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Green Future-AutoMagazine

O novo portal que leva até si artigos de opinião, crónicas, novidades e estreias do mundo da mobilidade sustentável

GFAM

Filho de outra mãe

A Mazda, para o segmento B, neste momento, tem dois carros: o Mazda 2 mild hybrid (feito pela Mazda) e o Mazda 2 full hybrid. Estes dois modelos são bastante diferentes, já que um é um Mazda a 100% e o outro é um Mazda 2 baseado no Toyota Yaris. A Mazda fez umas modificações estéticas, mas tudo muito ao de leve, nada de extraordinário. Este Mazda foi o primeiro hybrid da marca japonesa.Foi lançado em 2022, sendo que, em 2024, teve um facelift que trouxe um novo pára-choques, novos faróis, novos frisos, com direito a nova grelha, sem falar, também, nas novas jantes e nas cores . Ou seja, o objetivo deste restyling foi tornar o 2 um bocadinho mais Mazda, uma vez que o anterior (lançado em 2022) era igual ao Yaris. O preço deste Mazda começa nos 26 mil euros (mas, à data em que estamos a escrever este texto, há uma campanha de 3700 euros). Tem praticamente o mesmo preço que o Yaris. O que leva a perguntar: porquê comprar este em vez do Yaris? A resposta é clara e objetiva: em termos de estilo, está mais bem conseguido que o Yaris. Este 2 tem um toque da Mazda que torna os carros mais atraentes.

A parceria com a Toyota começou em 2015, e um dos objetivos desta parceria era uma partilha de expertise, quer na tecnologia, quer no desenvolvimento de novos carros. Este 2 nasceu dessa parceria, pois, como sabemos, a Europa está com uma “sensibilidade ambientalista” de reduzir emissões. Assim, em vez de produzir um carro do zero, a Mazda decidiu aproveitar o projeto do Yaris e lançar também o seu Mazda 2 híbrido.

No que toca ao design, encontramos um carro com uma grelha menor, quando comparado com o seu irmão, Toyota. Enquanto no Yaris a sua frente é completamente dominada pela grelha, no Mazda, como já foi dito, ela é menor e parece que tem o formato do símbolo da Mazda. A zona do pára-choques também é diferente, pois há menos desenhos, menos elementos, o que lhe dá um toque compacto. Na traseira, a única diferença é que o friso traseiro é da cor da carroçaria, e não preto, como o seu irmão Yaris. Escusado será dizer que as laterais são iguais…

No interior, o volante é em pele, com uma boa pega; o tabliê, em soft touch; mas a “tampa” do painel de instrumentos é em plástico. Encontramos vários espaços de arrumos, algo sempre útil num carro citadino. Há espaço de arrumos abaixo da tela de multimédia, na consola central; até o lado do passageiro tem um espaço de arrumo. A tela tem nove polegadas com Apple CarPlay sem fio e um carregador também sem fio. A tela possui uma visualização muito nítida e fácil de usar, respondendo bem ao toque. Sem mencionar que é muito fácil emparelhar o telefone. O sistema de som do Mazda é bom.

A qualidade de alguns materiais podia ser melhor, nomeadamente, a do compartimento onde está a manopla da caixa, pois parece não estar bem montada basta fazer o teste da solidez que se nota que a consola abana e a peça que temos na consola central, de uma cor diferente, também podia estar melhor instalada. Quando lhe tocamos, nota-se que está um pouco solta. Por último, o bater de porta não vai ao encontro das expectativas, principalmente a traseira! Mas o resto do interior deste 2 é agradável para estar no trânsito.

A nível dos equipamentos, a Mazda tem-nos habituado a uma vasta panóplia, podemos mesmo dizer que há para todos os gostos. Começamos com Prime-Line, Centre-Line, Exclusive-Line, Homura e, por último, Homura Plus. É a partir do Homura que encontramos faróis de nevoeiro. Outro item que só está disponível a partir da versão Homura é o seu painel de instrumentos digital. O seu grafismo é bom, muito simples de entender e é personalizável, com uma resolução de 7”. Agora, informo que há muitos submenus e, para alterar o aspeto do painel, o carro tem de estar parado. Para desativar uma das inúmeras assistências do carro é um processo, no início, algo complicado: vamos aos “menus” e depois entramos nos submenus. Os Mazdas que já testei tinham um botão que “adormecia” as assistências; neste, não temos. Esta versão de teste (Homura) tem as suas jantes pretas, assim como vidros escurecidos e faróis LED.

Este 2 tem uma posição de condução boa; o volante tem bons ajustes e o banco também. Ou seja, é um carro muito confortável de guiar tanto em auto estrada como em cidade, e apresenta uns bancos parecidos com os bancos do Corolla, com um bom apoio. Falamos do volante e louvamos a sua pega, assim como a sua grossura, mas uma situação que não podemos deixar de mencionar é o resguardo da coluna da direção, que tem os parafusos à mostra (é certo que só reparamos quando viramos o volante).

O motor único desta versão está a cargo de 1.5 centímetros cúbicos, com 92 cavalos e 120 Nm de binário. A parte elétrica tem 80 cavalos e 141 Nm. Juntando os dois motores, temos 116 cavalos. No binário, 141 Nm estão disponíveis desde o arranque, e os 120 Nm do motor térmico estão disponíveis às 3800 até às 4800 rpm. Os 92 cavalos “entram em cena” às 5500 rotações. O bloco tem 3 cilindros, como já é habitual na Europa. O 2 tem mais um cavalo que o seu irmão Yaris. Mas o Toyota, na sua versão GR Sport, apresenta um motor de 130 cavalos.

A caixa utilizada neste citadino é uma caixa e-CVT, o que não é a mesma coisa que a CVT… Enquanto a CVT simula velocidades, esta não. A e-CVT não tem engrenagens fixas ou polias variáveis, mas sim um conjunto planetário de engrenagens. Este conjunto planetário controla de forma contínua a distribuição de potência entre os dois motores (térmico e elétrico). Esta e-CVT prioriza a eficiência e a suavidade. Além disso, a caixa mantém o motor na faixa ideal de rotação. Com este ajuste é possível reduzir consumos e emissões (o que a UE adora). Como é normal, as caixas CVT são algo ruidosas assim que aceleramos com maior intensidade, mas, se as acelerações forem moderadas, não há muito ruído e até podemos dizer que é suave e surpreende por isso. Porém, numa viagem em autoestrada, o barulho de “pensionista resignado” vai ser constante.

A nível de insonorização, passa com nota positiva, pois o barulho da E-CVT elimina tudo… Em cidade, a insonorização é boa e a caixa também. Não há barulho e nota-se que a caixa foi formatada para a cidade e para “andar nas calmas”. Nesse ponto, o Mazda 2 é muito bom. Por último, há um “B” na manopla da caixa, que serve para regeneração, o que nos ajuda muito nos trajetos do dia a dia e no trânsito.

Temos quatro modos de condução, sendo eles: EV, Eco, Normal e Power Mode. Sendo muito franco com o leitor, digo que o Power Mode é igual a dar uma chuteira a um perneta… O modo EV é o modo em que o carro anda só a elétrico, algo útil quando usado em cidade, ajudando na economia de combustível. Mas este modo deve ser usado com suavidade; caso contrário, desliga. É normal o EV Mode não ligar em certas alturas, o que se deve à bateria não estar suficientemente carregada. O Eco Mode é aquele modo que vai fazer de tudo para ter o menor gasto de combustível. Normal Mode é o modo em que o carro tenta ter o melhor equilíbrio entre economia e desempenho. E depois temos o Sport Mode que, supostamente, usa gasolina com maior intensidade. Mas, verdade seja dita, entre o Normal e o Sport há pouca diferença. E a verdade é só uma: ninguém compra um 2 porque tem o modo Sport. Já que abrimos o tema “modo Sport”, vamos agora falar de como este japonês é dinamicamente, visto que se mostrou muito ágil na cidade. O 2 é divertido de conduzir, principalmente em estradas com curvas, pois não há muita distribuição de peso. É um carro muito competente; pena é que a sua direção seja um pouco elétrica, mas apercebemo-nos sempre do que se passa nas rodas da frente. O carro, em curva, é uma lapa e agarra-se muito bem, o que foi uma surpresa, visto ser um carro citadino que, dinamicamente, é muito acertado. Quanto aos consumos, estes foram normais para um carro híbrido: 4,8 L em cidade e 5,8 L em autoestrada. Estes consumos foram feitos sem preocupações.

