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Green Future-AutoMagazine

O novo portal que leva até si artigos de opinião, crónicas, novidades e estreias do mundo da mobilidade sustentável

admin

Nissan revela o novo JUKE 100% elétrico e reforça estratégia de eletrificação na Europa

  • Novo JUKE de terceira geração apresenta-se como uma evolução arrojada do icónico crossover compacto da Nissan;
  • Primeira versão 100% elétrica do JUKE, baseada na plataforma CMF-EV com produção em Sunderland, Reino Unido;
  • Integra uma gama europeia de veículos elétricos em expansão.

A Nissan revelou o novo JUKE 100% elétrico durante o evento Vision, realizado na sede global da empresa no Japão, assinalando um passo significativo na sua estratégia de eletrificação na Europa. Num contexto em que o mercado europeu de veículos elétricos (EV) continua a crescer, a Nissan capitaliza mais de 15 anos de experiência neste segmento para responder às diversas necessidades dos clientes, num ambiente de mercado cada vez mais competitivo e complexo.
Ágil, compacto e inequivocamente Nissan, o primeiro JUKE totalmente elétrico transporta a personalidade e emoção do modelo para a era da mobilidade elétrica, reinterpretando um dos crossovers compactos mais
distintivos da Europa. Este modelo integra a estratégia mais ampla da Nissan de disponibilizar soluções eletrificadas adaptadas a todos os perfis de clientes.
Desde o seu lançamento original em 2010, o JUKE conquistou cerca de 1,5 milhões de clientes na Europa, redefinindo o segmento dos crossovers compactos com o seu design ousado e diferenciador. O novo JUKE mantém esse ADN, agora com um sistema de propulsão totalmente elétrico, contribuindo para o percurso da Nissan rumo à mobilidade de zero emissões.

Um caminho flexível para a eletrificação total

O novo JUKE 100% elétrico junta-se a uma gama europeia de veículos elétricos em crescimento, que inclui o novo MICRA, recentemente lançado em Portugal, o LEAF de terceira geração (que chega ainda este ano ao mercado nacional), o crossover Ariya e o Townstar na versão comercial ligeira, bem como um futuro modelo elétrico do segmento A. Tal como o novo Nissan LEAF, o JUKE elétrico contará com tecnologia Vehicle-to-Grid (V2G), permitindo a integração dos veículos elétricos no sistema energético.

Paralelamente à expansão da oferta 100% elétrica, a Nissan continua a apostar na tecnologia híbrida e-POWER, que proporciona uma experiência de condução semelhante à de um elétrico, sem necessidade de carregamento externo. Modelos como o Nissan Qashqai e-POWER e o Nissan JUKE HEV continuarão a desempenhar um papel relevante na gama, garantindo soluções ajustadas às necessidades atuais dos clientes.
“A Europa é central para a estratégia de eletrificação da Nissan e mantemos um compromisso sólido com um futuro totalmente elétrico”, afirmou Massimiliano Messina, Chairman da Nissan AMIEO. “Com uma gama de veículos elétricos em rápida expansão, estamos a trazer mais escolha e inovação a todos os segmentos, apoiados pela nossa forte presença em design, engenharia e produção na região. Esta nova geração de modelos irá acelerar a nossa transição para a mobilidade de zero emissões.”

Eletrificação impulsionada a partir da Europa

O novo Nissan JUKE 100% elétrico será produzido na fábrica da Nissan em Sunderland, no Reino Unido, reforçando o papel central desta unidade na estratégia global de eletrificação da marca. Já responsável pela produção do Nissan LEAF, a fábrica prepara-se para iniciar em breve a fase piloto de produção do Nissan JUKE, mantendo-se como um pilar da presença industrial eletrificada da Nissan na Europa.
Este compromisso é sustentado pela rede regional da Nissan nas áreas de design, engenharia e desenvolvimento, distribuída pelo Reino Unido, Espanha e Alemanha. No seu conjunto, estas operações evidenciam o investimento de longo prazo da marca na Europa como centro de produção e inovação – desenvolvendo e fabricando veículos na Europa, para clientes europeus.
“O Nissan JUKE sempre se destacou pelo seu design arrojado e pela capacidade de desafiar convenções. Com esta terceira geração, transportamos esse espírito para a era elétrica”, afirmou Clíodhna Lyons, Vice-Presidente Regional de Produto, Marca e Estratégia de Marketing da Nissan AMIEO. “Enquanto primeiro Nissan JUKE totalmente elétrico, permitirá conquistar novos clientes e reforçar a oferta da nossa gama eletrificada.”

Apresentação no Nissan Vision Event

O Nissan JUKE de terceira geração fez a sua estreia mundial no Nissan Vision Event, no Japão, onde a marca apresentou a sua visão estratégica de longo prazo, o roadmap de produto e as mais recentes inovações tecnológicas a meios de comunicação, parceiros e colaboradores. O lançamento do novo Nissan JUKE está previsto para a primavera de 2027.

