientais com design global.

    No interior, espera-se uma experiência de cockpit de luxo, com materiais premium, sistema de infotainment de última geração e tecnologias de assistência à condução dignas de um protótipo futurista.

    Uma Nova Era para a Performance Elétrica

    Com o U9 Hypercar, a BYD posiciona-se não apenas como líder em volume de veículos elétricos, mas também como uma referência em performance e inovação de luxo

    Isuzu D-MAX EV: variante elétrica reforça pick-up de referência em Portugal

    A Isuzu, marca representada em Portugal pela Astara, iniciou a comercialização da D-MAX EV, primeira pick-up totalmente elétrica do fabricante japonês, que associa a versatilidade, robustez e fiabilidade características da gama D-MAX a uma condução com emissões zero.

    Evolução mais recente da premiada plataforma D-MAX, esta nova versão 100% elétrica foi desenvolvida para responder às mais diversas necessidades em contexto profissional ou de lazer, mantendo muitos dos atributos referenciais e um desempenho equiparável ao das propostas Diesel.

    O modelo chega ao mercado nacional em duas versões – Cabina Longa 4×4 LSE EV, com 4 lugares, e Cabina Dupla 4×4 LSE EV, com 5 lugares – que vêm alargar a oferta disponível na gama D-MAX.

    As duas variantes de cabina têm em comum um sistema de propulsão composto por uma bateria de 66,9 kWh e dois motores elétricos, um acoplado ao eixo dianteiro com 43 kW e outro na secção traseira com 97 kW, perfazendo uma potência máxima combinada de 140 kW (188 cv) e um binário de 325 Nm. O resultado é um nível de performance elevado, como comprova a capacidade de aceleração dos 0 aos 100 km/h em apenas 10,1 segundos.

    A autonomia atinge 263 km em ciclo combinado e 361 km em ciclo urbano, de acordo com a norma WLTP, garantindo aptidão para enfrentar as exigências do trabalho e da vida urbana com eficiência. O tempo de carregamento da bateria é de 10 horas numa tomada AC a um máximo de 11 kW e de 1 hora em DC num carregador de até 50 kW.

    O inovador sistema de tração integral permanente da D-MAX EV inclui os recém- desenvolvidos e-Axles à frente e atrás, que maximiza a entrega precisa e imediata de binário típica dos motores elétricos, proporcionando um excelente desempenho em estradas irregulares, aliado aos baixos níveis de ruído e de vibração.

    O sistema 4WD com travagem regenerativa multinível e o modo de condução Eco permitem otimizar a autonomia e proporcionam um equilíbrio perfeito entre potência e eficiência. A capacidade de passagem a vau de até 600 mm, uma distância ao solo de 210 mm e os ângulos de ataque e de saída de 30,5° e 24,2°, respetivamente, garantem que a D-MAX EV está preparada para enfrentar qualquer terreno.

    Para melhorar o conforto e o comportamento em estrada, a Isuzu incorporou na D-Max EV uma suspensão traseira De-Dion totalmente nova com molas de lâminas, que substitui a configuração tradicional de eixo rígido.

    A conjugação de motores elétricos potentes com o design robusto do chassis e da carroçaria assegura uma capacidade de reboque elevada, de até 3500 kg (com travão), valor idêntico à das versões a gasóleo.

    “Ao combinar a sua robustez lendária com mobilidade sustentável, a Isuzu D-MAX EV representa uma nova era para a Isuzu, mas também um novo capítulo para o segmento das pick-ups. É o primeiro modelo da sua classe no mercado europeu a juntar tecnologia elétrica com uma capacidade de carga superior a 1 tonelada, o que reafirma a sua posição de liderança nesta categoria”, refere Luís Esteves, diretor da Isuzu em Portugal.

    Os preços definidos pela Astara para a D-MAX EV, “chave na mão”, são de 69.400€ para a variante de Cabina Longa, e de 70.400€ na versão de Cabina Dupla, acrescidos de IVA.