Para quem é este Mazda 2 hybrid? É para quem anda muito em cidade e não tem onde carregar o carro, ou não quer ter esse tipo de compromisso, e, acima de tudo, quer um automóvel fiável, amigo do ambiente e ainda mais especial que um Yaris… Em suma, este Mazda é muito competente, o que o faz ser um belo citadino!

O mais rápido dos Opel totalmente elétricos: revelado o impressionante Opel Mokka GSE

Modelos de produção em série totalmente elétricos e de alta performance são o que a Opel revelou sob o mote “OMG! GSE”. E a marca do Blitz está mais uma vez a cumprir as suas promessas: a Opel anunciou recentemente que o Mokka GSE, inspirado no protótipo Mokka GSE Rally, entrará em produção em série. Agora, a Opel mostra as primeiras imagens deste emocionante modelo de elevado desempenho. O novo Mokka GSE será nada menos que o Opel elétrico a bateria mais rápido – com um design GSE exclusivo inspirado nos ralis e equipado com tecnologia específica.

“O novo Mokka GSE traz a energia do desporto motorizado para as ruas. Após cinco anos como pioneiros no desporto motorizado elétrico com a ADAC Opel Electric Rally Cup, colocámos a nossa melhor engenharia, potência e agilidade num automóvel feito para emoções diárias. Com o seu design marcante, comportamento preciso e desempenho excecional, o Mokka GSE foi concebido para chamar a atenção e entusiasmar o condutor. Mal podemos esperar para o colocar nas mãos da nossa comunidade de amantes de automóveis”, afirmou Rebecca Reinermann, Vice-Presidente de Marketing da Opel e Vauxhall.

Potência “OMG! GSE”: 207 kW (280 cv), 200 km/h e a tecnologia especial GSE

Acima de tudo, o novo Opel Mokka GSE impressiona pelo seu forte desempenho. Com uma potência máxima de 207 kW (280 cv), o automóvel elétrico de produção em série será tão potente quanto o seu homólogo do desporto motorizado. E com um binário imediato de 345 Nm, acelera de forma igualmente imparável. A partir de uma imobilização, atinge os 100 km/h em apenas 5,9 segundos e com uma velocidade máxima de 200 km/h, será em breve o Opel totalmente elétrico mais rápido. Os condutores do Mokka GSE podem escolher entre três modos de condução distintos: no modo “Sport”, o automóvel elétrico está configurado para desempenho e oferece toda a sua potência; no modo “Normal” atinge até 180 km/h e, no modo “Eco”, todas as configurações são ajustadas para a maior eficiência possível. O Mokka GSE armazena a sua energia numa bateria de iões de lítio de 54 kWh.

O seu peso em ordem de marcha inferior a 1,6 toneladas, exemplar para um veículo elétrico a bateria, e a tecnologia sofisticada, também inspirada no protótipo de ralis, contribuem igualmente para o desempenho excecional. Por exemplo, o Mokka GSE tem tração dianteira com um diferencial de deslizamento limitado Torsen de múltiplas embraiagens, bem como um chassis com eixos especialmente concebidos e novos amortecedores hidráulicos duplos. Todos os componentes de alta tensão do Mokka GSE de série, como o motor, o inversor, a bateria ou a cablagem, provêm do Mokka GSE Rally. O sistema de direção, o chassis e os travões também foram concebidos para serem particularmente desportivos e otimizados graças à experiência da Opel em “ralis elétricos”.

O design “OMG! GSE”: despertar de emoções com o GSE e com os detalhes inspirados nos ralis

O novo Mokka GSE também transmite com confiança ao mundo exterior os seus “valores intrínsecos”. Enquanto o conhecido e bem-sucedido Opel Mokka já chama a atenção com o seu design característico, novas cores, novo cockpit e tecnologias de ponta, o novo Opel Mokka GSE mostra-o logo à primeira vista: pode ser ainda mais rápido, emocionante e apaixonante! Inserções específicas GSE inspiradas no protótipo de ralis adornam o modelo elétrico compacto no avental dianteiro e na traseira. O contacto seguro com a estrada é garantido pela combinação de jantes e pneus especialmente desenvolvida para o Mokka GSE. As novas jantes de liga leve de 20 polegadas otimizadas aerodinamicamente, combinadas com os pneus Michelin Pilot Sport EV 225/40 R20, estão disponíveis apenas para o Mokka GSE na Opel. Dentro das jantes de design marcante em estilo GSE, destacam-se as pinças de travão GSE amarelas. E, finalmente, as letras GSE amarelas e pretas na frente e nas laterais fazem igualmente uma forte declaração.

Esta é também confirmada pelo interior do novo Mokka GSE. O cinzento/preto, o branco e o amarelo são as cores predominantes. O condutor e o passageiro da frente sentam-se em bancos desportivos em Alcantara GSE com encostos de cabeça integrados, que envolvem o condutor de forma ideal no veículo. Uma linha branca que se estende pelo centro dos estofos e as costuras amarelas conferem aos bancos o seu aspeto característico. Além disso, os acabamentos em Alcantara nas portas são mais uma prova da atenção aos detalhes. O sistema de direção, que foi desenvolvido de raiz para o Mokka GSE, e o volante, achatado na parte superior e inferior, prometem uma resposta direta, enquanto os pedais desportivos em alumínio aguardam os comandos de aceleração e travagem.

As informações necessárias são fornecidas ao condutor pelo ecrã digital de 10 polegadas do painel de instrumentos, que pode ser personalizado de várias formas, e pelo ecrã tátil central a cores. Este contém dados de desempenho GSE, indicação da força G, valores de aceleração, dados de gestão da bateria e muito mais. Os ecrãs também foram concebidos no estilo típico GSE. O novo Mokka GSE caracteriza-se por um design tecnicamente de alta qualidade e altamente dinâmico até ao mais ínfimo detalhe, tanto no interior como no exterior.

Com todos estes componentes, o Mokka GSE de série também proporcionará verdadeiros momentos “OMG” no uso quotidiano no futuro! Mais informações sobre a sua estreia mundial e o lançamento no mercado do novo Opel Mokka GSE serão divulgadas em breve.

Novo Hyundai IONIQ 5 chega reforçado com novas funcionalidades

A Hyundai apresentou a versão renovada do IONIQ 5, o seu SUV 100% elétrico, com melhorias significativas em tecnologia, design, autonomia e conforto. O modelo passa a contar com duas novas baterias de 63 kWh e 84 kWh, permitindo autonomias entre 440 km e 570 km em ciclo combinado WLTP e até 784 km em ciclo urbano. Destaca-se também o carregamento ultrarrápido de 350 km em apenas 18 minutos, graças à arquitetura de 800V.

No exterior, o design foi refinado com novos para-choques, spoiler traseiro prolongado e jantes aerodinâmicas. Já o interior traz melhorias na consola central, novo volante com luzes interativas, e comandos mais intuitivos.

O modelo inclui uma nova geração de tecnologias, como o sistema ccNC com atualizações OTA, assistentes de condução avançados e funcionalidades como chave digital, rebatimento remoto de bancos e sensores de colisão 360º.

A nível de conforto e segurança, o IONIQ 5 apresenta melhor isolamento acústico, nova suspensão, estrutura reforçada e oito airbags.

Disponível em Portugal em quatro versões (Premium, Premium Plus, Vanguard e Vanguard Plus), com preços desde 29.990€ (+IVA para empresas) ou 43.000€ para particulares, o modelo vem com 7 anos de garantia total, assistência em viagem e check-ups gratuitos.