Mobilidade elétrica sem compromissos: uma viagem real com o Polestar 4

Ainda existe uma perceção enraizada de que a autonomia é o principal obstáculo à adoção da mobilidade elétrica. Mas, por vezes, tudo o que é preciso é uma experiência real — sem filtros — para desmontar esse mito. Foi exatamente isso que procurei fazer ao volante de um Polestar 4, numa viagem entre Vila do Conde e Lisboa, com partida do stand da Triauto, rumo ao Hotel Ikonik.
Para contextualizar a experiência, o Polestar 4 posiciona-se como um SUV coupé 100% elétrico com uma abordagem muito focada na eficiência e performance. Equipado com uma bateria de 100 kWh, permite autonomias até cerca de 620 km (WLTP) na versão de motor único, podendo chegar aos 544 cv na variante de dois motores com tração integral. A aceleração dos 0 aos 100 km/h pode ser feita em apenas 3,8 segundos, demonstrando que eficiência e performance já não são conceitos opostos no mundo elétrico. Ao nível do carregamento, suporta potências até 200 kW em corrente contínua, permitindo recuperar de 10% a 80% em cerca de 30 minutos. Em Portugal, o modelo tem agora um preço de entrada desde 50.900€, posicionando-se de forma ainda mais competitiva no segmento dos elétricos premium.
Saí com 80% de bateria e, logo no início, fiz uma paragem estratégica em Oliveira do Douro para “apanhar” uma colega que me acompanharia nesta jornada. A partir daí, a viagem decorreu de forma tranquila e consistente, maioritariamente a 120 km/h, com uma ligeira redução para os 110–115 km/h na fase final.
A gestão foi simples, sem necessidade de grandes preocupações ou ajustes constantes.
Resultado: chegada a Lisboa com 6% de bateria e cerca de 60 km de autonomia ainda disponíveis — um número que, para muitos, poderá surpreender.
A escolha do Hotel Ikonik Lisboa revelou-se igualmente acertada. Com vários pontos de carregamento disponíveis, bastou ligar o carro ao final do dia e deixar que carregasse durante a noite. Sem filas, sem esperas, sem desvios. Na manhã seguinte, o Polestar 4 estava novamente a 100%, pronto para mais um dia intenso.
E que dia foi esse. Nove reuniões, em diferentes pontos da cidade de Lisboa, sempre com total confiança na autonomia e sem qualquer necessidade de carregamento intermédio. No final da agenda, iniciei o regresso a Matosinhos com 94% de bateria.
Ainda houve tempo para passar por Espinho e novamente por Oliveira do Douro para deixar dois colegas, antes de terminar a viagem com 24% de bateria — sempre dentro dos limites legais de velocidade e, mais uma vez, sem qualquer paragem para carregar.
Esta experiência reforça uma ideia simples, mas muitas vezes ignorada: a mobilidade elétrica já responde às necessidades reais do dia a dia — mesmo em cenários exigentes.
Mais do que números, é a vivência que faz a diferença. Para quem cresceu com motores de combustão, é natural que existam dúvidas: autonomia, tempos de carregamento, infraestrutura. Mas a verdade é que, na prática, muitas dessas barreiras dissipam-se rapidamente.
Há algo de particularmente relevante nesta experiência: durante toda a viagem, nunca precisei de parar numa “bomba”. O carro carregou enquanto eu descansava. E essa mudança de paradigma — passar de “abastecer” para simplesmente “carregar enquanto se vive” — representa um nível de comodidade difícil de ignorar.
A mobilidade elétrica não é apenas uma alternativa. Para muitos casos, já é uma solução mais simples, mais confortável e perfeitamente alinhada com as exigências do quotidiano.

José Oliveira,
Diretor Greenfuture

Novo Nissan MICRA 100% elétrico já disponível a partir de 27.750 euros

  • O novo MICRA regressa na sua sexta geração como um veículo 100% elétrico;
  • Disponível com duas opções de bateria (40kWh e 52kWh ) e até 415 km de autonomia, possui um prático carregamento rápido;
  • O novo Nissan MICRA combina um design audacioso , pensado para o cliente europeu , um desempenho ágil, tecnologia intuitiva e conectividade sem falhas;
  • Já disponível em Portugal com três versões de equipamento, Engage, Advance e Evolve, e, preço a partir de 27.750 euros , ou 199€/mês com financiamento e oferta de cinco anos de garantia.

O novo Nissan MICRA chega ao segmento B como um veículo 100% elétrico e totalmente conectado. Combinando uma personalidade assertiva com a mobilidade de emissões zero, o novo Nissan MICRA manter-se-á fiel ao modelo que é um sucesso como um automóvel compacto icónico ao longo de cinco gerações e mais de 40 anos.
Desenvolvido especificamente para o mercado europeu no Centro de Design Europeu da Nissan (NDE), em Londres, o novo Nissan MICRA apresenta um novo visual exterior renovado e distinto , onde impera um acabamento exterior premium e muita atitude.
O novo modelo agora 100% elétrico reúne aspetos de design cuidadosos que lhe conferem uma postura robusta e sólida , como é exemplo as cavas das rodas pronunciadas e um spoiler inferior distinto que sugere um centro de gravidade mais baixo.
Todas as novas versões do novo Nissan MICRA estão equipadas com jantes de 18“, com três opções diferentes, dependendo da versão (Engage, Advance ou Evolve) : tampões de jantes e jantes de liga leve com design ‘Iconic’ e ”Sport”. A grande dimensão das jantes, combinada com o acabamento escuro das cavas das rodas, contribui para a postura forte e sólida do novo Nissan MICRA na estrada.
Os faróis icónicos saúdam o condutor, sobressaindo ligeiramente da superfície inclinada e limpa que sobe da chapa de matrícula até ao capot. Ao destrancar o automóvel, as luzes executam uma curta coreografia de “piscar de olhos de boas -vindas”, em que as luzes dianteiras pulsam da esquerda para a direita e depois da direita para a esquerda. O mesmo espetáculo de luzes é realizado ao trancar o automóvel, funcionando como uma “despedida”. Na traseira, as luzes são definidas por um design simples, mas ornamentado de luzes LED – com elementos de iluminação circulares.


