A Galp registou em 2025 o melhor ano de sempre na mobilidade elétrica, com 2,1 milhões de carregamentos na Península Ibérica, um aumento de 50% face a 2024. A empresa passou a contar com cerca de 8.500 pontos de carregamento públicos e privados em Portugal e Espanha, que forneceram 45 GWh de energia.
Segundo o co-CEO João Marques da Silva, a estratégia passa por consolidar a liderança em mobilidade sustentável e tornar o carro elétrico uma opção mais acessível e fiável para os portugueses.
Após expandir a rede, a Galp entra agora numa nova fase focada em aumentar a potência dos carregadores, melhorar a tecnologia e reforçar a oferta de conveniência. Destaca-se o maior investimento de sempre da empresa em mobilidade elétrica em Portugal, com a criação de oito hubs de carregamento ultrarrápido nas autoestradas A1 e A2.
Em 2025, a empresa continuou a duplicar a rede instalada (tendência iniciada em 2020), expandiu projetos de carregamento urbano e empresarial, inaugurou o maior parque ibérico de carregamento em Madrid e instalou o primeiro carregador de pesados de 400 kW em Portugal, apoiando rotas logísticas totalmente elétricas.
Quase mensalmente surgem novidades no mercado automóvel, com a indústria automóvel a atravessar um momento de singularidade tecnológica einovação única onde a fronteira entre o hardware e o software se dissolveu permanentemente.
E no epicentro desta metamorfose, surge a NIO que não se pretende apresentar como um mero produtor de veículos automóveis elétricos e inteligentes, mas como a vanguarda que personifica a missão Blue Sky Coming.
O lançamento do NIO ET5 em Portugal é apoiado pelo prestigiado grupo JAP e pretende ser, ou criar, um ecossistema de mobilidade que desafia as convenções estabelecidas pelos gigantes europeus.
Neste ensaio mais detalhado efetuado em estradas portuguesas, usámos a variante sedan de uma empresa que só tem 12 anos, mas que conseguiu em mais de uma década atingir 1 milhão de unidades produzidas e que quer redefinir o que se espera de um automóvel para o futuro.
Em termos de design, o NIO não pretende ser um mero exercício de estilo gratuito, mas um manifesto de uma filosofia da marca que é designada por “Design for Autonomous Driving”. O ET5 foi desenhado em Munique, na Alemanha, e passou a incorporar também neste automóvel do segmento premium, todo o DNA do Hipercarro EP9, que é considerado um dos recordistas de Nürburgring. A silhueta do Nio apresenta pureza de linhas, onde cada contorno, por vezes cria semelhança entre muitos destes carros elétricos atuais, mas onde não serve um propósito visual, mas também aerodinâmico e funcional. Está a ser comum cada marca atribuir um nome à sua dianteira. Aqui a NIO denomina “shark nose” para projetar uma presença poderosa e agressiva que é suavizada por umas luzes diurnas que a marca denomina “double dash” e pelos faróis Matrix LED. Na traseira encontramos o spoiler traseiro que denominado “duck tail” numa clara inspiração Porsche.
Todas estas inovações não são ornamentais, mas contribuem para o coeficiente de 0,24 que garante uma eficiência energética e silêncio a bordo que são apreciados quando o conduzi. Em termos do habitáculo, a marca denomina-o como uma “second living room” onde pretende conviver a ergonomia, o luxo e a sustentabilidade, e que é visível desde o momento que se abrem as portas, numa atmosfera que pretende recriar um bem-estar sensorial, utilizando materiais que apelam tanto ao olfacto como ao tato, mantendo um rigoroso compromisso com a sustentabilidade.
Parece ser uma nova tendência das marcas ter um interior minimalista, mas com muita tecnologia presente, que aqui a marca pretendeu não ser intrusiva. Por exemplo, utiliza tecidos clean+, criados a partir de garrafas de PET e que pretendem oferecer uma textura premium e propriedades acústicas. Ou o Rattan, material sustentável, que é um material natural que substitui os plásticos convencionais e que confere uma sensação orgânica e terrosa ao painel de instrumentos e às portas.
Os bancos, por exemplo, apresentam uma estrutura de 11 camadas com espumas de alta resistência e tecnologia proprietária Newware, em que possui 14 vias de ajuste elétrico, ventilação, massagem com cinco modos que permitem e que foram desenhados para todos os consumidores, reduzindo claramente a fadiga em viagem. O sistema de iluminação é de tal maneira vasto que possui 256 cores que a marca denomina Digital Waterfall para criar uma atmosfera imersiva que é ajudada pelo sistema de som Dolby Atmos com 23 colunas e 1000 W de potência.
Um detalhe que chama a atenção ou que demonstra a atenção da NIO à usabilidade é o ecrã e a sua qualidade, A consola central inclui dois carregadores sem fios com arrefecimento ativo. E, muito importante o cérebro digital Sky OS e o chip proprietário CG NX 9031.
E se o design já cativa, a inteligência artificial define muito do NIO ET5. Introduziu o primeiro processador de condução inteligente do mundo, fabricado num processo de 5 nm, o Shenji NX9031. Desenvolvido internamente e que conta com mais de 50.000 milhões de transistores e uma capacidade de processamento que equivale a quatro dos anteriores chip topo de gama.
E não é um acaso que esta potência computacional permite processar dados dos sensores Lidar e das câmaras que o modelo utiliza com uma latência quase inexistente.
Para termos uma ideia, o image processor integrado consegue processar 6,5 milhões de pixeis por segundo, oferecendo uma clareza de imagem sem precedentes, mesmo sob chuva densa ou baixa luminosidade.
O ET5 não se limita a reagir – até mesmo a Nomi, a assistente virtual é simplesmente divertida pois é uma IA generativa, em evolução constante através de atualizações Over-the-Air (OTA). Em termos de experiência de condução, revelou-se um automóvel muito confortável, com um comportamento, diria, de elevado nível, e que se nota que foi afinado com rigor europeu, mas também porque a marca adotou uma estrutura de cinco braços, tanto no eixo dianteiro como traseiro e muito
alumínio para reduzir a massa não suspensa e aintrodução de um sistema que a marca denomina CDC – Continuous Damping Control – que permite um sistema de amortecimento adaptativo que ajusta a dureza da suspensão até cerca de 500 vezes por segundo, reagindo instantaneamente às imperfeições na estrada. Isso percebe-se, por exemplo, quando conduzi nas ruas empedradas de Lisboa, quando circulei com ele, nas curvas da Serra da Estrela e também nas nacionais onde veio ao de cima a excelência do chassis e do comportamento, mesmo sob chuva intensa, mas também um conforto elevado e uma insonorização muito boa. Por exemplo, no modo confort, percebe-se que a marca consegue absorver as irregularidades com uma suavidade e enorme. No modo sport, obviamente, o carro torna-se mais preciso e também mais tenso, numa viatura que pesa perto de 2200 kg.