    Referência em conforto e tecnologia

    O habitáculo da D-MAX EV prima pela tecnologia avançada e pelo ambiente a bordo de elevado nível que oferece a todos os ocupantes.

    Em destaque encontra-se um ecrã panorâmico com 9” dedicado à navegação e infotainment, que comporta conectividade Apple Car Play e Android Auto com WiFi e bluetooth, ladeado por um painel de instrumentos de 7” com visor LCD eletroluminescente.

    Este interface avançado faz parte da longa lista de equipamento de série disponível na D- MAX, que compreende, entre outros elementos, ar condicionado automático bi-zona com saída traseira, sistema áudio premium com oito altifalantes (seis na variante de cabina longa), volante e bancos forrados a pele sintética, seletor de modos de condução (Normal e ECO) com Paddle Shift no volante, retrovisores exteriores elétricos e aquecidos, sensores de chuva e de luz, acesso sem chave e banco do condutor com ajuste elétrico de oito vias.

    No capítulo da segurança, a D-MAX EV oferece um total de 12 funcionalidades integradas no sistema ADAS (Sistemas Avançados de Assistência ao Condutor), entre as quais AEB (Travagem de Emergência), FWC (Aviso de Colisão Frontal), TSR (Reconhecimento de Sinais de Trânsito), BSM (Monitorização de Ângulo Morto), LDW (Aviso de Saída da Faixa de Rodagem), entre outros. Destacam-se ainda o alarme, oito airbags, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmara traseira, monitorização da pressão dos pneus e função de chamada de emergência e-call.

    No exterior, a D-MAX EV inclui barras de tejadilho longitudinais de série, caixa de carga metálica, estribos laterais, iluminação full led e jantes de 18”.

    A Isuzu oferece uma garantia de fabricante de 5 anos ou 100 000 km para toda a sua gama D-MAX, consoante o que ocorrer primeiro. A bateria de propulsão da D-MAX EV tem uma garantia de 8 anos ou 160 000 km.

      Desafios multifacetados ameaçam a indústria automobilística

      A revolução da mobilidade em andamento é o resultado de uma combinação de múltiplos fatores. A tecnologia é certamente um fator central, em particular a eletrificação, ADAS e direção autônoma, bem como a IA. No entanto, essa revolução também é fortemente impulsionada por fatores externos, como a necessidade de mobilidade limpa, preferências mais regionalizadas do consumidor, mercados automotivos flutuantes entre as regiões e, mais recentemente, tarifas. Além disso, ambientes regulatórios, geopolítica e dissociação econômica global adicionam outro conjunto de camadas que influenciam a indústria em geral. Este artigo complementa Repensando a Indústria Automotiva: Tecnologia, Tarifas e China, que publiquei em abril de 2025.

      Geopolítica e a Potência Chinesa

      Os mercados automotivos têm sido historicamente bem integrados em todo o mundo. Fabricantes de carros e fornecedores da Europa, EUA, Japão e Coréia construíram pegadas globais ao longo de décadas para atender os mercados locais em todo o mundo. Nos últimos cinco anos, a indústria chinesa acelerou a um ritmo que surpreendeu a maioria dos especialistas do setor. Os OEMs locais empurraram os participantes estrangeiros para fora do que costumava ser um mercado muito lucrativo para este último, cortando recursos financeiros vitais que de outra forma seriam necessários para o avanço da tecnologia. Hoje, as montadoras chinesas controlam cerca de 70% do mercado local.

      O que aconteceu? Em 2009, o governo central chinês começou como um piloto chamado “Dez Cidades, Mil Veículos”, promovendo a implantação de veículos híbridos e elétricos. Isso se transformou em uma estratégia destinada a impulsionar não apenas Veículos de Nova Energia (NEVs, ou seja, veículos plug-in), mas também o investimento na capacidade de fabricação doméstica. Os jogadores estrangeiros foram pegos de surpresa sem NEVs competitivos quando as vendas realmente aumentaram — hoje eles representam cerca de 50% do mercado. Naturalmente, o mercado de NEV é massivamente dominado por atores locais. No entanto, eles continuam a jogar no resto do mercado, onde o Grupo VW continua sendo o líder.