O novo Nissan MICRA tem disponível um total de 1 1 combinações de cores exteriores : Pure White, Elegant Silver, Mystery Black, Noble Marine, Authentic Blue, e Rebel Red . Dependendo da gama, as opções de cor em dois tons dão ao cliente a possibilidade de combinar a cor da carroçaria com um tejadilho preto, assegurando uma especificação e um visual distinto para condutores de todos os gostos.

Geely Auto e Salvador Caetano Auto estabelecem uma parceria estratégica para a distribuição de veículos da marca Geely em Portugal

  • A Geely Auto estabelece uma parceria estratégica com a Salvador Caetano Auto para a distribuição de
    veículos da marca Geely em Portugal.
  • Esta parceria assinala um marco importante na estratégia de aceleração da expansão europeia da
    Geely, contribuindo para uma transição mais rápida de Portugal para a era dos veículos eletrificados.
  • Os primeiros modelos Geely introduzidos por Salvador Caetano Auto serão lançados em 2026.

Porto, 08 de abril de 2026 – A Geely Auto, um dos principais fabricantes de automóveis globais, tem o prazer de anunciar uma parceria estratégica com a Salvador Caetano Auto, líder destacado na distribuição e retalho automóvel em Portugal. No âmbito desta colaboração, a Salvador Caetano Auto será a distribuidora oficial da marca Geely em Portugal, assinalando um marco relevante na estratégia de expansão acelerada da marca na Europa e reforçando a sua presença regional através de um parceiro local de confiança e com vasta experiência.
Com décadas de experiência em engenharia automóvel avançada, eletrificação e soluções de mobilidade inteligente, a marca Geely lançará em Portugal, em 2026, a sua primeira gama de modelos de nova geração, desenvolvidos à medida do mercado europeu. Estes veículos de última geração – com maior eficiência, conectividade avançada e um design centrado no utilizador – foram especificamente concebidos para responder à crescente procura do mercado português por soluções de mobilidade sustentáveis e de elevado desempenho.
Sérgio Ribeiro, Administrador Executivo da Salvador Caetano Auto & CEO de Distribuição Automóvel Internacional, destaca a relevância estratégica desta colaboração: “Esta parceria com a Geely Auto reforça o compromisso da Salvador Caetano Auto em fortalecer a nossa oferta de soluções de mobilidade sustentável em todos os segmentos. A capacidade de inovação e a competitividade dos produtos da marca Geely representam uma excelente oportunidade para dinamizar o panorama da mobilidade em Portugal.”
Ao estabelecer esta parceria, a Geely Auto alinha-se com a visão de expansão europeia do Grupo Salvador Caetano.
Enquanto construtor automóvel global comprometido com a inovação em mobilidade sustentável e inteligente, a Geely Auto irá tirar partido da experiência incomparável da Salvador Caetano Auto no mercado local e da sua filosofia de serviço centrada no cliente. Esta aliança não só reforçará a presença da Geely Auto em Portugal, como também permitirá disponibilizar a um maior número de consumidores uma gama de veículos sustentáveis, tecnologicamente avançados e seguros, proporcionando uma experiência de mobilidade adaptada às suas necessidades.

Sobre a Geely Auto

O Geely Auto Group é um fabricante líder de automóveis sediado em Hangzhou, China, e foi fundado em 1997 como uma unidade subsidiária do
Zhejiang Geely Holding Group (ZGH). O Grupo gere várias marcas líderes, incluindo Geely, Lynk & Co e Zeekr. O Geely Auto Group é também o
parceiro estratégico global do fabricante automóvel nacional malaio PROTON.
O Grupo emprega mais de 50.000 pessoas e opera 12 fábricas e 5 centros globais de I&D em Hangzhou, Ningbo, Gotemburgo, Coventry e
Frankfurt. O Grupo conta ainda com 5 estúdios de design globais em Xangai, Ningbo, Gotemburgo, Milão e Coventry, respetivamente, com mais
de 1000 colaboradores. A Geely Automobile Holdings, uma subsidiária que detém participações maioritárias na Geely Auto, Lynk & Co e Zeekr,
está listada na bolsa de valores de Hong Kong desde 2005.
Em 2025, as marcas sob a gestão do Geely Auto Group venderam mais de 3,02 milhões de unidades, representando um aumento de 32% em
relação ao ano anterior.