A marca coloca-lhe 480 cavalos, um sistema de tração total. E o facto de conseguirmos evoluir e do 0 aos 100 em 4.3 segundos coloca-o logo no campo dos desportivos.
Até mesmo a travagem impressiona com o recurso a quatro pinças de quatro pistões de alta performance, também desenvolvidas internamente pela NIO. Aliás, este parece ser um dos pontos das várias marcas asiáticas – uma estratégia vertical no desenvolvimento do automóvel, onde quase tudo é feito pela própria marca.
O NIO possui o intelligent stop que permite modelar ou melhorar a força de travagem nos últimos metros para eliminar aquilo que acontece, que é o mergulho da frente quando travamos rapidamente e fá-lo para tornar a condução ainda mais refinada.
Para atingir o nível de detalhe que a marca pretendia, todo o desenvolvimento dinâmico foi feito no mítico circuito de Nurburbring e também na Suécia para garantir, por exemplo, a eficiência da bomba de calor e a gestão térmica das baterias.
Construído na China numa das fábricas mais avançadas do mundo, o grupo JAP dá não só o apoio da rede que possui, mas também a experiência de um grupo histórico que lhe aumenta o nível de confiança na sua aquisição e manutenção.
Se pudéssemos fazer uma analogia o NIO quer posicionar-se pela superior tecnologia de um Tesla Model 3 e pelo comportamento típico de um BMW.
A persona que o compra é um Tech lover, ou seja, trata-se de alguém que procura performance, sustentabilidade, prazer de condução, conforto, qualidade e que valoriza muito a tecnologia. A marca e começa os seus preços nos 59.900€ podendo ir até aos 70 2.500 €.
Uma nota final para o motivo da marca utilizar as antenas sobre o vidro dianteiro que tornam, de certa forma o carro mais tecnológico mas não tão apelativo. Na verdade, elas são o cérebro visual do NIO com a câmara central LIDAR- light detection ranging – que, ao disparar lasers está constantemente a mapear o ambiente à sua volta num modelo 3D com uma precisão milimétrica, lasers que não afetam, obviamente, o olho humano.
Portanto, o Lidar tem uma vantagem é que não é afetado nem pela falta de iluminação nem de encandeamento e permite que o NIO veja obstáculos, peões e outros veículos até 500 m de distância, mesmo sob chuva intensa ou nevoeiro. Já as duas câmaras que estão nas laterais e que são de alta resolução, têm aquilo que se pode denominar uma visão de águia. Como elas estão posicionadas no ponto mais alto da carroçaria permitem uma visão desobstruída e acima da visão dos outros carros para ajudar a reconhecer sinais de trânsito, semáforos e manutenção da faixa de rodagem.
A Nio, por aquilo que investiguei, quis adotar este design tipo sentinela por questões muito técnicas, mais que visuais. Ao colocá-lo no topo de tejadilho pretende “ver por cima” os automóveis da frente, para poder antecipar a travagem ou perigos que o sensor no pára-choques não iria detetar, mas também, por outro lado, ao estar longe do chão, protege estas lentes da lama, da pedra e detritos.
Embora possamos considerar este visual futurista um pouco estranho, estas peças, no fundo, são essenciais para garantir um sistema de condução autónomo e segurança ativa que a NIO pretendeu incorporar neste automóvel.
Desvendado publicamente, em Estreia Mundial, no início de janeiro, no âmbito do Salão Automóvel de Bruxelas, o novo Mazda CX-6e3 representa a mais recente adição à gama em expansão de modelos 100% elétricos para a Europa da Mazda. Dotado de um estilo arrojado, este SUV desportivo de média dimensão incorpora a interpretação mais artística da linguagem de design Kodo – Alma do Movimento da marca, alcançando o equilíbrio ideal entre versatilidade, dinamismo e habilidade artesanal.
A sua silhueta elegante e proporções atléticas irão agradar diretamente aos condutores que buscam individualidade e distinção, num segmento frequentemente marcado pelo convencional. O exterior distinto é complementado por um design sofisticado do habitáculo, inspirado no conceito japonês de ma, representando a beleza do espaço vazio. No seu interior destacam-se a conectividade intuitiva, incluindo reconhecimento de voz multilingue e controlo por gestos, um conjunto de sistemas avançados de assistência ao condutor, incluindo Smart Brake Support, Cruising & Traffic Support e Emergency Lane Keeping, e outras tecnologias, acessíveis através de um ecrã tátil de 26 polegadas, trabalhando em conjunto para criar um ambiente seguro, versátil e confortável para todos os passageiros.
Com uma ligação envolvente e dinâmica entre si e o seu condutor, o Mazda CX-6e representa a condução elétrica na sua forma mais artística, uma expressão pessoal de estilo distinto, engenharia inteligente e precisão estética japonesa. Alimentado por uma bateria de Fosfato de Ferro e Lítio (LFP) de 78 kWh, com carregamento rápido DC, o mais recente modelo da Mazda disponibiliza uma potência de 190 kW (258 cv) e 290 Nm de binário instantâneo às rodas traseiras, oferecendo até 484 km4 de autonomia com uma única carga. O seu desempenho suave e silencioso e as características de condução adaptadas às estradas europeias, sublinham, em pleno, a integração da aclamada filosofia Jinba Ittai, da marca de Hiroshima.
Resultado da combinação da filosofia japonesa com a tecnologia do seu parceiro chinês Changan Automobile, com um design cuidado da autoria do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Mazda em Oberursel, na Alemanha, e repleto de tecnologias de ponta, o novo Mazda CX-6e chegará aos salões de vendas dos Concessionários da Europa ao longo do verão de 2026.
Com lançamento em Portugal agendado para o próximo verão, a Mazda Motor de Portugal já iniciou, entretanto, a fase de pré-vendas do novo CX-6e, processo que pode ser iniciado quer na sua Rede de Concessionários, quer através do no portal oficial da marca – em www.mazda.pt – na página entretanto criada e dedicada a este seu novo modelo, assente numa gama simplificada, para já composta por apenas duas variantes de equipamento complementares, Takumi e Takumi Plus.