      O crescimento da capacidade foi outra alavanca-chave dessa estratégia chinesa. Hoje, o país pode produzir 50 milhões de veículos, quase o dobro de suas necessidades locais. Isso não só resulta em uma guerra de preços domésticos (que aperta ainda mais a lucratividade dos participantes estrangeiros), mas também exacerba a necessidade de exportar. Em 2024, seis milhões de unidades foram enviadas para o exterior, o dobro do volume de 2022. Isso coloca pressão adicional sobre os participantes globais à medida que esses veículos fazem seu caminho ao redor do mundo, exceto para os EUA — por enquanto — devido às tarifas. A Europa é um alvo principal, apesar das tarifas sobre BEVs chineses, variando de 17% a 45%, dependendo do OEM. No entanto, as importações de automóveis chinesas atingiram 8% do mercado europeu em setembro de 2025, igualando a penetração de jogadores coreanos, graças em parte a um impulso por versões não-BEV (tributadas a apenas 10%). No Reino Unido, as importações chinesas excederam 12% do mercado de carros novos naquele mês.

      Para simplificar as coisas, o governo dos EUA implementou tarifas de importação íngremes no início deste ano, em um esforço para dissociar as economias globais e impulsionar as suas próprias. Enquanto escrevo este artigo, os carros importados da Europa e do Japão são tributados a 15% e os da Coreia a 25%, enquanto as taxas costumavam ser de 0 a 2,5%. Uma tarifa de 102,5% também foi aplicada a todos os veículos chineses pela administração anterior. Além disso, tarifas recém-implementadas sobre peças e matérias-primas importadas também tornarão os veículos fabricados nos EUA mais caros. Isso custará à indústria dezenas de bilhões de dólares por ano, dificultando sua capacidade de enfrentar todos os desafios que está enfrentando.

      Para tornar as coisas ainda mais complexas, os esforços de OEMs não chineses para eletrificar seus veículos enfrentam o domínio impressionante da China sobre a cadeia de suprimentos de baterias. As quotas de mercado global do país para os vários componentes e minerais chegam a 70 a 90%. Desenvolver cadeias de suprimentos soberanas em um mundo onde as economias tendem a ser dissociadas é ainda mais difícil.

      Aumentando a Regionalização das Expectativas do Cliente

      Veículos típicos nos principais mercados de carros costumavam diferir significativamente no passado recente. Essencialmente SUVs e caminhonetes maiores e mais pesados nos EUA, veículos menores, mas mais sofisticados, na Europa e no Japão, e carros mais baratos na China. Todos eram movidos por gás ou diesel.

      No entanto, os mercados têm divergido significativamente mais nos últimos cinco anos. A eletrificação é um dos principais fatores dessa regionalização. Hoje, um em cada três veículos vendidos na China é um EV a bateria (BEV), contra um em cada seis na Europa e um em cada 12 nos EUA. E essa lacuna aumentará à medida que a China continuar avançando enquanto o governo dos EUA está fazendo todo o possível para parar o crescimento do BEV, provavelmente com algum sucesso, pelo menos no curto prazo.

      As intenções de compra mostram uma melhoria potencial de acordo com uma pesquisa da McKinsey em abril de 2025 (antes que cortes maciços nos incentivos da BEV fossem anunciados). Os BEVs são os próximos veículos preferidos para 45% dos compradores chineses, vs. 23% na Europa e 12% nos EUA. Por outro lado, 18% dos compradores chineses esperavam que seu próximo veículo fosse movido apenas por um motor de combustão interna, contra 49% na Europa e 70% nos EUA. Além disso, 32% dos entrevistados dos EUA até afirmam que nunca comprarão um veículo plug-in. No entanto, isso deixa espaço crescente para opções de trem de força eletrificado, de híbridos básicos a híbridos plug-in e EVs de alcance estendido.