Sobre o Grupo Salvador Caetano

O Grupo Salvador Caetano é uma organização internacional dedicada à indústria automóvel, presente em 3 continentes, em mais de 44 países e
empregando mais de 9.000 pessoas. Fundado em 1946, o Grupo traz mais de 75 anos de experiência e opera mais de 100 empresas na Europa,
América do Sul e África, abrangendo múltiplas áreas de negócio: indústria (automóvel, autocarros, aeronáutica), importação e distribuição de
veículos, serviços de mobilidade, equipamentos industriais, oficinas e soluções pós-venda.

Mazda3: A Conta que Deus fez!

Entramos neste ensaio com um ditado popular que assenta que nem uma luva ao nosso convidado: falo-vos do Mazda 3.

Estamos perante um japonês e sabemos que a cultura deste país é muito dada à simbologia dos nomes e números. Deste modo, importa dizer que o número 3 significa: união, equilíbrio e completude.
União? Não se aplica neste caso. Equilíbrio, sim, pois é um carro muito harmonioso para o nosso mercado. Completude? Esse atributo está cá: durante os quatro dias que estive com ele, deixou-me muito surpreendido pela positiva.
Ao longo dos 600 km que fizemos com ele, deu para perceber a proposta que é este 3… mas que proposta! Confesso.

Para começar, é seguro – apresenta uma estabilidade em curva abismal, mesmo com chuva. A quantidade de sistemas de ajuda à condução já não é novidade hoje em dia, mas continuam a cumprir o seu papel. Apresenta um motor muito capaz, o 2.0 mild hybrid, uma adição à gama 3 que se revelou bastante solícita quando é preciso. É suave, silencioso e, com esta “pilha” de 48 volts, mostrou ser um bom aliado do 2.0 cc sem turbo.
Vem equipado com uma caixa manual de 6 velocidades: precisa, curta de escalonamento e com engates exatos. Para ser sincero, senti falta da caixa automática, pois os trajetos testados com este Mazda foram cidade e misto, e no trânsito é uma ajuda grande. Com isto, não queremos insinuar que o pedal da embraiagem seja duro, muito pelo contrário.
Outro campo, onde o 3 se sai como uma luva é o seu interior: digital q.b e analógico onde precisa, com comandos físicos para luzes e ventilação. Quanto ao espaço traseiro, posso dizer que dá, confortavelmente, para dois adultos. A mala também cumpre bem, com 351 litros de capacidade. Em matéria de espaço e conforto está aprovado com distinção. Quanto à qualidade dos materiais, a classificação é muito boa.
Já não tem LED ‘s no habitáculo – algo cada vez mais raro- e nota–se que este modelo já soma uns aninhos. O sistema de som Bose tem boa qualidade e o Apple CarPlay funciona sem fios. O sistema nativo da Mazda é bastante intuitivo, sendo operado via seletor rotativo. O Apple Carplay pode ser processado de duas formas: tátil ou através do setor. A tela central cresceu de dimensões em 2023, passando a ter 10.23 polegadas. Antes disso, ficava pelas 8,8. A qualidade de imagem é muito boa e, já agora, a qualidade das câmeras é qualquer coisa de celestial! O carregador sem fios também merece destaque: é rápido e eficaz.


A mecânica deste Mazda é o conhecido 2.0 e-skyactiv mild hybrid, com 186 cavalos (uma cavalagem muito engraçada, diga-se de passagem). Estes “Misakis” (uma raça de cavalos japonesa) entram às 6000 RPM. Ou seja, este “indivíduo” gosta mesmo de calor nesses pistões. O binário apresenta 240 Nm às 4000 Rpm. Estamos perante um asmático puro: binário a entrar em regimes médios/altos, com os Misakis soltos em ação nos regimes altos. É disto que a malta precisa: carros à antiga!
O sistema mild hybrid assenta numa bateria de 24 volts. Este sistema não acrescenta cavalos extra, mas oferece mais binário nos arranques, e isso sente-se. Há uns meses testei um CX-30 e, nos arranques, notava-se uma “lentidão” a sair da inércia, sobretudo nos regimes baixos. Quando precisávamos de força o carro muitas vezes não tinha e, quando a tinha, já não fazia falta – como o Narciso, só está lá quando não é preciso! Mas neste 3 senti exatamente o contrário: em rotações baixas, o carro já tinha uma força considerável, claramente fruto do seu sistema mild hybrid.

Embora a Mazda não divulgue números oficiais relativos aos Nm que este sistema nos oferece, podemos estimar que entre 10 a 15 Nm adicionais são disponibilizados no arranque. Ou seja, a adoção do sistema mild hybrid veio melhorar bastante a convivência com o 3. “Cortando” o e-skyactive, e falando apenas do Skyactiv: a marca orgulha-se de dizer que é um bloco a gasolina diferente daquele a que estamos habituados.
Primeiro, trabalha quase como um diesel, pois a sua mistura é pobre. Isto significa que o motor usa mais ar que combustível (logo vamos ter um consumo menor). As velas só ajudam no início da combustão e a isto o japonês chamou SPCCI (Spark Controlled Compression Ignition), em português ignição por compressão controlada por vela. Este SPCCI não está sempre “ligado”. Só acontece quando temos uma condução adequada, pois quando decidimos explorar o 3 ele desativa o sistema. É o carro que gere automaticamente quando deve ligar ou desligar. O “E” significa que é um mild hybrid de 24 volts.