O seu novo SUV 100% elétrico está a ser agora proposto com um PVPR de 44.985,88 € caso o cliente opte pela versão Takumi ou por 47.985,88 € nas variante Takumi Plus, sendo de destacar, nesta fase, a aplicação de uma campanha de pré-lançamento dedicada que permite um abatimento de 2.936,00 € em qualquer dos casos, fazendo com que os seus PVPRs com essa Campanha desçam aos 42.049,88 € e 45.049,88 €, respetivamente.
Em termos de dotação, a versão Takumi inclui, entre outros elementos, um cockpit inteligente que tem como elemento central um ecrã tátil ultra-amplo de 26 polegadas, montado assimetricamente no painel de instrumentos, bancos Maztex em preto, sendo o do condutor regulável eletricamente em oito posições e o do passageiro em quatro, chave Bluetooth com opção de partilha, iluminação ambiente para o painel de instrumentos e acabamentos das portas. No domínio tecnológico integra Mazda Radar Cruise Control (MRCC) com sistema Stop & Go, Monitor 360 View, painel de áudio TFT de 26 polegadas, sistema de áudio (AM/FM/DAB) com 23 colunas e entradas USB-C. Exteriormente é visível o teto panorâmico escurecido com refletor de calor e vidros traseiros escurecidos, espelhos retrovisores exteriores na cor da carroçaria, elétricos e rebatíveis automaticamente, com função de ajuste, memória e aquecimento, num conjunto que se completa com jantes de liga leve de 19 polegadas, com pneus 235/55 R19 e uma bomba de calor.
Quanto ao nível Takumi Plus, complementa (ou altera) o acima descrito com bancos em dois tons Amethys e Maztex branca, mantendo as regulações elétricas atrás descritas, espelhos retrovisores digitais, rebatíveis automaticamente e com ajuste de brilho, com ecrãs internos no lado do condutor e do passageiro, iluminação ambiente para o painel de instrumentos com uma barra translúcida e acabamento das portas, sublinhando o exterior com jantes de liga leve de 21 polegadas, com pneus 255/40 R21.
Destaque ainda para a ampla palete de cores do novo Mazda CX-6e, com especial destaque para os novos tons Multi-Tone Nightfall Violet e Multi-Tone Air Stream Blue, complementando as conhecidas cores Crystal White Pearl, Machine Grey, Aero Grey, Jet Black e Soul Red Crystal, esta a cor de referência por excelência da Mazda. Todas elas são metalizadas e com características Multi-tone, fruto da conjugação com elementos em Preto em vários pontos do veículo, com PVPs que vão dos 750 € aos 1.050 € (IVA incluído).
Os clientes já interessados poderão configurar a versão da sua eleição no portal da Mazda, aproveitando todas as vantagens da atrativa Campanha de Pré-Lançamento atrás descrita, e que decorre até 30 de junho de 2026. Em breve e à imagem do restante catálogo de modelos, a Mazda irá contar com uma ampla gama de acessórios, de elevado design e praticidade, para que possam personalizar os seus novos SUV CX-6e de acordo com as suas preferências.
O lançamento oficial do novo Mazda CX-6e no mercado nacional coincidirá com a chegada das primeiras unidades aos stands da Rede de Concessionários, no continente e regiões autónomas, altura em que será difundida comunicação mais detalhada sobre este novo SUV 100% elétrico, resultado da conjugação de esforços da marca de Hiroshima, nomeadamente do Centro Europeu de Pesquisa e Desenvolvimento da Mazda em Oberursel, Alemanha, com a sua parceira chinesa Changan Automobile.
Em junho de 2024, foi lançada a 4.a geração do modelo italiano. Esta geração apresenta muitas novidades; uma delas é a alteração do nome, passando a chamar-se Grande Panda. Outra novidade é que, pela primeira vez na sua história, partilha a plataforma com o C3. Nas gerações anteriores, dividia a plataforma apenas com outros modelos italianos; agora, com franceses, é a primeira vez… Será uma vingança pelo Mundial de 2006? Este Panda vem munido com três motorizações: gasolina, híbrido e elétrico. É também o primeiro Panda a ter caixa automática na versão híbrida, visto que, na geração anterior, tivemos mais uma era de caixa manual. Além disso, é o segundo Panda elétrico: o primeiro foi lançado em 1990, o Panda Elettra, mas não vingou. Passados 28 anos, temos um novo Panda elétrico, que veio todo estiloso!
ESTILO É UM REQUISITO
Neste “campo”, o Grande Panda dá um show de bola aos concorrentes, sejam eles da sua família, entenda-se o C3, ou os seus rivais. O show de bola começa logo na frente, com uns faróis LED em estilo pixel. Também passou a ter, pela primeira vez, o nome da marca de Turim por extenso no lado direito do painel frontal, o que lhe fica mesmo muito bem e o torna diferente. O Grande Panda é ainda o primeiro carro a ter um carregador embutido exatamente onde está o símbolo (o lettering) da marca italiana. Nas versões elétricas existe uma “tampa” que nos dá acesso direto ao carregador. Uma solução hiper, mega prática!… sem falar que não precisamos de andar com mais um cabo atrás. Nos para-choques encontramos mais um símbolo da marca italiana, no lado direito: o retângulo localizado abaixo do painel frontal. Este símbolo é o que a FIAT usava nos anos 90, as míticas quatro barras. Ainda na frente, vemos uns desenhos na parte inferior do para-choques, uns quadrados, que dão o ar da sua graça. Nas laterais, as cavas das rodas são pronunciadas, o que lhe confere uma grande robustez; nas portas, surgem alguns volumes que lhe dão um ar mais másculo. Nesta lateral há três aspetos que queria mencionar: 1.o – o puxador da porta só existe numa cor: preto; 2.o – na parte inferior de ambas as portas aparece um enorme PANDA, que me fascinou, tenho de ser sincero, uma excelente “cartada”; 3.o – nos pilares C e D (ao centro) encontramos um quadro bidimensional que, visto do lado direito, diz Fiat; visto do lado esquerdo, mostra o símbolo das quatro barras. Atrás, os faróis têm alguma irreverência: parecem peças de LEGO e seguem o mesmo padrão da frente, com LEDs em estilo pixel, mas agora em formato de cubo. Pela primeira vez na sua história, o Grande Panda adota uma nova linguagem no que toca aos símbolos: deixamos de ter o logótipo tradicional e passamos a ter o nome da marca estampado no canto superior esquerdo. Na designação do modelo também há novidades: se antes tínhamos um Panda cromado, agora surge um friso com letras volumosas com o nome do modelo. Passando para a bagageira, o volume neste Panda elétrico é de 361 litros, um espaço amplo e bastante fundo. Antes de irmos ao interior, há que referir um detalhe menos bem conseguido: a chave deste Panda, que em nada condiz com o carro… é demasiado sóbria para um modelo com tanta irreverência. No interior, somos brindados com algo que condiz perfeitamente com o exterior: ousado e bem acabado. Claro que os plásticos são duros, mas isso já seria de esperar… ainda assim, temos vários espaços de arrumação e um apoio de braço regulável em profundidade (um item nunca antes visto num Panda). A Fiat deu-nos, quiçá, o interior mais criativo alguma vez feito neste pequeno e prático citadino. A moldura que integra o painel de instrumentos e o ecrã central é inspirada na pista de testes de Lingotto, e o porta-objetos na parte superior do tablier é revestido em Bambox Bamboo Fiber Tex (de série na versão La Prima). Um easter egg delicioso do Grande Panda está do lado direito do ecrã central: temos o primeiro Panda de sempre em 3D. Para muitos, um mero detalhe; para mim, uma particularidade cheia de história. Já que falamos de ecrãs, a tela central tem 10,25” e o seu funcionamento é mais do que adequado: temos Apple CarPlay sem fios, carregador por indução (novidade absoluta no Panda) e um painel de instrumentos totalmente digital de 10”, independentemente da versão escolhida.Indo ao “corte da carne”, posso dizer que a qualidade do ecrã é boa, mas peca por um computador de bordo algo limitado: só tem dois modos – Trip A e Trip B. De notar ainda que podemos alterar o design do cluster e, outro detalhe que achei maravilhoso, é possível escolher um idioma para o ecrã central e outro diferente para o painel de instrumentos… ideal para quem tem dupla nacionalidade. Por fim, os comandos do ar condicionado são operados como manda a lei: botões físicos, “herdados” do seu irmão C3. E ainda bem.