A Hyundai integra este lançamento no seu ecossistema BLUE e-Mobility, que visa democratizar o acesso à mobilidade elétrica com uma ampla rede de carregamento.

A potência de quatro rodas motrizes: Opel Grandland Electric AWD já disponível para encomenda

Com o seu design exclusivo, elevado nível de conforto e inúmeras soluções inovadoras combinadas com motorizações totalmente elétricas, o Opel Grandland afirma-se claramente como o modelo topo de gama da marca. Agora, o inconfundível SUV “made in Germany” está a tornar-se ainda mais atraente. Isto porque já estão abertas as encomendas para o novo Opel Grandland Electric AWD – o primeiro modelo Opel totalmente elétrico com tração integral. No lançamento, o SUV elétrico com tração integral, está disponível numa variante muito especial: a versão Ultimate, com equipamento extensivo. O novo Opel Grandland Electric AWD Ultimate está disponível a partir de 59.250 € (PVPR). Com a oferta “Electric All In”1, a Opel torna agora a transição para a mobilidade elétrica ainda mais fácil e apelativa. 

Ao abrir as encomendas para o novo Opel Grandland Electric AWD, estamos também a iniciar o próximo capítulo de sucesso do nosso SUV topo de gama. Só o novo modelo elétrico com tração integral oferece tanta potência combinada com um prazer de condução altamente eficiente. O nosso Grandland Electric AWD proporciona aderência e segurança adicionais, mesmo em condições difíceis. Isto abre novas possibilidades e uma experiência de condução inigualável para os clientes“, afirmou Tobias Gubitz, Vice-Presidente Sénior de Vendas Globais da Opel & Vauxhall.

Grandland Electric com tração integral: prazer de condução eficiente, seguro e envolvente

Os dados de desempenho falam por si: o novo Grandland Electric AWD oferece uma potência do sistema de 239 kW (325 cv). O novo sistema de tração integral combina o motor elétrico de tração dianteira de 157 kW (213 cv) de série, conhecido do Grandland Electric, com um motor elétrico adicional de 83 kW (112 cv) para as rodas traseiras. Assim, o Grandland Electric AWD atinge um binário máximo de 509 Nm. O veículo com tração integral acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 6,1 segundos. Na versão Ultimate, o Grandland Electric AWD pode percorrer até 489 quilómetros (WLTP) sem parar para carregar a bateria; outras versões com uma autonomia de até 501 quilómetros (valor provisório de acordo com WLTP) serão lançadas ainda este ano. O Grandland Electric AWD precisa de menos de 30 minutos para recarregar a sua bateria de iões de lítio de química NMC com 73 kWh (capacidade útil) de 20% a 80% num carregador rápido público.

O prazer da tração integral elétrica é ainda mais reforçado por dois componentes: a suspensão de série com tecnologia de amortecimento seletivo de frequência e a escolha de quatro modos de condução para se adaptar às necessidades. Dependendo da situação, das condições da estrada e do estilo de condução, a tecnologia exclusiva de amortecimento seletivo de frequência permite diferentes características de amortecimento, para uma condução confortável quando sujeito a altas frequências de amortecimento – ou seja, com muitos impactos curtos, como em paralelepípedos – bem como, para um estilo de condução desportivo e ambicioso, com contacto mais direto com a estrada, em baixas frequências de amortecimento. O Grandland Electric AWD, reage assim de forma ainda mais imediata e direta a qualquer comando do condutor e como é típico da Opel, mantém-se estável em travagem, a curvar e em autoestrada, a velocidades mais elevadas.

Os quatro modos de condução individuais diferem da seguinte forma:

  • Modo Normal: Para otimizar a eficiência diária, apenas o motor dianteiro e as rodas dianteiras são acionados. Dependendo das necessidades do condutor, o motor traseiro e as rodas traseiras são acionados automaticamente, com a potência máxima limitada a 230 kW (313 cv) e o binário máximo a 450 Nm. 
  • Modo 4WD: Os dois motores funcionam continuamente, com a potência distribuída uniformemente entre as quatro rodas, proporcionando uma aderência ideal, especialmente em superfícies escorregadias. Os sistemas ESP e de controlo de tração adotam configurações específicas para melhorar a aderência. A potência e o binário máximos estão disponíveis.
  • Modo Sport: Os dois motores funcionam continuamente, com a potência distribuída segundo uma razão 60:40 entre os eixos dianteiro e traseiro para um desempenho dinâmico e eficiente. A potência e o binário máximos estão disponíveis. A direção e o pedal do acelerador também adotam uma configuração específica “Sport”, proporcionando maior capacidade de resposta.
  • Modo Eco: É dada prioridade ao motor dianteiro, a potência máxima é limitada a 157 kW (213 cv) e o binário máximo a 343 Nm. O ar condicionado e o pedal do acelerador também adotam uma configuração “Eco”.

Lista extensa de equipamento de série

Tal como todos os Grandland, a nova versão elétrica com tração integral impressiona pelo exterior, com a sua frente 3D Vizor com o Blitz da Opel iluminado ao centro e tecnologia “Edge Light”, bem como com a inscrição OPEL iluminada na traseira. Outro destaque é a premiada iluminação Intelli-Lux HD sem encadeamento com mais de 50.000 elementos, a qual é capaz de iluminar a noite, de série, na versão Ultimate, tornando a condução no escuro mais segura para todos os utilizadores da estrada. O Grandland Electric AWD Ultimate destaca-se ainda mais com jantes de liga leve de 20 polegadas com design aerodinâmico “Diamond Cut”, para-choques com elementos em carbono e pedais em alumínio.

O habitáculo do veículo com tração integral impressiona com um ambiente agradável em todo o seu interior. O condutor e o passageiro da frente sentam-se nos bancos Intelli-Seats Pro em Alcantara, certificados pela Aktion Gesunder Rücken e.V. Em alternativa, também podem optar por bancos dianteiros em pele perfurada Club Nappa. O teto panorâmico de vidro com acionamento elétrico deslizante reforça a sensação de espaço, mesmo na segunda fila.

O head-up display Intelli-HUD, a câmara Intelli-Vision de 360° e os sistemas avançados de assistência ao condutor com Intelli-Drive 2.0, incluindo ajuste inteligente da velocidade, tornam a condução ainda mais relaxada e segura.

 O sistema de navegação multimédia com ecrã tátil a cores de 16 polegadas proporciona o melhor entretenimento e conectividade. Soluções como a Pixel Box transparente na consola central, que pode ser utilizada para carregar o smartphone sem fios, aumentam as vantagens práticas. 

E para um acesso conveniente ao compartimento traseiro, a porta controlada por sensores do Grandland Electric AWD Ultimate abre e fecha eletricamente.

«Electric All In1»: serviços eletrónicos incluídos para uma mobilidade elétrica acessível

E para dar um impulso adicional à mobilidade elétrica, a Opel está a tornar tudo ainda mais fácil e atraente para os clientes – começando pela compra de um veículo. De facto, quem comprar agora um modelo elétrico a bateria, como o novo Opel Grandland AWD Ultimate, receberá vários serviços ao mesmo tempo com a oferta “Electric All In”1. Por exemplo, serviços como uma easyWallbox para carregamento rápido em casa, funcionalidades e-routes e oito anos de carregamento móvel e assistência em viagem em caso de avaria, bem como uma garantia da bateria, já estão incluídos.

Oferta Comercial

O novo Opel Grandland Electric AWD Ultimate está disponível em Portugal por um preço a partir de 48.164 €+IVA, ou desde 549 €/mês +IVA através de Renting Leasys, para clientes empresariais. Para clientes particulares, a oferta começa nos 579 €/mês, com IVA incluído, em crédito FlexiOpel.