Ao volante, este Mazda revela-se um automóvel fantástico. A direção é direta, comunicativa e precisa. Durante os dias que testamos o “asiático”, choveu bastante, com alturas em que houve algum varrer de frente, fruto de esforçarmos a direção em demasia em curva. Aí notamos algum “Tonkatsu” em excesso, ou seja, notou-se uma direção um “pouquito” elétrica. Em seco… este 3 foi uma lapa.
Mesmo em curva contra curva, mostrou um comportamento muito acertado, sem falar no gozo que nos proporciona. O som deste bloco é muito engraçado, principalmente, de 2ª para 3ª… e, se inicialmente senti falta de uma caixa automática, numa estrada de curvas esqueci-me rapidamente disso. A caixa é uma verdadeira “Terezinha” imaculada: precisa, direta e bem escalonada.
Há que ser realistas, o japonês sabe fazer caixas de velocidades… não há “paio” para eles! Em AE, mostrou-se muito silencioso e solícito quando foi preciso. Notamos, também, que a 6ª tinha um escalonamento ligeiramente mais longo que as restantes relações, um ponto que ajuda nos consumos. Em ritmos elevados também se mostrou muito capaz. Em lombas, nota-se algum ruído no eixo traseiro quando passamos a uma velocidade mais elevada. Quanto à posição de condução: impecável, excecional, categórica! Baixa, com excelentes regulações de volante. Aqui o 3 é muito bom!

Exterior, Interior, Níveis de Equipamento e Carroçarias

No exterior encontramos a típica linguagem da Mazda, o KODO. Com isto sabemos que o carro vai ter um design destacado dos demais concorrentes, com linhas limpas, fluídas, volumes bem definidos e vincos bem marcados.

Começando pela frente, encontramos uma grelha que integra o símbolo da Mazda, com faróis estreitos e agressivos. Tudo contribui para o seu ar másculo! No capot, existem dois vincos que realçam a frente.
Na traseira, encontramos uma parte sóbria sem grandes alaridos, com uma assinatura LED e duas “bufadeiras” reais… uma traseira limpa. Este 3 tem uma silhueta dinâmica e agressiva.
No interior destaca-se o painel digital. A sua personalização é quase nula e tem uma resolução de 7 polegadas. Vamos ser francos: os seus concorrentes fazem um pouquito melhor neste campo… ainda assim, a informação que nos dá é clara e fácil de perceber.
O volante tem uma pele de alto gabarito e a sua pega é irrepreensível.

No que respeita às carroçarias, há duas ao dispor: Hatch (a testada) e Sedan.
O Sedan é ideal para quem procura mais espaço, quer a nível de espaço para os passageiros traseiros como para as bagagens, já que a capacidade é de 444 litros – quase mais 100 litros que o hatch (351 litros).

A nível de equipamentos, a variedade é considerável: prime-line, centre-line, homura, nagisa (versão testada),
exclusive-line e takumi. No grupo propulsor, só existe o motor testado como escolha, disponível com caixa manual ou automática. Dependendo do nível de equipamento optado, há uma versão com quatro rodas motrizes, todavia esta versão de tração integral só está disponível com caixa automática.

Preços: começam nos 35 mil euros, escalando até aos 41 mil euros na versão de topo. O preço deste 3 está
alinhado com os seus concorrentes, no entanto, o design surpreende!

Mazda entregue, vamos lá às considerações finais!

Se eu pudesse, ficava com o Mazda 3. Foi um excelente companheiro de estrada. Confortável, seguro e com aquele toque de diversão que já não se encontra facilmente. A caixa manual é daquelas que nos fazem lembrar porque é que gostamos de conduzir. No trânsito, a automática faria sentido, mas fora dele este é um verdadeiro “carro à antiga”: tecnológico q.b., analógico onde realmente importa.


Este 3 tem muitos atributos. O único que talvez lhe falte não está na mecânica, está no mercado. Falta-lhe um público que saiba olhar para além do símbolo no capot. E o Mazda 3 é o oposto dessa lógica.

Rimac Nevera: o hipercarro elétrico que mudou as regras do jogo

Uma nova era para os supercarros elétricos

Durante muitos anos, os automóveis elétricos foram associados sobretudo à eficiência e à sustentabilidade. O Rimac Nevera veio provar que a eletrificação também pode ser sinónimo de performance extrema e emoção pura.

Potência e tecnologia sem precedentes

Equipado com quatro motores elétricos — um por roda — o Nevera debita 1.914 cavalos de potência, acelerando dos 0 aos 100 km/h em menos de dois segundos. O controlo independente do binário garante níveis de precisão e estabilidade impossíveis num supercarro convencional.

Bateria e autonomia pensadas para a estrada

A bateria de 120 kWh, desenvolvida pela própria Rimac, combina desempenho extremo com uma autonomia realista, permitindo que o Nevera seja mais do que um exercício tecnológico de pista.

Exclusividade absoluta

Com produção limitada a 150 unidades e um preço superior a 2 milhões de euros, o Rimac Nevera é um marco na história do automóvel — e a prova definitiva de que os elétricos podem liderar o topo da cadeia alimentar.