CONDUÇÃO ELETRIZANTE?
Não! Mas é uma condução muito ágil em cidade. O Panda revelou-se bastante confortável nos trajetos realizados, sem falar que nas lombas demonstrou um conforto muito acima da média, já que é muito macio… e nós gostamos disso!A posição de condução continua fiel aos seus antecessores: alta e com boa visibilidade. Mesmo na posição mais baixa do banco, continuamos “altos”. Os bancos são confortáveis e ainda trazem uma frase simpática: “PANDA MADE WITH LOVE IN FIAT”. No volante, outra estreia: a regulação em profundidade. É ampla? Não. Mas existe, e isso é o que importa!
Quando fui buscar o “italiano” e dei à chave (sim, este Panda deve ser dos poucos elétricos que ainda se ligam com chave, nada de botões), marcava uma autonomia de 320 km. Confesso que, ao ver este valor, senti aquele range anxiety, mas o que é certo é que, desses 320 km, fizemos cerca de 150 km em autoestrada e, em cidade, sem grandes preocupações, 250 km. Contudo, acredito que numa condução mais “cautelosa” conseguimos ultrapassar a barreira dos 300 km. A velocidade máxima é de 136 km/h.O “motor” elétrico debita 113 cavalos e 122 Nm de binário. A capacidade bruta da bateria é de 44 kWh, sendo que utilizáveis são 43,8 kWh. Os carregamentos em AC vão dos 7 aos 11 kW (opcional) e, nos carregamentos rápidos, suporta até 100 kW – o que significa que podemos ir dos 10% aos 80% em cerca de 30 minutos.
No tema consumos, a marca anuncia 16,8 kWh/100 km, mas no nosso teste conseguimos 15,6 kWh/100 km, um valor bastante positivo. Quanto à regeneração do italiano, este Panda não tem níveis reguláveis: existe apenas um botão no seletor, que é um “C”, que reduz a regeneração e a disponibilidade do binário – ideal para os dias chuvosos, pois não há tanta disponibilidade assim que aceleramos. Fiz cerca de 500 km com o Grande Panda e gastei perto de 50 euros, sempre a carregar em postos rápidos. Se tiver um carregador em casa, em cerca de 7 horas fica carregado; numa tomada doméstica, conte com 18 a 20 horas. Já carregar o “bicho” dos 20% aos 80% demora entre 11 a 13 horas… e dá-nos perto de 200 km de autonomia..
Lá em casa temos um Panda de 2005, 1.1 Active, com 54 cavalos, e sempre que ando com ele fico com um sorriso na cara. Pode não ter a melhor direção, nem a melhor caixa, nem ser o mais potente, mas é divertido. Já no Grande Panda, essa diversão deu lugar a uma condução mais sóbria, mas menos envolvente. Para começar, a direção é algo artificial, pouco comunicativa, e quando tentamos explorar em curva dá a sensação de que o carro se “desliga” um pouco de nós. Em certos trajetos, transmitiu também algumas vibrações pelo volante.Mas em cidade – e diga-se que é exatamente para isso que o Panda foi feito – cumpre e convence!
Em suma, achei o Panda um ótimo carro e tenho a certeza de que vai levar a marca de Turim a um novo patamar. Está melhor que nunca, tem várias motorizações para agradar ao comum mortal que precisa de um citadino, com a vantagem de apresentar um design irreverente, alguma tecnologia a bordo (até câmara traseira já tem, e com boa qualidade) e vários sistemas de segurança (só faltou o sensor de ângulo morto). Soma-se ainda a existência de vários níveis de equipamento: Pop, Icon e La Prima.
Qual a versão que deve comprar? Muito sinceramente, opte pelo elétrico. Vamos ser francos: é a motorização que faz mais sentido. E se tiver infraestrutura, “atire-se de cabeça” e compre! Agora, por favor, não escolha cores sóbrias… este carro pede cores vivas, como esta unidade. Se eu comprava um Panda? Sem dúvida! No final de contas, alguém lá em casa tem de continuar a dinastia Panda…
Há apenas algumas semanas, o novo Opel Astra e o novo Opel Astra Sports Tourer celebraram a sua estreia mundial no Salão Automóvel de Bruxelas e agora as versões modernizadas e ainda mais aperfeiçoadas dos best-sellers da classe dos compactos passam a estar disponíveis para encomenda. O melhor de tudo é que o novo Astra – que foi concebido, desenvolvido e construído na sede da Opel em Rüsselsheim – apresenta tecnologias inovadoras, ainda mais conforto e uma aparência ainda mais distinta, mas o preço permanece o mesmo. Os clientes obtêm ainda mais valor pelo seu dinheiro: o Opel Astra Electric está disponível a partir de 37.490 €1 e o Astra Sports Tourer Electric a partir de 38.590 €1 (preços PVP, incl. IVA, sem DLTP), mas agora equipado com uma bateria de 58 kWh. O modelo totalmente elétrico oferece mais capacidade e, com até 454 quilómetros (de acordo com o WLTP), mais autonomia do que anteriormente, sem emissões locais. Além disso, os clientes podem conduzir o seu novo Astra a partir de 30.990 €1 com a versão híbrida-elétrica com uma potência de 107 kW (145 cv).