Citroën abre encomendas do novo ë-c3 aircross com autonomia alargada e até 7 lugares

Complementando uma abrangente oferta, nomeadamente em termos mecânicos, lançada no mercado nacional no final do ano de 2024, a Citroën abre agora as encomendas do novo ë-C3 Aircross com motorização 100% elétrica de 113 cv, agora numa versão com Autonomia Alargada até aos 400 km.

Totalmente reinventado, numa mudança radical na forma como a marca aborda o mercado dos SUV compactos, a Citroën lançou o C3 Aircross, proposta assente na mesma plataforma Smart Car usada pelo novo C3, fator que lhe permite posicionar-se a preços muito atrativos. Mantendo a nova identidade da marca e o mesmo estilo assertivo, musculado e moderno, tanto no interior como no exterior, este verdadeiro SUV proporciona proteção, robustez, facilidade de acesso e sensação de segurança. 

A estatura e as dimensões dos novos C3 Aircross e ë-C3 Aircross (4,39 metros de comprimento) mudaram com o seu novo posicionamento, destacando-se não só na mais tradicional versão de 5 lugares, agora disponibilizando o melhor espaço interior do seu segmento na segunda fila, como pela estreia no segmento de uma inédita variante de 7 lugares, proporcionando uma flexibilidade de utilização inigualável.

Espaçosos e bem equipados, os novos C3 Aircross e ë-C3 Aircross oferecem uma condução fácil e confortável no quotidiana, tanto em ambiente urbano como em estrada. Sempre atenta às expetativas dos seus clientes em termos de conforto, espaço e praticidade, a Citroën integrou-lhes o conceito C-Zen-Lounge® com Head-Up Display e um volante de dimensões reduzidas, os novos bancos Citroën Advanced Comfort®, redesenhados para um apoio ótimo dos ocupantes, num conforto de condução reforçado pela adoção das suspensões Citroën Advanced Comfort® com duplos batentes hidráulicos progressivos, solução disponível pela primeira vez no modelo e em todas as versões. 

Para maior tranquilidade, o C3 Aircross oferece todas as tecnologias de assistência à condução esperadas neste segmento, bem como um sistema de infoentretenimento de última geração, com um ecrã tátil de 10,25 polegadas, ou o acesso à aplicação ë-ROUTES, um planeador de viagens que se adapta em tempo real às evoluções de trânsito ao longo dos trajetos realizados.

Em termos mecânicos, destaque-se a introdução no mercado nacional – as encomendas iniciam-se hoje – da nova versão ë-C3 Aircross (113 cv) Autonomia Alargada (até aos 400 km), complementando a versão de Autonomia Conforto (até 303 km), já em comercialização. 

Assente no mesmo motor 100% elétrico de 113 cv (83 kW) de potência e 124,5 Nm de binário, o novo ë-C3 Aircross Autonomia Alargada conta, também ele, com uma bateria do tipo LFP, mas com uma capacidade total de 54,2 kWh (52,8 kWh úteis), versus os 44,2 kWh (43,81 kWh úteis) da aplicada no ë-C3 Aircross de Autonomia Normal. A capacidade máxima de carregamento da bateria é, em ambos os casos, de 7,4 a 11kW / 100kW. 

Muito semelhante é o consumo elétrico de ambas as versões, de 18,3 a 18,4 kWh/100 km no primeiro caso e marginalmente mais baixo (18,2 a 18,3 kWh/100 km) no segundo (valores WLTP combinado; AER). Quanto a prestações, a velocidade máxima atingida pela versão normal é de 143 km/h, podendo atingir-se os 145 km/h na de maior autonomia. Já a reprise dos 0 aos 100 km/h cumpre-se em 12,9 segundos no ë-C3 Aircross e em 14,2 no novo Citroën ë-C3 Aircross (113 cv) Autonomia Alargada.

Quanto a tempos de carregamento rápido (100 kW DC), são muito semelhantes, de 28 e 27 minutos, respetivamente. Já para os carregamentos tradicionais (AC / DC), os tempos máximos variam em função da fonte de alimentação: 18h25 na versão de autonomia normal e 22h20 no novo ë-C3 Aircross de Autonomia Alargada numa tomada doméstica de 1,8kW; descem aos 8h30 e 10h20 com uma tomada doméstica GreenUp de 3,7kW; tornam-se metade (4h10 e 5h05) com uma Wallbox de 7,4kW, usando o carregador de bordo de 7,4kW, de série no modelo; e passam para 2h50 e 3h25 com recurso a uma Wallbox de 11 kW, usando o carregador de bordo de 11 kW (aqui opcional).

DISPONÍVEL EM TRÊS NÍVEIS DE EQUIPAMENTO E A PARTIR DOS 28.490€

Já disponível para encomenda, o novo ë-C3 Aircross EV (113 cv) Autonomia Alargada está disponível para encomenda em três níveis de equipamento, propostos com os seguintes PVPRs: 28.490€ (You), 30.690€ (Plus) e 32.890 (Max), havendo um diferencial de 2.000€ face ao EV com Autonomia Conforto, já disponível no mercado. 

Tornando, igualmente, a mobilidade elétrica acessível, os clientes da marca podem adquirir o novo C3 Aircross com uma alternativa de eletrificação mais suave, assente num grupo propulsor híbrido 48V de 145 cv, associado a uma transmissão automática de 6 velocidade e dupla embraiagem. Particularmente polivalente e favorecendo a redução dos consumos., é proposto no mercado nacional nos níveis You e Max, com PVPRs de 25.390€ e 28.090€, respetivamente. Por fim, na mais tradicional versão a gasolina, com um motor Turbo, de 100 cv e caixa manual de 6 velocidades, o modelo está disponível por 19.290€ (You) e 21.690€ (Max). 

Depois de reinventar o C3, a Citroën repetiu o feito com os novos C3 Aircross e ë-C3 Aircross, conceitos de SUV familiares perfeitos para pessoas ativas que buscam modularidade, robustez e liberdade de movimentos. A sua produção é feita na fábrica de Trnava, na Eslováquia. 

A este competitivo posicionamento de preços, a Citroën disponibiliza aos clientes particulares (B2C) propostas distintas para financiamentos através do programa Simply Drive, produto financeiro fidelizante que permite uma oferta de rendas competitivas. Nela o cliente tem uma total liberdade de escolha no final do contrato, ora entregando o veículo pelo Valor Mínimo Garantido (VMG), ou pagando valor em dívida (correspondente ao VMG), ou ainda refinanciando o valor em dívida. 

Edição 100: Uma Retrospectiva sobre uma Década de Transformação

Ao atingir a marca do meu 100.º artigo, este momento representa tanto uma celebração como uma oportunidade de reflexão sobre a extraordinária transformação que varreu o sector da mobilidade desde que lancei a Mobility Revolution, a minha newsletter mensal, em setembro de 2016. Desde então, o sector foi profundamente abalado por forças tecnológicas, económicas e sociais de grande impacto. Nos 99 artigos anteriores, partilhei a minha análise destes diversos fatores e do seu impacto na mobilidade em geral. Estas reflexões foram alimentadas, em parte, pelos múltiplos projectos de consultoria e prospeção realizados para diversos fabricantes automóveis, fornecedores e outras empresas, bem como pelo meu trabalho de mentor e conselheiro de muitas startups ligadas à mobilidade, provenientes de todo o mundo.

Esta 100.ª edição da Mobility Revolution revisita os principais temas abordados nas edições anteriores, analisando a transformação da indústria desde 2016.


Mobilidade Limpa: Eletrificação e a Busca pela Sustentabilidade

A caminhada rumo à mobilidade limpa definiu grande parte da última década. A eletrificação passou de nicho a corrente dominante, com os veículos elétricos a bateria (BEV) e os híbridos plug-in a ganharem tração significativa nos mercados globais — embora de forma desigual. As vendas globais de veículos plug-in (BEV e PHEV) cresceram de 0,9 milhões de unidades em 2016 para mais de 17 milhões em 2024, incluindo mais de 11 milhões de BEVs. Este crescimento tem sido impulsionado por uma combinação de regulamentações de emissões mais rígidas, incentivos governamentais e a introdução de modelos elétricos mais atrativos.