Ecar Show reforça o papel da mobilidade sustentável no contexto global de crise energética

O Ecar Show – Salão do Automóvel Híbrido e Elétrico, o maior evento nacional dedicado à mobilidade sustentável, regressa à FIL – Feira Internacional de Lisboa, de 15 a 17 de maio, com ambição renovada.

A mobilidade sustentável ganha nova urgência num cenário de crise energética. Por isso, acelerar a transição energética num momento em que a instabilidade geopolítica volta a expor a vulnerabilidade das economias dependentes de combustíveis fósseis é cada vez mais fundamental.

“A recente escalada de tensão no Médio Oriente reacendeu preocupações globais sobre o abastecimento energético, volatilidade dos preços do petróleo e segurança das cadeias de fornecimento. Por isso este contexto reforça a necessidade de acelerar soluções que reduzam a dependência externa, promovam maior resiliência económica e sejam mais limpas para o meio ambiente. Além disso, esta alteração pode começar a ser implementada por cada um de nós.” Declarou José Oliveira, Diretor do Salão.

A mobilidade elétrica e híbrida surge, assim, não apenas como uma opção ambientalmente responsável, mas como uma resposta estratégica a uma crise energética que volta a demonstrar que o futuro não pode continuar a ser alimentado por combustíveis instáveis e geopoliticamente sensíveis.

Ecar Show: montra de inovação, tecnologia e novas soluções de mobilidade

O Ecar Show reúne marcas automóveis, empresas de tecnologia, operadores de carregamento, startups e entidades públicas para apresentar, num único espaço a quase total oferta do mercado nacional, em termos de mobilidade sustável e descarbonizada.

Como é já tradição, o salão volta a reunir praticamente a totalidade de marcas ligadas à mobilidade, sendo já mais de quatro dezenas as presenças confirmadas que por sua vez vão realizar no Ecar Show os lançamentos das principais novidades que vão estar disponíveis no mercado, nos próximos meses.

Neste panorama integra-se o Ecar Com, que reúne as onze marcas presentes no mercado nacional, com oferta de comerciais.

“O Ecar Com reforça a dimensão profissional do Ecar Show – declarou o diretor do salão, que acrescentou ainda que “criámos um espaço totalmente dedicado aos veículos comerciais porque sabemos que as empresas, as instituições e, claro, também o público em geral, estão na linha da frente da transição energética. É aqui que encontram soluções reais para reduzir custos, aumentar eficiência e preparar as suas frotas, ou mesmo as necessidade pessoais de mobilidade e transporte de cargas ou mercadorias, para o futuro.”  

O objetivo, nas palavras de José Oliveira, é claro: “queremos aproximar o público das soluções que já existem e que podem ser adotadas hoje, desmistificando custos, autonomia, infraestrutura e impacto ambiental.”

Com uma das maiores quotas de energias renováveis da Europa e uma crescente adoção de veículos elétricos, Portugal está bem posicionado para liderar a mobilidade sustentável. O Ecar Show reforça este papel, mostrando que a inovação nacional — desde startups a operadores de energia — está preparada para responder aos desafios globais.omo para consumidores”.

O que esperar do próximo Salão

Durante os três dias de evento, o público vai ter acesso a:

  • Test-drives de dezenas de modelos elétricos e híbridos;
  • Estreias nacionais e apresentações de novos modelos;
  • Seminários temáticos sobre mobilidade sustentável;
  • Demonstrações tecnológicas e contacto direto com especialistas.

Organização

O Ecar Show e o Ecar Com são organizados pela Zest – Marketing e Eventos, que desde 2017 se dedica à organização, entre outros, de eventos que promovem a descarbonização dos transportes e a mobilidade sustentável.

Comprar bilhete: ecarshow.pt/bilhetes

Forthing S7: A sinfonia aerodinâmica que quer redefinir o segmento premium

Fruto da eletrificação do mercado,  da concorrência e da inovação, a indústria automóvel atravessa hoje um momento disruptivo e empolgante com novas marcas, novos modelos, tendências, tecnologias e bastantes inovações. O momento é, por isso, de purismo tecnológico, onde a eficiência deixa de ser apenas um número para se tornar quase uma forma de arte.

E no epicentro desta revolução elétrica surge mais uma marca asiática a Forthing S7 que vem para o segmento premium mas que  não pretende ser mais um player no mercado mas desafiar o mesmo.  Para isso começou pela física e desenhou o S7 para ter um coeficiente aerodinâmico de apenas 0.191 Cd, o que lhe garante o título de um dos veículos de produção que são mais aerodinâmicos  do mundo. Tal é demonstrativo do estado da arte da engenharia asiática,  sendo que posteriormente ainda foi melhorado nos centros de investigação que a marca possui na Europajorgefa.
Visualmente o S7 é todo ele uma lição de fluidez; cativa os olhares, os transeuntes pedem-me informações, sente-se que estamos perante um modelo diferente. O próprio design remete para uma estética orgânica que a marca batizou de Sky Mirror, onde os grupos ópticos possuem a forma do número sete, numa assinatura única, mas também luminosa inconfundível.