“Com o seu novo design, tecnologia e características de conforto, como o Opel Blitz iluminado na frente e os bancos Intelli-Seats de série, mesmo na versão de entrada, estamos a levar o nosso ‘best-seller’ da classe dos compactos para o próximo nível. Além disso, estamos a garantir a acessibilidade do Astra, independentemente da motorização, mantendo os preços inalterados. Estamos a fazer aos nossos clientes uma oferta que não podem recusar”, afirmou Alejandro Noriega, diretor da Opel Espanha e Portugal.
Atraente em todos os aspetos: Astra com Opel Blitz iluminado e Vizor aperfeiçoado
Mesmo à primeira vista, o novo Astra parece mais moderno, mais elegante e ainda mais distinto com o seu ADN Opel refinado. O emblema Blitz da marca Opel fica centralizado no Vizor, ainda mais elegante e com um design mais preciso – e, após a sua introdução no SUV topo de gama Opel Grandland, agora é iluminado pela primeira vez no Astra. Além disso, o design dianteiro apresenta elementos do Opel Corsa GSE Vision Gran Turismo, dando vida às primeiras características do concept car celebrado na IAA Mobility no outono passado num modelo de produção em série. E os novos designs das jantes de liga leve de 16 a 18 polegadas são tão atraentes quanto as novas pinturas metalizadas Branco “Kontur” e Verde “Klover”.
Um verdadeiro destaque que é único na sua classe, a premiada iluminação Intelli-Lux HD com mais de 50.000 elementos está agora disponível como opção para os condutores do Astra, iluminando a estrada à noite para se adequar a cada situação e em qualquer momento. A tecnologia de iluminação de alta resolução não só garante que os outros utilizadores da estrada não sejam ofuscados, como também é agradável aos olhos do condutor do Astra. O sistema deteta sinais de trânsito e reduz a intensidade dos LED para que o reflexo dos sinais não ofusque o condutor. O Intelli-Lux HD é opção na variante “GS”.
Os engenheiros do Astra também otimizaram ainda mais o interior. As melhorias vão desde o design do cockpit e dos ecrãs até ao conforto de viagem com maior sensação de bem-estar. Isto porque os chamados bancos Intelli-Seats são de série em todas as variantes do modelo. Caracterizam-se por uma reentrância especial no meio do banco que reduz a pressão sobre o cóccix. Assim, a característica ergonómica patenteada dos bancos Intelli- Seat garante um conforto de condução relaxado, mesmo em viagens longas. A partir da versão GS, o banco do condutor também possui o selo de aprovação AGR (Aktion Gesunder Rücken e.V. / Campanha para costas saudáveis) e, na versão opcional Alcantara/polipele “ReNewKnitTM”, tanto o banco do condutor como o do passageiro da frente são certificados pela AGR.
Ao mesmo tempo, o cockpit e as interfaces de utilizador para o infoentretenimento, multimédia e outras funcionalidades foram simplificados, tornando-os mais claros, concisos e intuitivos. Novas visualizações e gráficos nos ecrãs conferem ao interior um aspeto mais moderno. Em termos de funcionalidade, o condutor pode agora lê-las ainda mais facilmente do que antes. E, em linha com a abordagem “Greenovation” da Opel, são utilizados inúmeros materiais e acabamentos que poupam recursos no interior do Astra: o volante é totalmente revestido com materiais vegan e os estofos dos bancos opcionais são feitos de Alcantara “ReNewKnitTM”, um monomaterial especial que oferece um acabamento de alta qualidade com aspeto de camurça.
Motores altamente eficientes: Astra Electric com autonomia de até 454 quilómetros (WLTP)
A conservação de recursos também foi um foco importante no desenvolvimento do portfólio de motores elétricos. O Astra Electric de 115 kW (156 cv) com uma bateria de 58 kWh permite agora uma autonomia localmente sem emissões de até 454 quilómetros (WLTP) – permitindo aos condutores do Astra Electric percorrer cerca de 35 quilómetros a mais do que anteriormente entre paragens para carregamento.
Outra novidade extremamente prática: o Astra totalmente elétrico oferece pela primeira vez a função de carregamento bidirecional “V2L – Vehicle to Load” e, assim, a possibilidade de carregar dispositivos externos, como bicicletas elétricas ou similares, no destino de férias, sem ter de depender de outras fontes de energia. E para tornar a mudança para a mobilidade elétrica ainda mais atraente, os clientes também beneficiam de inúmeras vantagens do programa “Electric All In”3 da Opel ao comprar um novo Astra Electric.Quem quiser viajar no novo Astra de forma altamente eficiente, mas parcialmente eletrificada, pode escolher entre uma variante híbrida com 107 kW (145 cv) a partir de 30.990 €1 ou um híbrido plug-in com 144 kW (195 cv) de potência do sistema a partir de 37.490 €1. Com um preço a partir de 33.130 €1, o motor Diesel de 1,5 litros e 96 kW (130 cv) completa a ampla gama de motorizações, concebida para satisfazer todas as necessidades.
Dito isto, os clientes do Opel Astra podem continuar a contar com os pontos fortes comprovados do best-seller da classe dos compactos. Dependendo da variante, é possível colocar até 1.339 litros de carga na bagageira do hatchback com os bancos rebatidos. O Astra Sports Tourer oferece um volume de carga de até 1.634 litros. Além disso, o encosto do banco traseiro do modelo compacto pode ser rebatido de forma flexível numa proporção de 60:40 ou 40:20:40 em opção.
A HYUNDAI celebra a mais recente conquista do seu modelo citadino 100% elétrico, o novo Hyundai INSTER, que acaba de ser distinguido como o vencedor de um rigoroso comparativo realizado pela DECO Proteste. O modelo posicionou-se como a escolha acertada para quem procura um citadino elétrico até 25.000 euros, superando outros cinco modelos do seu segmento em competição direta.
De acordo com as conclusões publicadas aqui pela DECO Proteste, o novo Hyundai INSTER destacou-se pela sua proposta de valor equilibrada, oferecendo o melhor compromisso entre desempenho técnico, equipamento de série e preço competitivo.