A China registou um crescimento de 30 vezes nas vendas de veículos plug-in durante este período, atingindo 11 milhões no ano passado — dois terços do volume global atual. A Europa e os EUA cresceram a um ritmo mais modesto, atingindo cerca de 3,2 milhões e 1,5 milhões de unidades em 2024. A tendência foi tudo menos linear, refletindo principalmente alterações nas políticas públicas. O Japão e a Coreia mantiveram-se praticamente à margem, com uma penetração muito baixa de BEVs.

As baterias tornaram-se um tema de importância estratégica à medida que os EVs ganhavam popularidade. O domínio da China na extração e refinação de materiais, bem como na produção de células, levou à mobilização urgente da Europa e dos EUA para localizar a produção e garantir as cadeias de abastecimento. Esta corrida não se prende apenas com oportunidades económicas, mas também com a proteção da soberania nacional numa era de crescentes tensões geopolíticas. A cadeia global de fornecimento de baterias tornou-se um foco estratégico para líderes políticos e empresariais, com a produção local e o desenvolvimento de cadeias de abastecimento independentes vistos agora como imperativos estratégicos.

A eletrificação também levou a uma reavaliação do design automóvel — os BEVs permitem mais flexibilidade de configuração e simplicidade de design — mas são mais pesados. Por outro lado, cresce a pressão por veículos mais leves, pequenos e acessíveis, de forma a tornar a mobilidade limpa verdadeiramente sustentável e ao alcance de todos. A acessibilidade continua a ser um desafio para os EVs, apesar da queda no custo das baterias em três vezes desde 2016.

A eletrificação está a transformar não só os automóveis de passageiros, mas também os veículos comerciais, bicicletas e até a mobilidade aérea. A integração progressiva dos EVs na rede elétrica — usando veículos como recursos energéticos distribuídos, graças à funcionalidade V2G — abriu novas possibilidades para a resiliência e sustentabilidade da rede. Já há vários BEVs capazes de alimentar casas ou ferramentas.


Condução Assistida e Autónoma: Progresso, Recuos e um Futuro Promissor

A evolução dos sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS) até veículos totalmente autónomos tem sido um dos desenvolvimentos mais observados da indústria. Funcionalidades como o controlo de cruzeiro adaptativo, a manutenção na faixa e a travagem automática de emergência tornaram-se comuns, contribuindo para a segurança rodoviária e conveniência do condutor. A ambição de veículos completamente autónomos, no entanto, tem alternado entre progressos notáveis e retrocessos, com dezenas de milhares de milhões de dólares investidos na última década.

Em 2016, o projeto Chauffeur da Google (agora Waymo) tinha acabado de demonstrar o Firefly, um veículo autónomo criado de raiz. Nesse mesmo ano, a GM adquiriu a Cruise, então com dois anos, por cerca de mil milhões de dólares. Um ano depois, a Ford adquiriu o controlo da Argo.ai (com um ano de vida) com um investimento idêntico — o Grupo VW tornou-se mais tarde co-proprietário da startup.

A última década assistiu a uma evolução darwinista no ecossistema da condução autónoma. O número de empresas aumentou rapidamente devido à euforia, mas reduziu-se posteriormente a alguns players fortes. Algumas mudaram para casos de uso menos exigentes, outras saíram completamente do mercado. A Cruise e a Argo.ai fecharam portas após gastar milhares de milhões; já a Waymo prospera. Na China, destacam-se Baidu Apollo, Pony.ai e WeRide.

Em outubro de 2020, a Waymo foi a primeira a operar um serviço de táxis autónomos, sem condutor, aberto ao público. Hoje, robotáxis operam comercialmente em cinco cidades nos EUA e cerca de dez na China. A Waymo e a Baidu Apollo — os líderes nos EUA e China, respetivamente — oferecem atualmente cerca de 250.000 e 100.000 viagens pagas por semana. No entanto, uma implementação comercial em larga escala continua a estar a vários anos de distância.

O transporte de mercadorias surgiu também como um caso de uso promissor. Contudo, nenhuma empresa opera ainda comercialmente em autoestradas sem alguém presente na cabine — por razões técnicas ou regulamentares. A Aurora parece ser a que está mais próxima desse feito.


Software, Veículo Definido por Software (SDV) e Inteligência Artificial: A Transformação Digital

Talvez a mudança mais profunda da última década tenha sido a transformação digital dos veículos e serviços de mobilidade. A ascensão dos veículos definidos por software (SDV) — paradigma inaugurado pela Tesla — redefiniu o design automóvel, a engenharia e os modelos de negócio. A integração profunda de software permite agora atualizações over-the-air, experiências de utilizador melhoradas — impulsionadas sobretudo pela Tesla — e novas fontes de receita recorrente através de funcionalidades sob pedido.

Os fabricantes tradicionais enfrentam decisões estratégicas sobre desenvolver software internamente ou recorrer a parceiros externos. A indústria está a passar de uma mentalidade centrada no hardware para uma centrada no software, com fortes implicações nos ciclos de desenvolvimento, captação de talento, cadeia de fornecimento, estrutura organizacional e cultura empresarial. A conectividade generalizada potenciou ainda mais o crescimento de serviços e funcionalidades digitais, com os fabricantes a esperarem receitas anuais na casa das dezenas de milhar de milhões, com margens elevadas.

Completamente ausente em 2016, a Inteligência Artificial tornou-se omnipresente em todo o ciclo de vida dos veículos. A IA já assiste no design, engenharia, programação, fabrico, testes, conformidade, gestão de cadeias de abastecimento, controlo de qualidade e operações internas. No lado do cliente, alimenta o marketing e retalho, assistentes virtuais, experiências personalizadas, bem como manutenção preditiva, assistência e gestão de sinistros. No entanto, a sua adoção levanta preocupações sobre a substituição de empregos, tornando essencial o re-/upskilling.


Mudança Modal: Novos Modelos de Negócio

A convergência da eletrificação, autonomia, conectividade e mobilidade partilhada obrigou todo o ecossistema automóvel a reorganizar-se. Os incumbentes tiveram de forjar novas parcerias, adotar modelos de negócio inovadores e renovar cadeias de fornecimento. A conformidade regulamentar e as tensões geopolíticas — recentemente sobre tarifas e acesso a recursos críticos — adicionaram camadas de complexidade às operações globais.

Uma das mudanças mais significativas da última década foi a transição da posse para o uso do veículo. Modelos como Mobilidade como Serviço (MaaS), ride-hailing, car-sharing, bem como bicicletas e trotinetes partilhadas ganharam tração. A Uber realiza cerca de 200 milhões de viagens por semana, cinco vezes mais do que em 2016.

Uma nova dimensão empolgante está a emergir com a mobilidade aérea avançada. Empresas como a Joby e Archer estão prestes a lançar operações comerciais com as suas aeronaves elétricas de descolagem e aterragem vertical (eVTOL), após investirem milhares de milhões — com apoio da Toyota e Stellantis.


Novos Fabricantes e a Ascensão dos OEMs Chineses

A última década assistiu à ascensão impressionante de novos fabricantes, com destaque para os OEMs chineses. Empresas como BYD, Geely e SAIC expandiram-se rapidamente além do seu mercado doméstico, beneficiando de apoio governamental, vantagens de custo e cadeias de abastecimento robustas, desafiando os grandes players globais.

A BYD, por exemplo, passou de vender 100.000 veículos em 2016 para 4,3 milhões em 2024, tornando-se a maior fabricante de BEVs do mundo com 1,8 milhões. A Geely construiu um império global com marcas chinesas e europeias, um fornecedor focado em SDVs e parcerias estratégicas (Mercedes e Renault). A Xiaomi, gigante de smartphones e eletrónica de consumo, teve sucesso onde a Apple falhou; prevê vender 350.000 veículos em 2025, partindo do zero em 2023.