O interior segue a mesma tendência de alguma concorrência que opta por um minimalismo disruptivo onde não há botões físicos. Esta centralização no ecrã de 15,6 polegadas foi também ela acompanhada de uma ergonomia pensada para que o condutor não tire os olhos da estrada. Os materiais do S7 apresentam-se com grande qualidade, quase todos suaves ao toque. A ergonomia está bem conseguida, os novos bancos Cloud Brocade oferecem uma suavidade tanto tátil e conforto que rivaliza com o melhor que se faz na indústria.

A plataforma Super Cube Ema garante-lhe um espaço interior de referência que transforma os lugares traseiros num lounge.  Ao volante sobressai a sofisticação do chassis equipado com uma suspensão FSD – Frequency Seletive Dumping, inspirada tecnicamente nos sistemas usados pelas marcas de super desportivos o que leva este modelo a ter um comportamento de referência que se adapta bastante bem às irregularidades do asfalto português.

A tração é exclusivamente traseira, o que aliada a um centro de gravidade muito baixo devido ao posicionamento das baterias lhe confere ainda maior agilidade, visível no teste do alce que superou a uma velocidade de 81,9 km/h o que o coloca no topo da segurança ativa e do controlo dinâmico do veículo.

 Por tudo isto o S7 não quer ser apenas mais um elétrico que também possui a inovadora arquitetura de 800 volts, o carregamento rápido que lhe permite recuperar 320 km de autonomia em 14 minutos, a inteligência artificial presente em muitos domínios, até mesmo para prever o comportamento do tráfego e as baterias que possuem uma tecnologia denominada Armor Battery 3.0 LFP, resistentes a perfurações térmicas e sistema de densidade energética que, segundo a marca, lhe permite consumos bastante referenciais.

Em resumo, gostei do S7 pela experiência que perdura, pelo comportamento, conforto e eficiência silenciosa. Nota-se aquela robustez alemã quando fechamos as portas mas também no isolamento acústico de dupla camada. É um automóvel que não precisa de gritar para ser notado. A forma como a suspensão filtra o empedrado típico das nossas cidades ou como mantém a precisão numa estrada secundária revela o cuidado que a marca teve para o adaptar à Europa.

Em termos de concorrentes e público alvo, o S7 aponta diretamente para executivos e famílias tecnológicas que procuram alternativas premium e que valorizam a exclusividade de um design recordista mas que também exigem comportamento, qualidade e eficiência por um preço a começar nos 40. 000€.

Hyundai IONIQ 6 N vence prémio World Performance Car 2026

  • Hyundai IONIQ 6 N vence o prémio World Performance Car 2026, marcando a segunda vez em apenas três anos que um modelo N da Hyundai conquista este galardão, após o Hyundai IONIQ 5 N em 2024;
  • Hyundai Motor distinguida com prémios pelo quinto ano consecutivo nos World Car Awards

A HYUNDAI alcançou uma vitória significativa nos World Car Awards 2026, com o novo Hyundai
IONIQ 6 N a ser distinguido como World Performance Car.
Os vencedores da 22.ª edição dos
prémios foram anunciados ao vivo, no dia 1 de abril, durante uma cerimónia integrada no New York International Auto Show 2026.

“Este reconhecimento por parte do júri dos World Car Awards tem um enorme significado para os milhares de pessoas na HYUNDAI que conceberam, desenvolveram e produziram este veículo. Os clientes valorizam o design distinto, a tecnologia avançada e o real valor que o novo Hyundai IONIQ 6 N oferece. Agradecemos ao júri por esta distinção e, acima de tudo, aos clientes em todo o mundo que escolhem a HYUNDAI todos os dias e inspiram tudo o que fazemos. Este prémio pertence-lhes, bem como à equipa que o tornou possível.” – refere José Muñoz, Presidente e CEO da Hyundai Motor Company.

Quais são as principais características do modelo vencedor?

O novo Hyundai IONIQ 6 N destacou-se na categoria World Performance Car ao redefinir o conceito de alta performance na geração elétrica, combinando uma fantástica entrega de potência com tecnologia avançada centrada no condutor, tanto em estrada como em pista.

  • Desempenho excecional: o Hyundai IONIQ 6 N proporciona até 641 cavalos com a função N Grin Boost, acelerando dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,2 segundos;
  • Tecnologia orientada para o condutor: o premiado sistema N e-Shift simula a sensação de uma caixa de velocidades tradicional, enquanto o N Active Sound+ proporciona uma experiência sonora envolvente;
  • Tecnologia avançada de bateria: a bateria de 84 kWh permite carregamentos dos 10% aos 80% em apenas cerca de 18 minutos, com um carregador de 350 kW

Como reforçam estas distinções o sucesso da Hyundai nos World Car Awards?

Este é o quinto ano consecutivo em que a HYUNDAI é reconhecida nos World Car Awards, refletindo a sua liderança contínua na inovação automóvel. Entre as distinções mais relevantes destacam-se:

  • 2026: Hyundai IONIQ 6 N – World Performance Car
  • 2025: Hyundai INSTER – World Electric Vehicle
  • 2024: Hyundai IONIQ 5 N – World Performance Car
  • 2023: Hyundai IONIQ 6 – World Car of the Year
    • World Electric Vehicle
    • World Car Design of the Year
  • 2022: Hyundai IONIQ 5 – World Car of the Year
    • World Electric Vehicle
    • World Car Design of the Year

Este reconhecimento consistente reforça a posição da HYUNDAI como uma marca de referência,
que continua a ultrapassar os limites do design e da tecnologia automóvel.
O novo Hyundai IONIQ 6 N irá chegar ao mercado nacional no início do segundo semestre deste
ano e estará disponível por 81.500 euros (IVA incluído). Para mais informações, imagens e vídeo
do Hyundai IONIQ 6 N podem aceder aqui.