O comparativo “Carros Elétricos Acessíveis: Qual o Melhor Citadino até 25 mil euros?”, publicadopela DECO Proteste, sublinha que, num mercado cada vez mais disputado por novos intervenientes,o Hyundai INSTER consegue elevar a fasquia ao apresentar um design audaz de inspiração SUV sem comprometer a eficiência energética.
Entre os principais argumentos que garantiram a vitória neste teste, destacam-se a versatilidade do habitáculo – com soluções inteligentes de aproveitamento de espaço e bancos deslizantes – e a tecnologia de carregamento, que permite recuperar energia de forma mais rápida do que a maioria dos seus concorrentes diretos.
Hyundai INSTER: um pequeno veículo elétrico com um grande impacto
O novo Hyundai INSTER, disponível no mercado nacional a partir de 19.250 euros (acresce IVA), combina o estilo distintivo de um SUV compacto com um desempenho urbano ágil, proporcionando ao mesmo tempo uma autonomia elétrica de até 360 quilómetros (ciclo WLTP), tornando-o ideal tanto para deslocações diárias como para viagens espontâneas de fim de semana.
Equipado com uma bateria de 42 kWh ou de 49 kWh (Long-Range), o novo Hyundai INSTER é alimentado por um motor que debita 71,1 kW (97 cv) na variante base, e 84,5 kW (115 cv) na versão Long-Range. Ambas as versões disponibilizam 147 Nm de binário, com a velocidade máxima a atingir até 150 km/h e a aceleração dos 0 aos 100 km/h em apenas 10,6 segundos (bateria 49 kWh).
O novo Hyundai INSTER redefine o conceito de um veículo elétrico urbano compacto, proporcionando uma flexibilidade impressionante com um consumo de energia estimado a partir de 14,3 kWh/100 km (em ciclo WLTP). Nas estações de carregamento rápido em corrente contínua (DC) de 120 kW, o Hyundai INSTER consegue recarregar dos 10 % aos 80 % em cerca de 30 minutos. Este premiado EV vem igualmente equipado com um carregador de bordo de 11 kW.
Para além da sua autonomia líder no segmento e do excelente desempenho de carregamento, o novo Hyundai INSTER destaca-se pelo seu equipamento tecnológico, oferecendo uma vasta gama de funcionalidades avançadas de segurança, assistência à condução e multimédia.
Perfeito para espaços pequenos e grandes momentos, o novo Hyundai INSTER oferece um incrível espaço interior. Todos os assentos rebatem para facilitar os momentos de descanso ou o transporte de objetos grandes. Para além disso, é possível deslizar os assentos traseiros 16 cm para a frente, para expandir o espaço de bagageira de 238 para 351 litros.
Reconhecimento de jornalistas de todo o mundo
A vitória no comparativo divulgado pela DECO Proteste junta-se a uma série de reconhecimentos obtidos desde o lançamento do novo Hyundai INSTER, incluindo o “World Electric Vehicle 2025” obtido nos World Car Awards, “Golden Steering Wheel 2025”, na categoria de veículos com preço inferior a 25.000 €, “Car of The Year 2025” e “Best Small Electric Car for the City” pela WhatCar? e “Supermini Of The Year 2026” nos TopGear.com Awards no Reino Unido.
Com a maioria dos jurados a elogiar sempre o design irreverente, capacidade de carregamento e praticidade para o quotidiano, estas conquistas refletem a reputação crescente do novo Hyundai INSTER como um dos novos elétricos compactos mais interessantes da Europa.
A Schneider Electric, líder global em tecnologia energética, anunciou o lançamento do Schneider StarCharge Fast 720, a mais recente adição ao seu portefólio em expansão de soluções de carregamento para veículos elétricos (VE) de nova geração. Concebida para responder às necessidades em constante evolução do setor da mobilidade, esta solução oferece um carregamento robusto, fácil de utilizar e eficiente para instalações comerciais, industriais e frotas.
Nos primeiros nove meses de 2025, 16% dos novos registos de automóveis na União Europeia corresponderam a veículos elétricos, evidenciando os progressos à medida que a UE se aproxima da proibição de motores a gasolina e gasóleo em 2035. A Schneider Electric está a facilitar esta transição para a eletrificação, disponibilizando soluções completas e inovadoras que abrangem carregadores, software avançado e infraestruturas, incluindo quadros de média e baixa tensão (MT/BT), bem como sistemas de armazenamento de energia.
Alta potência, elevada eficiência
Com uma potência até 720kW, o Schneider StarCharge Fast 720 fornece energia de forma dinâmica para carregar até 12 veículos em simultâneo. Graças à gestão avançada de carga da Schneider Electric, o sistema distribui a capacidade de carregamento com base na procura dos veículos em tempo real – sejam camiões elétricos, autocarros elétricos ou veículos ligeiros –, aumentando a eficiência e ajudando os condutores a obter o nível de carga adequado para prosseguirem as suas viagens a tempo e horas.
Com uma eficiência de 97%, acima dos padrões do setor, o Schneider StarCharge Fast 720 oferece uma produtividade muito elevada, aliada a um design compacto que otimiza o espaço. Com uma corrente nominal de saída de 380 A, expansível até 600 A, o Schneider StarCharge 720 garante elevada potência para dar resposta às necessidades das infraestruturas, mesmo em momentos de pico.
Arquitetura descentralizada para máxima flexibilidade
O Schneider StarCharge 720 reflete o compromisso da Schneider Electric com as necessidades das infraestruturas, oferecendo flexibilidade, eficiência e uma arquitetura escalável de 360kW a 720kW. Esta flexibilidade assegura que as necessidades em evolução dos operadores de pontos de carregamento são acompanhadas, tornando a transição para a eletrificação dos transportes mais eficiente.
Apresenta também uma arquitetura totalmente descentralizada. Todos os componentes – incluindo a conversão de potência e o controlo – estão integrados num único armário. Este design centralizado reduz as ligações à rede, simplifica a instalação e a manutenção, permite o equilíbrio dinâmico de cargas entre dispensadores, e facilita a escalabilidade à medida que as necessidades evoluem. Ao concentrar os elementos geradores de ruído no armário de potência, proporciona igualmente uma experiência mais silenciosa para os condutores de veículos elétricos.
Esta abordagem descentralizada permite aos proprietários das instalações posicionar até seis dispensadores, com duas saídas cada, em qualquer ponto num raio de 80 metros em relação ao armário de potência, possibilitando o carregamento simultâneo de até 12 veículos. O resultado é uma ocupação de espaço reduzida e uma flexibilidade sem precedentes na configuração da infraestrutura de carregamento, permitindo configurações em estrela adaptadas a qualquer local.