Os fabricantes chineses não só conquistaram a maior fatia do seu mercado interno, em detrimento dos estrangeiros, como estão a avançar na Europa, Sudeste Asiático e América Latina. Com capacidade de produção excedente, focaram-se nas exportações, posicionando-se como concorrentes formidáveis no cenário automóvel global, com 5,9 milhões de veículos exportados em 2024 vs. 700.000 em 2016. O seu sucesso assenta em cadeias de fornecimento de baterias líderes mundiais, fortes competências digitais e uma capacidade de inovação a alta velocidade. Os fabricantes tradicionais estão agora a correr para recuperar o atraso.

Inspirados pelo sucesso da Tesla, uma nova geração de startups lançou BEVs inovadores, embora com dificuldades. Nos EUA, a Rivian e a Lucid continuam a expandir a sua oferta, apoiadas por forte financiamento — a Volkswagen está a investir milhares de milhões para aceder à tecnologia SDV da Rivian. Já a Fisker e outras falharam. A própria Tesla estabeleceu um novo padrão de desempenho operacional e financeiro, passando de 76.000 veículos vendidos em 2016 para 1,8 milhões em 2024. No entanto, a antiga líder dos BEVs tem vindo a perder vantagem recentemente.


Olhando para o Futuro

Ao refletir sobre os 99 artigos anteriores, é evidente que o sector da mobilidade atravessou uma era de mudança sem precedentes. As várias tendências aqui destacadas remodelaram profundamente o panorama. Olhando em frente, o ritmo da inovação e disrupção continuará intenso, levando a mais consolidação e parcerias. As lições e perceções da última década serão valiosas para uma indústria que continuará a evoluir, adaptar-se e redefinir o futuro da mobilidade — rumo a um futuro mais brilhante.

Citroën abre as encomendas do novo c5 aircross: mais espaço, conforto e tecnologia numa gama multi-energias

Com o lançamento da nova gama C5 Aircross, a Citroën completa, em menos de dois anos, a renovação total do seu catálogo. Novo porta-estandarte da marca, o novo C-SUV médio representa a melhor experiência de uma gama composta por modelos que expressam os mesmos valores em cada um dos seus segmentos, num conjunto de produtos multi-energias acessíveis e versáteis, com uma identidade forte, um conforto distintivo e uma grande facilidade de utilização.

Na sua segunda geração, o C5 Aircross representa um passo em frente em todas as vertentes, numa resposta inteligente e completa às expectativas dos clientes deste importante segmento, destacando-se pela sua tranquilidade alargada, fruto da oferta de mais espaço, mais conforto e mais tecnologias, numa proposta que se completa com a introdução de um inédito motor elétrico.

SUV potente e generoso, projetado para a aerodinâmica, o novo C5 Aircross alicerça-se num design que adota linhas mais esguias, resultado de um design mais eficiente. Uma secção dianteira que exprime força e fluidez, assente na nova assinatura luminosa e num capot mergulhante e uma traseira espetacular contribuem para uma maior aerodinâmica que se traduz num ganho adicional de autonomia elétrica superior a 30 km em autoestrada.

Adicionalmente e graças à nova plataforma Stellantis STLA Medium em que assenta, o novo C5 Aircross assume proporções ainda mais generosas, com 4.652 mm de comprimento (+150mm) e 1.902 de largura, o que permite acrescentar espaço no interior, principalmente na segunda fila de bancos.

Derradeira experiência em termos de conforto, o novo C5 Aircross apresenta-se como um SUV com ambiente lounge, oferecendo um interior zen sob o conceito Advanced Comfort®, projetado como uma sala de estar, com um “Sofa Design”, onde se destacam os Bancos Advanced Comfort® e onde se beneficia de todas as vantagens da filtragem proporcionada pelas suspensões Citroën Advanced Comfort®.

Destaque para a integração no novo painel de bordo, igualmente desenhado para aumentar o conforto a bordo, de um ecrã tátil central HD em cascata, de grandes dimensões designado Ecrã Waterfall, colocado em posição vertical, conferindo ao novo Citroën C5 Aircross, e também ao novo ë-C5 Aircross, uma imagem distintiva, novidade projetada para promover a ergonomia e facilidade de utilização.

Ainda no domínio da tecnologia, promovendo uma serenidade prolongada, destaque-se a mais recente geração de sistemas de assistência à condução (ADAS) e ao estacionamento da Citroën, completando um amplo leque de tecnologias a bordo, com destaque para a Assistência à Mudança Semiautomática de Faixa, Alerta de Tráfego Cruzado Traseiro, Câmara de Alerta de Atenção do Condutor, Deteção de Ângulo Morto de Longo Alcance e VisioPark 360°, ou os estreantes Faróis Citroën Matrix LED e pack Drive Assist 2.0, entre muitas outras soluções de apoio à condução e aos passageiros.

Já no capítulo das motorizações é importante destacar a oferta de uma gama de motores diversificada, que permite dar resposta às diferentes necessidades dos clientes da marca. Nesta primeira fase de lançamento, o novo C5 Aircross contará com uma unidade híbrida de 145 cv e caixa automático, como porta de entrada para a eletrificação, bloco que em 2026 contará com uma nova variante, C5 Aircross Híbrido Plug-in 195 cv Automático, com maiores valores de autonomia, quer em modo 100% elétrico quer numa utilização térmica.

Novidade absoluta na gama é a oferta 100% elétrica, através do novo ë-C5 Aircross Elétrico (210 cv) Autonomia Conforto, para uma autonomia equilibrada e acessível (até 520 km, em ciclo combinado WLTP), sendo que também neste domínio o próximo ano trará uma novidade, espelhada num bloco elétrico mais potente, com 230 cv e Autonomia Alargada até 680 km, adaptada às viagens longas, garante de liberdade de movimentos.

Concebido e projetado em França, com produção na histórica fábrica da Citroën de Rennes, o novo C5 Aircross contém 160 kg de metais reciclados e 47 kg de plásticos reciclados ou de origem biológica, reforçando o compromisso da marca com a sustentabilidade e com uma produção mais equilibrada.

QUATRO NÍVEIS DE EQUIPAMENTO E PREÇOS A PARTIR DOS 33.490€

Disponíveis a partir de hoje para encomenda, os novos Citroën C5 Aircross e ë-C5 Aircross apresentam numa gama composta por três níveis de equipamento base – You, Plus e Max – que se complementam pela oferta direciondada à vertente profissional Business.

Os PVPRs de lançamento são, no caso da variante C5 Aircross Híbrido 145 cv Automático, de 33.490€ para a versão You, de 36.590€ para o nível Plus e de 39.590€ para o topo de gama Max. Para o ë-C5 Aircross Elétrico (210 cv) Autonomia Longa Automático, os valores são de 40.690€, 43.790€ e 46.790€, respetivamente.

Para a clientela profissional, a versão 100% híbrida é proposta por um PVPR de lançamento de 37.590€, enquanto o modelo 100% elétrico é proposto por 44.790€.  

A este competitivo posicionamento de preços e complementarmente, a Citroën disponibiliza um conjunto de ofertas financeiras disponíveis em ambos os canais B2C e B2B.

No caso dos clientes particulares (B2C), a Citroën irá apostar numa oferta distinta para financiamentos através do programa Simply Drive, produto financeiro fidelizante que permite uma oferta de rendas competitivas, em que o cliente tem uma total liberdade de escolha no final do contrato, ora entregando o veículo pelo Valor Mínimo Garantido (VMG), ou pagando valor em dívida (correspondente ao VMG), ou ainda refinanciando o valor em dívida.

No canal para empresas (B2B) as condições garantem à marca um posicionamento competitivo, determinante para o sucesso de qualquer modelo neste segmento. Também neste caso, se privilegiam os clientes que optem por opções de financiamento via Santander ou de Renting Leasys, com recurso aos produtos destes parceiros da Citroën.