      O digital é outro domínio-chave onde a lacuna entre as expectativas regionais dos clientes está aumentando. Na China, jogadores emergentes de NEV, como Xpeng, NIO, Li Auto e, mais recentemente, Xiaomi, ultrapassaram jogadores estabelecidos e estabeleceram um nível muito alto no mercado local. O software desenvolvido internamente combinado com arquiteturas elétricas / eletrônicas avançadas os coloca na vanguarda da tendência de veículos definidos por software (SDV) ao lado da Tesla e da Rivian. Embora as expectativas dos clientes chineses agora sejam fortemente influenciadas por essas cabines digitais altamente integradas, este não é (ainda) o caso nos EUA ou na Europa. No entanto, os OEMs em exercício estão correndo para recuperar o atraso, especialmente se quiserem permanecer relevantes na China.

      O que as partes interessadas podem fazer?

      A velocidade de mudança e a diversidade de insumos estratégicos na indústria automotiva aceleraram claramente nos últimos anos. Esse ambiente sem precedentes torna extremamente difícil para as equipes de gerenciamento operarem de forma eficaz, pois o número de frentes nas quais as partes interessadas devem revisitar suas estratégias com frequência aumentou.

      Para ter sucesso, os fabricantes de carros e fornecedores devem permanecer na corrida tecnológica (por exemplo, EV, software, SDV, ADAS) e aumentar sua eficiência geral para alcançar os participantes chineses (por exemplo, tempo de lançamento no mercado do produto). Dada a velocidade da mudança, é fundamental que eles gerenciem com agilidade em todas as frentes. Eles também devem desenvolver estratégias e portfólios de produtos mais diferenciados em todas as regiões para se adaptar às expectativas locais e reduzir os pontos de equilíbrio regionais para lidar com volumes flutuantes.

      Isso exigirá confiar mais na experiência regional e nas cadeias de suprimentos. Parcerias em todo o ecossistema (por exemplo, desenvolver um sistema operacional de código aberto), bem como com líderes de tecnologia, também devem ser perseguidas — como o Grupo VW fez com a Rivian e a Xpeng na frente de software / SDV. Além disso, acredito que a UE está certa em considerar exigir que as empresas chinesas que procuram investir na Europa transfiram tecnologia (por exemplo, para baterias), assim como a China fez no passado em tantos domínios.

      Em suma, essas ações têm custos significativos quando a lucratividade das partes interessadas é gravemente prejudicada por tarifas, margens perdidas na China, posições de mercado enfraquecidas e baixas de vendas decepcionantes de EV na Europa e nos EUA. O desafio é significativo.

      BYD Group revela novo recorde: YANGWANG U9 Xtreme torna-se o hipercarro elétrico mais rápido em Nürburgring

      Lançado pela divisão desportiva de luxo da BYD, o YANGWANG U9 Xtreme já era conhecido por ser o carro mais rápido do mundo e agora dá mais um passo: no dia 22 de agosto de 2025, completou o circuito de 20,832 km do lendário Nürburgring Nordschleife (Alemanha) em 6 minutos e 59,157 segundos, sendo assim o primeiro hipercarro elétrico ou veículo elétrico da categoria “Electric Super Sports Cars” a baixar a barreira dos sete minutos.

      A vice-presidente executiva da BYD, Stella Li, afirmou: “Estamos empenhados em ultrapassar os limites através da tecnologia. Nürburgring é um desafio tão lendário para carros e pilotos que é natural que os nossos engenheiros persigam os seus sonhos neste icónico local. Dou os parabéns a toda a equipa por esta conquista fenomenal. O YANGWANG U9 Xtreme provou que não é apenas o carro mais rápido do mundo em linha reta, mas também um veículo com o desempenho e as qualidades dinâmicas necessárias para quebrar recordes de volta em um circuito com uma grande variedade de curvas.”