Manutenção abrangente para a máxima disponibilidade
Robusto e concebido para facilitar a operação, o Schneider StarCharge Fast 720 prioriza a facilidade de utilização, tanto para operadores como para condutores.
O suporte de ponta a ponta ao longo de todo o ciclo de vida simplifica a manutenção e maximiza a disponibilidade. Desde a instalação até planos de manutenção personalizados, incluindo linha de apoio 24/7, peças de substituição rápidas e intervenções de emergência, os operadores beneficiam de tranquilidade e evitam os tempos de inatividade. A monitorização remota através do EcoStruxure Energy Asset Portal da Schneider Electric contribui ainda para maximizar a disponibilidade e reduzir os custos de manutenção. As suas capacidades avançadas de supervisão tornam-no numa escolha ideal para empresas que procuram uma infraestrutura de carregamento de veículos elétricos fiável, flexível e preparada para o futuro.
“Construir infraestruturas de carregamento flexíveis, inteligentes, adaptadas aos depósitos de veículos e eficientes para todos os tipos de viaturas será essencial para dar resposta ao crescimento da mobilidade elétrica no setor dos transportes,” afirmou Anthony Song, CEO da Schneider eStar. “Com a sua arquitetura descentralizada, elevada potência e eficiência líder no setor, estamos a capacitar os nossos clientes para desenvolverem soluções escaláveis de redes de carregamento que cobrem as necessidades de hoje e de amanhã, para todos os utilizadores na estrada.”
O Schneider StarCharge Fast 720 já se encontra disponível para instalações de operadores de pontos de carregamento em toda a Europa.
O Rolls-Royce Spectre representa um momento histórico para a icónica marca britânica. Pela primeira vez, a Rolls-Royce apresenta um modelo totalmente elétrico. Mais do que uma mudança tecnológica, o Spectre simboliza uma evolução natural da marca, que sempre privilegiou o silêncio, a suavidade e o conforto absoluto, características que encontram na mobilidade elétrica.
Desenvolvido sobre a nova plataforma Architecture of Luxury, especificamente adaptada para propulsão elétrica, o Spectre foi concebido desde o início como um puro Rolls-Royce. O peso das baterias foi integrado na estrutura para aumentar a rigidez do chassis, melhorando a qualidade de rolamento. O resultado é uma experiência de condução marcada por uma fluidez quase irreal, onde o mundo exterior parece desaparecer.
Black Badge: luxo com atitude
A designação Black Badge sempre representou a face mais ousada e contemporânea da Rolls-Royce. No Spectre Black Badge, essa filosofia ganha nova expressão. Visualmente, o modelo distingue-se por detalhes escurecidos, acabamentos exclusivos, jantes de grandes dimensões e cores profundas que reforçam uma presença imponente e sofisticada.
Esta versão beneficia de uma afinação específica do sistema de propulsão elétrica, com mais de 650 cavalos de potência e uma entrega de binário mais imediata. Apesar de não ser um automóvel pensado para condução desportiva tradicional, o Spectre surpreende pela forma como conjuga autoridade, suavidade e uma resposta instantânea, sempre envolta numa sensação de absoluto controlo.
Silêncio, conforto e isolamento total
O Spectre tira partido da ausência de motor térmico para elevar o conceito de silêncio a um nível quase absoluto. A insonorização foi trabalhada ao detalhe, com materiais específicos e vidros laminados, criando uma cápsula de tranquilidade em movimento.
A bateria de grande capacidade permite uma autonomia confortável para longas viagens, mantendo o carácter de grand tourer que sempre definiu os modelos da marca. A suspensão adaptativa, associada à leitura antecipada da estrada, garante que cada imperfeição do asfalto é praticamente anulada antes de chegar ao habitáculo.
No interior, o luxo atinge níveis raramente vistos: couros selecionados, madeiras nobres, acabamentos metálicos personalizados e o famoso Starlight Headliner, com milhares de pontos luminosos no tejadilho, criam um ambiente luxuoso.
O pináculo do luxo elétrico
O preço base do Rolls-Royce Spectre Black Badge começa nos 500.000 euros, mas esse valor é apenas o ponto de partida. A personalização quase ilimitada permite que cada cliente crie um automóvel verdadeiramente único, fazendo com que o custo final possa crescer de forma significativa.
Mais do que um carro elétrico caro, o Spectre Black Badge afirma-se como a interpretação mais luxuosa da mobilidade elétrica. Não procura bater recordes de aceleração nem impressionar com números técnicos. O seu objetivo é outro: oferecer a experiência de luxo, silêncio e exclusividade mais refinada alguma vez associada a um automóvel elétrico.
O Nissan Qashqai continua a demonstrar o seu potencial e aceitação no mercado nacional ao renovar o 1.o lugar no segmento C-SUV em Portugal, em 2025. O modelo, que chegou ao mercado nacional em 2007, tem sido dos modelos mais vendidos dentro do seu segmento, no mercado nacional, todos os anos.
O Nissan Qashqai continua a ser um dos modelos preferidos dos portuguese e reafirmou a sua liderança no competitivo segmento C-SUV em 2025 com a venda de 3.212 unidades, mais 15% do que em 2024. No ano passado, 85% das vendas corresponderam à motorização mild hybrid e 15% ao sistema e-POWER.
Reconhecido pela sua versatilidade, design moderno e tecnologia de ponta, o Qashqai consolidou-se como o líder indiscutível do segmento.
O Nissan Qashqai está disponível em Portugal com duas motorizações: mild hybrid e com o sistema e-POWER, este último renovado no final de 2025. Ao contrário dos híbridos tradicionais, o sistema do Nissan Qashqai e‐POWER utiliza um motor a gasolina exclusivamente para gerar eletricidade que, por sua vez, alimenta um motor elétrico que aciona as rodas. Isto significa que as rodas são acionadas apenas por energia elétrica, proporcionando binário instantâneo, aceleração suave e uma condução mais silenciosa – tudo isto sem necessidade de ligar à tomada.
O renovado sistema e-POWER aplicado no novo Nissan Qashqai garante um consumo de apenas 4,5L/100 km e emissões de 102g/km. Com um depósito de 55 litros, permite uma autonomia de até 1222 km (regime WLTP).
O novo Nissan Qashqai equipado com a 3.a geração da tecnologia e-POWER já está disponível em Portugal a partir de 45.500 euros (valor sem despesas e pintura).