Nissan Qashqai com nova geração e-POWER – menor consumo, menos emissões e condução mais silenciosa

Quase uma década após a sua estreia mundial, a Nissan lança a versão mais avançada da sua tecnologia exclusiva e-POWER. Apresentada na Europa há quatro anos, a tecnologia e-POWER foi desenvolvida pela Nissan para proporcionar uma experiência de condução elétrica sem necessidade de carregamento externo — combinando a aceleração suave e instantânea, típica de um veículo elétrico, com a conveniência quotidiana de um motor de combustão interna.

Este avançado sistema de nova geração foi totalmente reformulado para proporcionar uma melhor eficiência energética, emissões mais baixas e maior suavidade de funcionamento. A nova geração e-POWER chega ao Nissan Qashaqi para facilitar a transição para a mobilidade zero emissões.

A autonomia de um diesel, com a resposta e conforto de um veículo elétrico

O princípio fundamental da tecnologia e-POWER traduz-se em benefícios reais para os clientes: o motor a gasolina serve unicamente para gerar eletricidade, que alimenta diretamente o motor elétrico responsável por mover as rodas — e, quando necessário, carrega a bateria.

Ao contrário dos híbridos convencionais, não há caixa de velocidades nem acoplamentos complexos entre motor térmico e motor elétrico, o que permite uma resposta instantânea e uma condução sempre suave — tal como ocorre num veículo 100% elétrico. Além disso, o sistema de travagem regenerativa converte a energia cinética em energia elétrica, que é devolvida à bateria.

O novo e-POWER eleva este conceito ao próximo nível, oferecendo o melhor equilíbrio da sua classe entre desempenho, conforto semelhante ao de um elétrico e eficiência real de combustível — mantendo, ao mesmo tempo, a autonomia e flexibilidade de um motor de combustão convencional.

Melhorias significativas em todas as áreas-chave:

o Consumo de combustível: reduzido para 4,5L/100km (WLTP) — o melhor da sua classe, permitindo uma autonomia teórica de 1.200 km (WLTP);

o EmissõesdeCO2:baixaramde116g/kmpara102g/km—umareduçãode12%faceà geração anterior;

o Ruído no habitáculo: reduzido em até 5,6 dB — garantindo um conforto acústico semelhante ao de um veículo elétrico;

o Modo Sport: com mais 10kW — proporciona uma condução mais envolvente e responsiva.

Novo motor e unidade motriz compacta

No centro do novo e-POWER está uma unidade motriz modular 5-em-1 recentemente desenvolvida, que integra um conjunto composto por motor elétrico, gerador, inversor, redutor e aumentador de tensão num pack mais leve e compacto. Com melhorias na calibração do motor e isolamento acústico, o sistema reduz significativamente o ruído e vibrações em carga. A potência total aumentou em 11kW, atingindo um máximo de 151kW. A capacidade da bateria mantém-se nos 2,1 kWh.

Apesar de continuar a utilizar uma configuração de três cilindros com 1.5 litros turbo, o motor é totalmente novo e foi especificamente desenvolvido para utilização em conjunto com a tecnologia e-POWER. Incorpora o conceito de combustão STARC exclusivo da Nissan, que eleva a eficiência térmica para 42% — um valor excecional — graças à estabilização da combustão no interior dos cilindros, permitindo um funcionamento mais silencioso e eficiente a baixas rotações. Um novo turbocompressor maior também contribui para ganhos de eficiência, possibilitando a redução das rotações em 200rpm durante condução em autoestrada, reduzindo ainda mais o ruído.

A tecnologia de compressão variável presente na versão anterior deixou de ser necessária devido às outras evoluções do novo motor.

Adicionalmente, a eficiência foi melhorada com a introdução de óleo lubrificante 0W16, que reduz o atrito interno. Os clientes beneficiarão ainda de intervalos de manutenção mais alargados — de 15.000 km para 20.000 km.

O resultado de todas estas melhorias traduz-se numa poupança de combustível 16% superior em condições reais de utilização, e 14% de melhoria no consumo em autoestrada, face à geração anterior.

David Moss, Vice-Presidente Sénior de Investigação & Desenvolvimento da região AMIEO da Nissan: “Esta nova versão do e-POWER reflete tudo o que aprendemos ao desenvolver sistemas de motorização elétrica para a Europa. Analisámos os aspetos mais valorizados pelos clientes e reestruturamos o sistema para maximizar a eficiência, reduzir as emissões e oferecer uma condução mais silenciosa e refinada — com o mesmo desempenho de um diesel. Orgulhamo-nos de poder afirmar que o novo e-POWER apresenta agora os melhores valores da sua classe em eficiência e emissões.”

Autonomia sem complicações – rumo à eletrificação

Para muitos condutores, a transição para um veículo 100% elétrico ainda levanta questões sobre carregamento, autonomia, infraestrutura e hábitos. É aqui que entra a tecnologia e- POWER.

Com motorização totalmente elétrica, mas sem necessidade de carregamento externo, o novo e-POWER oferece uma transição simples e confiante para a condução eletrificada — juntando a suavidade e resposta imediata de um elétrico com a autonomia e conveniência de um veículo a combustão. Proporciona a experiência de um elétrico, mas sem os desafios frequentemente associados aos veículos elétricos a bateria.

E como o motor a gasolina nunca move diretamente as rodas, a condução é 100% elétrica — sem mudanças de velocidades, sem atrasos na resposta, e com ruído mínimo a baixas velocidades. Contudo, ao contrário de um elétrico a bateria, o abastecimento é feito em qualquer posto de combustível.

Ao remover a complexidade da mudança, o e-POWER funciona como uma verdadeira tecnologia de transição — oferecendo os benefícios da mobilidade elétrica sem compromissos. É a escolha ideal para quem procura algo melhor, mas sem abandonar o que lhe é familiar.

Clíodhna Lyons, Vice-Presidente da região AMIEO para Planeamento de Produto e Serviços, acrescenta: “Esta geração do e-POWER resulta da combinação da visão da Nissan para cadeias cinemáticas eletrificadas com os insights recolhidos junto dos nossos clientes. Eleva ainda mais a promessa do e-POWER, ao entregar uma eficiência significativamente superior sem comprometer o desempenho. A melhor eficiência energética e autonomia — mesmo em autoestrada — com uma condução EV agradável e refinada no dia a dia. E tudo isto sem alterar os hábitos associados aos veículos convencionais. Mais do que nunca, representa uma transição perfeita para os nossos clientes rumo à mobilidade elétrica e um pilar essencial da nossa estratégia de eletrificação.”

Novo Qashqai e-POWER disponível a partir do último trimestre de 2025

O novo Nissan Qashqai beneficiará também de melhorias tecnológicas significativas, como o sistema de infotainment com Google integrado, incluindo Google Maps, Assistente Google e acesso à Play Store. Estão incluídas novas funcionalidades como comandos por voz via Google Assistant, previsões meteorológicas para destinos planeados e “Nissan Trip Stories” — que permite aos utilizadores gravar e partilhar facilmente as suas viagens favoritas através da aplicação NissanConnect Services.

A assistência à condução também evolui, com as funcionalidades ProPILOT melhoradas, incluindo interfaces de condução autónoma multi-faixa com maior inteligência para monitorização de trânsito e maior perceção do ambiente envolvente.

Os clientes do novo e-POWER beneficiarão de um custo total de utilização (TCO) mais baixo, graças ao aumento dos intervalos de manutenção para 20.000 km.

Produzido na fábrica de última geração da Nissan em Sunderland, Reino Unido, o novo Qashqai com a mais recente evolução da tecnologia e-POWER estará disponível em Portugal a partir do último trimestre de 2025. Especificações finais de equipamento (de série ou opcional) e preço no mercado nacional, serão divulgados por ocasião do início de comercialização do novo e-POWER.