      Moritz Kranz, um experiente piloto alemão que acumulou quase 10 mil voltas no circuito ultra- desafiador de Nordschleife durante a sua carreira em competições GT, foi o condutor do YANGWANG U9 Xtreme neste exigente desafio. “O Nürburgring Nordschleife é a pista mais exigente, e o nosso tempo de volta é uma prova das competências de desenvolvimento da BYD e da YANGWANG. Sem um intenso trabalho para equilibrar uma plataforma destinada a veículos elétricos, de altas prestações, com as difíceis exigências da configuração do chassis, este excelente tempo de volta não teria sido possível”, referiu Kranz.

      A carroçaria do modelo assenta na Plataforma de ultra-alta voltagem de 1.200 V, com quatro motores elétricos, cada um apto para 30 000 rpm, e mais de 3.000 cavalos de potência total, resultando numa relação potência/peso de cerca de 1.217 cavalos por tonelada.

      Partilhando a mesma e4 Platform e o sistema inteligente de controlo da carroçaria DiSus-X da versão standard do YANGWANG U9, o YANGWANG U9 Xtreme eleva estas tecnologias para aplicações de pista, introduzindo “body-attitude control” (controlo de atitude da carroçaria) que harmoniza o desempenho da velocidade máxima e tempos de volta.

      Para dominar as exigências do traçado do “Green Hell” onde fortes desníveis de elevação e curvas abruptas desafiam os mais fortes, o YANGWANG U9 Xtreme foi equipado com sistema de arrefecimento totalmente redesenhado, travagem com discos carbono/cerâmicos com liga de titânio, e pneus semi-slick GitiSport e·GTR2 PRO desenvolvidos em conjunto com a Giti.

      A produção ficará limitada a apenas 30 unidades, conferindo-lhe um carácter de exclusividade extrema. O nome “Xtreme” deriva do inglês “extreme”, que significa limite/último nível, com o “X” a representar o desconhecido. Estas qualidades enquadram-se perfeitamente na filosofia da YANGWANG, que valoriza o prazer e a satisfação provenientes do ato de exploração e das inovações que surgem deste processo.

      Com este feito, o BYD Group, através da submarca YANGWANG redefine uma vez mais o conceito de hipercarro elétrico sustentável, demonstrando como a tecnologia EV (veículos elétricos) pode ultrapassar limites e oferecer desempenho, segurança e inovação sem compromissos.

        Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico: os números finais

        O Salão Automóvel Híbrido e Elétrico encerrou portas, no passado domingo dia 19 de outubro, após mais uma edição de grande sucesso, confirmando-se como o maior evento nacional dedicado à mobilidade sustentável.

        Durante três dias o certame recebeu 22.292 visitantes, um número que reflete o grande interesse do público pelas soluções de mobilidade elétrica e híbrida, bem como pelas inovações tecnológicas apresentadas pelas principais marcas do setor.

        Além da exposição de veículos, o evento contou com várias estreias e apresentações de marcas e automóveis, além de projetos inovadores, nomeadamente na área de carregadores e serviços, além dos test drivesque que proporcionaram aos visitantes uma experiência completa e interativa.

        A organização sublinha que este resultado demonstra não só a vitalidade do mercado da mobilidade sustentável em Portugal, mas também a importância de criar espaços de debate e contacto direto entre marcas, profissionais e consumidores.

        “O número de visitantes comprova que a mobilidade elétrica já não é apenas uma tendência, mas uma realidade que desperta cada vez mais interesse junto do público. Estamos muito satisfeitos com a adesão e já a preparar a próxima edição”, destacou José Oliveira, diretor do certame.

        O Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico regressará em 2026, prometendo novas experiências, mais inovação e um olhar ainda mais atento ao futuro da mobilidade.