XPENG P7+ já está disponível em pré-venda em Portugal a partir de € 38.200 (+IVA)

  • XPENG , anuncia as pré – vendas nacionais do novo XPENG P7+ 100% elétrico , o primeiro modelo de grande produção otimizado por IA;
  • O XPENG P7+ combina inteligência preparada para o futuro, alimentada pelo chip TURING AI, capacidade de carregamento rápido dos 10% aos 80% em 12 minutos, espaço líder na sua classe e um design luxuoso, oferecendo uma experiência versátil para utilização profissional e familiar.
  • O novo XPENG P7+ já está disponível em pré – venda em Portugal , com preço a partir de 38 .200 euros (+IVA*) para a versão RWD St andard Range , com entregas a partir do verão .

A XPENG, empresa tecnológica global líder em veículos elétricos inteligentes orientados por IA e inovação, acaba de disponibiliza r o novo XPENG P7+ em pré -vendas em Portugal , com preço a partir de 38 .200 euros (+IVA*), na versão RWD S tandard Range (já acessível em www.xpeng-auto.pt).
Assinalando o próximo marco da jornada da Marca chinesa que rompe com o tradicional na Europa, o novo XPENG P7+ chega num momento decisivo, em que a indústria automóvel evolui da mobilidade baseada na potência para a mobilidade baseada na inteligência.
Concebido como um fastback preparado para o futuro e otimizado por Inteligência Artificial ( IA), o novo XPENG P7+ combina uma arquitetura inteligente avançada, um espaço de referência no segmento e grande versatilidade para viagens, respondendo às exigências do quotidiano europeu e refletindo o compromisso de
longo prazo da XPENG com a mobilidade elétrica centrada no utilizador.

Inteligência, desempenho e eficiência elétrica

O novo XPENG P7+ destaca -se pela exclusividade do chip TURING AI, que oferece até 750 TOPS de capacidade de computação, permitindo sistemas avançados de assistência à condução, maior rapidez no processamento de dados e evolução contínua através de atualizações OTA.

Como veículo otimizado por IA, suporta funcionalidades como mudanças de faixa suaves, condução em autoestrada e estacionamento remoto inteligente, garantindo segurança em cenários complexos. No
interior, apresenta um ecossistema digital moderno com ecrã central tátil de 15,6”, painel de instrumentos digital de 8,8” e head – up display.

Novo XPENG P7+ disponível em pré – vendas em três versões

O novo XPENG P7+ conta com três versões no mercado nacional.

  • A versão RWD Standard Range conta com tração traseira , bateria LFP de 61,7 kWh e 180 kW de potência (245 cv).
  • A versão RWD Long Range partilha a bateria de 74,9 kWh com a AWD Performance, apresentando respetivamente 230 kW (313 cv) e 370 kW ( 503 cv) de potência.
  • O topo de gama, com dois motores e tração integral acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 4,3 segundos, com a velocidade máxima limitada em todas as versões aos 200 km/h.

Em termos de carregamento, o novo XPENG P7+ conta com um conjunto de baterias LFP que suporta m tecnologia de carregamento ultrarrápida 5C (10% a 80% em 12 minutos) e até 446 kW de potência de carregamento DC. A versão de topo RWD, com bateria de 74,9 kWh, atinge até 660 km de autonomia em cicio WLTP urbano , evidenciando elevada eficiência.

Espaço, conforto e condução segura

Com um design fastback elegante e dimensões generosas , o novo XPENG P7 oferece um habitáculo espaçoso e uma capacidade de carga líder na classe (até 1.931 litros). O interior privilegia o conforto premium, com materiais como microfibra velour e pele Napa, aliados a soluções sustentáveis de acabamento. O elevado isolamento acústico assegura uma experiência silenciosa e refinada.

Em estrada, a suspensão de duplo triângulo à frente e multibraços atrás garante estabilidade e controlo em
diferentes cenários. O novo XPENG P7+ equipa suspensão DCC (Controlo de Amortecimento Contínuo) de série em todas as versões. A segurança é reforçada por uma estrutura em aço de ultra – alta resistência, proteção avançada da bateria e 14 sistemas ativos de assistência à condução.

Já disponível em pré – venda em Portugal

A produção do XPENG P7+ foi concluída nas instalações da Magna Steyr em Graz, Áustria – o primeiro parceiro de produção local da XPENG na Europa. Após o Novo XPENG G6 e o Novo XPENG G9, o P7+ torna -se o terceiro modelo da XPENG a ser produzido e montado na Europa.
O preço de entrada em Portugal do novo XPENG P7+ é de 38.200 euros (+IVA*) para a versão RWD Standard Range , já acessível em www.xpeng-auto.pt, com as primeiras entregas a ocorrer no verão.

(*) Acrescem despesas e pintura metalizada se aplicável.