    BYD lidera a revolução PHEV com os novos “Super Híbridos Plug-in”

    A BYD, fabricante líder mundial de veículos movidos a novas energias (EV e PHEV) e baterias elétricas, está a reforçar a sua aposta estratégica na tecnologia híbrida plug-in (PHEV) na Europa e em Portugal, com a introdução do conceito “Super Híbridos Plug-in BYD”. Esta nova abordagem nasce da vontade de promover um maior reconhecimento por parte dos consumidores em relação à Tecnologia Híbrida Plug-in DM-i BYD, já disponível no mercado nacional, e que se diferencia pela maior eficiência face a outras soluções plug-in híbridas convencionais.

    Ao contrário dos sistemas tradicionais, a Tecnologia Híbrida Plug-in DM-i BYD é “electric- centric”: dá prioridade à utilização do motor elétrico, proporcionando maior eficiência energética, autonomia elétrica alargada e uma experiência de condução superior, num ambiente de sofisticação e caráter tecnológico inovador.

    O BYD SEAL U DM-i Comfort, já disponível em Portugal, é o porta-estandarte desta nova geração de híbridos plug-in. Equipado com a Tecnologia Híbrida Plug-in DM-i, oferece uma autonomia 100% elétrica até 125 km (WLTP) e uma autonomia total combinada até 1.125 km, combinando o melhor dos dois mundos: a condução elétrica para o dia a dia e a liberdade de um motor térmico para viagens longas, sem compromissos.

    Para o último trimestre deste ano a BYD prepara também o lançamento de um novo modelo com esta tecnologia, o BYD SEAL 6 DM-i, em carroçaria Sedan e Wagon, que incorporam o conceito “Super Híbridos Plug-in BYD”.

    Com base na plataforma DM 4.0 (a mesma utilizada pelo BYD SEAL U DM-i), o BYD SEAL 6 DM-i destaca-se pelo design Ocean Aesthetics e reforça a gama de modelos híbridos plug-in BYD disponíveis em Portugal, permitindo facilitar a transição para a mobilidade elétrica com a máxima autonomia e poupança.

    A aposta na inovação da BYD foi recentemente reconhecida internacionalmente, com a conquista do Prémio “Melhor Tecnologia” nos Women’s Worldwide Car Of The Year 2025. A distinção destaca o avanço da marca com a Tecnologia Híbrida Plug-in DM-i e na tecnologia Blade Battery – segura, durável e eficiente —, reforçando o posicionamento da BYD como líder na transição para uma mobilidade mais sustentável.

    Com os “Super Híbridos Plug-in”, a BYD dá um novo impulso à mobilidade elétrica, promovendo soluções tecnologicamente avançadas, acessíveis e alinhadas com as necessidades reais dos condutores europeus e portugueses.

      PEUGEOT abre as encomendas e anuncia os preços das versões mais potentes E-3008 e E-5008 Dual Motor 325 cv

      Os novos E-3008 e E-5008 Dual Motor 325 cv são os mais recentes membros de uma oferta 100% elétrica cada vez mais completa e abrangente, reforçando a ofensiva elétrica da PEUGEOT e proporcionando aos clientes uma escolha adicional de motorização sem emissões locais para as respetivas gamas. Ambos os modelos estão a partir de agora disponíveis para encomenda em Portugal.

      A versão Electric Dual Motor 325 cv dispõe de um segundo motor elétrico colocado no eixo traseiro, o qual permite combinar a performance de uma potência total de 325 cv com a eficiência e a segurança proporcionadas pela tração integral. Esta nova variante junta-se ao altamente eficiente Electric 210 cv e ao Electric Long Range 230 cv, as quais apresentam valores de autonomia de referência no segmento SUV.

      Com os PEUGEOT E-3008 e E-5008 Dual Motor 325 cv, o prazer de condução e o desempenho 100% elétrico alcançam novos patamares. Os 325 cv e 509 Nm fornecidos pelos dois motores permitem uma aceleração e uma resposta particularmente dinâmicas: o PEUGEOT E-3008 Dual Motor 325 cv acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 6 segundos (6,5 segundos para o PEUGEOT E-5008) e dos 80 aos 120 km/h em 3,8 segundos (4 segundos para o PEUGEOT E-5008).

      A tração integral proporcionada pela presença de dois motores elétricos garante igualmente uma utilização adaptada aos mais variados tipos de condução e exigências. Os novos E-3008 e E-5008 Electric Dual Motor 325 cv são assim dois dos SUV puramente elétricos mais versáteis do mercado, disponibilizando quatro modos de condução distintos:

      • Modo Normal: para otimizar a eficiência no quotidiano é dada prioridade apenas ao motor e às rodas dianteiras. A potência máxima é limitada a 313 cv e o binário máximo a 450 Nm. Dependendo das exigências do condutor, o motor e as rodas traseiras serão ativados automaticamente. Durante uma aceleração forte (kick-down), ambos os motores desenvolvem todo o seu potencial.
      • Modo 4WD: os dois motores funcionam em contínuo, com uma distribuição de potência de 50/50 entre os eixos dianteiro e traseiro para uma aderência ideal, especialmente em superfícies escorregadias. Os sistemas ESP e de controlo de tração adotam estratégias de gestão específicas para melhorar a aderência. A potência e o binário máximos estão disponíveis.
      • Modo Sport: os dois motores funcionam em contínuo, com uma distribuição de potência de 60/40 entre os eixos dianteiro e traseiro para um desempenho dinâmico e eficiente. A potência e o binário máximos estão disponíveis. A direção e o pedal do acelerador também adotam uma configuração desportiva, proporcionando maior capacidade de resposta.
      • Modo Eco: é dada prioridade ao motor e às rodas dianteiras, sendo a potência máxima limitada a 213 cv e o binário máximo a 343 Nm. Durante uma aceleração forte (kick-down), o motor e as rodas traseiras ativam-se automaticamente e ambos os motores desenvolvem todo o seu potencial. O ar condicionado e o pedal do acelerador também adotam uma configuração Eco.

      Os PEUGEOT E-3008 e E-5008 Dual Motor 325 cv prolongam o prazer de condução graças à sua bateria de iões de lítio NMC com 73 kWh utilizáveis. Oferecem uma autonomia de até 490 km e 467 km, respetivamente (ciclo combinado WLTP em modo Normal). Tal como acontece em todos os veículos 100% elétricos da PEUGEOT, os seus tempos de carregamento de 20% a 80% em carregadores super-rápidos são de aproximadamente 30 minutos. O carregador de bordo permite uma potência máxima de carregamento de 11 kW.

      Novos E-3008 e E-5008 Electric Dual Motor 325 cv disponíveis em “Launch Edition” 

      Os PEUGEOT E-3008 e E-5008 Dual Motor 325 cv “Launch Edition” integram a totalidade do equipamento de série da versão topo de gama GT, designadamente a pintura bicolor com tejadilho preto, faróis LED Pixel, portão traseiro elétrico, sistema de infoentretenimento conectado PEUGEOT i-Connect® Advanced, etc.

      Em complemento ao equipamento da versão GT, o E-3008 Dual Motor 325 cv “Launch Edition” conta, de série, com: jantes de liga leve de 20”, estofos em Alcântara, Pack 360° Vision & Drive Assist Plus, teto de vidro panorâmico e sistema Hi-Fi Focal® premium com 10 altifalantes.

      No E-5008 Dual Motor 325 cv “Launch Edition”, o equipamento adicional face à versão GT inclui: Jantes de liga leve de 20”, estofos em Alcantara, Pack 360° Vision & Drive Assist Plus: VisioPark 360° com 4 câmaras HD, Drive Assist Plus 2.0 (condução semiautónoma), deteção de tráfego traseiro, espelhos elétricos aquecidos, soleiras das portas iluminadas, carregamento sem fios para smartphone, alarme e portas com supertrancamento e ainda o Pack Sunroof composto por teto de vidro panorâmico com controlo de sombra interior por impulso, Clean Cabin com sensor de partículas no interior e janelas laterais dianteiras laminadas e acústicas.

      Preços em Portugal (c/ IVA)

      • E-3008 Dual Motor 325 cv – Launch Edition – 57.700 euros
      • E-5008 Dual Motor 325 cv – Launch Edition – 59.700 euros