        Polestar 5 no SAHE 2025

        A apresentação do Polestar 5 no SAHE 2025 foi um momento marcante para a Polestar.

        Foi não só a apresentação nacional mas também ibérica deste novo automóvel que alargou ainda mais o interesse além fronteiras.

        Ao longo dos três dias do SAHE, sentimos um interesse muito significativo não apenas pelo novo Polestar 5, mas também pela visão e proposta diferenciadora da Polestar. Foi, sem dúvida, uma participação de enorme sucesso.

        O Polestar 5 é mais do que um novo modelo — é a expressão clara do que significa o futuro da mobilidade elétrica premium. Com um design arrojado, inspirado no conceito Polestar Precept, e uma engenharia focada na performance, eficiência e sustentabilidade, este GT combina uma estrutura em alumínio avançada com uma experiência de condução verdadeiramente envolvente. Estamos a falar de um modelo com mais de 800 cv, que mantém o compromisso com a sustentabilidade em todas as fases do seu desenvolvimento.

        A resposta do público português — desde entusiastas da mobilidade elétrica até profissionais do setor — foi extremamente motivadora. Recebemos milhares de visitantes no nosso espaço, muitos dos quais demonstraram um forte interesse em conhecer mais sobre a Polestar. Esta energia reforça a nossa missão: oferecer uma alternativa elétrica que não compromete o design, a performance e a responsabilidade ambiental.

        É particularmente gratificante ver este entusiasmo refletido também nos resultados: 2025 já é, até à data, o nosso melhor ano de sempre em vendas em Portugal. Este marco reforça a confiança no mercado nacional e mostra que os condutores portugueses estão prontos para abraçar um futuro mais sustentável — e com personalidade.

        Portugal está cada vez mais preparado para acelerar a transição elétrica, e a Polestar quer estar na linha da frente desse movimento. Eventos como o SAHE são fundamentais para mostrar que o futuro da mobilidade já está a acontecer — e que marcas como a Polestar estão prontas para liderá-lo.

        Dongfeng e VOYAH marcam presença no SAHE, no Porto, de 17 a 19 de outubro

        A Dongfeng e a VOYAH vão marcar presença no SAHE – Salão Automóvel Híbrido e Elétrico, que decorre na Alfândega do Porto, nos dias 17, 18 e 19 de outubro, mostrando alguns dos seus modelos 100% elétricos disponíveis em Portugal.

        Durante o evento, o Dongfeng BOX, o modelo citadino 100% elétrico da marca, estará em exposição e será possível ainda fazer test-drive ao veículo.

        Ideal para a mobilidade urbana moderna, o Dongfeng BOX combina design compacto, condução ágil e elevada eficiência energética, oferecendo uma autonomia de até 310 km (ciclo combinado WLTP) graças à sua bateria de 42,3 kWh. Com um nível de equipamento de referência no segmento, inclui estofos em pele sintética e câmara 360 graus, proporcionando uma experiência de condução segura e confortável.

        A VOYAH terá em exposição e disponível para test-drive o VOYAH COURAGE, o modelo premium 100% elétrico da marca mais recente em Portugal. Este SUV do segmento D alia desempenho, conforto e tecnologia de ponta, oferecendo uma autonomia de até 476 km (ciclo combinado WLTP) e uma aceleração dos 0 km/h aos 100 km/h em apenas 4,9 segundos.

        A presença da Dongfeng e da VOYAH no SAHE reforça a aposta das marcas na promoção de soluções de mobilidade 100% elétricas, sustentáveis e adaptadas às exigências do dia a dia urbano. Desde a chegada ao mercado nacional, no final de 2024, que ambas as marcas têm vindo a consolidar a sua presença em Portugal, contando já com uma rede conjunta de 13 concessionários.

        Ainda mais novidades no SAHE

        A nona edição do Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico – Salão da Mobilidade Sustentável (SAHE) vai ser vivida ao ritmo da inovação. Mais uma marca e novos modelos vêm engrossar a lista, já extensa, de novidades que vão estar patentes no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, a partir da próxima sexta-feira.