Desvendado publicamente, em Estreia Mundial, no início de janeiro, no âmbito do Salão Automóvel de Bruxelas, o novo Mazda CX-6e3 representa a mais recente adição à gama em expansão de modelos 100% elétricos para a Europa da Mazda. Dotado de um estilo arrojado, este SUV desportivo de média dimensão incorpora a interpretação mais artística da linguagem de design Kodo – Alma do Movimento da marca, alcançando o equilíbrio ideal entre versatilidade, dinamismo e habilidade artesanal.
A sua silhueta elegante e proporções atléticas irão agradar diretamente aos condutores que buscam individualidade e distinção, num segmento frequentemente marcado pelo convencional. O exterior distinto é complementado por um design sofisticado do habitáculo, inspirado no conceito japonês de ma, representando a beleza do espaço vazio. No seu interior destacam-se a conectividade intuitiva, incluindo reconhecimento de voz multilingue e controlo por gestos, um conjunto de sistemas avançados de assistência ao condutor, incluindo Smart Brake Support, Cruising & Traffic Support e Emergency Lane Keeping, e outras tecnologias, acessíveis através de um ecrã tátil de 26 polegadas, trabalhando em conjunto para criar um ambiente seguro, versátil e confortável para todos os passageiros.
Com uma ligação envolvente e dinâmica entre si e o seu condutor, o Mazda CX-6e representa a condução elétrica na sua forma mais artística, uma expressão pessoal de estilo distinto, engenharia inteligente e precisão estética japonesa. Alimentado por uma bateria de Fosfato de Ferro e Lítio (LFP) de 78 kWh, com carregamento rápido DC, o mais recente modelo da Mazda disponibiliza uma potência de 190 kW (258 cv) e 290 Nm de binário instantâneo às rodas traseiras, oferecendo até 484 km4 de autonomia com uma única carga. O seu desempenho suave e silencioso e as características de condução adaptadas às estradas europeias, sublinham, em pleno, a integração da aclamada filosofia Jinba Ittai, da marca de Hiroshima.
Resultado da combinação da filosofia japonesa com a tecnologia do seu parceiro chinês Changan Automobile, com um design cuidado da autoria do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Mazda em Oberursel, na Alemanha, e repleto de tecnologias de ponta, o novo Mazda CX-6e chegará aos salões de vendas dos Concessionários da Europa ao longo do verão de 2026.
Com lançamento em Portugal agendado para o próximo verão, a Mazda Motor de Portugal já iniciou, entretanto, a fase de pré-vendas do novo CX-6e, processo que pode ser iniciado quer na sua Rede de Concessionários, quer através do no portal oficial da marca – em www.mazda.pt – na página entretanto criada e dedicada a este seu novo modelo, assente numa gama simplificada, para já composta por apenas duas variantes de equipamento complementares, Takumi e Takumi Plus.
O seu novo SUV 100% elétrico está a ser agora proposto com um PVPR de 44.985,88 € caso o cliente opte pela versão Takumi ou por 47.985,88 € nas variante Takumi Plus, sendo de destacar, nesta fase, a aplicação de uma campanha de pré-lançamento dedicada que permite um abatimento de 2.936,00 € em qualquer dos casos, fazendo com que os seus PVPRs com essa Campanha desçam aos 42.049,88 € e 45.049,88 €, respetivamente.
Em termos de dotação, a versão Takumi inclui, entre outros elementos, um cockpit inteligente que tem como elemento central um ecrã tátil ultra-amplo de 26 polegadas, montado assimetricamente no painel de instrumentos, bancos Maztex em preto, sendo o do condutor regulável eletricamente em oito posições e o do passageiro em quatro, chave Bluetooth com opção de partilha, iluminação ambiente para o painel de instrumentos e acabamentos das portas. No domínio tecnológico integra Mazda Radar Cruise Control (MRCC) com sistema Stop & Go, Monitor 360 View, painel de áudio TFT de 26 polegadas, sistema de áudio (AM/FM/DAB) com 23 colunas e entradas USB-C. Exteriormente é visível o teto panorâmico escurecido com refletor de calor e vidros traseiros escurecidos, espelhos retrovisores exteriores na cor da carroçaria, elétricos e rebatíveis automaticamente, com função de ajuste, memória e aquecimento, num conjunto que se completa com jantes de liga leve de 19 polegadas, com pneus 235/55 R19 e uma bomba de calor.
Quanto ao nível Takumi Plus, complementa (ou altera) o acima descrito com bancos em dois tons Amethys e Maztex branca, mantendo as regulações elétricas atrás descritas, espelhos retrovisores digitais, rebatíveis automaticamente e com ajuste de brilho, com ecrãs internos no lado do condutor e do passageiro, iluminação ambiente para o painel de instrumentos com uma barra translúcida e acabamento das portas, sublinhando o exterior com jantes de liga leve de 21 polegadas, com pneus 255/40 R21.
Destaque ainda para a ampla palete de cores do novo Mazda CX-6e, com especial destaque para os novos tons Multi-Tone Nightfall Violet e Multi-Tone Air Stream Blue, complementando as conhecidas cores Crystal White Pearl, Machine Grey, Aero Grey, Jet Black e Soul Red Crystal, esta a cor de referência por excelência da Mazda. Todas elas são metalizadas e com características Multi-tone, fruto da conjugação com elementos em Preto em vários pontos do veículo, com PVPs que vão dos 750 € aos 1.050 € (IVA incluído).
Os clientes já interessados poderão configurar a versão da sua eleição no portal da Mazda, aproveitando todas as vantagens da atrativa Campanha de Pré-Lançamento atrás descrita, e que decorre até 30 de junho de 2026. Em breve e à imagem do restante catálogo de modelos, a Mazda irá contar com uma ampla gama de acessórios, de elevado design e praticidade, para que possam personalizar os seus novos SUV CX-6e de acordo com as suas preferências.
O lançamento oficial do novo Mazda CX-6e no mercado nacional coincidirá com a chegada das primeiras unidades aos stands da Rede de Concessionários, no continente e regiões autónomas, altura em que será difundida comunicação mais detalhada sobre este novo SUV 100% elétrico, resultado da conjugação de esforços da marca de Hiroshima, nomeadamente do Centro Europeu de Pesquisa e Desenvolvimento da Mazda em Oberursel, Alemanha, com a sua parceira chinesa Changan Automobile.
Informações adicionais sobre o Mazda CX-6e podem ser consultadas neste Comunicado de Imprensa, difundido no âmbito do Salão Automóvel de Bruxelas.
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