        O Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico – Salão da Mobilidade Sustentável regressa à Alfândega do Porto entre os dias 17 e 19 de outubro e está provado que vai ser a edição mais inovadora de sempre.

        Mais uma marca, LiveWire, escolhe o SAHE para se dar a conhecer ao público e apresentar também os respetivos modelos de motociclos elétricos, para o mercado nacional.

        Em termos de automóveis, realcem-se os Maxus eDeliver 5 e eDeliver 7, o Isuzu D-Max EV e ainda que a Mercedes vai mostrar o “supercarro” Mercedes-AMG ONE, um “plug-in híbrido” capaz de desenvolver uns incríveis 1063 cavalos e fazer de 15,6 segundos de zero a… 300 Km/h.

        Lista de novidades

        • Aion V;
        • Audi Q3 SUV E-Hibrid ; 
        • Isuzu D-Max EV, estreia em absoluto;
        • Kia PV5 Cargo e as estreias EV4 Hatchback e Fastback;
        • LeapMotor B10;
        • Maxus eDeliver 5 e eDeliver 7;
        • Mazda 6e;
        • Mercedes Benz CLA; 
        • Mercedes – AMG ONE
        • Mitsubishi Eclipse Cross; 
        • Nissan Aria Nismo e Micra, ambos em estreia;
        • Peugeot E-308 e a estreia E-408
        • Polestar 5 em estreia ibérica.
        • Isuzu: D-MAX EV
        • Maxus: eDeliver 5 e eDeliver 7

        E ainda as marcas:

        • AION, Jaecoo e a Omoda, que entram em Portugal pela mão do Grupo JAP;
        • Changan, que faz parte do acervo de marcas do Grupo Auto-Industrial.
        • LiveWire, que se lança no mercado nacional das duas rodas.

        Outras atividades, programa

        Além do setor automóvel conta-se igualmente com a presença de outras marcas ligadas à mobilidade sustentável. Como habitualmente o evento vai integrar palestras, conversas e experiências de condução ao volante, sempre com a mobilidade sustentável como pano de fundo.

        • Dia 17 de Outubro | Sexta-feira

        09H30 Apresentação Mercedes-Benz: Estreia Mercedes-Benz CLA

        11H00 Apresentação Polestar: Estreia Polestar 5

        14H00 Apresentação Kia: Estreia Kia EV4 e PV5

        15H00 Apresentação TEV: O melhor carregamento à sua disposição

        16H00 Apresentação EDGE: Solução de Carregamento para Condomínios

        16H30 Apresentação Voltboost: Redes estruturadas de carregamento de veículos elétricos em Condomínios 

        17H00 Apresentação Mitsubishi: Estreia Mitsubishi Eclipse Cross EV

        17H15 Apresentação KGM: Apresentação Musso EV

        17H30 Apresentação Isuzu: Apresentação D-MAX EV

        18H00 Apresentação Maxus: Apresentação eDeliver 5 e eDeliver 7

        • Dia 18 outubro | Sábado​

        12H00 Apresentação BEEQ – Uma Marcar Portuguesa de Bicicletas Elétricas

        16H00 Apresentação EDGE: Solução de Carregamento para Condomínios

        • Dia 19 outubro | Domingo

        ​​13H30 Apresentação EDGE: Solução de Carregamento para Condomínios

        Com mais de 20 mil visitantes esperados e 2.500 test-drives previstos, o Salão reúne os principais players da indústria automóvel, infraestruturas de carregamento e soluções de mobilidade sustentável. O evento é organizado pela Zest – Marketing e Eventos e decorre diariamente entre as 10h00 e as 20h00

        Os bilhetes estão disponíveis com preço reduzido até ao dia 16 de outubro, em: https://www.salaoautomovelelectrico.pt/bilhetes